Arquivo de ficção cientifica

Space Dragon Fast Play e Lançamento do Manual Completo!

Posted in Notícia with tags , , , , , on Junho 12, 2012 by rsemente

Em 17 de abril foi lançado a versão Fast play do Space Dragon, manual com regras quase completas para jogar com personagens até o terceiro nível. Como agora, em 9 de Julho, recebi minha cópia do Space Dragon completo, e percebi que não havia feito um post sobre isso, achei bom divulgar as duas noticias.

Aqui você pode ir no site da RedBox e baixar o Fast Play:

http://redboxeditora.com.br/spacedragon/?page_id=23

Aqui você pode comprar o jogo completo, físico ou digital, e se divertir por alguns anos a fio:

http://redboxeditora.com.br/loja/categoria-produto/space-dragon/

Agora que já estão devidamente informados, esperem mais detalhes obre meu cenário para o Space Dragon.

Eclipse Phase (Resenha)

Posted in resenhas with tags , , , , , on Setembro 7, 2010 by rsemente

Em 2002 foi lançado o RPG de ficção Científica Hard mais foda até então, GURPS Transhuman Space. Um cenário que se passava 100 anos no futuro, em uma humanidade que começava a se desenvolver de formas inimagináveis, alcançando a maestria na genética, nanotecnologia, e computação.

Mas em 2009 isso mudou, foi lançado um novo RPG, Eclipse Phase, um RPG que muito bem pode ser definido como uma continuação de GURPS Transhuman Space, apesar de não ser para GURPS!

Eclipse Phase se passa em um mundo cerca de 120 até 150 anos no futuro. Até uns 20 anos atrás a humanidade era bem similar ao mundo descrito no GURPS Transhuman Space, até que tudo mudou. Uma rede de defesa e contra ataque dos Estados Unidos baseada na utilização de uma inteligência artificial com capacidade de se auto aprimorar entrou em atividade, chamada de T.I.T.A.N algo aconteceu e ela se tornou auto suficiente, e pouco tempo de pois a queda começou (The Fall). Os T.I.T.A.Ns se descontrolaram e começaram uma guerra contra a humanidade. Os bilhões de humanos no planeta Terra foram quase que completamente dizimados, boa parte deles fugiu para o espaço (já colonizado parcialmente). Até que eles simplesmente pararam, abandonaram o sistema solar misteriosamente, deixando para traz um planeta terra devastado e povoado com maquinas de guerra ainda perigosas.

Assim, a Terra deixou de ser o principal lar da humanidade, o sistema solar foi quase que completamente colonizado, do onipresente Sol até o distante Eris.  a capacidade de uploading (gravar todas as informações de um cérebro humano e transportá-la para um software) da mente humana em tempo real garantiu uma certa imortalidade para a mesma. Inteligência artificiais estão em toda a parte, mas agora restringidas e observadas para impedir que ocorra uma outra queda. Fizemos contato com uma raça alienígena, The Factors, mas suas verdadeiras intenções e origens ainda são um mistério. Descobrimos estranhos portais (Pandora gates) por onde os T.I.T.A.N.s posam ter partidos, e com eles começamos a explorar outras estrelas. Na nossa urgência de repopular a humanidade criamos uma geração de humanos em laboratórios, com aprendizagem virtuais e crescimento acelerados, o resultado foi uma geração perdida (the Lost) com problemas psíquicos gravíssimos. Diversos grupos defendem seus próprios interesses, contra e pós transhumanismo, IAs, Robôs, Panhumanismos, Animais amplificados, em uma nova variedade de preconceitos e lutas por direitos iguais. Organizações secretas lutam tanto para o bem da coletividade quanto apenas para o seus próprios benefícios criando uma guerra secreta em busca de tecnologias alienígenas. E no meio de tudo isso, uma terra devastada, infestada de maquinas de guerra sencientes, e isolada, nada entra e nada sai, um cerco isolacionista criado pelo medo do retorno dos T.I.T.A.N.s.

No meio de tudo isso uma organização secreta e descentralizada luta pelo bem geral da humanidade, The Firewall, buscando qualquer indicio de risco para a humanidade, interno ou externo. Os personagens jogadores são agentes dessa organização, lutando em uma guerra secreta contra inimigos quase-divinos em um mundo escuro e sombrio.

Como prova de como Eclipse Phase é bom ele recebeu várias premiações no Ennies Awards 2010, uma medalha de ouro por melhor escrita, um prata por produto do ano e melhor capa, perdendo apenas para Pathinder e Gold bestiary Pathifinder, respectivamente.

Ele traz um sistema próprio, que infelizmente não olhei ainda em detalhes, mas parece dar conta do recado sem problemas, deixando abstrações dos detalhes de como funcionam as tecnologias e outras dificuldades, como viagem espacial e ações em ambientes virtuais.

Eclipse Phase tmabém já possui seu primeiro suplemento, Sunward, contando em detalhe sobre a vida no sistema solar interno (Sol, Mercurio, Venus, Terra e Marte), e o segundo, Gatecrashing, ainda sem data prevista, fala sobre os mundos exteriores depois dos portais de pandora.

Por enquanto isso é só, mas espero em algum momento jogar ou mestrar esse jogo para dar uma resenha pratica sobre o mesmo. Por enquanto ele é uma obra de arte da ficção científica. Imperdível!

O Homem da Terra (The man from earth) (de Jerome Bixby)

Posted in Cinema, TV, e Vídeos, resenhas with tags , , , , , on Setembro 3, 2010 by rsemente

Jerome Bixby foi um renomado escrito de ficção cientifica em vida, escreveu vários contos e alguns episódios de series de TV, como Twilight Zone e Star Trek (a serie original), incluindo o episódio “It’s a Good life” (Twilight Zone – Episódio em que um garoto possui poderes divinos e todos nas cidades devem fazer seus gostos se não podem ser mortos instantaneamente) e “Mirror, Mirror” (Star Trek – Episódio famoso por introduzir o universo espelho, em que todos são maus e usam cavanhaque).

