Arquivo de cenário

Segunda fase do concurso FVM e Rally Mortal está lá

Posted in Notícia with tags , , , , , on Março 19, 2012 by rsemente

Boa Noite pessoal, é com grande orgulho que venho lhes dizer que o RPG Rally Mortal se mostrou adequado para concorrer a segunda fase do Concurso faça Você Mesmo da Secular Games.

Para quem não sabe Rally Mortal é um jogo de RPG que desenvolvi na semana do carnaval e na seguinte para o concursos com uma pegada bem diferente, onde o jogador controla um piloto/capitão de uma equipe de Rally em um mundo pós apocalíptico, baseado em grande parte por Mad Max e Zombie Drive.

E VOCÊ PODE BAIXAR RALLY MORTAL AQUI AGORA!!!

A regra mais básica dele é que antes de fazer qualquer rolagem de dados o jogador deve descrever o que irá fazer, e só então o mestre decide quais características devem ser usadas e a partir delas jogar os dados. É claro que existe um sistema de regras simples, mas com várias características para o personagem o que deixa ele boa gama de customização dos personagens (característica que peca na maioria dos sistemas mais narrativistas).

Apesar disso acredito que o ponto que mais pequei na criação do jogo foi o tema tribo, abordado mais no cenário e menos nas regras (mais por tempo), onde a tribo define pouca coisa na ficha de personagem (atualmente apenas os itens mais fáceis de se conseguir).

OMNI: O Retorno (Versão 0.01)

Posted in cenário, regras with tags , , , on Julho 29, 2010 by rsemente

OMNI voltou.

Há algum tempo apresentei um cenário de ficção científica e fantasia aqui no blog, mas a muito tempo nada falei como andava o projeto. Isso por que estava fazendo o sistema, e as primeiras opções para a criação dos personagens jogadores.

Agora a primeira versão Beta está pronta. Apesar de permitir apenas Guerreiros Celestiais como personagens, alguns das características para Capitães de naves já estão esboçados, e em breve colocaremos detalhes de jogo para as naves.

Por enquanto basta clicar aqui para ver a versão mais recente de

OMNI

World of Death: Vampiros, Lobisomens e Zumbis (Parte 3)

Posted in artigos with tags , , , , , on Julho 20, 2010 by rsemente

Nas matérias passadas falamos sobre o conceito básico do cenário, zumbis invadem o mundo moderno com criaturas sobrenaturais, e sobre o histórico, como o apocalipse zumbi chegou ao mundo das criaturas das sombras.

Hoje apresentaremos mais conceitos sobre como começar campanhas do Mundo da Morte, e um pouco mais sobre como criar e utilizar zumbis no cenário.

Antes:

O Jogo no passado

“Não me lembro da ultima vez que comi uma refeição descente. Desde que me tornei um amaldiçoado não consigo mais ter mais comigo mesmo, sempre contando nos calendários quando será a próxima lua cheia. Quando ela chega tento apenas estar o mais longe possível de qualquer humano.

Já tive contato com vários bandos de lobisomens, mas nenhum me aceitou como igual, então permaneci sozinho, sobrevivendo como um andarilho. Na verdade esse termo não é tão bem aplicável, seria mais como um lobo solitário. Em uma moto. Um lobo solitário de rodas.

O maior motivo de não me aceitarem é era o fato de não conseguir controlar minha fúria e nem minha metamorfose. Eu era perigoso demais até para eles. Mas por isso mesmo eles me incumbiram uma tarefa: caçar vampiros.

Fui razoavelmente bem sucedido durante um tempo, derrotava-os um por um. Um em cada lua cheia. Cada um que eu matava rogava pela sua não-vida.

Com o tempo consegui controlar minha fúria, mas já tinha pegado o gosto pela caçada. Agora era difícil parar. E agora eu era muito mais eficiente, conseguindo matar muito mais vampiros.

Até que achei alguns vampiros estranhos, dizendo que precisávamos nos unir para O Fim que estava por vir. Deles a única coisa que consegui foi um estranho livro, uma espécie de bíblia codificada. Talvez tivesse algum valor no mercado negro. Isso foi há alguns anos atrás, achei apenas que era um bando de sanguessugas loucos.

