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OMNI Atualizando

Posted in artigos, cenário with tags , , , , on Fevereiro 24, 2011 by rsemente


Essa matéria terá bem mais foco o cenário OMNI, e não o que levou ele a desatualização.

Como falei, pretendo aplicar ainda mais os conceitos de singularidade. Para isso devemos primeiro procurar os RPGs que usam esse conceito, para sabermos se estamos criando algo que já existe ou não.


Singularidade nos outros RPGs

O primeiro que gostaria de falar é o GURPS Transhuman Space, que fala principalmente sobre transhumanismo, que é a palavra para a nova espécie de ser humano que surgirá depois do Homo Sapiens. Nesse cenário a humanidade é capaz de alterar os próprios gens, criando assim novas espécies, criando espécies de homens mais inteligentes, mais fortes, mais bonitos, misturando-os com genes animais e assim por diante. Também temos aprimoramentos (Uplifts) de animais, transformando animais irracionais em animais racionais (geralmente golfinhos e chimpazés, mas nada impede outras espécies como um elefante!). O terceiro tema é o processo de informatização da mente (upload ou brains peling), que é o processo de copiar a mente de um individuo para o computador, e transforma-la em uma inteligência virtual, mas que geralmente possui interface com o mundo real ou com um mundo real simulado virtualmente. Como o cenário não é muito tempo no futuro, apenas alguns poucos indiciduos estão vivos com muito mais de 100 anos. Inteligencias Artificiais auto-aprimorantes livres parecem ainda não existir, mas podem ser o foco de uma aventura.

O segundo cenário é o Eclipse Phase, que foca basicamente em eventos de singularidade, e possui tudo que existe no GURPS Transhuman e muito mais. A Queda (The Fall), o grande evento que dizimou a Terra a dez anos a traz, foi supostamente alvo de uma inteligência artificial auto-aprimorante criada para fins bélicos, os T.I.T.A.N.S. Nesse cenário boa parte das pessoas foram informatizada, e um cérebro digitalizado pode ser transmitido para um novo corpo quase instantaneamente no momento da “morte” de seu corpo, sendo este o melhor meio de viagem interplanetária. Aqui a humanidade praticamente já é imortal, e passa por uma transição entre humanidade e super-humanidade. Exemplo, o que o mestre faria com um personagem com dezenas de cópias todas com um mesmo objetivo? Um personagem só poderia pilotar uma nave inteira, ou ser um time completo, vito também que habilidades também estão disponíveis para ser aprendidas virtualmente ao estilo Matrix.

O terceiro cenário que toca no assunto é Dispora. Na verdade depois da humanidade popular toda a galáxia, algo aconteceu com o sistema de portais interestelares do império, que a civilização humana se fragmentou. Agora o resto de civilização existente sobrevive com tecnologia relativamente precária, uma sombra que foi no passado, e em pequenas redes de sistemas interestrelares. Apesar do cenário não se focar nesse evento ele deixa indícios de que alguma singularidade destruiu o império.

OMNI

Como visto, a singularidade é o principal antagonista no RPG Eclipse Phase, mas a própria humanidade esta passando pelo processo de evolução acelerada. Em OMNI podemos considerar que a humanidade já sofreu o processo de aceleração, se tornando uma espécie bem superior que atualmente. Para os humanos do quarto milênio, viajar entre as galáxias é normal, e “se conectar” a equipamentos (não é preciso ligar nada, os equipamentos sentem a presença e necessidades do individuo, reagindo aos seus pensamentos) que sugam energias de sois inteiros é tão normal quanto possuir computadores capazes de rodar os jogos mais novos no mercado.

Em OMNI os principais inimigos são os Exars, uma civilização tão poderosa quanto a dos personagens jogadores mas vinda de uma parte distante do universo, ou de outro universo, onde provavelmente algumas propriedades da matéria eram diferentes. Os inimigos secundários são novas singularidades recém despertas, que podem surgir “no planeta mais perto de você” a qualquer momento e de várias formas.

Cérebros Artificiais engolidores de sois, enxames de nanos robôs espaciais destruidores de planetas, buracos negros artificiais destruidores de galáxias,  Inteligências Artificiais absorvedoras de civilizações (Borgs), Vírus Quanticos de destruição em massa, Viajantes Inter-temporais predatórios … Esses e qualquer outro problema podem servir de pano de fundo para uma aventura inteira ou até para uma campanha.

Possibilidades de jogo

Então o primeiro passo para o mestre seria definir que tipo de problema e que desafios esse problema trará aos jogadores. Os personagens farão parte de uma comissão que investiga o desenvolvimento de singularidades em planetas em desenvolvimento, investigando de maneira aberta (entrando em contato diplomático, provavelmente em casos de civilizações com tecnologia interestelar) ou de maneira secreta (se disfarçando e se envolvendo secretamente com a sociedade em desenvolvimento).