Desde da década de 60 ele escrevia uma história, The Man From earth, cujo ele só terminou em seu leito de morte em 1998.

Essa história foi filmada em 2007, o filme de mesmo nome custou apenas 200.000 $$ mas o roteiro (praticamente o original de Bixby) é tão bom que o filme é considerado o melhor de 2007!

Sinopse: O professor John Oldman esta de mudança, abandonando sua carreira sem justificativa, seus amigos preparam uma festa de despedida e começam a perguntar o porquê de sua repentina mudança, pressionado ele começa a sugerir a idéia de como seria um homem da caverna que fosse imortal até os dias de hoje. Ao passar da suposição ele mesmo assume que possui 14.000 anos de vida!

Apesar de insólita, a história é perfeitamente trabalhada, seus colegas, todos professores em várias áreas do conhecimento (principalmente humano), buscam a todo momento contestar as possibilidades, tornando a história ainda mais interessante.

Eu mesmo incluo esse filme entre as melhores que já vi até hoje, apesar de se passar quase que completamente em uma sala e no quintal do personagem, ela é incrivelmente interessante, crescendo cada vez mais em revelações, tornando-a vidrante.

O engraçado é que o filme foi amplamente divulgado ela internet, sendo encontrado facilmente nos vários meios de distribuição peer-to-peer.

Assisti esse filme ontem no mesmo dia que estava lendo uma história em quadrinho inusitada sobre morte(!), e que recebi uma super-interessante que falava sobre “A genética falhou?”, e em uma das matérias contabilizava o numero de pessoas atualmente caso ninguém nunca tivesse morrido (cerca de 100 bilhões de humanos).

Isso me deu uma grande idéia e em breve coloco-as aqui, seja como cenário ou como um conto (ou provavelmente os dois).

OBS: Próxima semana sai a matéria Novos Blogs, não se desesperem!

OMNI: O Retorno (Versão 0.01)

Posted in cenário, regras with tags , , , on Julho 29, 2010 by rsemente

OMNI voltou.

Há algum tempo apresentei um cenário de ficção científica e fantasia aqui no blog, mas a muito tempo nada falei como andava o projeto. Isso por que estava fazendo o sistema, e as primeiras opções para a criação dos personagens jogadores.

Agora a primeira versão Beta está pronta. Apesar de permitir apenas Guerreiros Celestiais como personagens, alguns das características para Capitães de naves já estão esboçados, e em breve colocaremos detalhes de jogo para as naves.

Por enquanto basta clicar aqui para ver a versão mais recente de

OMNI

Resenha: Segunda Fundação (Livro III)

Posted in resenhas with tags , , , , , on Abril 28, 2010 by rsemente

Ontem, na fila do médico :P, terminei o terceiro livro da trilogia central de Fundação: Segunda Fundação.

Assim como o anterior esse livro poderia ser dividido em dois, mas olhando para o objetivo em comum das duas partes o titulo de “Segunda fundação” cai bem.

A primeira parte, que descobri que em ingles foi chamada de “Part I: Search By the Mule” (Busca pelo Mulo), continuamos com a ameaça do Mulo, agora combatendo não a primeira fundação, mas sim a segunda. Essa parte é simplesmente fantástica exatamente por apresentar a segunda fundação, uma idéia brilhante, que provavelmente influenciou séries de TVs como “The Mentalist” e “Lie to Me” (sem contar que “Numb3rs” deve ter se baseado em toda a idéia da pisicohistória). Então eu chamaria esse livro de “O Mulo e a Segunda Fundação“, pois agora vemos toda a história através dos olhos dos inimigos, lutando contra um herói secreto, a Segunda Fundação (Doidimais, nunca vi isso antes!).

Aqui a história toda é uma busca do Mulo pela segunda fundação, e fora este apenas um personagem é já conhecido do leitor: Han Pritcher. Também temos aqui uma amostra do poder que a tecnologia é capaz, com um mundo completamente destruído pelas naves atômicas.

Não me envergonho de dizer que Isac Asimov me surpreendeu, e me enganou completamente. Infelizmente não posso dizer os detalhes sem estragar nenhuma surpresa. Quem sabe não escreva uma matéria apenas com Spoilers!

A segunda parte, chamada de “Part II: Search By the Foundation” (Busca pela Fundação), continuamos apenas com a busca pela Segunda Fundação, ainda em segredo, mas podemos ver um pouco mais seu interior e seus objetivos. Temos um personagem principal: Arcadia Darel, ou como ela gostaria de ser chamada, Arcady Darel (representada na figura ao lado), neta de Bayta Darel, héroina principal da segunda parte do segundo livro (aquele que chamei de “O Mulo”, e que de fato foi o titulo dado no original). E apesar de ter apenas 14 anos ela se envolve na trama de forma tal que ganha importância fundamental na história.

Aqui a curiosidade leva cientistas da primeira fundação a encontrar a segunda fundação. Além de alguns motivos serem meio que mascarados, a principal razão é o fato de que ninguém gosta de ter seu destino controlado, então temos uma batalha do contra e a favor do “Plano Seldon”, que trata por dominar o espírito dos homens pela certeza que o futuro está controlado e assegurado.

Dessa vez descobri o mistério e não fui pego totalmente de surpresa, apesar de Isaac Asimov ter tentado ativamente (com explicação dentro da história) de nos enganar (e devo admitir que quase conseguiu).

Sim, tudo é um grande paradoxo. Se Seldon sabia que era preciso que ninguém soubesse do futuro computado por ele para que o futuro ocorresse, por que ele contou que esse futuro foi computado? Acho que Seldon comeu b@$ta no final de sua vida (e por conseqüência Isaac Asimov, mas sem isso não haveria história para se contar :P).

Acho que essas são minhas palavras sobre esse grande épico de ficção científica. Agora resta encontras as outras continuações. Alguém sabe onde encontro?

