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Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 8)

Posted in contos with tags , , on Julho 12, 2011 by rsemente

Devido a alguns problemas noturnos não consegui publicar a nova parte do conto, mas aqui vai a parte final deste capitulo…

… ANTERIORMENTE

Diferentemente das outras vezes, minha mãe, ou o programa dela deu as costas, e virtualmente andou se afastando de mim, até gradualmente desaparecer, e finalmente os monitores desligarem.

– Mãe! Você é a única companhia que tenho, não vá! – Agarrei-me ao monitor e passei um longo período pensando, sem chorar, pois sabia que de nada adiantaria, como nunca adiantou.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 8 )

Após dias de deprimido, sem vontade de viver, comecei a repassar várias das aparições de minha mãe, lembrando momentos que tive com ela, os únicos que me lembro de verdade, pois antes, só me recordo seu amor, de seu abraço e depois de sua partida.

 Depois que a dor da solidão foi passando, fui retornando minhas atividades, e me concentrei principalmente no estudo da genética.

Durante esses seis anos descobri várias coisas sobre mim, sobre como consigo sobreviver e viver normalmente em grades gravidade, duvidas que surgiram logo nos meus estudos da história da exploração espacial e biologia. Meu próprio genoma havia sido alterado por minha mãe, eu era o filho dela, duas vezes, havia sido projetado por suas mente, e pelo seu corpo.

O DNA foi alterado para criar um novo humano: meus ossos eram mais densos, fortalecidos por compostos adicionais criados para não se degenerar em gravidades mais baixas. O sangue também possui vários compostos adicionais que me permitem manter a solubilidade do nitrogênio de forma homogênea, sem causar formação de bolhas de nitrogênios no sangue.  Meu sistema circulatório se adaptava automaticamente as altas pressões atmosféricas, contraindo com a ajuda de novas proteínas mais flexíveis e ao mesmo tempo mais fortes no tecido muscular. Essas mesmas proteínas me permitiam desenvolver força adicional para deslocamento apropriado em gravidades ampliadas, sem que houvesse hipertrofia muscular. Por esses motivos eu ainda continuava a aparecer um homem atlético, e não um monstro deformado por grandes gravidades.

No momento que compreendi a maior parte do que eu era, finalmente me senti sozinho, tristemente sozinho, como se não fosse parte da humanidade, pois sabia que pelo menos em algum lugar das estrelas haviam humanos iguais a mim, e que em breve poderia retornar e não me sentir sozinho, mas agora pairava a duvida: será que algum dia seria aceito pela humanidade?

Me sentei do chão do quarto, abraçando minhas pernas, e de cabeça refiz todos os cálculos de quanto tempo ainda faltariam para chegar ao meu destino.

CONTINUA…

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 7)

Posted in contos with tags , , on Julho 4, 2011 by rsemente

Ai está pessoal, mesmo com o Desafio RPG, mais uma parte do conto saiu (e só saiu tarde pois tive alguns problemas hoje).

… ANTERIORMENTE

– Como evitar a luta. Cada batalha é um momento de perigo extremo, um momento onde sua vida pode se acabar, e se não for a sua provavelmente será a de seu oponente, que cessará todas suas obrigações e desejos, que apesar das desavenças no momento, poderia ser um aliado.

– Acho que entendi, mas mesmo assim prefiro um bom treinamento físico, do que entender sobre a química de organismos que não existem.

– Pois é dessa mesma química de qual você é fruto.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 7)

– Sim mãe, eu sei como nascem os bebes!

– Certo, mas você não sabe como de fato são os bebês nascidos na terra. Tenho uma missão para você, descobrir o que você possui de diferente.

– Como assim diferente? Eu não sou normal?

– Descubra! Há um banco de dados genético disponível em uma memória isolada do computador. Você terá acesso a milhares de genomas humanos e animais.

-Uhn! Um Desafio! Fermi, abra os arquivos que minha mãe indicou!

-SIM, AQUI ESTÃO.

Nos monitores em minha frente começaram a se desenrolar milhares de dados, todos seguindo um padrão detectável, mas com cadeias intermináveis formadas pelas seqüências desses cinco padrões. Era o DNA de milhares de indivíduos, e também de milhares de animais.

– Obrigado mãe, isso será muito útil. Mas não seria mais fácil você dizer logo a verdade? Por que esse jogo?

– Porque filho, na vida, não importam os objetivos, e sim os caminhos traçados para alcançá-los. Apesar da corrida a hora de cruzar a linha de chegada ser crucial, o mais importante é o caminho, a superação de correr a cada momento, apesar de toda dor e cansaço.