Em todo o caso deve-se descobrir que tecnologias estão sendo desenvolvidas pela civilização. Aqui pode entrar envolvimento direto dos jogadores em definir o problema e os fatores envolvidos (espécies, níveis tecnológicos…), criando assim o cenário parcialmente colaborativo (de forma similar que o Diáspora faz com a criação dos sistemas estrelares pelos jogadores). Em seguida deve-se colocar complicações nas relações dessa civilização. Guerras entre espécies, eugenia, espécie biologia completamente fora de padrão (ex.: nuvens de gases vivas), burocracia exagerada, algum aspecto cultural extremamente exagerado (ex.: todos são cleptomaníacos).

Então diante da criação do cenário e do problema, os jogadores deverão tomar decisões para solucionar o problema, que é claro não pode ser realmente fácil mesmo com as dificuldades expostas. Para complicar mais as coisas o mestre pode criar um segundo fator complicador, maior e secreto (que influencia o problema aparente). Esse fator pode ser até o envolvimento dos Exars, mas deverá servir como trunfo para o mestre deixar os jogadores surpresos e atraídos pelo jogo. Imagine que os jogadores estejam tentando impedir o desenvolvimento de uma nova tecnologia pela espécie, e por traz uma facção de corruptos da própria Organização Inter-Galáctica, da qual fazem parte os personagens jogadores, tenta desenvolver a tecnologia para usar como arma em algum outra trama secreta.

Me ajudem

Pois bem, acho que por hoje é só. Estamos desenvolvendo cada vez mais e mais o cenário antes de voltar para o sistema, que não deve representar tantos problemas assim, e boa parte já está pronto. Agora gostaria da sugestão de vocês quanto ao rumo que devem seguir o cenário (mais exars e menos singularidade, ou o inverso) e sistema (com cartas mais narrativo ou com dados de seis lados menos narrativos).

OMNI Desatualizado! (parte 1)

Posted in artigos, cenário, Devaneios with tags , , , , , , , on Fevereiro 10, 2011 by rsemente

Há alguns meses suspeitava que meu cenário de RPG, OMNI, provavelmente estivesse completamente desatualizado cientificamente, e hoje confirmei.

No inicio do cenário, por volta de outubro de 2009,  a base de OMNI, um cenário espacial, era abordar não apenas as estrelas próximas de nós, nem as estrelas em nossa galáxia, mas todo o universo. Logo de inicio tive um problema: Quantas espécies com tecnologia avançadas poderiam existir no universo?

A resposta era bem variável.

OMNI  Antes

Frank Drake foi o criador de uma equação que busca quantificar quantas espécies alienígenas civilizadas podem haver na via láctea. Utilizando a sua equação, Equação de Drake, e a alimentando com dados astronômicos e probabilísticos obtêm-se o numero de alienígenas inteligentes que podem estar do nosso lado (se é que 100.000 anos luz pode-se chamar de lado).

Levando em conta dados otimistas chegaríamos a um bom numero, suficiente para justificar um cenário tipo Star Wars ou Star Trek, levando em conta os dados mais pessimistas (ou realistas) chegaríamos a 1 ou menos de uma espécie em nossa galáxia, o que nos tornaria seres realmente especiais.

Para OMNI levei em consideração a pior estimativa, afinal com tantas galáxias no universo seria bem difícil conseguir lidar com bilhões de espécies, e ainda reduzi o número para comportar apenas espécies com capacidade de viagem intergaláctica.

Até o inicio do cenário as estimativas pessimistas eram parcialmente suportadas por três fatores: o Paradoxo de Fermi, a falta de dados, e as tentativas das religiões em manter o homem como um ser especial no universo.

O Paradoxo de Fermi

Enrico Fermi foi um notável físico, conhecido como nada mais nada menos como o Pai da Bomba Nuclear. Em uma conversa com colegas nos meados do século passado sobre UFOs, ele repentinamente perguntou “Onde eles estão?” e começou a fazer uma série de rápidos cálculos estimados, sua especialidade, chegando a conclusão que nós já deveríamos ter sido visitados a muito tempo a traz.

A partir dessa conversa foi postulado o famoso paradoxo que de forma simplificada é: Se deve haver tantas espécies alienígenas no universo, por que não existem evidencias de suas existências?

Sobre a suposta falta de evidencia, talvez seja apenas falta de tecnologia, ou de compreensão de nossa parte em identificá-los (ou talvez eles que não queiram ser identificados).