Veja as Outras partes:

Resenha: Fundação e Império (Livro II)

Resenha: Fundação (Livro I)

Resenha: Fundação e Império (Livro II)

Posted in resenhas with tags , , , , on Abril 14, 2010 by rsemente

Hoje, na fila de 1 hora e meia no banco (alguém sabe como reclamar dessas filas?) terminei o livro II da série Fundação de Isaac Asimov: Fundação e Império.

Este livro bem que pode ser dividido em dois livro.

A primeira parte, que poderia ser chamada de “Fundação e Império”, conta a história de mais uma “Crise Sheldon”, a quarta se não me engano, onde o convalescente império ameaça pela primeira vez a fundação. Aqui temos como principal antagonista Bel Riose, um forte general do império que decide dar fim ao “império comercial” da fundação. Os principais protagonistas foram Ducem Bar, um velho revolucionário de um planeta integrado ao comércio fundacional nas bordas do império galáctico, e Lathan Devers, um comerciante da fundação que permanece cativo de Bel Riose e que tenta sozinho impedir a ameaça do império.

Apesar de um grande andamento, essa crise culmina numa auto-derrota vitória prevista pela pisico-história de Hari Seldon. Aqui Isaac Asimov fundamentou em pedra as previsões da pisico-história, apenas para em seguida destruí-la.

A segunda parte, que poderia ser chamada apenas de “O Mulo”, ou “ponto fora da curva”, e é bastante intrigante. Estamos agora 300 anos após o surgimento da fundação. Ela agora é um grande império, e seu poder não há comparação. E surge o Mulo, um mutante cujo o poder permite controlar mundo com enorme facilidade. temos como protagonistas Bayta Darel, e seu marido Toran Darel. Eles são os primeiros a confrontar o Mulo, e perceber que o próprio é um ponto fora da curva e impossível de ter sido previsto pela psico-história de Hari Seldon. Em um final surpreendente (que eu consegui decifrar, sem muita certeza mas suspeitei, muito antes) terminamos o livro, em uma Galáxia, ainda em perigo, e do outro lado da galáxia residia secretamente a Segunda Fundação, como a ultima esperança de salvação.

Kalgan, onde tudo começou...

É isso ai, aqui ficamos, e começarei a ler o próximo livro, e em breve retornaremos com a resenha de mais um fantástico livro da fantástica saga de ficção científica: Fundação.

Veja também: Resenha: Fundação (Livro I)

Resenha: Fundação (Livro I)

Posted in resenhas with tags , , , , on Março 24, 2010 by rsemente

Ontem acabei de ler o primeiro livro da trilogia Fundação, de Isaac Asimov. Apesar de não poder tirar conclusões completas sobre a obra, é simplesmente fantástico a forma como o autor conduz a trama ao longo do tempo e do espaço.

Ah e só para constar minha vergonha, é meu primeiro livro de Isaac Asimov. Esse inicio se deve a dois fatos, o Nerdcast 186 – Isaac Asimov e seus escravos tchecos, e pouco tempo depois ter encontrado, com meu cunhado, uma de suas edições três em uma, obrigado por emprestar o livro Julian.

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Nesse livro pouco temos de ciência realmente tangível, tudo é muito teórico e fantástico, servindo apenas como uma forma de palco para uma trama inteligente, recheada de soluções pacificas para resolução de conflitos bélicos eminentes.

Apesar de situar feitos em pelo menos 50.000 anos no futuro, estes fatos tornam o livro em uma critica social da humanidade, tanto histórica como atual, mesmo mias de 50 anos depois de sua redação.

Nele é contada a história de como Hari Seldon desenvolveu uma ciência mista de psicologia, probabilidade e história capaz de prever o futuro, apenas estudando o comportamento de uma grande massa de pessoas (na ordem de bilhões). Em uma galáxia completamente povoada unicamente de seres humanos e suas tecnologias atômicas e fantásticas, um império de 10.000 anos está entrando em decadência, e o gênio de Hari Seldon prevendo uma época de barbárie de 30.000 anos, desenvolve um plano para reduzir esse tempo em apenas 1.000 anos.

Para tanto ele funda a Fundação da Enciclopédia Galáctica, uma instituição que aglutinou cientistas de todas as áreas com o único propósito de acumular todo o conhecimento galáxia. E apenas isso eles fazem.

E sem que eles saibam, de forma propositalmente planejada por Hari Seldom, a partir dela, iniciar os planos para reduzir o tempo de barbárie que se seguirá.

O primeiro livro conta uma história através de cerca de dois séculos, onde apresenta a trajetória de grandes homens que tomaram importantes papeis na história prevista por Hari Seldom.

Os únicos contras do livro é a falta de descrição do universo ficcional propriamente dito, a ciência é descrita de forma direta, apenas com os efeitos dos diversos dispositivos e não como os mesmos funcionam.

Isso a primeira vista contribui para a falta de credibilidade cientifica da obra, mas acaba por contribuir para tornar uma obra atemporal, e evitar o desenvolvimento de teorias esdrúxulas sobre itens milhares de milhares de anos no futuro, capazes de feitos realmente fantásticos.

No final esse problema é convertido em vantagem, principalmente se levarmos o livro como uma forma de critica social, onde apesar de todos os avanços tecnológicos, o homem continua possuindo todos os defeitos e capaz de todos os pecados como provado pelos homens de nosso muito mais avançado cientificamente, porem tão cheios de defeitos como todos os homens das eras passadas.

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Em breve voltarei com a resenha do segundo livro da trilogia, “Fundação e Império”, e espero com a volta de meus hábitos literários consiga trazer contos verdadeiramente melhores para vocês leitores.

OMNI: Super Poderes e Naves Cósmicas

Posted in cenário with tags , , , , on Fevereiro 24, 2010 by rsemente

Dessa vez explicaremos um pouco mais afundo a ciência (fictícia) por traz do cenário OMNI.

