Archive for the games Category

Desafio RPG – Dia 4

Posted in artigos, games, resenhas with tags , on Julho 4, 2011 by rsemente

Mais sobre o desafio RPG aqui

Dia 04 –  Aquele joguinho que você joga, mas ninguém sabe

Infelizmente jogo muito pouco RPG ultimamente (2 vezes por mês), e pelo menos quem me conhece sabe que estou jogando D&D 4ª Edição, que considero meio que um segredo, pois jogo a contra gosto do sistema, e em favor da história, das amizades e da freqüência do jogo (afinal o mestre é um dos poucos que consegue se organizar e manter horários e dias fixos).

Mas um que realmente gostaria de colocar na pauta, apesar de não ser RPG, é o Trine. É um Game, em estilo de plataforma em um cenário de fantasia medieval, com gráficos e física fantástico, cheio de quebra cabeças e desafios de combate cuja a solução não é simplesmente ir pra porrada.

Você joga com três personagens, A Ladra, O Mago e O Guerreiro, que só um deles pode existir ao mesmo tempo, então em um momento você joga com 1 deles, depois pode mudar para outro, e em outra situação voltar para o primeiro (Você pode mudar a vontade, mas há situações que são mais fáceis de resolver com um personagem do que com o outro).

Como tenho pouco tempo, jogo muito pouco, e ainda por não ter um mouse de qualidade me ferro sempre :(. Mas é isso ai, um jogo muito bom! Vale a pena.

Lineage II – Dwarf Complete Ver 1.0

Posted in games with tags , , , , on Agosto 12, 2010 by rsemente

Um joguiho em flash bem legal. Eu ainda não consegui terminar, o criador (eyemazed) dis que a dificuldade é media-alta e que é interessante o uso da comunidade para termina-lo (ale’m de fornecer o walkthroug).

Clique aqui pra jogar, boa sorte e boa diversão.

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Nostalgia Máxima: Próxima coluna

Posted in artigos, Cinema, TV, e Vídeos, games with tags , , , , , on Junho 9, 2010 by rsemente

Recentemente voltei a jogar jogos do Mega Drive através de emuladores, tudo em nome de remover a frustração de não terminar alguns dos melhores jogos da minha infância (e também por que são as únicas coisas que rodam no netbook que sou obrigado a usar).

O primeiro foi Toejam & Earl, jogo isométrico bizarro, muito engraçado e desafiador, um dos melhores jogos de todos os tempos! Depois de muitos saves (não disponíveis no Mega Drive, e sem password) consegui montar a bubônica da nave. Sensacional (depois posto mais detalhes em breve).  Por enquanto fiquem com um vídeo para lembrar do jogo.

O Segundo foi Ecco: The Dolphin, jogo de plataforma inovador que o jogador controla um golfinho chamado ecco (dã). A maior diferença desse jogo de plataforma é a liberdade de subir e descer livremente no ambiente aquático.  Apesar de a principio poder ser fofinho, o jogo é relativamente pesado, com a água do mar ficando escura, músicas psicodélicas (incluindo uma de pink foyd), possibilidade do personagem morrer afogado (sim, golfinhos são mamíferos e podem morrer afogados) e extrema dificuldade. O chefe final é muito foda, e apesar de ter password iniciar algumas fazes desde o inicio seria extremamente frustrante.

Agora estou jogando Road Rash, jogo de corrida com motos politicamente incorreto, onde a pancadaria rola a solta. Esse jogo era um dos mais massas, onde podia trocar a moto, dar porrada (e receber), roubar um cacetete de adversários e usa-lo, ser preso, quebrar a moto. Além disso vários obstáculos eram colocados no caminho, como carros para ultrapassar e carros na contra mão para desviar, animais na pista, e no cenário (o barulho das vacas são imperdíveis), e outras coisas chatas. Fotos dos adversários eram apresentados entre uma corrida e outra, dando dicas para a corrida, cada um com uma personalidade diferente.

Por enquanto vou ficando por aqui, e preparando material para a proxima matéria dessa nova coluna, com dicas para joga-los, com possibilidade de adaptações do jogo para RPG, e até como baixa-los.

Flash Game Série: Grow

Posted in games with tags , , , , on Fevereiro 15, 2010 by rsemente

Quem gosta de pluzzes 9quebra cabeças) e jogos em flash vai adorar essa série de jogos. A série Grow (Desenvolver) é uma espécie de quebra cabeça no tempo. Em um mini cenário surreal o jogador deve escolher entre várias ações/eventos possíveis, a fim de montar uma cena que culminará no final completo.

Sim o jogo possui vários finais, e depende da seqüência escolhida para que o mini cenário se desenvolva completamente. Para chegar até o final completo é preciso prestar atenção na lógica pro traz de cada ação, e a partir dela montar o cenário ideal.