A Revolução de Kepler

Então chegamos no segundo ponto: Falta de dados. Quando comecei o cenário OMNI havia apenas cerca de três centenas de exo-planetas descobertos, e a grande maioria muito maior que a terra. Apenas 2 planetas tinham possibilidade de estar dentro da zona habitável, região ao redor de uma estrela que um planeta possa suportar água no estado líquido.

Felizmente, para a ciência, esse segundo ponto agora não é desculpa.

O telescópio Kleper foi lançado em 5 de março de 2009, com a missão de identificar novos planetas através de uma técnica que identifica a diminuição de luminosidade que um planeta gera ao passar na frente de sua estrela, por isso só consegue identificar planetas que passem na frente da estrela em relação ao telescópio. Os primeiros resultados da analise dos dados desse satélite começaram a sair esse ano.

Há algumas semanas os cientistas que analisam os dados no telescópio Kleper relataram a descoberta de uma estrela com 6 planetas em seu sistema, todos muitos próximos e alguns de tamanhos similares ao da terra. Quarta feira da semana passada (só que vi hoje), a mesma equipe disse que havia 1.235 candidatos a planetas (mais do que todos os exo-planetas encontrados até hoje) , sendo que 54 podem estar na zona habitável, e destes 5 possuem tamanho similar ao da Terra (até 1,25 vezes ao da terra).

O numero por si só é impressionante, mas fica ainda mais quando analisamos três das limitações do telescópio: Os resultados obtidos são apenas de dados entre maio e setembro de 2009, restando analisar dados até 2011, e os futuros dados que capturará até pelo menos 2012.  O telescópio analisa apenas uma pequena porção de nossa galáxia, consegue detectar estrelas com até 3000 anos luz, e um campo de visão de apenas 1/400 do céu, restando para analise apenas 156.000 estrelas no campo de visão do Kepler. E ele só identifica planetas que estão cruzando o espaço entre a estrela e o telescópio, restando muita vezes mais planetas que provavelmente não cruzam a sua estrela em nosso campo de visão.

Isso levou a seguinte declaração de um dos pesquisadores da missão: “O fato de que encontramos tantos candidatos a planeta em uma fração tão pequena do céu sugere que há incontáveis planetas orbitando estrelas como o nosso Sol em nossa galáxia.”

Infelizmente não possuo tempo para tentar alimentar as Equações de Drake com esses novos dados, mas tudo parece confirmar o “Principio da Mediocridade” .

O Principio da Mediocridade

Esse principio foi desenvolvido ao longo do tempo e, como resultado, culmina no conceito que não há nada de extraordinário na terra ou nos humanos.

No inicio o homem achava que a terra era única e que tudo no céu girava em torno dela. Depois descobrimos que nós que giramos ao redor do sol, e que além disso existem outros planetas em nossa vizinhança (e que até pouco tempo acreditava-se na possibilidade de haver civilizações avançadas). Descobrimos que existem muito mais estrelas do que achávamos que existia, e estas se organizavam em galáxias, e que também não estamos no centro de nossa galáxia. E observando todo o universo observável, também é provável que, se existir um centro no universo, não estejamos no centro dele.

Além do mais, assim como galáxias são comuns no universo, assim como estrelas são comuns no universo, agora confirmamos que planetas são comuns no universo, e que por conseqüência nos levará a conclusão que a vida é comum no universo, e provavelmente a vida inteligente seja comum no universo e em nossa galáxia, e até em nossa vizinhança. Isso tudo sem levar em considerações as evidencias de nossa mediocridade encontradas nos avanços das ciências biológicas.

Sobre o terceiro ponto não discuto aqui, e deixo para vocês a reflexão, mas acredito que o universo, e sua perfeição, é a própria prova da existência de algo superior, e não é o fato de não sermos únicos que não deixará de ser o que somos.

E Agora OMNI?

Essa é uma pergunta que ainda não tenho condições de responder, mas que pode nos levar a várias abordagens no cenário.

Acredito que o Paradoxo de Fermi é respondido por vário fatores: primeiro pela dificuldade em se viajar pelas estrelas. Segundo nossa tecnologia pode ser “primitiva”, incapaz de captar sinais que percorreram o espaço de forma clara. Terceiro nossa incapacidade de compreender estes sinais, pois assim como dificilmente entendemos métodos de comunicação de outras espécies no nosso proprio planeta, quem dirá identificar sinais de transmissão de outras espécies em outros planetas.

Mesmo assim em um mundo fictício onde a viagem mais rápida que a luz exista, não é muito realista que apenas algumas espécies tenham capacidade de viajar mais rápido que a luz. Se levarmos o Principio da Mediocridade em conta, se nós descobríssemos a viagem FTL (Faster Than Light, mais rápido que a luz), por que qualquer uma das outras milhares de espécies inteligentes nos milhares de planetas também não descobririam, se muitas tiveram muito mais tempo que nós para descobri-la.