– Mas agora, filho, saiba que você não depende mais de mim, já és quase um homem, se não o é até o final da viagens deverás se tornar um. Tudo que tinha para ensinar, sua moral, suas responsabilidades, e principalmente sobre a vida. Já possuis todas as ferramentas para seguir seu próprio caminho. A partir de hoje estarás praticamente sozinho, não aparecerei para você a não ser em caso de extrema necessidade, e saibas, que se um dia tiver que sair dessa nave, eu não poderei ir com você. Então adeus.

Diferentemente das outras vezes, minha mãe, ou o programa dela deu as costas, e virtualmente andou se afastando de mim, até gradualmente desaparecer, e finalmente os monitores desligarem.

– Mãe! Você é a única companhia que tenho, não vá! – Agarrei-me ao monitor e passei um longo período pensando, sem chorar, pois sabia que de nada adiantaria, como nunca adiantou.

CONTINUA…

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 6)

Posted in contos with tags , , on Junho 27, 2011 by rsemente

Hoje o episódio saiu mais cedo! Aproveitem!!!

… ANTERIORMENTE

O robô se aproximava atrás de mim, mas quando percebeu minha aproximação parou. Fui atrás dele, pronto para confrontá-lo de frente. Como que instintivamente saltei para traz ao ouvir um barulho de movimento peculiar, ROTEN saltava de uma arvore!

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 6)

Cai a seis metros de distancia, mas logo dei outro salto em direção a ROTEN, que se afastou de minha trajetória, mas antes que atravessasse mais seis metros afastado dele, tentei me segurar em uma arvore e girar em torno dela e retornar em direção ao robô, se segurou ele por que não me agüentaria?

E deu certo, retornei rapidamente a maquina infeliz, que só teve tempo de colocar o braço no meio, que foi decepado instantaneamente, mas com mesma velocidade ele reagiu, e me atacou com o outro braço, em um soco que me fez voar uns 10 metros, mas mesmo assim não senti o golpe por completo, a armadura tinha surtido efeito.

Mas antes mesmo que eu caísse no chão tentei um golpe de sorte, arremessei a espada em direção a cabeça do robô, o que não era exatamente uma cabeça propriamente dita, mas um alvo para nocaute virtual. Apliquei todas minhas forças e da armadura na direção onde o robô se encontraria milissegundos após arremessar a arma. E fui certeiro no golpe, o robô caiu com a espada atravessando o que seria seu pescoço, e no chão ficou.

A ambientação virtual cessou, FERMI apresentou o status da batalha, esforço realizado, nível de atenção, danos realizados, precisão de golpes. Eu estava próximo da perfeição com aquela armadura.

– FERMI, próxima vez algo mais difícil! – debochei da nave, nunca me venceu depois que ganhei a primeira vez, ela era incapaz de me sobrepujar sem roubar.

O computador cessou a apresentação, e antes de começar a tarefa de reparar o robô ROTEN, no lugar a única voz humana que conhecida ressoou.

– Filho! A guerra não é tudo, na vida há coisas mais importantes que a luta – ela apareceu como sempre, uma imagem quase fantasmagórica projetada nas telas de computadores, me aconselhando mesmo após morta.

– Como o que mãe?

– Como evitar a luta. Cada batalha é um momento de perigo extremo, um momento onde sua vida pode se acabar, e se não for a sua provavelmente será a de seu oponente, que cessará todas suas obrigações e desejos, que apesar das desavenças no momento, poderia ser um aliado.

– Acho que entendi, mas mesmo assim prefiro um bom treinamento físico, do que entender sobre a química de organismos que não existem.

– Pois é dessa mesma química de qual você é fruto.

CONTINUA…

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 5)

Posted in contos with tags , , on Junho 20, 2011 by rsemente

Esse episódio quase não sai, mas vamos lá.

… ANTERIORMENTE

Fermi é o meu tutor, e o pior de tudo é que ele agora me faz estudar muito mais coisas, coisas muito mais avançadas!

Astronomia, bioquímica, física teórica e quântica, engenharia aeroespacial, entre outras disciplinas, estou estudando-as agora que absorvi as bases da ciência. Ás vezes penso que vou enlouquecer.

Pelo menos também tenho outros tipos de treinamento. Tiro ao alvo, luta, corrida e salto, esgrima. Esses me agradam muito mais.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 4)

E eram esses treinamentos que eram realizados logo após o aquecimento. Só que dessa vez seria diferente, chegava a hora de utilizar o traje ampliador de sobrevivência e combate, ou apenas T.A.S.C. Uma armadura cibernética, alimentada por um moderno gerador de fusão reduzido, pronto para ampliar a minha força em até duas vezes, o que, considerando minha força atual, é grande coisa. O traje é completamente fechado, blindado com placas de titânio e carbono nanoprojetada, é capaz de proteger o usuário de perigos ambientais, como radiação, temperaturas extremas e gases tóxicos, assim como impactos de balística e energia.