Por acaso comecei a ler o livro, e falava de um fim próximo, onde zumbis destruiriam a todos, inclusive vampiros e outras criaturas sobrenaturais. Falava também de sinais sobre a chegada do fim, alguns já tinham acontecido, outros estavam por vir.”

Continua…

Os mestre se desejar pode iniciar uma campanha no passado, antes que tudo comece. Para isso inicie com uma trama leve, uma aventura pronta, e depois de duas ou três seções inicie com os eventos do apocalipse. Aqui ainda há a possibilidade de fazer com que os jogadores tentem prever o Dia do Inicio do Fim, mas quando descobrirem deverá ser tarde demais.

O Jogo nos dias obscuros

“Durante uma caçada trivial algo aconteceu. Uma enorme bomba explodiu na Ásia. E o pior de tudo é que o livro indicava esse acontecimento. Não havia mais duvidas, o livro estava certo. E deveríamos nos unir com os vampiros e humanos para sobreviver a pior parte.

Em todo caso, pelo menos uma ultima caçada. Aquela vampira, infelizmente, teria que ir para o saco.

Ela vinha fugindo com bom êxito a tempos, mas nas semanas após o impacto ela pareceu desistir. Até que sete dias depois ela finalmente encarou o destino final.

A luta começou, ela era rápida, mas não o suficiente, pouco a pouco minhas garras retalhavam sua pele, e logo logo minhas presas acabariam com o trabalho.

Mas o livro estava certo, e algo pior aconteceu. Uma guerra nuclear começou, e naquela mesma noite, durante a briga algo explodiu no horizonte, o forte brilho serviu apenas pra eu ter certeza que minha pele realmente estava queimando, a radiação não era boa para os lobisomens, a regeneração rápida também permitia que o câncer crescesse ainda mais rápido.

A dor tomava conta pouco a pouco de meu corpo, e clamei por ajuda daquela morta viva, era minha ultima esperança. Ela já ia embora, mas no ultimo instante ela voltou me ajudou.

Ela ajudou em minha cura, após alguns dias percebi que ela não estava bem alimentada, e ofereci meu próprio sangue. Ela o aceitou com hesitação. Minha consciência ainda não estava completamente boa, e cheguei a esquecer do livro.

Mas, como sempre, o livro estava realmente certo, e no sétimo dia.”

Continua…

O período entre o Dia do Inicio (do Fim) e o Dia dos Mortos, que antecederam a vida dos mortos, podem ser um bom pano de fundo para preparação da verdadeira ameaça que virá. Interpretar os sinais e descobrir a vinda dos mortos (e preparar para a vinda dos zumbis) pode ser o palco de uma ótima campanha. Guerras sobrenaturais, busca por textos sagrados, clima de tensão similar a uma guerra fria, e profetas do apocalipse são elementos importantes que devem ser usados aqui.

A estrutura previa das organizações ocultistas e das criaturas sobrenaturais estará ruindo, restando a cada um dos personagens jogadores sobreviver de guerras internas e externas.

Humanos podem ter essa época o palco de encontrar com várias criaturas sobrenaturais e até se tornar uma. O terror aqui será amplificado pelo tema de fim dos tempos.

Depois:

Os Zumbis

“Os mortos voltaram, e eu estava vivo. Eles queriam minha vida, eu ainda estava bem apegada a ela. Eu tinha uma vampira para me ajudar. Eles não.

A princípio matá-los era fácil, eram sacos de carne andantes, alvos fáceis para minhas garras. Tinha apenas que ficar longe de seus golpes, que poderiam me levar a morte pela infecção dolorosa e sobrenatural.

Para sobreviver nos juntamos com um grupo de humanos para sobreviver, a principio eles nos temeram mais que os zumbis quando viram nossos poderes no inicio, mas quando perceberam que nos seriamos mais úteis para eles que armas de fogos, eles nos ajudaram.

Nesse ponto já havia me esquecido do livro, ele já não era tão importante, o fim tinha chegado. Infelizmente eu estava errado.