O site para o índice com todos os jogos é esse: http://www.eyezmaze.com/

Indicamos também os seguintes jogos (que você pode jogar aqui mesmo, estão escondido por que tocam musica automaticamente, você pode até desligar manualmente, mas preferi não causar esse problema para você):

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Games: Monsters Game

Posted in games with tags , , , , , on Janeiro 18, 2010 by rsemente

Monsters Game é um jogo do tipo browser game (jogado pelo seu navegador e internet) em português, que utiliza elementos de RPG para a criação de um personagem, com o único objetivo de batalhas infindáveis, e evolução do mesmo.

Nesse jogo você pode ser um Lobisomem, ou Vampiro, seres que travam batalhas mortais constantemente. Aparentemente esse fato só serve para dividir os jogadores em dois, não havendo nenhum tipo de vantagem e poder especial entre nenhuma das duas criaturas.

Semente: O Caçador Perfeito!

Assim que criado o personagem, você pode evoluir seus atributos, comprar itens (armas, armaduras, poções, amuletos e anéis), criar um “cão” de guarda, e melhorar seu esconderijo. Para evoluir o personagem você poderá trabalhar no cemitério, caçar humanos (apenas uns números limitados de vezes por dia) e lutar contra outros personagens. O objetivo aqui e ganhar dinheiro, para evoluir o personagem em poder, e experiência, para evoluir o personagem em nível (abrindo assim novas opções de compra de itens, guarda, e esconderijo).

Outra coisa que te ajudará a evoluir é chamar outros jogadores, principlamente a subir no rank de alta pontuação (Hightscore), pensando bem, não serve muito mesmo não 😛

Um jogo bem simples, que serve para se distrair por 5 minutos de alguma atividade mortal que esteja realizando no momento. Então cadastre-se e crie seu lobisomem/vampiro e participe da batalha mais antiga que já existiu!

Games: Shadow of the Colossus

Posted in adaptações, games with tags , , , , on Janeiro 8, 2010 by rsemente

Esse jogo já é velhinho, mas só agora eu pude conferir e acabei de terminá-lo. O jogo é bem inovador, contando a história de um poderoso guerreiro que para ressuscitar sua amada deve destruir 16 criaturas de enorme poder e tamanho,  chamados simplesmente de colossos. o jogador então controla esse personagem, procurando esses colossos em um enorme cenário.

Cada colosso é por si só uma aventura, levando cerca de 10 minutos a até 1h para derrotá-los (caso não queira ajuda para achar o local onde residem os colossos ou seus ponto fracos).  O jogador deve controlar o personagem escalando cada colosso das mais diversas formas, e com ajuda de sua espada mágica, encontrar marcas místicas (pontos fracos) e atingi-los, ferindo o colosso até a morte.

Os colossos são criaturas mágicas, com corpos que lembram hominídeos, feras, ou completamente alienígenas. Eles podendo agir em vários ambientes, terra, água, ou ar. Quase todos os 16 colossos são completamente diferentes um do outros, com apenas umas 5 exceções (2 colossos similares a 2 colossos anteriores, e uns 3 humanóides bem similares), o que torna cada combate uma experiência diferente da anterior.

A única ajuda que o jogador terá é do cavalo Agro, que além de transportar o personagem de um lugar para outro, é essencial para derrotar algum dos colossos.

Shadow of Colossus para RPG

Os colossos não são derrotados apenas com golpes de armas comuns, para derrota-os é necessário encontrar seus pontos fracos e chegar até eles escalando. Por isso não é fácil adaptá-los para a maioria dos RPGs, que usam sistema de tanque de pontos de vidas para medir o quão ferido os monstros estão. Para adaptá-los um novo sistema deve ser criado.

Marcos: cada colosso possui um marco, uma forma que permitirá o inicio da escalada do colosso, pode ser esquivar de um determinado golpe, usar alguma peculiaridade do terreno ou construções, ou enfraquecer o colosso com alguns golpes mais fracos.

Dificuldade de escalda: Decidido o marco, agora deve-se decidir o nível de dificuldade para escalar cada colosso. Essa dificuldade deve estar intimamente ligada com a capacidade de deslocamento de cada colosso, quanto mais rápido e ágil o colosso, ou acidentado o terreno pior.

Ataques: Para adicionar um sabor a mais, o colosso deve ter alguma forma de ataque. Raios, baforadas, golpes com braços, pisões, encontrões, armas são as mais comuns, mas tentáculos, criaturas menores, mordidas, engolir, podem ser usados.