A Consciência Cósmica e a Energia OMNI:

Os Guerreiros Cósmicos adquirirem em seu despertar o que é chamado de consciência cósmica. Ela é a ligação e percepção que um guerreiro possui com o universo.

Alguns físicos teóricos acreditam que na existência de uma forma de energia chamada OMNI, que funciona como uma massa continua de energia interligando tudo e a todos. Segundo os teóricos essa energia OMNI não seria divisível, por tanto impossível de se quantizar e ser medida por equipamentos, seria como utilizar um equipamento para medir o volume de um lago estando dentro de um lago de tamanho infinito.

No entanto acredita-se que a concentração dessa energia é maior onde existir maior concentração de energia ou matéria. De alguma forma os Guerreiros Cósmicos parecem conseguir perceber e manipular essa energia, e possivelmente podem concentrá-la e transformá-la em energia e matéria.

Acredita-se que isso deve-se a uma espécie de conexão que todos os seres vivos tem com o universo, e por destino, ou apenas sorte, os Guerreiros Celestiais conseguem se beneficiar dessa conexão. Em especifico a conexão com algum astro.

Uma teoria é baseada que essa conexão com um astro advém do fato que somos formados de matérias que já foram uma estrela, que por sua vez geraram outros copos celestes, como planetas, cometas e outras estrelas. Então as matérias de dois corpos podem ter sido a matéria de apenas um corpo, e estarem conectadas por essa energia, que deve possuir alguma assinatura específica, que indica se a matéria de uma pessoa é a mesma de um planeta ou estrela, formando uma espécie de arvore genealógica, onde irmãos gêmeos são um astro e seu guerreiro cósmico.

As Naves Galácticas:

As naves galácticas são naves espaciais capazes de viajar entre as galáxias. Naves enormes que usam como fonte de energia nano-estrelas, capaz de gerar energia suficiente para um salto intergalácticos independente.

O processo de criação de uma nave galáctica não é simples.

Primeiro enormes estaleiros com tamanhos próximos a de uma lua começam a preparar a montagem do corpo da nave, com peças chegando de várias colônias autônomas espelhados pela galáxia onde a construção ocorrerá. É inviável a utilização de uma nave para carregar peças entre várias galáxias, portanto geralmente elas são obtidas onde a nave será construída, ou, no máximo, transportada em naves galácticas cargueiras até a doca espacial onde haverá a montagem.

Segundo passo e ainda mais difícil é a criação de nano-estrelas. Nano-estrelas são estrelas artificiais criadas a partir de Estrelas de Nêutrons, ou Estrelas Quarks. Primeiros essas estrelas são divididas por um massivo raio de radiação cósmica lançada por um jump gate galáctico*, esse raio divide a estrela em várias partes, então pelo menos uma delas é capturada por uma nave cósmica trator – capaz de criar um forte campo gravitacional que atrairá uma parte da Estrela de Nêutrons para distancia segura das demais partes.

Então um núcleo hiper-atomico** é jogado no interior da estrela, que estabilizará a nano-estrela, impedindo que ela exploda pela repulsão entre os neutros de sua composição, respeitando o princípio de exclusão de Pauli. Assim obtida a nano-estrela, uma estrela com menos de 1 km de raio (um décimo do raio das menores estrelas de nêutrons e pouco menos de 0,087 massa do sol massa), que possui um núcleo hiper-atomico que mantém a estrela estável.

As Naves Cósmicas Tratoras então levam a proto estrela até próximo da doca espacial, onde o corpo da nave deve estar pronto para iniciar o processo de acoplamento da nano-estrela com o corpo da nave, que será alimentada pela doca espacial com energia suficiente para gerar um próprio campo estabilizador, neutralizando maior parte da gravidade e mantendo a nano-estrela coesa. A nano-estrela é então acoplada e os captores de energia da nave começam a energizar seus sistemas com energia da estrela e não mais da doca, até que o ciclo esteja fechado, completando assim a montagem da nave galáctica.

* Jump gate galáctico são portais galácticos, localizados próximos aos centros galácticos, captam energia suficiente para permitir o salto inter galáctico. São capazes também de gerar fortes raios capazes de despedaçar estrelas a muitos anos luz de distancia.

** Núcleo hiper-atômico é um conjunto de moléculas hiper-atômicas (formadas por matéria e anti-matéria), com enorme densidade e estabilidade, permitindo assim balancear a massa de uma nano-estrela.

OMNI: Conto – A princesa dos cabelos coloridos (infantil)

Posted in contos with tags , , , on Novembro 30, 2009 by rsemente

Olá galera, para que hoje não fique sem nenhum post aqui vai um conto que escrevi no final de semana, influenciado pela minha meia irmãzinha, um conto de ficção cientifica infantil!

Boa leitura, e comente dizendo se ficou bom quem sabe contando para seus filhos!

A princesa dos cabelos coloridos

“Era uma vez um planeta chamado Kerendil, reinado pelo Rei Andur e pela Rainha Anlara.

Há anos o povo esperava por descendente do rei e da rainha, quando finalmente tiveram uma noticia que uma bela princesinha tinha nascido.

A princesinha possuía uma característica incomum: Seus cabelos eram verdes!

É claro que aquilo encantou a todos, e assim ela foi chamada de Esmeralda.

Esmeralda cresceu feliz, e seus cabelos verdes encantavam a todos que a achavam uma verdadeira jóia do planeta Kerendil.

Com o tempo as mulheres do planeta, maravilhadas com os cabelos de Esmeralda, pintavam seus cabelos para serem parecidas com a princesa.

Enquanto ia crescendo Esmeralda foi observando cada vez mais pessoas do planeta iam ficando com o cabelo verde como o dela.

Depois das mulheres, foram as garotas adolescentes, com vários tipos de verdes.

Depois das adolescentes foram os garotos adolescentes, com mechas verdes de todos os estilos.