A única menor desvantagem da armadura é a inexistência de armas letais, apenas alguns sistemas de defesa como som, luz, e descargas elétricas de corrente moderada. Mas para compensar a habilidade de manipulação não foi nem um pouco comprometida, permitindo o usuário utilizar qualquer armamento convencional.

Vesti a armadura pela primeira vez, e evidentemente ficara um pouco desconfortável, até que robôs auxiliares conseguiram ajustar o caimento até não haver nenhum desconforto. E finalmente escolhi minha arma, uma espada de mono filamento, arma cujo fio da lamina era construída para ter um fio de uma molécula de grafeno de espessura, capaz de cortar qualquer coisa não construída nanologicamente. Agora sim estava proto para o treino.

As luzes do salão desligaram-se, os monitores criaram uma paisagem artificial alienígena, sistemas de imagens tridimensionais renderizadas em tempo real garantiam a existência de objetos virtuais no meio do salão, e pela primeira vez conseguia senti-los como reais, devido sinais de contraforça enviados pelo sistema de treinamento para a armadura que contrariava contra os meus movimentos caso estivesse tentando atravessar algum obstáculo.

A missão consistiria em caçar e ser caçado por ROTEN, RObo de Treinamento Especialista Não-letal, uma maquina multipropósito de três metros para treinamento, especializada em se re-configurar de acordo com o treinamento, desde que esteja concertado.

Em meio a minha patrulha, percebi a aproximação de ROTEN, que se utilizava de sistema de movimentação através de compartimentos secretos da própria sala de treinamento. O robô se aproximava atrás de mim, mas quando percebeu minha aproximação parou. Fui atrás dele, pronto para confrontá-lo de frente. Como que instintivamente saltei para traz ao ouvir um barulho de movimento peculiar, ROTEN saltava de uma arvore!

CONTINUA…

 

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 4)

Posted in contos with tags , , on Junho 13, 2011 by rsemente

Sem mais delongas vejam um novo episódio de “peso”.

… ANTERIORMENTE

A gravidade começa a aumentar, i.e. o modulo começa a girar cada vez mais rápido, aumentando a gravidade artificial. A câmera como um todo também se estendida, se afastando do centro da nave, aumentando assim o raio de giro impedindo que eu sofresse de náuseas durante minha estadia.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 4)

No inicio é como se sofresse um pequeno impacto, como se o peso de toda a água de uma piscina caísse continuamente sobre mim sobre mim. Depois começa o pior, a aceleração lenta, essa começa a exigir de todo o organismo, forçando cada músculo ao menor movimento, aumentando a pressão do ar, fazendo com que o sangue nas veias se tornasse uma bomba interna.

Tudo isso parecia com que o mundo fosse desabar sobre mim, mas eu resistia, o corpo começava a se adaptar, a força extra, necessária para o deslocamento realizado pelos músculos, ainda eram um fardo, mas eu começava a realizar os primeiros exercícios de aquecimento, para depois começar a verdadeiros exercícios atléticos.

Nos momentos de descansos a leitura ou cinema eram meus companheiros, inicialmente uma leitura ou filme divertido, depois começava a estudar alguma das ciências necessárias para missão, e antes de voltar aos exercícios um pouco mais de relaxamento para continuar e agüentar a pesada rotina. Depois de um tempo o desejo sexual também se aflorou, e foi resolvido com uso moderado de sistemas de realidade virtual, o mesmo sistema que a tripulação anterior também usava.

Mamãe sempre disse que teria que estudar e treinar bastante, o suficiente para conseguir sobreviver sozinho e em qualquer ambiente, o suficiente para suprir de alguma maneira a falta de toda uma tripulação. Inicialmente foram disciplinas como matemática, física, química, biologia, geologia.

As disciplinas que mais gostava era física e matemática, mas as de mais sinto como se tudo me parece bastante estranho. Para que tudo isso? A maior parte nunca havia sentido, e, a não ser que um dos planetas do meu sistema destino tivesse vida, é provável que nunca sentiria experiências equivalentes.

Fermi é o meu tutor, e o pior de tudo é que ele agora me faz estudar muito mais coisas, coisas muito mais avançadas!

Astronomia, bioquímica, física teórica e quântica, engenharia aeroespacial, entre outras disciplinas, estou estudando-as agora que absorvi as bases da ciência. Ás vezes penso que vou enlouquecer.

Pelo menos também tenho outros tipos de treinamento. Tiro ao alvo, luta, corrida e salto, esgrima. Esses me agradam muito mais.

CONTINUA…

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 3)

Posted in contos with tags , , on Junho 6, 2011 by rsemente

Pois é galera, acho que o pessoal está começando a gostar do conto, realmente comecei ele errado, mas corrigi a tempo, eliminando 2 capítulos técnicos de encheção de lingüiça, e partimos para a história mesmo. E agora mais uma parte.

