Arquivo de old dragon

Campanha Old Dragon: Sessão 05

Posted in campanha with tags , on Outubro 30, 2012 by rsemente

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A pequena multidão se formou querendo invadir o prédio a todas as custas, mas os grandes heróis dizem que eles mesmos, sozinhos, vão invadir e extirpar o mal do local.

O Halfling, O Clérigo, O Minotauro, O Elfo mago, Guerreiro e O Ladrão entram  no local facilmente, e logo percebem a emboscada, Arqueiros posicionados em duas escadas laterais atiram flechas sobre eles, outras cultistas revelam suas verdadeiras formas e se dividem em quatro criaturas pequenas e mortais, mas não suficiente mortais para o grupo que derruba todos, deixando apenas que um deles fugisse para o andar de cima, O Halfling segue o ser para que não cause problemas futuros.

Um grande portão de madeira do outro lado da pequena torre é aberto e uma ponte de madeira leva até um estaleiro localizada em uma parte mais profunda do rio. Eles começam a atravessar o local cuidadosamente, quando metade do grupo se encontra na metade da ponte, arqueiros aparecem cm arcos e flechas flamejantes no topo do estaleiro, e um no primeiro andar da torre de pedra.

O resultado não poderia ser outro, eles atiram não nos heróis, mas na ponte de madeira, que começa a pegar fogo. Todos correm para o lado do estaleiro, menos o halfling, que explorava o topo da torre de pedra e aborda um dos arqueiros com um certeira e fatal adaga nas costas.

Quando chega ao outro lado o portão do estaleiro, que estava fechado, é aberto na força bruta pelos homens de armas, e lá dentro mais três cultistas se preparam para embarcar em um pequeno barco.

– Vocês quase que estragaram nosso plano, peguem eles – falou o cultista do meio, que remove o manto e apresenta uma cara demoníaca, e entra no barco.

Os demais cultistas removem seus mantos e apresentam a sua natureza dupla, se dividindo macabramente ao meio, e atacando os personagens.

O mago elfo lança uma de suas magias mais fazendo duas criaturas dormir, outras duas atacam os demais personagens enquanto os arqueiros surgem em passagens no teto e atacam o grupo com flechas.

O Ladino Han Solo sobe do lado esquerdo e o novato Homem de armas do outro para inibir a ação dos arqueiros. No chão o mago, o clérigo e o minotauro enfrentam as outras duas criaturas restantes, mas antes que qualquer coisa a mais seja feita o minotauro avança em carga no barco e com um salto ataca o líder ferozmente.

A batalha continua, o ladrão e o home de armas conseguem vencer os arqueiros com alguma luta, e o clérigo com o mago derrubam as outras duas criaturas restantes, e com um golpe com duas espadas o minotauro subjuga o líder que pede misericórdia.

Toda a estrutura começa a sofrer mais com o fogo, inclusive a torre de pedra, e todos fogem para o pequeno barco, resgatando o pequenino que se viu cercado de aldeões prestes a saquear a torre.

Personagens:

O Halfling, Ladrão

Han Solo, Humano Ladrão

Chibatox, Minotauro Homem de Armas

Cajado verde, Mago Elfo

Barsom, Clérigo de Heöe Humano

Homem de Armas Humano

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RESENHA DO SPACE DRAGON (Parte 3)

Posted in resenhas with tags , , , , , , , , , , on Agosto 28, 2012 by rsemente

Continuando a resenha (até que em fim), agora apresentarei minhas opiniões sobre os capítulos de feitos e aparatos tecnológicos, poderes mentais e espaçonaves (o que mais esperei).

Os aparatos e feitos tecnológicos (Capitulo 8) são tataranetos das magias clericais, mas é um sistema completamente diferente. Como os cientistas em termos de regras é um clérigo, mas em termos de ambientação está mais para um mago, isso faz com que ele seja realmente uma classe completamente nova, e a mudança das regras de “magias” representa isso.

A princípio a regra parece ter ficado muito boa, na verdade é uma lista de equipamentos que o cientista pode criar, onde alguns só o cientista pode usar, outros o cientista e o homem do espaço e alguns por todos. Um aparato é um objeto, não basta criá-lo, mas precisa estar com ele para ativá-lo, e o feito é uma ação que o cientista realiza, faz o efeito ao completá-la (efeito que geralmente é permanente), e pronto.

O maior problema que achei nas regras foi a distinção pouco clara em termos de regra de feitos e aparatos. No texto diz que os feitos são mais demorados e não podem ser interrompidos. No texto também não é reforçado a necessidade do cientista precisa ficar dias, meses ou anos sem fazer mais nada, como se aventurar, criar aparatos etc… Para a regra ficar legal o cientista não poderia fazer apenas outro feito enquanto realiza o feito atual, mas poderia criar um aparato (talvez no dobro do tempo já que precisa ficar dando atenção a seu feito), e pausar para aventuras que demorem mais do que uns dois dias.

