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Resenha de Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força

Posted in artigos, Cinema, resenhas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on Dezembro 17, 2015 by rsemente

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(Sem Spoiler)

Depois de uma jornada intensa de muito trabalho, estudo, dedicação, provas, disciplina, noites mal dormidas, ida a academia, emagrecimento, pausa na academia, voltar a engordar, trabalho novo, greve, viagens internacionais, viagens intermunicipais mais longas que viagens internacionais,  doenças misteriosas quase incuráveis, e um final de anos dos horrores, estou de volta com chave de cocô ouro.

Depois de uma semana com viagens com mais de 1400 km de viagens de carro, de ônibus, de dia e de noite, e compreendendo quatro estados do nordeste, cheguei algumas horas antes desse dia definitivos para os fãs da maior franquia dos cinemas de todos os tempos.

A expectativa estava alta, tinha parado de assistir os trailers, SpotTVs, Teasers e a porra toda que lançaram nos últimos meses pra não estragar ainda mais a experiência, pois começava a achar que já estava decifrando quase toda a trama.

E finalmente as estrelas brilharam na tela, e letras amarelas e inclinadas começaram a voar pela tela de cinema.

Depois de mais de duas horas de película a sensação de alivio foi a predominante, alivio porque não estragaram a franquia, é definitivamente um bom filme, alivio porque agora espero um futuro anda mais brilhante que este filme, que pecou em diversos aspectos em relação a trilogia clássica, mas também a superou em outros aspectos, mas além de tudo superou ainda mais em relação a trilogia prequel.

Ele poderia ter arriscado mais em alguns pontos, mas não é possível dizer que ele não arriscou nada. Ele arriscou muito com algumas de suas escolhas, e nunca saberemos como poderia ter sido, pois agora o Episódio VII é o que assisti nessa madrugada do dia 17 de dezembro de 2015.

E o episódio VII é um ótimo filme, é Star Wars, do inicio ao fim,  e é apenas o início de uma nova trilogia que agora sim poderá arriscar muito mais do que arriscou.

E se for para dar uma nota seria 8 de 10.

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(A partir daqui Com Spoilers!!!)

Gostaria de que o titulo desse post fosse “Resenha de Star Wars Episódio VII: A esperança do contra ataque de um novo império”, pois é praticamente um reboot do Star Wars original com Star Wars Episódio V: O Império Contra ataca.

Tudo está lá: Um segredo escondido no Droid, que cai em um planeta deserto, e é encontrado por um zé ninguém, que se mete em uma encrenca contra o governo maligno e forma um grupo improvável, que fogem para o espaço e que tem que entrar na base inimiga destruidora de mundos e sair de lá, para finalmente poder destruí-la e salvar a galáxia, não sem antes um dos membros morrer no processo.

No meio de tudo isso  o drama familiar, entre pai e filho, contra o bem e o mal, é a cola especial que torna o filme um bom filme, digno de um dos épico da sétima arte.

Mas o diretor foi um mestre, distorcendo alguns conceitos de forma surpreendente, e criando novos ícones que durarão por mais várias décadas.

No meio a isso, um mundo surpreendente, batalhas épicas jamais vistas antes no cinema, seres fantásticos, todos apresentados em uma amalgama quase perfeita entre efeitos práticos e computacionais dão a credibilidade a um universo que adoraríamos que fosse verdade.

Infelizmente a história não é perfeita, os quinze primeiros minutos parecem que voltaríamos para a “nova trilogia”, com um grave agravante de transformar o herói negro em um simples alivio cômico (sim, ainda é um alívio cômico, mas não apenas isso), mas depois de passado o susto, vemos um grande vilão surgir, apenas para ser desconstruído até se tornar uma frágil sombra do que já foi o maior vilão de todos, diminuído pela apresentação de uma nova ameaça introduzida de forma gratuita, e representada pelo pior efeito especial de todo o filme. Snoke Sucks!

Um grande ponto que acredito diminuir o filme foi o fim da base Star Killer, que causa dois grande problemas: criar três filmes com basicamente o mesmo fim e transformar novamente os vilões em incompetentes plenos. Você pode retrucar que tudo não passa de ser o desejo da força, que após um grande mal (como a destruição de Alderan e  de uns quatro planetas da republica – entre eles Coruscant) a força age quase que instantaneamente para que ele não ocorra novamente. Mas ninguém nos filmes jamais falou algo do tipo e isso seria só especulação.

Acredito que fora essas duas grandes falhas, criação de um novo imperador super mal feito, e criação e destruição de uma nova estrela da morte, o filme segue de forma espetacular, com cenas fantásticas, tanto de lutas de sabre, tiroteios e naves, quanto nas fugas, torturas, reencontros e diálogos dramáticos. Todas superiores aos seis filmes anteriores.

O ponto mais extraordinário do filme é a força, representada em toda sua essência pela Rey, que mesmo sem treinamento algum consegue vencer um jedi corrompido pelo lado sombrio, tanto quanto mentalmente quanto em um duelo de sabres. Nesse filme vemos realmente o poder na força como em nenhum outro anteriormente, não na forma de super telecinese, mas na forma de como a calma e meditação conseguem sobrepujar ódio e medo, sendo um grande acréscimo na filosofia que fundamenta toda a série.