Quando ela completou 15 anos Esmeralda possuía belos e grandes cabelos, que quando soltos chegavam aos seus calcanhares.

Mas metade do planeta possuía algum tipo de cabelo verde, inclusive as crianças, que mesmo não desejando tinham seus cabelos pintados por suas mães, de cabelos também verdes.

Esmeralda então ficou triste de ver que não era mais tão diferente e especial, pois agora todas as mulheres e homens podiam ter cabelos iguais aos seus.

Esmeralda “dos cabelos verdes” então pediu que o capitão real a levasse na bela nave real, de planeta em planeta, para que encontrasse novas cores para pintar seus cabelos.

O primeiro planeta que pararam possuía um grande mar Azul como o céu, ela então começou a colocar seus grandes cabelos naquela água e os tingiu até a raiz de azul.

Mas quando colocou seus cabelos até a raiz um tubarão daquele planeta abocanhou parte do seu cabelo, deixando-o um pouco menores.

Ela então voltou para Kerendil com os seus cabelos azuis, mesmo que agora eles batessem na altura de seus joelhos, fizeram o povo se maravilhar mais uma vez.

Mas não demorou muito para que eles trocassem a cor de seus cabelos de verde para azul.

Mais uma vez triste, Esmeralda “dos cabelos azuis” viajou novamente para um novo planeta, dessa vez encontrou um lago de cor laranja.

Ela colocou os cabelos dela novamente até a raiz, mas sentiu que os cabelos quando tocaram o fundo do lago, uma lama branca e fedorenta colou na ponta de seus cabelos, então ela teve cortá-las, deixando seus cabelos um pouco menores.

Chegando mais uma vez em Kerendil com seus cabelos com cor laranja, o povo achou ainda mais lindos que os azuis, o povo adorou! Mesmo que eles agora batessem na altura de sua cintura.

Mas, mais uma vez, não demorou para que o povo tingissem suas madeixas de laranja.

Esmeralda “dos cabelos laranja” aborrecida, viajou novamente para um novo planeta, onde encontrou um belo rio de cor rosa.

Ela colocou seus cabelos laranja no rio, eles foram lavados até a raiz pela correnteza que era tão forte que pedras afiadas atingiram as pontas de seus cabelos cortando-os, deixando seus cabelos um pouco menores.

Voltando a Kerendil com seus cabelos cor de rosas, que agora chegavam apenas um pouco a baixo do ombro, o povo achou lindo os cabelos cor de rosas da princesa.

Mas em menos de um dia todos já possuíam cabelos da mesma cor!

A princesa Esmeralda “dos cabelos cor de rosa” estava furiosa, e partiu em sua nave real em busca de uma nova cor para os seus cabelos.

Encontraram então um planeta com nuvens de arco-íris, que mudavam entre as cores do arco-íris constante mente.

Ela esperou então que a chuva caísse, para que pudesse tingir seus cabelos com aquela maravilhosa cor, e quando aquilo aconteceu seus cabelos ficaram lindos, brilhando com as cores do arco-íris, mas logo em seguida seus cabelos caíram, pois a chuva era acida e derrubou todo seus cabelos, e por pouco não a ferindo.

Esmeralda “Sem cabelo” mandou que fizessem rapidamente uma grande peruca com cabelos que brilhavam, e então retornou para Kerendil.

Todos acharam seus “novos cabelos” lindos, mas um forte vento soprou levando embora sua peruca, mostrando o que realmente aconteceu com seus cabelos.

A vergonha de estar careca foi tão grande que ela começou a chorar sem parar, e se trancou em seu quarto.

Todo povo, em compaixão, cortaram seus cabelos, ficando tristes pelo sofrimento da princesa.

O Rei Andur mandou que escondessem todos os espelhos do palácio, para que Esmeralda nunca mais se visse no espelho.

Todos os dias a Rainha Anlara batia na porta do quarto de Esmeralda, pedindo que a filha se acalmasse, e entregando suas refeições.

Mas ela continuava a chorar, e por 100 dias e sem noites chorou sem parar.

Mas então quando suas lagrimas secaram ela pode perceber que seus cabelos haviam crescido novamente, e quando procurou um espelho não achou, correndo até uma fonte de água espelhada, e quando viu novamente seus cabelos estavam verdes novamente.

O povo ainda careca então ficou maravilhado e envergonhado ao mesmo tempo, e ao olharem com cuidado viram os cabelos de cada um cresceram novamente, relembrando o quanto os cabelos de cada um eram naturalmente bonitos, independente de serem iguais a alguém importante como a princesa.

A partir desse dia ninguém em Kendril nunca mais desejou ser igual à outra pessoa novamente, seja o cabelo, seja as roupas, seja o corpo, percebendo que cada um era único e maravilhoso de seu próprio modo.”

Observação, todos os elementos desse conto podem ser usados no cenário OMNI.

Omni – Introdução – Parte final

Posted in cenário, contos with tags , , , , , , , on Novembro 11, 2009 by rsemente

Conto I – Parte final

“A guerreira observou o céu, feixes de raios podiam ser percebidos mesmo do outro lado da fumaça preta encobrindo as estrelas, e mesmo a milhares de quilômetros, uma influência eletromagnética ionizava a atmosfera, causando raios aparentemente sobrenaturais. A guerra ainda ocorria muito acima da atmosfera, e ela começou então a se preparar para partir, limpando o sangue de suas mãos com um pano qualquer e caminhando calmamente em direção a ultima pirâmide restante.

Antes de conseguir chegar a sua nave, uma luz começou a envolver-la e toda a vila, se tornando cada vez mais intensa, formando um campo branco, exceto pelas áreas ocupadas por ela e as pirâmides, eles pareciam sugar a estranha luz para si.

A invasora então olhou para traz, buscando a fonte de tal energia, apenas para ser cegada pela imagem de relance do jovem colono em prantos com um corpo nos braços, para finalmente ser desintegrada instantaneamente. Ele emanava uma poderosa luz, como se ele próprio fosse uma estrela.