Sobre os poderes mentais (Capitulo 9) a regra ficou muito boa, mesmo mantendo o esquema de “mago com progressão geométrica”, e deixando isso mais evidente ao utilizar uma regra de pontos para lançar os poderes, e não de memorizar. É claro que o mentálico tem a grande desvantagem de não afetar muitas das criaturas em um jogo com mais exploração, e muitas das que são afetadas possuem Resistência Mental. No final os poderes também são bem bacanas e equilibrados, nenhum causa muito dano como uma chuva de meteoro, e poucos são apelativos como desejo (exceto morte cerebral que é muito parecido com palavra do poder matar). Ou seja, precisa usar a cabeça do jogador para que o Mentálico seja funcional.

Sobre as regras de naves (capitulo 10) ficou mais simples do que imaginei que seria possível, simples, funcional e provavelmente bem divertida, funcionando praticamente como uma criatura, sendo que os personagens precisam comandá-la para agir. O maior pecado é não ter explicado muito bem como rolar os d1000. O maior problema que achei é o fato do piloto não ajudar no acerto diretamente, um bom Homem do Espaço vai conseguir ativar mais a nave para atacar, mas não alterará o acerto na outra nave. Outra coisa legal é que é muito fácil uma nave atingir um personagem ou criatura, mas o dano não chega a ser enorme, o que permite manter uma tensão de sobreviver a nave e fugir antes que algum inimigo morra com um ataque só.

Pois bem, por hoje é só, próxima parte trarei a sessão do mestre, com suas criaturas e dicas para aventura. Inclusive você pode ver uma aventura que criei aqui (CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A AVENTURA).

Seu Mundo na RedBox: Fase 3

Posted in Notícia, promoção with tags , , , , on Julho 2, 2012 by rsemente

Hoje saiu os candidatos da fase 3 do concurso de cenário para o RPG Old Dragon da redbox, e de 110 hoje temos apenas 13 candidatos.

Os treze cenários estão disponíveis na pagina:

 http://redboxeditora.com.br/concurso-smrb/

Mas a votação ainda não está aberta, e como fiz na edição passada resenharei todos os treze candidatos!

Ah, meu cenário é o CEN-088 GRANDES GUARDIÕES !

Vamos em busca do melhor!

EDIT: A votação já está aberta!

RESENHA DO SPACE DRAGON (Parte 2)

Posted in resenhas with tags , , , , on Junho 16, 2012 by rsemente

Continuando com a resenha do Space Dragon. Mas antes de continuar devo ressaltar que o livro está muito bem editado, já tendo lido metade dele e encontrei pouquíssimos erros, e nenhum influi com o entendimento do texto ou jogo, ou seja, todas as partes do jogo até agora estão corretas.

Outra coisa que ficou faltando comentar na primeira parte foi a arte interna com várias ilustrações internas de grande qualidade e outras retiradas diretas de capas de revistas pulps, geralmente com ótimas artes até para os padrões de hoje.

O quarto capítulo apresenta alguns subatributos dos personagens, apresentando regras exatamente iguais ao Old Dragon, mas com alguns exemplos a mais.

No capitulo cinco somos apresentados aos equipamentos, primeiro ao sistema monetário espacial hiper inflacionado (algo como PO mas sempre com três zeros na frente), em seguida as armas, em sua maioria bem legais, mas algumas parecem que ficou faltando alguma descrição mais detalhada (como funciona exatamente a pistola autodestrutiva, quando ela explode?), e outras fazem pouco sentido (qual a diferença da espada de lâmina para a espada de energia, a não ser por 1 kg?). As armaduras e outros equipamentos no geral são mais intuitivos que as armas, sendo facilmente entendidas.

No capitulo seis são explicadas alguns detalhes sobre aventuras no espaço, como tripulação de nave, tipos de problemas espaciais, viagens á pé (que segundo o próprio livro são raras), e condições e perigos diversos que os personagens podem encontrar, mas como no próprio capitulo diz são só exemplos das infinitas possibilidades. O único problema que vi é a regra de gravidade e carga x peso, que precisa calcular a porcentagem exata sobre carga e peso do equipamento para cada gravidade. Apesar de ser mais realista a maioria das pessoas pode ter dificuldade de calcular isso, e uma regra mais intuitiva com classes de gravidade (gravidade -1, -2, +1 e +2) alterando a tabela de carga e força efetiva do personagem ficaria mais simples e funcional do mesmo jeito (depois vou apresento detalhes dessa regra em um post).