Não vou mais me prolongar, mas todas as pontas soltas que foram criadas e deixadas em abertas podem ser muito bem trabalhadas nos próximos filmes, e com o sucesso permitir muito mais liberdade ao J.J. Abrahms.

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Cinco (ou mais) Séries Imperdíveis da Marvel feitas pela Netflix!

Posted in artigos, Cinema, Cinema, TV, e Vídeos, e Vídeos, Quadrinhos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on Junho 3, 2015 by rsemente

Depois do encerramento da segunda fase da Marvel (estou ignorando um pouco do Homem-Formiga), e a nova fase começar com várias séries televisivas em andamento (Agents of Shield, Agent Carter, Demolidor) e as vindouras séries (um possível spin-off de Agents of Shield com a Monchinbird-ou Roushinol, e as séries do netflix confirmadas Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e os Defensores), o que vem depois é uma das grandes questões que todos estão se perguntando. Nisso tudo o rumor de uma série da netflix do Justiceiro me fez pensar “quais outras séries do Netflix seriam foda de se ver?”.

Nesse aspecto fiz esse exercício, considerando alguns fatores como não pensar em personagens que já apareceram nos filmes (tanto da Marvel, quanto da Fox e da Sony), e personagens que pertençam a Marvel.

Então vamos a lista de desejos:

Homem maquina: Como um grande fã de ficção cientifica e quadrinhos, um dos pesonagens que sempre me chamou atenção foi o homem-máquina, tanto quanto por sua personalidade forte, quanto por seus poderes, e nesse caso, por nunca ter participado de um super grupo por muito tempo. Sua relação com os robôs, em conjunto com a introdução de Ultron nos cinemas, permite a introdução de arcos do quadrinhos como a guerra dos robôs, que mostra ele apaixonado por Jocasta, uma robô com personalidade feminina criada por Ultron. Junto com sua personalidade humana querendo se tornar humano pode criar uma série com questionamentos dignos de Blade Runner e livros de Asimov.

machine man

Menção Honrosa 1: o Tocha-Humana original segue quase o mesmo esquema, mas gostaria de uma série na segunda guerra mundial, com os defensores originais, mas tudo isso contradiria o universo cinemático já estabelecido.

Tocha Humana

Cavaleiro Negro: um personagem clássico dos vingadores, que inclusive já foi líder do mesmo, e com um dos passados e dilemas mais trágicos da Marvel. Um cavaleiro imortal da Tabula Redonda, amaldiçoado com uma espada sanguinária, lutando para redimir sua alma poderiam ser uma base para uma série mostrando sua origem no passado, de forma realística como Game of Thrones, seriam algo muito foda. É claro que esqueceríamos seu pégasus pelo bom senso de tudo, mas magia negra, traições, e mortes sangrentas seriam demais.

cavaleiro negro

Hércules: Um dos personagens mais divertidos e poderosos da Marvel, fanfarrão, mulherengo e briguento, mas também com um passado trágico pronto para ser contado pela primeira vez da forma mais completa de todas, uma série contando seus 12 trabalhos, de uma forma completamente brutal, sanguinolenta e com criaturas gigantes e aterrorizantes, em um estilo parecido com a série Spartacus, seria absurdamente empolgante, isso é algo que espero desde que assisti o filme do Hércules com Lou Ferrino.

hercules

Capitã Marvel (Monica Rambeau): Novamente um caso de ficção cientifica só que agora acredito que poderia ser uma espacial. Poderia ser uma investigação com uma trama de invasão alienígena, onde ela partiria para o espaço tentar resolver o problema no espaço. Tudo bem que é algo que Não me lembro dela ter feito isso sozinha nos quadrinhos, mas poderia apresentar sagas estilo o Surfista Prateado (já que ele não está disponível…). Além do mais é uma personagem negra e uma das mais poderosas de todas, esquecida provavelmente por causa de sua etnia.

monica rambeau

Mulher-Hulk: A história de uma advogada que recebe uma transfusão de sangue de seu primo super poderoso e se torna uma super mulher verde… tudo bem que poderia ser uma série mais cômica do que realista (estilo Boston Legal, que tinha o James Spader/Ultron e o Eterno Capitão Kirk), mas seria bem legal, ver ela interagindo com o demolidor, justiceiro e outros personagens menores da Marvel, a e além do mais, ela é muito mais foda que o Deadpool, além deter quebrado a terceira barreira muito antes. Obs: vou ignorar o fato um fato que descobri recentemente que os direito do Hulk estão com a Universal, pois acredito que assim como foi feito com outros filmes que o personagem aparece, caso ela estiver no pacote do Hulk, a Marvel e Netflix poderia fazer um acordo para concretizar essa série megaboga.

she-hulk

Menção Honrosa 2: Uma mini série da Gata Negra poderia ser interessante, como um prelúdio de um filme do Homem-Aranha. Agora que o cabeça de teia faz parte do universo cinematográfico da Marvel seria interessante ver algo desse tipo. Sobre a história? Sei lá, algo bem missão impossível. E se a Felicia não estiver disponível, quem sabe usar a Hellcat ou a Tigra.

black cat hellcat

Menção Honrosa 3: Uma minissérie do Ghost Rider seria uma abordagem mais do que ideal para o personagem, mas para ficar longe do clichê (que provavelmente se o Justiceiro realmente for sair ela seria a escolha perfeita de combinação dos heróis), seria ótimo ver uma série de faroeste do ghost rider “original”!

   Ghost Rider