Arquivo de guerra

Chuvas de Castamere

Posted in artigos with tags , , , , , on Junho 20, 2012 by rsemente

E quem é você, disse o altivo senhor,
pra que a vênia seja profunda?
Só um gato com um manto diferente,
essa é a verdade fecunda.
Num manto de ouro ou num manto vermelho,
suas garras um leão mantém.
E as minhas são longas e afiadas, senhor,
como o senho as tem também.
E assim falou, e assim conversou,
o senhor de Castamere
Mas agora a chuva chora no seu salão,
e ninguém está lá para a ver.
Sim, agora a chuva chora no seu salão,
e ninguém está lá para a ver.

Esta música celebra a vitória de Tywin Lanister contra uma rebelião que aconteceu quando ele era bem jovem, o senhor de Castamere da casa Rayne (que lembra a palavra em inglês para chuva), se rebelou contra seu fraco pai Titus Lanister, que deixava seus vassalos tripudiarem a família Lanister, evitando pagar empréstimos e não obedecendo seus mandos, e ele não aguentou a desonra e foi ele mesmo, venceu a rebelião e matou todos os membros da família, a extinguindo como exemplo para futuras rebeliões.

Anúncios

Nova Arma: Sarissa, a lança que fez um império

Posted in Equipamento with tags , , , , , , on Fevereiro 9, 2009 by rsemente
Pezhetairos (Companhia a pé) com sarissa.

Pezhetairos (Companhia a pé) com a sarissa.

 

Esta é a primeira de muitas máterias que trarão armas, criaturas, itens magicos, regras, tropas, etc, para D&D 3.5. Muitas serão matérial generico para qualquer jogo, e outros especificos, com regras e ambientação, para o cenário Guerras Dracônicas, mas que com minimo de exforço pode ser usado em qualquer mesa de D&D 3.5.

 

Arma Exótica

Arma corpo a corpo de duas mãos

Nome: Sarissa

Preço: 15 po

Dano (médio): 1d8    Dano (grande): 2d6

Decisivo: x3

Incremento de distância:

Peso: 5 kg

Tipo: Perfurante

Especial: Arma de Aste, alcance (3)

Essa lança muito grande, possui de 3 a 7 metros de comprimento, uma ponta curta e afiada com formato de folha, e na outra extremidade um calço de bronze, usado para segurar investidas inimigas. Sarissas possuem alcance de 4,5 metros (3 quadrados), com uma ação padrão pode ser ajustada para até 3 metros (2 quadrados) de alcance. Um inimigo que se aproxime mais que isso não pode ser atacado pela sarissa.

Essa lança é formada por duas metades unidas com um anel de metal, facilitando assim o transporte das mesmas. Para separá-las leva uma ação de rodada completa, permitindo usar a arma como uma lança longa normal.

Informações Adicionais (Não relevantes para Jogo):

(Traduzido da Wikipedia)

A sarissa ou sarisa era uma lança (pique) longa 4 a 7 metros usado na Grécia antiga e no período helenístico. Foi introduzida por Felipe II da Macedônia e usado na tradicional formação de falange grega como substituto ao Doru (Lança usada pelos hoplitas), que era consideravelmente mais curta. A falange de Felipe II da Macedônia foi conhecida como Falange Macedônia. A sarissa, feita de uma dura e resiliente madeira de cornizo.

Era muito pesada para lanças, pesando cerca de 5 Kg. Tinha uma cabeça curta de ferro em formato de folha e um pé de bronze que permitia ser ancorado no chão para parar cargas feitas por soldados inimigos. O pé de bronze também servia para balancear a lança, tornando mais fácil para o soldado carregá-la. Seu grande comprimento, acima de 5,5 m, tinha duas partes que eram unidas por um tubo de bronze central, foi uma vantagem contra hoplitas e outros soldados usando armas curtas, por que eles tinham que passar pelas sarissas para combater os Falanges. Entretanto, fora da sua formação de falange a sarissa teria sido quase inútil como arma e um entrave na marcha.

Falange Macedonica
Falange Macedônica

 

O treinamento complicado (Por isso uma arma exótica) permitia que a falange usasse a sarissa em uníssono, girando-os verticalmente, e depois baixando-os na horizontal. O ataque uniforme das sarissas assustou as tribos Ilírias sobre a qual o jovem Alexander teve suas primeiras vitórias.

A apertada formação de falange criava uma “Parede de lanças”, e os piques eram suficientemente longos para que cinco fileiras completas de piques na frente dos soldados da primeira linha de combate – mesmo que o inimigo passasse pela primeira linha, havia mais quatro para pará-lo. As fileiras traseiras mantinham suas lanças inclinadas para cima, que servia com o propósito adicional de defletir flechas. A falange Macedônia tinha quase completa invulnerabilidade frontal, exceto contra outra falange do mesmo tipo; Geralmente a única maneira de derrotá-la era quebrando sua formação ou flanqueando-a.