Após nos acostumarmos com os zumbis, tudo começou a piorar novamente. Encontramos outro lobisomem. Durante um tempo ele nos ajudou bastante, mas era muito menos experiente que eu. Durante a defesa de nosso acampamento ele se deixou ser mordido pelas criaturas, no achamos que nada aconteceria. Mas algo aconteceu, um lobisomem se tornou o pior zumbi que nos vimos.

O pior é que esse não seria o pior dos zumbis que acharíamos, outros muito piores iriam surgir.

O Fim ainda estava para acontecer.”

Relatos de um lobisomem sobrevivente.

Aqui os zumbis podem ser qualquer tipo que o mestre desejar. Lentos, rápidos, inteligentes ou com poderes especiais, cada um pode ser adicionado na integra ou aos poucos, sempre adicionando um elemento a mais para aterrorizar os jogadores. A unica coisa em comum é que eles estarão em busca de carne, e lobisomens são como um grande filé com garras.

Vampiros são relativamente imunes a fome zumbi, podendo trafegar livremente por eles. Apenas em dois casos os zumbis os vêem como presas: Quando estão bem alimentados, ou quando os atacam. Mas a maior vantagem deles é a imunidade contra infecção zumbi.

Heöe, o mundo dracônico

Posted in cenário with tags , , , , , , , , , , , , on Fevereiro 10, 2010 by rsemente

“… e Heöe se tornou o lar/prisão dos dragões, e foi de onde eles iniciaram a conquista dos mundos”

Final do poema da Queda dos Dragões

Não se sabe como Heöe era originalmente, mas após a queda de Kistos o mundo mudou completamente, quase toda vida pré-existente morreu no impacto, dois grandes faixas de terra se ergueram, uma ao redor do impacto e outra no ponto oposto ao impacto no outro lado do mundo!

Essas faixas de terra se moveram ao passar dos milhões de anos e se tornaram como são hoje. Foi conquistada durante milhares de anos pelos dragões, servindo como o centro do império de vários mundos. Até seu imperador ser derrotado pelos grandes heróis, culminando na destruição do império. No dia 26 do 4º mês do 333 ano após a queda, os cartógrafos de Daris iniciaram a empreitada de desenvolver um Mapa de toda Heöe, concluindo sete anos depois.

Os 6 Continentes

Heöe possui seis continentes distintos, divididos geograficamente e culturalmente. Alguns podem ser até pequenos para serem chamados de continente como Fortemar, mas suas importâncias os classificaram a parte do restante do mundo.

Fortemar:Essa grande ilha sempre teve status de continente devido a sua importância, e é o centro das forças que se rebelaram contra o império dracônico. Hoje dividida em várias nações, seu coração possui a cicatriz da guerra contra o dragão imperador: uma cordilheira com picos íngremes que sobem como lanças a centenas de metros de altura.

Draconorte: O maior continente, onde se refugiou a maioria das forças remanescente do império. O maior fator que contribui para isso é a existência da grande cordilheira dos Picos da Destruição em seu centro lar dos dragões marrons: dragões vorazes, quase feras, que mesmo mais fracos, se reproduzem muito mais rápido que outros dragões, e por isso conseguiram manter seu território. Vários reinos circundam a cordilheira, como o Reino do Senhor demônio, e as terras de vários humanóides selvagens como Orcs e Goblinóides.


Continente Ginfu: Ginfu é o nome do continente dominado pelos Dragões de Jade, dragões que ajudaram a derrotar as Nagas e se mantiveram neutros durante a guerra. Três culturas se misturam no reino, com vários clãs lutando sempre pelos desejos de seus dragões de Jade.


Ilhas centrais: Esse continente insular é dividido em Seis grandes ilhas, aqui se mantiveram as frotas derrotadas do Império Dracônico, sobe supervisão direta das frotas do Reino de Renja e Fhankorn. Aqui muitas companhias mercenárias, piratas e dragões mantém escondidos nas milhares de ilhas que borbulham entre as 6 grandes ilhas e entre os dois grandes continentes.