No Sétimo capitulo vemos as regras de combate, que são quase as mesmas do Old Dragon. A primeira mudança é a regra de iniciativa, determinada por quem tem o menor valor para o maior. Assim quem ataca com arma joga o dano para saber sua posição (armas mais pesadas logo serão mais lentas), quem usa poderes e feitos tecnológicos, quão mais complexo mais lento, e para movimento e outras ações menores quanto maior a destreza melhor (10-destreza). As demais situações são bem semelhantes ao Old Dragon, mas sempre com adição de fatores espaciais, como gravidade alterada, efeitos de vácuo e ferimentos e cura para andróides.

RESENHA DO SPACE DRAGON (Parte 1)

Posted in resenhas with tags , , , on Junho 13, 2012 by rsemente

Ultimo sábado (dia 9/06) recebi um singelo e-mail da Redbox: Está disponível o PDF Space Dragon para você. Isso era algo que esperava dês do final de março quando comprei o livro em Pré venda.

Baixei e comecei a ler, e hoje lhes trago essa resenha das minhas primeiras impressões.

Se você não sabe o que é Space Dragon baixe o fast play AQUI.

Resenha

Space Dragon é um retroclone de D&D primeira edição com temática espacial, não é o primeiro que eu vi (que conheço tem o Stars Without Number), mas é o primeiro nacional.

De inicio vemos a belíssima capa, que evoca o tema pulp de exploração espacial, e cm destaque para o logo que parece fazer parte da ilustração (como uma nave dos exploradores), uma bela capa que deverá chamar atenção em qualquer livraria.

O livro possui onze capítulos e são eles: Introdução, Atributos, Espécies, Classes, Subatributos, Equipamentos, Aventuras Espaciais, Combate, Aparatos e Feitos, Poderes Mentais, Espaçonaves e Sessão do Mestre, e por fim a ficha de personagem. Tudo em 197 páginas.

Logo depois temos um quadrinho com seis (6) páginas (em preto e branco), que nos apresenta o clima pulp do jogo. A arte é bem legal, mas as vezes os personagens são um pouco estranhos, e o roteiro é simples mas se encaixa na proposta de simular um jogo de Space Dragon.

No primeiro capitulo, Introdução (que é praticamente um editorial), vemos uma explicação do que é pulp, e de como é a ficção científica pulp. Aqui senti falta de algumas coisas, explicação do que é exatamente RPG (poderia ser um parágrafo), uma explicação do que é Old Dragon, Retroclones e Old School, e uma lista de referencias de coisas Pulps (livros de tais autores, filmes da década de 60, desenhos X, Y e X…).

O segundo capitulo explica os atributos que são quase idênticos aos do D&D, com exceção de algumas misturas dos mentais e principalmente mudança de conceitos. Força, destreza e constituição são idênticos, agora nos mentais temos Intelecto que substitui inteligência e se mistura com sabedoria, remove-se o fator conhecimento e línguas, e substitui por fator resistência mental; ciência que adiciona o fator conhecimento e mantêm o fator “morto vivo”(que são robôs aqui) e divino (ciência), e comunicação que substitui carisma, que recebe o fator de línguas de inteligência.

Esse mix é bem inovador e fantástico, muito mias intuitivo que a divisão de Inteligência e Sabedoria. Novamente acho que ficou faltando uma explicação individual do que se pode fazer com cada atributo (a não ser que tenha em outro capitulo que ainda não cheguei).

No terceiro capitulo conhecemos as espécies: humanos, andróides e mutantes. Nada de alienígenas aqui (como um bom Pulp), mas isso pode ser suprido com os mutantes, que na verdade é uma coletânea de habilidades e desvantagens raciais para serem escolhidas aleatoreamente. A explicação de cada raça, sociedade e habilidades estão perfeitas!

No quarto capitulo são explicadas as classes cientista, gatuno, homem do espaço e mentálico, e apesar de que o mentálico em equivalência de regras ser um mago e o cientista ser um clérigo, em termos de ambientação eles são o inverso: O mentálico está mais para o clérigo, seguindo uma crença religiosa, e o cientista está mais para o mago, pesquisando e catalogando toda a ciência (fazendo uma alusão ao velho slogam “Não é magia, é tecnologia!”).

O Cientista está bem legal, mas só posso saber se seu poder está bom lendo a parte de aparatos e feitos, então depois retorno para ela. O Gatuno é uma cópia carbono ao Ladrão, e o home do Espaço é quase uma cópia do Homem de Armas, mas possui a adição da habilidade de pilotar naves, regras para desarmar e subjugar (simples e aparentemente funcionais) e uma tabela de progressão do dano critico (o que pode desequilibrar seu poder).