A invenção da sarissa é creditada a Felipe II, pai de Alexandre o grande. Felipe forçou seus homens feridos e desmoralizados a usar seus formidáveis piques com duas mãos. A nova tática foi implacável, e no fim do reinado de Felipe o antes frágil reino da Macedônia controlava toda a Grécia e Trácia.

Seu filho, Alexandre, usou a nova tática através da Ásia, conquistando o Egito, Pérsia e o norte da Índia, vitorioso por todo o caminho. As falanges portadoras de sarissa foram vitais em cada batalha, incluindo a batalha de Gaugamela onde a carruagem de foices do rei Persa foi completamente destruída pela falange, auxiliada pela uso combinado da cavalaria e de lançadores de dardos. Alexandre gradualmente reduziu a importância da falange, e da sarissa, a medida que ele modificava seu uso combinado de exércitos, e incorporou armas e tropas Asiáticas.

Coparação de alcance
Comparação de alcance

 

A sarissa, entretanto, mantivesse na espinha dorsal de todo subseqüente exercito Helênico, e especialmente do exercito Diádoco. A Batalha de Ráfia entre os Seleucidas e Ptolomeu IV pode representar o pináculo da tática sarissa, onde apenas uma carga de elefantes pareceu ser capaz de vencer a falange opositora. O Reinos Sucessores do império Macedônico tentaram expandir alem do desenho de Alexandre, criando piques mais longos que 6,5 m, mas todos estas idéias foram eventualmente abandonadas em favor da sarissa Alexandrina testada em batalha. Batalhas frequentemente acabavam estagnadas no que Oliver Cromwell mais tarde descreveu como “um terrível negocio de empurrar piques”.

Subsequentemente, a falta de treinamento e excesso de confiança na Falange ao invés do uso combinado de exércitos (maiores contribuições de Felipe e Alexandre) levaram na derrota final da Macedônia pelos Romanos na Batalha de Pydna. Parte da razão pela rápida deterioração da habilidade com a sarissa foi que, depois de Alexandre, generais cessaram a proteção da Falange com cavalarias e tropas levemente armadas, e as falanges eram destruídas facilmente pelos ataques pelos flancos. A sarissa foi gradualmente substituída pelas variações do gládio como arma preferida.

OFF: Eu acho a sarissa uma lança fenomenal, pois foi ela que permitiu a construção de um dos maiores impérios que já existiu. Infelizmente a arma não faz a guerra e sim os homens que as impunham, e a medida que os homens se tornaram despreparados e arrogantes a arma não foi suficiente para se obter a vitória. Futuramente trarei talentos e tropas para essa arma.

Campos de Guerra

Posted in regras with tags , , , , , on Outubro 11, 2008 by rsemente

“E após 300 anos a guerra ainda continua a arder…”

A guerra é uma grande parte desse cenário épico, cada batalha pode ser uma aventura, e toda uma campanha pode girar em torno da guerra dracônica, a guerra iniciada a cerca de 300 anos e continua até os dias de hoje, atingindo em menor ou maior grau todos os mortais.

Exércitos de criaturas sobreviventes das primeiras grandes guerras, outrora servos ao império dracônico, agora buscam invadir os novos e frágeis reinos,  Cultistas do dragão caído corrompem nobres gananciosos com promessa de poder divino, e as alianças negras criadas no inicio da guerra foram desfeitas para tomar lugar a novas batalhas.

Em um cenário como esse um sistema de combate em massa é imprescindível, e  para isso criamos o netbook “Campos de Guerra”. Essas regras foram construídas em torno de quatro aspectos, que não foi encontrada em nenhum outro sistema de regras:

  • Simplicidade: ninguém precisaria ter que ler mais dezenas de paginas para participar de uma peleja.
  • Compatível com o sistema D20: Uma ficha de D&D pode se tornar uma ficha para batalha em massa (de preferência sem muito trabalho).
  • Regras ágeis: Possivelmente mais rápidas que o sistema normal.
  • Realismo: Não deve perder a graça de sentir que o batalhão de combatentes está resistindo bravamente ao ataque de cavaleiros ou sendo dizimada por gigantes.

A simplicidade foi o requisito mais difícil de ser realizado, ainda necessitando de uma ou outra multiplicação para calculo de dano, nada que um bom nerd em matemática ou uma calculadora simples possam resolver.

Esse netbook foi publicado inicialmente na Rede RPG, mas trazemos aqui uma nova versão onde foram corrigidos alguns erros, e esclarecidos algumas regras.

Baixe gratuitamente esse Netbook aqui, e jogue batalhas épicas e realistas jamais vistas em sua mesa de jogo.

Aguarde futuramente artigos com novas tropas prontas para jogar.

Elfos

Posted in raças with tags , , , , on Setembro 16, 2008 by rsemente

Após ver dois filmes fantásticos esse domingo, “Em busca da terra do nunca” (Finding Neverland) e Hellboy II: O exército dourado, tive uma epifania e consegui encaixar de forma legal e condizente os Elfos no cenário.No primeiro filme, conta a historia sobre uma família imortal, e o segundo é melhor assistir, pois é um ótimo filme sobre o filho do anjo caído e elfos.