Sulnária: O grande sul ou apenas Sulnária, um continente gêmeo de draconorte, só que praticamente invertido. Aqui a expulsão dos dragões foi quase completa, mantendo quase todos os territórios conquistados por Exércitos da libertação. mas em alguns pontos a barbárie e o mal prevalecem, como no Reino dos necromantes de Necória e a barbárie de Anúria. A grande cordilheira dos Picos Eternos se tornou o lar dos Titanides e uma civilização alpina se formou utilizando essas criaturas como transporte.

Antória:Esse continente isolado e selvagem não foi usado pelos dragões para construção de nenhuma cidade ou domínio humano. Dizem que por causa do terror da mais terrível batalha travada por eles contra os Deuses Abraxianos, ou pela ameaça constante de gigantes. Aqui se tornou o lar de reinos élficos vivendo ao lado dos antigos Artmorianos e do povo do deserto dos sete ventos.

Outros pontos notáveis

O Grande Poço: um redemoinho imenso, que até o vento é sugado para suas entranhas, e que impede a navegação pelo mar de Sulnária. Criaturas abomináveis saem de suas profundezas, tornando os mares ao seu redor ainda mais perigosos.

A Fenda Orochi: No extremo oriente do continente draconorte uma fenda abriga um dos lendários dragões primordiais, Orochi. Dizem que nascido com 16 cabeças foi dividido em dois por Tar’Angaradon para que não sobrepujasse o próprio pai, agora com 8 cabeças aterroriza o povo deDalram.

Dentes do Sol: Grande pedaço de terra do continente de Sulnária é banhado por chamas e devastação, incinerando as montanhas e criando uma fenda fumegante com rios de lava. Essa característica sempre impediu que qualquer forma de vida se estabelecesse nessa região, inclusive os dragões. A fonte dessa destruição é Nesil, o grande sol amarelo, que jorra labaredas de chamas todos os dias, fazendo um corte diário em um mesmo circulo em de Heöe. Os dentes do sol continuam também no oceano, impedindo a circunavegação.

O que é Guerras Dracônicas?

Guerras Dracônicas é um cenário de RPG de fantasia, criado inicialmente para D&D 3ª Edição, até hoje o projeto se encontrava totalmente parado mas pretendo retorna-lo a ativa com todas as forças, inclusive com possibilidade de troca de sistema de regras (ou talvez usando o novo  Tormenta D20, ou o OGL 20, ou um possível sistema mais simples que venho desenvolvendo).

Veja também:

Finalmente o mapa está pronto!

Conto: O Início Parte 1

Omni – Introdução – Parte final

Posted in cenário, contos with tags , , , , , , , on Novembro 11, 2009 by rsemente

Conto I – Parte final

“A guerreira observou o céu, feixes de raios podiam ser percebidos mesmo do outro lado da fumaça preta encobrindo as estrelas, e mesmo a milhares de quilômetros, uma influência eletromagnética ionizava a atmosfera, causando raios aparentemente sobrenaturais. A guerra ainda ocorria muito acima da atmosfera, e ela começou então a se preparar para partir, limpando o sangue de suas mãos com um pano qualquer e caminhando calmamente em direção a ultima pirâmide restante.

Antes de conseguir chegar a sua nave, uma luz começou a envolver-la e toda a vila, se tornando cada vez mais intensa, formando um campo branco, exceto pelas áreas ocupadas por ela e as pirâmides, eles pareciam sugar a estranha luz para si.

A invasora então olhou para traz, buscando a fonte de tal energia, apenas para ser cegada pela imagem de relance do jovem colono em prantos com um corpo nos braços, para finalmente ser desintegrada instantaneamente. Ele emanava uma poderosa luz, como se ele próprio fosse uma estrela.

A luz então cessou completamente, o jovem então observou surpreso toda a destruição causada por ele. Mas o perigo ainda não tinha acabado. Da ultima pirâmide restante construtos vermelhos voltavam a sair, e vinha rapidamente em direção dele.