A luz então cessou completamente, o jovem então observou surpreso toda a destruição causada por ele. Mas o perigo ainda não tinha acabado. Da ultima pirâmide restante construtos vermelhos voltavam a sair, e vinha rapidamente em direção dele.

Antes que conseguissem atacá-lo, raios atingiram os construtos, um a um. Alrius estava levitando, e com seu poder, destruindo os inimigos restantes. Ele pousou lentamente ao lado do rapaz. Concentrou-se um pouco e disparou um raio para o céu, abrindo uma janela entre a fumaça negra, possibilitando a visualização da batalha cósmica.

apocalypse1Duas enormes naves como luas se digladiavam, a de Alrius, uma Nave Galáctica, capaz de singrar o espaço entre as galáxias, energizada pelo poder de uma estrela, e a nave invasora, uma devoradora de sóis, uma ferramenta de uma misteriosa, poderosa e antiga espécie alienígena, com o único propósito aparente de destruir todo o universo. Então Alrius disse:

– Venha! A guerra ainda não acabou – Segurou a mão do colono, e em um globo de luz cortou o céu em um raio ascendente, para auxiliar na luta a milhares de quilômetros acima da atmosfera do planeta onde a sangrenta batalha ocorreu.”

J.A.N – IA da Nave Galáctica “Ouroborus”

Inicialmente gostaria de agradecer a todos os leitores que agüentaram esperar até o fim desse pequeno conto, e espero que não tenham se decepcionado, e que possivelmente continuarei com o mesmo.

Chegamos ao fim de nosso material de introdução do cenário, e falaremos um pouco mais sobre a programação futura do projeto. Em primeiro lugar estou terminando o sistema de regras, um sistema simples que usa dados de 6 faces e bem similar ao storyteller (e com menos dados). Como já falei, iniciei continuações para esse conto, e ainda possuo uma idéia de um conto ainda maior (posso dividir em vários pequenos contos ou ir lançando como um romance).

Finalmente irei abrir espaço para contribuição plena dos leitores, aceitando contos, e iniciando uma história que será construída de forma colaborativa. Ainda não determinei os detalhes dessa empreitada, mas aceito sugestões. Para dar  terem noção do que é isso vi um exemplo no RPGS e parece que o Google writer permite algo assim. Imagino se dá também para incluir algo de RPG em uma empreitada desse tipo.

Aguardo sugestões, reclamações, duvidas e contribuições.

Outros posts de OMNI:

Omni – Introdução – Parte 5

Omni – Introdução – Parte 4

Omni – Introdução – Parte 3

Omni – Introdução – Parte 2

Omni – Introdução – Parte 1

Omni – Introdução – Parte 5

Posted in cenário, contos with tags , , , , , on Novembro 9, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 5

“Os defensores partiam para as duas ultimas pirâmides, cada um a seu modo, como deuses implacáveis e onipotentes. De uma das construções, um casal de jovens colonos saiu para observar seus salvadores em ação, confiando plenamente nos guerreiros e esquecendo o medo que os assolavam a momentos atrás.

O alienígena conjurava novamente um poderso raio, enquanto Caran lutava para romper o escudo da ultima nave. Repentinamente o escudo que Caran lutava desapareceu, e de uma das reentrâncias da pirâmide um raio de energia negra foi disparado, atingindo o alienígena de cabelos azuis.

– Alrius, não!!!! – Caran gritou desesperadamente ao ver seu colega de inúmeras batalhas sendo atingido inesperadamente.

– Nunca dê as costas para um inimigo – Essas palavras foram feitas por uma voz feminina, uma nova inimiga surgira traiçoeiramente, e com aquelas palavras enunciava o erro do guerreiro. Então o peito de Caran se rompeu em uma explosão vermelha, e ele caiu lentamente, escorregando pelo braço de uma bela mulher, só não tão bela, pois sua face possuía reentrâncias negras, por onde energia púrpura percorria de instantes em instantes, da mesma forma que sua armadura negra e púrpura.

– Traidora! Vocês venderam sua alma, mas perderam suas vidas, isso será o fim de vocês! – Caran caiu, mesmo em seu ultimo suspiro demonstrar que diante da morte certa a derrota não era uma opção.

O casal de colonos observava a cena aterrorizado, e em um piscar de olhos a bela guerreira surgiu na frente deles.

– Apreciando o show garotos? – Com essas palavras a guerreira perfurou com as mão a região entre os olhos da jovem colona, fazendo a parte de traz do crânio explodir.

hordaaA mancha de sangue espirrou no rosto do rapaz paralisado, imaginando que aquilo não pudesse acontecer.

– Você! Fale alguma coisa, grite! – Com a outra mão ela o agarrou pelo, levantando-o com a mesma facilidade de uma criança levantando um boneco de pano, enquanto o sangue do rosto do jovem escorria pelo braço dela.

– Chato! – Com total desprezo a mulher o arremessou brutalmente contra uma parede.”

O verdadeiro inimigo

O maior poder da Horda é na verdade outros guerreiros celestiais. Tomados pela arrogância e poder, caso sejam capturados são transformados em lacaios sem vontade da horda. Há relatos que até o corpo de Guerreiros mortos podem ser capturados e retornados a vida como aberrações.

Esses guerreiros corrompidos apresentam marcas de energias nefastas percorrendo seus corpos, com diversas cores, como vermelho, púrpura e preto.

Esses Guerreiros são um dos grandes desafios para os personagens jogadores, tão, ou mais, poderosos que eles, esses guerreiros mantêm o mesmo poder de suas vidas anterior, mas com um poder significativamente maior, além de contar com táticas traiçoeiras e mortais, não demonstrando nenhuma piedade pela vida.

O grande mistério é descobrir que fatores contribuem para a corrupção desses guerreiros. Muitos acreditam que a quantidade de poder que um guerreiro celestial possui é o fator crucial.

“Nenhum mortal deveria ter tanto poder”.