Então aqui vai os Elfos de Guerras Dracônicas:

https://i0.wp.com/www.wizards.com/dnd/images/MM35_gallery/MM35_PG93.jpg

Elfos Celebrenfel e uma águia gigante

Há muito tempo atrás, uma jovem raça de hominídeos, mais frágeis que os nossos ancestrais e mais despertos que nós mesmos, alcançou a Arvore da Vida, e aos pés dessa arvore encontraram uma fonte, a fonte da vida, a fonte da vida eterna. E dessa fonte eles beberam e então se tornam imortais.

Mas essa imortalidade teve um custo: com o passar do tempo, apesar de não morrerem, o mundo ao seu redor se afastara cada vez do mundo real, até esse mundo sumir, sumir da existência e levando os elfos juntos. Então assim os elfos sumiram da realidade mortal e apareceram no seu novo mundo, o mundo feérico, conhecido pelos nórdicos de Alfheim.

Travaram diversas guerras entre raças invasoras e criaturas perversas, tentaram recriar seu reio no mundo real, mas sempre após algumas décadas eram apagados da realidade. As vezes elfos retornavam para seu mundo natal, gerando diversas lendas, mas sempre tiveram que retornar a seu novo mundo, aos pés de Igdrasil, guardando eternamente a árvore da vida.

https://i1.wp.com/www.wizards.com/dnd/images/MM35_gallery/MM35_PG101.jpg

Elfos Tindorin

Até que um dia, a própria Igdrazil estava ameaçada, assim como todo a criação, os dragões estavam cada vez mais perto de atacar Igdrasill, então o Sacerdote élfico Telveri se aliou ao grupo de heróis que acabou se sacrificando para derrotar o imperador dragão.

Com seus exércitos imortais os elfos então se juntaram a grande guerra que se iniciava. Clãs inteiros de Elfos foram até Heöe para derrubar o império e honrar o sacrifício de seu nobre herói. Os Celebrenfel (Asas Prateadas), montados em suas aliadas águias gigantes, os Tindorin (Flechas Noturnas), apaixonados pelas estrelas, Os Cristalen (Espadas Verdes), nobres elfos guerreiros, e por fim o lendário clã sombrio, lembrado apenas pelos mais sábios e de existência duvidosa até entre eles,  foram os principais clãs a migrarem para Heöe. Misteriosamente o tempo ainda não os tragou de volta para seus reinos feéricos, e então fundaram três cortes élficas em Heöe, cada corte representando um dos clãs, com um ancião elfo como rei.

https://i1.wp.com/www.childrenoftheeclipse.com/images/RacesPage/SunElfNew.gif

Elfos Cristalen

Apesar das três famílias de elfos, alguns deles existiam em Heöe antes da queda do império, pois os membros da raça imortal costuma viajar e apreciar a beleza dos mundos onde Igdrasil toca. Algumas pequenas famílias vivem em lugares ermos, e outras espalhadas pelo mundo.

Elfos Celebrenfel: Amantes das alturas. Eternos aliados das águias gigantes, esses elfos foram uma importante força durante as primeiras guerras dracônicas. A maioria deles se tornam paladinos, ávidos para combater o mal onde quer que esteja.

Elfos Tindorin: Guardiões da gigante Floresta Duinath, em Fortemar, esses elfos lutam constantemente contra forças da corrupção que emana das montanhas Negras, e contra alguns povos bárbaros que insistem em destruir a floresta. Amantes das estrelas e peritos com arcos, esses elfos são combatentes da escuridão contra a escuridão.

Elfos Cristalen: Poderosos elfos, adeptos de antigas artes da guerra, seus exércitos de formidáveis guerreiros, que segundo a lenda “quando juntos brilham como o sol, cegando os inimigos”. Exímios artistas, são amantes de todas as artes, inclusive a forjaria e do combate.

Em futuros artigos abordaremos mais detalhadamente cada família individualmente.

O Portal está aberto!

Posted in Notícia with tags , , , , , on Setembro 15, 2008 by rsemente

Bem vindo ao Blog do cenário amador Guerras Dracônicas!

Criei esse blog para testar o poder da ferramenta e melhorar a divulgação do cenário, que está aberto a contribuições de qualquer um.

O cenário é baseado na recente queda de um império interdimensional comandados por dragões. Através de poderosa magia eles conseguiram atravessar a barreira entre os vários mundos e dominá-los!

Esse império durou milhares de anos, mas teve um fim em poucas décadas, ruindo como um castelo de cartas. As forças dos mortais conseguiram através do sacrifício heróico de seus lideres, matar o grande imperador Dragão Tar`Angaradon.

Agora após 300 anos desse combate, a guerra ainda arde, vários reinos dracônicos ainda existem ameaçando os mortais, as tropas de desertores do império ainda buscam a vitória, e os novos reinos pós-libertações ainda se mantém através de uma frágil aliança.

Alem do mais, cinco portais permanecem abertos a cinco mundos, criando um cenário interdimensional perigoso e fantástico.

Bem vindo a Guerra!