Antes que conseguissem atacá-lo, raios atingiram os construtos, um a um. Alrius estava levitando, e com seu poder, destruindo os inimigos restantes. Ele pousou lentamente ao lado do rapaz. Concentrou-se um pouco e disparou um raio para o céu, abrindo uma janela entre a fumaça negra, possibilitando a visualização da batalha cósmica.

apocalypse1Duas enormes naves como luas se digladiavam, a de Alrius, uma Nave Galáctica, capaz de singrar o espaço entre as galáxias, energizada pelo poder de uma estrela, e a nave invasora, uma devoradora de sóis, uma ferramenta de uma misteriosa, poderosa e antiga espécie alienígena, com o único propósito aparente de destruir todo o universo. Então Alrius disse:

– Venha! A guerra ainda não acabou – Segurou a mão do colono, e em um globo de luz cortou o céu em um raio ascendente, para auxiliar na luta a milhares de quilômetros acima da atmosfera do planeta onde a sangrenta batalha ocorreu.”

J.A.N – IA da Nave Galáctica “Ouroborus”

Inicialmente gostaria de agradecer a todos os leitores que agüentaram esperar até o fim desse pequeno conto, e espero que não tenham se decepcionado, e que possivelmente continuarei com o mesmo.

Chegamos ao fim de nosso material de introdução do cenário, e falaremos um pouco mais sobre a programação futura do projeto. Em primeiro lugar estou terminando o sistema de regras, um sistema simples que usa dados de 6 faces e bem similar ao storyteller (e com menos dados). Como já falei, iniciei continuações para esse conto, e ainda possuo uma idéia de um conto ainda maior (posso dividir em vários pequenos contos ou ir lançando como um romance).

Finalmente irei abrir espaço para contribuição plena dos leitores, aceitando contos, e iniciando uma história que será construída de forma colaborativa. Ainda não determinei os detalhes dessa empreitada, mas aceito sugestões. Para dar  terem noção do que é isso vi um exemplo no RPGS e parece que o Google writer permite algo assim. Imagino se dá também para incluir algo de RPG em uma empreitada desse tipo.

Aguardo sugestões, reclamações, duvidas e contribuições.

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Omni – Introdução – Parte 5

Posted in cenário, contos with tags , , , , , on Novembro 9, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 5

“Os defensores partiam para as duas ultimas pirâmides, cada um a seu modo, como deuses implacáveis e onipotentes. De uma das construções, um casal de jovens colonos saiu para observar seus salvadores em ação, confiando plenamente nos guerreiros e esquecendo o medo que os assolavam a momentos atrás.

O alienígena conjurava novamente um poderso raio, enquanto Caran lutava para romper o escudo da ultima nave. Repentinamente o escudo que Caran lutava desapareceu, e de uma das reentrâncias da pirâmide um raio de energia negra foi disparado, atingindo o alienígena de cabelos azuis.

– Alrius, não!!!! – Caran gritou desesperadamente ao ver seu colega de inúmeras batalhas sendo atingido inesperadamente.

– Nunca dê as costas para um inimigo – Essas palavras foram feitas por uma voz feminina, uma nova inimiga surgira traiçoeiramente, e com aquelas palavras enunciava o erro do guerreiro. Então o peito de Caran se rompeu em uma explosão vermelha, e ele caiu lentamente, escorregando pelo braço de uma bela mulher, só não tão bela, pois sua face possuía reentrâncias negras, por onde energia púrpura percorria de instantes em instantes, da mesma forma que sua armadura negra e púrpura.

– Traidora! Vocês venderam sua alma, mas perderam suas vidas, isso será o fim de vocês! – Caran caiu, mesmo em seu ultimo suspiro demonstrar que diante da morte certa a derrota não era uma opção.

O casal de colonos observava a cena aterrorizado, e em um piscar de olhos a bela guerreira surgiu na frente deles.

– Apreciando o show garotos? – Com essas palavras a guerreira perfurou com as mão a região entre os olhos da jovem colona, fazendo a parte de traz do crânio explodir.

hordaaA mancha de sangue espirrou no rosto do rapaz paralisado, imaginando que aquilo não pudesse acontecer.

– Você! Fale alguma coisa, grite! – Com a outra mão ela o agarrou pelo, levantando-o com a mesma facilidade de uma criança levantando um boneco de pano, enquanto o sangue do rosto do jovem escorria pelo braço dela.

– Chato! – Com total desprezo a mulher o arremessou brutalmente contra uma parede.”