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Posted in cenário, contos with tags , , , , on Outubro 19, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 4

“O ser era um homem, aparentando pouco mais de 20 anos, trajando uma armadura incandescente, que aos poucos se resfriava, perdendo o brilho anterior.

No céu da colônia raios e explosões podiam ser avistados singrando o cosmo, uma guerra implacável também ocorria muito acima da fumaça e destruição causada pelos invasores.

Outra porta então se abriu do veiculo esférico, de seu interior um ser humanóide, alto e esguio, de cabelos longos e azuis, de beleza impar, se ergueu. Trajava uma armadura similar ao do guerreiro, mas de forma simplificada e aparentemente mais frágil. A criatura falou com uma voz potente e limpa:

– Quantas são Caran?

O homem então gritou:

– Faltam ainda mais quatro! – apontando para a direção das demais pirâmides.

O Alienígena parou por um instante e então levantando seus braços. Ele começou a brilhar e então uma coluna de luz surgiu, dele até os céus. Em um movimento rápido os seus braços desceram, e com eles a coluna de luz desabou como um raio divino, despedaçando a mais distante das pirâmides.

Os construtos vermelhos, percebendo a presença dos dois atacantes, começavam a correm em suas direções.

– Aaaaahhhhhh! – Gritou Caran, e com um enorme salto alcançou a nave invasora mais próxima, atingindo e escorregando o escudo de energia púrpura, e com golpe de suas mãos limpas conseguiu abrir um grande talho no escudo entrando velozmente em seu interior. Da pirâmide ainda saiam mais construtos, e ele sem hesitar atacava constantemente, lançando-os para todos os lados com apenas um golpe. A luta continuou até Caran entrar no interior da nave, causando explosões internas consecutivas até o topo da mesma, abrindo um rombo em sua ponta por onde surgiu Caran.

3ddd0b8a777b0d417940ee4c4cf178e5Enquanto isso o alienígena de cabelos longos começou a flutuar, e calmamente partiu em direção a outra pirâmide, atingindo com raios pulverizantes os construtos que tentavam alcançá-lo. Sem perder tempo, ele atingiu definitivamente com um raio a estrutura, se dividindo em duas, e explodindo logo em seguida.”

As estrelas do cenário

Os Guerreiros Celestiais (nome provisório) são estrelas do cenário, membros de várias raças alienígenas que através de uma misteriosa conexão com os astros são capazes de feitos quase divinos.

Eles são divididos em 5 ordens distintas, cada uma definida pelo tipo de astro que tem afinidade, concedendo poderes variados e alguns exclusivos a cada uma das ordens. As ordens são: Estrelares (estrelas), Planetários (planetas), Visionários (cometas), Temporais (Buracos Negros), Novas (Super novas).

Apesar de muito poderosos ainda são mortais e de poder finito, acreditasse que são tão poderosos como Naves Galácticas. A interação deles com as Naves Galácticas também é importante, permitindo ajuda em combate mútua.

Obs: Eles são evidentemente inspirados em outros tipos de personagens, como Cavaleiros do Zodíaco e Guerreiros Z de Dragon Ball, ou até os Lanterna Verdes, mas acredito que isso não seja um problema, e sim um atrativo.

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Posted in cenário, contos with tags , , , , on Outubro 14, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 3

“Os construtos vermelhos então começaram a atacar os robôs de segurança, rasgando o metal de sua blindagem, desmontando-os pedaço por pedaço. Os enormes robôs tentavam resistir, atacando os invasores com golpes e raios, conseguindo atingir um ou outro, que, ao serem danificados parcialmente, entravam em frenesis suicidas, causando auto-explosões, destruindo ainda mais os robôs de segurança. O massacre cibernético continuava até os robôs de segurança fossem todos desativados, um a um.

red robotsMais alguns minutos se passaram, a baixando pouco a pouco a temperatura do planeta, os invasores não agiam apenas nas colônias, uma nave de proporções colossais sugava a energia da própria estrela como um buraco negro.

Para quem olhava para o espaço, nesse dia uma nova estrela surgiu no céu negro da colônia, antes que qualquer invasor iniciasse a coleta sistemática de cada um dos colonos. Uma Nave Galáctica se encontrava no ponto certo, e em prontidão, preparada para a defesa e ataque contra a inexorável horda do Armageddon.

As ilógicas preces dos colonos foram atendidas.

Uma estrela cadente em chamas cortou o céu, descendo direto em uma das naves invasoras, dividindo-a em três novas colunas despedaçadas. Uma nevoa de destruição e guerra foi levantada, se acumulando no interior do escudo púrpuro da pirâmide ainda ativo.

De repente a névoa começou a se dissipar por impactos que ocorriam dentro da redoma energética. Os impactos consecutivos desvaneciam cada vez mais a nevoa. Um construto vermelho foi jogado em frangalhos para longe da batalha, explodindo ainda no ar e enfraqueceu o escudo, fazendo o falhar aos poucos. A cada falha um pouco da nevoa era liberada, até ser possível observar seu interior.

podNo centro da cratera formada pela queda do segundo objeto, a pirâmide agora jazia dividida em três destroços distintos, um ainda elevado como uma torre inclinada, e se encontrava uma cápsula esférica com uma de suas portas aberta, e no topo do destroço ainda em pé se encontrava um ser irradiando calor, como um anjo feito de estrelas.”

Qual a esperança de Omni?

Apesar da tecnologia avançada, o universo de Omni é limitado, e a força destruidora da Horda é quase imbatível. Apenas duas coisas são capazes de lutar de forma efetiva contra ela.

A primeira são as Naves Galácticas são alimentadas por um núcleo em fusão, quase como uma pequena estrela, a energia gerada por essa estrela é absorvida e dividida entre as várias partes da nave, como Escudos, Canhões primários, Canhões secundários e Propulsão. As figuras mais importantes das naves galácticas são o Capitão, responsável por toda a nave, e os Artilheiros, guerreiros treinados de forma exaustiva para controlar os canhões principais de uma nave.