Pontos Fracos: Finalmente devemos decidir quantos pontos fracos o colosso deve ter, e a dificuldade para encontrar cada um. Se usar alguma criatura já existente, divida os pontos de via entre vários pontos fracos, ficando cada um com uns 30/50 pontos de vidas. Após encontrar o ponto fraco, não é preciso realizar nenhum teste de acerto, apenas faça um teste de força da criatura para arremessar o personagem para longe, contra um teste de escalar do personagem.

Vários Personagens: Para suportar os vários personagens de um grupo crie marcos que precisem de vários deles ao mesmo tempo, como segurar cordas e correntes, atrair os golpes, atingir vários golpes ao mesmo tempo, agarrar o colosso.

Exemplo de colosso: Valus, o minotauro

Valus é um gigante de uns 30 metros bem lento, que usa uma clava, e aparência bem barbara, quase que completamente inumana.

Marco: Acertar a perna esquerda (CA 15), causando 10 de dano. Acertado o jogador poderá tentar escalá-lo (2 turnos).
Dificuldade de escalada: DC 15 escalada, dois turnos para chegar ao ponto fraco.
Ataques: Valus tentará atacar com pisões (+5 para acertar, 1d10 de dano), que causam dano a até 3 metros dele (1d4, DC 15 reflexos). Caso muito distante Valus poderá acertar com sua clava (acerto +7, 2d10 dano, 9 m de alcance).
Pontos fracos: Valus possui apenas um ponto fraco no topo da cabeça, e será completamente derrubado quando levar 50 pontos de dano.

Pandemic e Agricola

Posted in games, resenhas on Julho 17, 2009 by rsemente

Essa semana tive meu segundo contato com os Boards Games, conhecidos também como jogos de tabuleiros modernos (para diferenciar dos jogos clássicos como War, Banco Imobiliário e detetive). Foram dois jogos: Pandemic e Agricola.

Vocês preferem a noticia ruim ou a boa primeiro?

agricolaPrimeiro a ruim: Não gostei de Agrícola.

A temática é uma espécie de Sim Farm onde cada jogador tem um determinado numero de membros da família, e em cada turno realiza algumas ações (que geralmente não poderão ser realizadas por outros jogadores).

Ao realizar ações pode-se conseguir recursos (animais, vegetais, novos membros para familia, madeira, barro e pedra), adquirir ocupações, aprimoramentos ou construir coisas (casa, campo de plantação, campo de pasto).

Com o tempo a quantidade de ações disponíveis aumenta, e sua fazenda pode produzir alimentos ou novos animais, necessitando alimentar os membros da família. No final do jogo se conta quanto cada jogador tem em sua fazendo, convertendo isso em pontos, quem ganhar mais pontos vence.

Joguei esse jogo de madrugada, não sei se por isso não gostei do jogo. Muito chato e demorado.

Agora a noticia boa: Pandemic é ótimo.

Pandemic

Seu tema não poderia ser mais atual: Quatro doenças pandêmicas começaram a se espalhar pelo mundo, e os jogadores assumem o papel de heróis no mundo em caos. São eles:

O Médico: Capaz de curar doenças mais rapidamente que qualquer um outro.

A Cientista: Capaz de encontrar uma cura mais facilmente que os outros heróis.

O Despachante: Espécie de controlador de vôo, permite mover outros jogadores na sua vez, e de forma bem apelativa.

O Especialista em operações: Capaz de construir centros de pesquisa facilmente.

O Pesquisador: Pode passar qualquer carta para outro jogador bastando estar na mesma cidade.

O jogo consiste em uma luta frenética contra vírus, que se espalham exponencialmente se não tratados rapidamente. Em cada turno os jogadores podem realizar quatro ações (mover, curar vírus em uma cidade que esteja, construir centro de pesquisa, pesquisar cura), no final do turno recebe puxa cartas de duas pilha, uma que geralmente são boas e a possibilidade de geração de Epidemic (uma cidade recebe 3 vírus automaticamente a as cartas de infecção voltam para o topo), e outra que geram infecções, aumentando a quantidade de vírus em uma cidade.

Quando uma cidade já possui 3 vírus e recebe mais um, ao em vez dela ganhar vírus as cidades vizinhas que recebem, isso gera um Outbreak.

O jogo termina bem quando se acham a cura para todas as doenças. E termina mal quando as peças de um vírus acabam, são gerados 8 outbreaks, ou a pilha de carta de jogadores acabam. Não é preciso dizer o que é mais fácil de acontecer.

Para se ter sucesso o jogo precisa de cooperação entre os jogadores, se ter noção da capacidade de cada um e lembrar das possibilidades de onde pode vir a acontecer um Outbreak.

Tendo isso em mente todos tem que evitar que as doenças se espalhem e conseguir curas das doenças o mais rapidamente possível.

O melhor desse jogo é que me fez ter idéias de um jogo de Zumbis, com eles se espalhando e os jogadores tentando conter a praga devoradora de carne humana.