O verdadeiro inimigo

O maior poder da Horda é na verdade outros guerreiros celestiais. Tomados pela arrogância e poder, caso sejam capturados são transformados em lacaios sem vontade da horda. Há relatos que até o corpo de Guerreiros mortos podem ser capturados e retornados a vida como aberrações.

Esses guerreiros corrompidos apresentam marcas de energias nefastas percorrendo seus corpos, com diversas cores, como vermelho, púrpura e preto.

Esses Guerreiros são um dos grandes desafios para os personagens jogadores, tão, ou mais, poderosos que eles, esses guerreiros mantêm o mesmo poder de suas vidas anterior, mas com um poder significativamente maior, além de contar com táticas traiçoeiras e mortais, não demonstrando nenhuma piedade pela vida.

O grande mistério é descobrir que fatores contribuem para a corrupção desses guerreiros. Muitos acreditam que a quantidade de poder que um guerreiro celestial possui é o fator crucial.

“Nenhum mortal deveria ter tanto poder”.

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Posted in cenário, contos with tags , , , , on Outubro 19, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 4

“O ser era um homem, aparentando pouco mais de 20 anos, trajando uma armadura incandescente, que aos poucos se resfriava, perdendo o brilho anterior.

No céu da colônia raios e explosões podiam ser avistados singrando o cosmo, uma guerra implacável também ocorria muito acima da fumaça e destruição causada pelos invasores.

Outra porta então se abriu do veiculo esférico, de seu interior um ser humanóide, alto e esguio, de cabelos longos e azuis, de beleza impar, se ergueu. Trajava uma armadura similar ao do guerreiro, mas de forma simplificada e aparentemente mais frágil. A criatura falou com uma voz potente e limpa:

– Quantas são Caran?

O homem então gritou:

– Faltam ainda mais quatro! – apontando para a direção das demais pirâmides.

O Alienígena parou por um instante e então levantando seus braços. Ele começou a brilhar e então uma coluna de luz surgiu, dele até os céus. Em um movimento rápido os seus braços desceram, e com eles a coluna de luz desabou como um raio divino, despedaçando a mais distante das pirâmides.

Os construtos vermelhos, percebendo a presença dos dois atacantes, começavam a correm em suas direções.

– Aaaaahhhhhh! – Gritou Caran, e com um enorme salto alcançou a nave invasora mais próxima, atingindo e escorregando o escudo de energia púrpura, e com golpe de suas mãos limpas conseguiu abrir um grande talho no escudo entrando velozmente em seu interior. Da pirâmide ainda saiam mais construtos, e ele sem hesitar atacava constantemente, lançando-os para todos os lados com apenas um golpe. A luta continuou até Caran entrar no interior da nave, causando explosões internas consecutivas até o topo da mesma, abrindo um rombo em sua ponta por onde surgiu Caran.

3ddd0b8a777b0d417940ee4c4cf178e5Enquanto isso o alienígena de cabelos longos começou a flutuar, e calmamente partiu em direção a outra pirâmide, atingindo com raios pulverizantes os construtos que tentavam alcançá-lo. Sem perder tempo, ele atingiu definitivamente com um raio a estrutura, se dividindo em duas, e explodindo logo em seguida.”

As estrelas do cenário

Os Guerreiros Celestiais (nome provisório) são estrelas do cenário, membros de várias raças alienígenas que através de uma misteriosa conexão com os astros são capazes de feitos quase divinos.

Eles são divididos em 5 ordens distintas, cada uma definida pelo tipo de astro que tem afinidade, concedendo poderes variados e alguns exclusivos a cada uma das ordens. As ordens são: Estrelares (estrelas), Planetários (planetas), Visionários (cometas), Temporais (Buracos Negros), Novas (Super novas).

Apesar de muito poderosos ainda são mortais e de poder finito, acreditasse que são tão poderosos como Naves Galácticas. A interação deles com as Naves Galácticas também é importante, permitindo ajuda em combate mútua.

Obs: Eles são evidentemente inspirados em outros tipos de personagens, como Cavaleiros do Zodíaco e Guerreiros Z de Dragon Ball, ou até os Lanterna Verdes, mas acredito que isso não seja um problema, e sim um atrativo.

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