Omni – Introdução – Parte 2


Conto I – Parte 2

“Essa síndrome só conseguia ser superada por dois sentimentos no universo: A sensação de que mesmo insignificante você podia fazer a diferença em todo ele, e a própria vida, com sua vontade de viver e todos os seus sentimentos, em especial o amor.

Assim a colônia continuava a crescer e prosperar.

Inesperadamente os sensores de segurança ativaram alertando toda a colônia, em menos de 1 minuto a escuridão tomou conta de todo aquele sistema estrelar. As labaredas de fogo vieram logo em seguida. Uma mensagem, um pedido de ajuda, já havia sido transmitida automaticamente, a expectativa de sobrevivência dependia apenas da existência de uma Nave Galáctica estar em prontidão no sistema de salto espacial certo, e então elas poderiam chegar antes da destruição completa.

estrelas cadentesCinco pirâmides negras, lembrando esguios obeliscos com reentrâncias desconexas caíram da atmosfera, incendiando o céu. A onda de destruição do impacto foi barrada pelos escudos individuais das construções, mas os aleatórios pontos de impacto na colônia foram pulverizados. Todos que se encontravam nas estruturas atingidas sumiram como pó, restando deles apenas suas criações em sua existência, em dados espalhados pelo universo, ou nos genes de possíveis descendentes.

Enormes robôs de segurança se levantaram de pontos escondidos da vila, e caminharam em direção das torres, na esperança de conseguirem barrar por tempo suficiente os invasores. Seus pesados passos estremeciam toda a região, mas ao chegarem às pirâmides um escudo de energia púrpura bloqueava qualquer impacto realizado por eles. De seus peitorais, canhões de energia foram montados automaticamente e começaram a castigar o escudo das estruturas negras.

Já se passavam alguns minutos, e a esperança dos colonos era cada vez maior.

As pirâmides então começaram a emitir barulhos bizarros, tão fortes que penetravam as construções locais e podiam ser ouvida por todos, fazendo o medo percorrer os nervos daqueles mortais. Na base delas abriram-se portas e de seu interior seres artificiais vermelhos, de aparência medonha, começavam a sair.”

Quais os desafios de OMNI?

Neste novo cenário o maior inimigo é chamada apenas de “A Horda”, uma legião de poderosas naves de combates, cuja tripulação é composta por aqueles que dominam, os corrompendo e modificando. Possuem tecnologia de viagem mais rápida que a luz, mas completamente diferente da tecnologia de portais estrelares usados pela humanidade e outras espécies conhecidas no universo. Essa tecnologia permite viajar com relativa velocidade em uma galáxia, mas com demora significativa entre galáxias, fator decisivo para sobrevivência da humanidade.

Além desse inimigo universal em Omni, existem outros problemas, como piratas espaciais e ditaduras escravocratas, e outros problemas menos palpáveis, como intolerância entre espécies, e  a insignificância do homem perante o universo.

Outros posts de OMNI:

Omni – Introdução – Parte final

Omni – Introdução – Parte 5

Omni – Introdução – Parte 4

Omni – Introdução – Parte 3

Omni – Introdução – Parte 1

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Uma resposta to “Omni – Introdução – Parte 2”

  1. Cada vez mais acho esse cenário super interessante!

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