Por fim temos o mentálico, é praticamente o mago, mas com as magias são agora pdoeres mentais, com efeitos relativamente mais realistas e ao invés de decorar é possível decidir na hora qual hailidade usar, podendo chegar a usar o equivalente a 15 poderes de 10 grandeza (“circulo”) ou 150 poderes de 1 grandeza no 20 nível, o que pode tornar o personagem muito mais poderoso e versátil que o mago do Old Dragon, o que pode justificar o aumento do poder do Homem de Armas, restando saber se as outras classes seguem essa melhoria.

Quanto as especializações a grande maioria são bem criativas e atrativas, com exceção do mercenário e caçador de recompensas que aparentemente possuem quase o mesmo propósito, ser mais forte em combate, o primeiro se especializando em uma arma e aumentando o dano de críticos, e o segundo ganhando mias ataques.

Space Dragon Fast Play e Lançamento do Manual Completo!

Posted in Notícia with tags , , , , , on Junho 12, 2012 by rsemente

Em 17 de abril foi lançado a versão Fast play do Space Dragon, manual com regras quase completas para jogar com personagens até o terceiro nível. Como agora, em 9 de Julho, recebi minha cópia do Space Dragon completo, e percebi que não havia feito um post sobre isso, achei bom divulgar as duas noticias.

Aqui você pode ir no site da RedBox e baixar o Fast Play:

http://redboxeditora.com.br/spacedragon/?page_id=23

Aqui você pode comprar o jogo completo, físico ou digital, e se divertir por alguns anos a fio:

http://redboxeditora.com.br/loja/categoria-produto/space-dragon/

Agora que já estão devidamente informados, esperem mais detalhes obre meu cenário para o Space Dragon.

Campanha Old Dragon: Sessão 04

Posted in campanha with tags , on Maio 23, 2012 by rsemente

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Os heróis passam alguns dias descansando sem se preocupar com muita coisa, deixando que os clérigos rezem ao deus Heöe por iluminação sobre o ovo.

Enquanto isso o clérigo Barsoom é chamado para uma cerimônia especial, e ao mesmo tempo os heróis recebem uma carta com os dizeres: “Um serviço aguarda os heróis na taverna estreita no fim do beco negro. Ass. A Guilda”.

Após uma breve discussão, o pequeno Halfling e o esperto Han Solo partem para o peco, abandonando o clérigo em sua cerimônia.

Na taverna do beco os dois heróis se encontram com um homem, chamado Jack, que lhes oferece várias moedas de ouro elo serviço de matar um mago maligno. Eles decidem aceitar, e precisam voltar depois de dois dias a noite para receber os detalhes do serviço.

No templo o clérigo descobre que a cerimônia é seu ritual de passagem. Pequenas estátuas de Titãs de pedra são colocadas ao redor do grande globo de pedra que representa Heöe. Depois de algumas preces é dada a ordem para Barsoom destruir os titans, um por um, e assim ele termina de se sagrar um verdadeiro clérigo de Heöe.

Os dias se passam e eles ficam sabendo de relatos de desaparecimentos em uma vila ao sul da grande cidade. Ao mesmo tempo o Bispo do templo também lhes fala sobre a possibilidade de um culto na cidade portuária de Porto Sul, localizada ao Norte.

Os heróis decidem verificar o contrato do suposto assassinato e após duvidar do contrato decidem não realizá-lo.

 Eles decidem então rumar para porto Sul, a fim de procurar o suposto culto, e após observar uma tarde inteira encontram um grupo de homens suspeitos vestidos de mantos aparentemente de alguma religião desconhecida, e carregando um estranho saco pesado em suas costas.

Eles seguem os suspeitos até uma torre na muralha da cidade, e decidem vigiar. O halfling se disfarça de uma criança mendiga e depois de muito tempo os suspeitos decidem expulsar o mendigo, subornando um guarda para “levá-lo dali”. Os seus aliados que observam a situação em uma distancia segura decidem agir.

Enquanto o clérigo distrai o suspeito, Hansolo chega sorrateiramente pelas costas e enfia sua adaga na garganta. Nesse momento metade do corpo cai, e a metade de baixo se revela uma criatura diferente. Um ser formado com metade do corpo e as vísceras formando a parte superior, enquanto no corpo caído, a parte de cima, sua caixa torácica forma algo como as pernas de uma aranha formada pelas costelas.

 Eles matam o resto do corpo e o levam para a rua principal da cidade para incitar o povo contra o local profanado.

Uma pequena multidão se forma e marcham com forcados, tochas e os corpos mutantes como bandeiras contra o mal.

Continua…