Na próxima parte apresentaremos a segunda coisas capazes de enfrentar a Horda.

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Posted in cenário, contos with tags , , , , on Outubro 9, 2009 by rsemente

Conto I – Parte 2

“Essa síndrome só conseguia ser superada por dois sentimentos no universo: A sensação de que mesmo insignificante você podia fazer a diferença em todo ele, e a própria vida, com sua vontade de viver e todos os seus sentimentos, em especial o amor.

Assim a colônia continuava a crescer e prosperar.

Inesperadamente os sensores de segurança ativaram alertando toda a colônia, em menos de 1 minuto a escuridão tomou conta de todo aquele sistema estrelar. As labaredas de fogo vieram logo em seguida. Uma mensagem, um pedido de ajuda, já havia sido transmitida automaticamente, a expectativa de sobrevivência dependia apenas da existência de uma Nave Galáctica estar em prontidão no sistema de salto espacial certo, e então elas poderiam chegar antes da destruição completa.

estrelas cadentesCinco pirâmides negras, lembrando esguios obeliscos com reentrâncias desconexas caíram da atmosfera, incendiando o céu. A onda de destruição do impacto foi barrada pelos escudos individuais das construções, mas os aleatórios pontos de impacto na colônia foram pulverizados. Todos que se encontravam nas estruturas atingidas sumiram como pó, restando deles apenas suas criações em sua existência, em dados espalhados pelo universo, ou nos genes de possíveis descendentes.

Enormes robôs de segurança se levantaram de pontos escondidos da vila, e caminharam em direção das torres, na esperança de conseguirem barrar por tempo suficiente os invasores. Seus pesados passos estremeciam toda a região, mas ao chegarem às pirâmides um escudo de energia púrpura bloqueava qualquer impacto realizado por eles. De seus peitorais, canhões de energia foram montados automaticamente e começaram a castigar o escudo das estruturas negras.

Já se passavam alguns minutos, e a esperança dos colonos era cada vez maior.

As pirâmides então começaram a emitir barulhos bizarros, tão fortes que penetravam as construções locais e podiam ser ouvida por todos, fazendo o medo percorrer os nervos daqueles mortais. Na base delas abriram-se portas e de seu interior seres artificiais vermelhos, de aparência medonha, começavam a sair.”

Quais os desafios de OMNI?

Neste novo cenário o maior inimigo é chamada apenas de “A Horda”, uma legião de poderosas naves de combates, cuja tripulação é composta por aqueles que dominam, os corrompendo e modificando. Possuem tecnologia de viagem mais rápida que a luz, mas completamente diferente da tecnologia de portais estrelares usados pela humanidade e outras espécies conhecidas no universo. Essa tecnologia permite viajar com relativa velocidade em uma galáxia, mas com demora significativa entre galáxias, fator decisivo para sobrevivência da humanidade.

Além desse inimigo universal em Omni, existem outros problemas, como piratas espaciais e ditaduras escravocratas, e outros problemas menos palpáveis, como intolerância entre espécies, e  a insignificância do homem perante o universo.

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Posted in cenário, contos with tags , , , on Outubro 7, 2009 by rsemente

OMNIConto I – Parte 1

“A pequena vila colonial era totalmente independente, algumas poucas dezenas de famílias viviam em paz. Os colonos geralmente chegavam muitos jovens, fascinados pela beleza da paisagem de seus futuros lares, imagens tais transmitidas em comercias por todas as galáxias unidas, sempre interligadas com algum interesse cientifico ou para extração de recurso natural raro ou abundante no sistema estrelar da colônia.

Uma vez instalados, a população local, as fábricas e vilas coloniais, eram 100% automatizadas, e estavam em relativo isolamento e paz. Cada colono tratava de seus interesses pessoais. Arte, jogos, culinária, ciência, viagens, filosofia e prazer. Mais cedo ou mais tarde os jovens tendiam a formar uma família, não necessariamente uma família baseada na paixão ou sexo, mas podem ser baseadas na amizade, ou apenas em interesses em comum, como ciência, e mesmo quando a paixão era a regra, nem sempre os frutos dessa união são desejáveis ou possíveis.

gwanggyo-city-centre-by-mvrdv-2mvrdv-gwanggyo-power-centrMas com o tempo a colônia começava a crescer, era um organismo social vivo, desenvolvendo ciência e cultura, produzindo tecnologia e matéria prima, com cada um vivendo suas vidas. Pouco mais de 1000 famílias, dedicadas apenas a viver.

E sobreviver.

Apesar da necessidade do trabalho não existir plenamente, a sobrevivência exigia uma eterna prontidão. Qualquer grande problema nas instalações coloniais ou nas fábricas autônomas poderia levar ao completo isolamento, ou a completa disfunção de toda a colônia. Apesar disso, esses eram apenas os únicos problemas que eles poderiam controlar por si próprios.

A insignificância de perante o universo era sentida por cada um. Bilhões de estrelas se espalhavam nas galáxias, centenas de milhares de anos luz de área preenchida com incontáveis estrelas. Entre cada galáxia, mais milhões de anos luz, formando uma malha infinita de galáxias, não bilhões de trilhões de galáxias, mas infinitas. A mente mortal não pode compreender o tamanho do infinito sem perceber sua infinita insignificância.”

O que é Omni?

Omni é um cenário de ficção cientifica, a exatos 1000 anos no futuro, onde a humanidade já passou por pelo menos duas “Idades” ou “Eras” diferentes, A Era Espacial, onde colonizamos o sistema solar, A Era Interestrelar, Onde viajamos pela via lactea encontrando outras especies alienigenas, e estariamos em uma terceira era Era Intergalactica, onde conseguimos viajar entre as galaxias.

Ficamos por aqui, e a cada parte falaremos um pouco mais do cenário, e do sistema que estou criando para comporta-lo.

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