… ANTERIORMENTE

Falando de exploração, “minha” missão primária não é essa, e sim busca e resgate, descobrir o que aconteceu com a nave “Drake”, a primeira nave enviada para o sistema estrelar Gliese 581.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 3)

Na verdade sei pouco sobre tudo isso, alguém bloqueou acesso a várias informações do computador. Às vezes penso que simplesmente não sou da missão, visto que nasci aqui, de forma não convencional, e para alguns sistemas da nave nem existo.

Drake possuía até onde sei, mais de 100 tripulantes, uma nave enviada para explorar e possivelmente colonizar, com equipe completa para pesquisa e desenvolvimento da maioria das áreas da ciência. Com a misteriosa falha da missão, Fermi foi desenvolvida com objetivos bem inferiores, apenas descobrir o que aconteceu, prestar ajuda e resgatar quem for preciso e retornar.

É claro que possuíamos pelo menos um especialista em xenobiologia e em comunicação. O primeiro seria necessário para detectar outras formas de vida, assim como criar formas de vida para exploração, minha mãe era essa especialista, uma renomada doutora com especialização em várias áreas da biologia, incluindo genética.  O segundo era um físico e técnico em comunicações a longa distancia, que seria responsável por detectar problemas de comunicação no espaço exterior e desenvolver tecnologia para manter a comunicação existente.

Agora sou apenas eu.

Observo o relógio relativístico do elevador, um relógio que apresenta o tempo em que vivo, e o tempo na Terra. No relógio do planeta azul, as horas corriam mais rápido do que conseguia perceber, indicando como o tempo estava passando mais lento para mim, apesar de percebê-lo de forma natural. O que mais me perturbava era a falta de sincronismo entre as horas da nave e os dias passados na terra, isso me fazia lembrar onde estava.

Paro de devaneios e no elevador que me levará até a câmera de treinamento em gravidade aumentada. Um salão com acomodações completas, e todas as maquinas de treinamento físico que necessito, inclusive uma pista de corrida e obstáculos. Aqui não treino apenas o fisco, o objetivo no geral é adaptação. A gravidade começa a aumentar, i.e. o modulo começa a girar cada vez mais rápido, aumentando a gravidade artificial. A câmera como um todo também se estendida, se afastando do centro da nave, aumentando assim o raio de giro impedindo que eu sofresse de náuseas durante minha estadia.

CONTINUA…

Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 2)

Posted in contos with tags , , on Maio 30, 2011 by rsemente

Sem muito blá blá blá voltamos com mais uma parte do conto Os Filhos de Gliese. Não perca!!!

… ANTERIORMENTE

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 2)

Hoje apenas eu estou vivo, na metade da jornada, com apenas 14 anos, ou assim acho, com pelo menos mais cinco anos preso em uma missão que não escolhi.

– Fermi, Conceda-me permissão para navegar em esquemas de montagens de autômatos humanóides realísticos. Traga-me peças também.

– Não Arthur. Você não possui permissão para tal atividade. Se procurar companhia posso chamar sua mãe.

– Não, Fermi! Ela não precisa saber!

– Arthur? Você está bem?

Minha mão tentava tirar a atenção de minha tentativa infundada de conseguir mais companhias nessa minha longa e solitária viagem.

– Sim estou bem. Hora do treino certo? Não perderia esse treino por nada!

– Sim, deves treinar pelo menos 4 horas por dia na câmera de gravidade ampliada – Já estava cansado da mesma resposta, treinar nessa sala que era um grande salão de treinamento que gira a uma velocidade enorme, suficiente para gerar uma gravidade artificial de mesma magnitude da maior gravidade estimada para um dos planetas possivelmente habitados de Gliese 581.

Entrei na câmara de treinamento, que na verdade não é apenas um treinamento, e sim um ajuste completo de metabolismo para sobreviver a altas gravidades. No sistema Gliese 581 possui três possíveis planetas habitáveis. O Gliese 581c possui gravidade estimada de até 2,76Gs, Gliese 581d, nossa galinha dos ovos de ouros, que pode ter gravidade de até 2G até chegar a impressionantes 3,1Gs.

É claro que os limites inferiores de gravidade para estes planetas são bem mais agradáveis, além de haver a possibilidade de luas habitáveis com gravidade bem menor. Mesmo assim a resistência e força adquirida na adaptação poderão facilitar e muito qualquer problema que encontre na exploração.

Falando de exploração, “minha” missão primária não é essa, e sim busca e resgate, descobrir o que aconteceu com a nave “Drake”, a primeira nave enviada para o sistema estrelar Gliese 581.