Isso pode ser respondido com uma palavra: Singularidades.

Já falei um pouco sobre elas aqui, as singularidades são eventos que crescem em magnitude de forma exponencial, crescendo cada vez mais e cada vez mais rápido, até chegar em um ponto que o evento chega ao infinito, culminando em algo completamente diferente do que era anteriormente.

A singularidade da matéria são os buracos negros, a singularidade da computação podem ser as inteligências artificiais auto-aprimoradas, a singularidade da medicina é a imortalidade…cada singularidade ao ser atingida  muda completamente o mundo ao seu redor.

Visto isso, acredita-se que a criação de algumas singularidades, em especial a da computação, pode ser fatal para uma civilização.

Felizmente (ou infelizmente) esse conceito é a base de vários RPGs, em especifico o Eclipse Fase.

Então, para tentar solucionar o problema do cenário, podemos acrescentar como antagonistas as Singularidades no universo.

CONTINUA…

 

 

OMNI Origens

Posted in artigos with tags , , , , , on Outubro 8, 2010 by rsemente

Como falei, eu mudei de certa forma o escopo inicial do projeto. Mas isso foi duplamente bom!

Primeiro, creio que agora tenho “em mãos” um sistema mais inovador e mais divertido, usando regras do poker Texas Holde’n. Segundo a versão 0.1 está pronta!

Sim OMNI está pronto!!!

Para ver o resultado do sistema, basta clicar aqui:

https://docs.google.com/document/pub?id=1cPRCuSkVhoenW1A8wjZ8XQJKUjmN_D6m3cUnPmjLKTQ

Essa versão do jogo que chamei de OMNI Origens, se passa 200 anos antes do OMNI que descrevi anteriormente. Algumas características do cenário do jogo:

  • Tudo se passa na Via Láctea (nossa galáxia), e não no universo todo.
  • Outra redução é o sistema de naves, ele simplesmente não existe nessa versão, isso por que as naves nessa época são fracas em comparação aos celestiais e aos Exars.
  • O nome do inimigo agora é “Exars”, nome que re-batizei a Horda, pois inicialmente só lembrei da Horda do universo de He-Man, mas me lembraram da Horda de WoW e para os jogadores – que são muitos- pegaria muito mal.
  • Temos quatro espécies na Via Láctea, Humanos e Gondreds, e duas novas, Lumens e Aurans. Os detalhes sobre elas ainda estão sendo desenvolvidos, espero ajuda de vocês.

Ficha de personagem:

https://docs.google.com/document/edit?id=1-HtDk2-wCG_QkI8M3uSI2lxRtRARfiyPqyGt2tQr98Q&hl=en

Também estou tentando desenvolver um escudo para o mestre, e um compêndio de ganchos para aventura.

Enquanto isso, leiam (pois o texto é bastante curto), e em breve estarei fazendo um Playtest, e colocarei aqui o resultado da sessão e as alterações do sistema.

 

 

OMNI: Guinada total!

Posted in artigos, regras with tags , , on Setembro 30, 2010 by rsemente

Começei a escrever esse post há algum tempo atrás, mas acho que é ainda válido, principalmente pelos frutos dele.

Depois de uma viagem de seis horas totalmente massante (como eu enjôo não consigo ler nem usar computador), e sem nenhum som tocando inteligivel, o desespero foi tão grande que me arrisquei a ler em movimento o zine Mamute, produzido pela Secular Games (ainda faço uma resenha dele aqui), um zine totalmente radical, “contraventista” e nem um pouco amador (seus autores estão entre autores consagrados de livros de RPG e de blogs).

É claro que pouco tempo depois a luz solar me abandonou e voltei a ficar totalmente entediado. Mas ainda continuei a pensar no zine. Em uma das matérias, na verdade no editorial e uma das matérias, falando sobre o histórico do RPG e o retrocesso para o RPG que foi o sistema D20, e no final chamava as armas os leitores a criarem seu próprio RPG inovador.

Lembrando disso, relembrei de várias discussões da galera da lista de blogs sobre sistemas alternativos (cujo principal representante é, ao meu ver, o Shingo do paragons), como sistemas que usam cartas de baralho, e até sistemas que usam pega varetas (cujo o Phil levou pra frente e criou o sistema para o concurso do .20 e acabou ganhando a parada).

Comecei a ler eu comecei a pensar sobre o sistema de OMNI, e cheguei a uma conclusão de mudança fantastica, por que não usar cartas? E de formas inovadora do que apenas dados de papel!

Sim eu pensei nisso e o fruto está quase pronto. Por enquanto é isso, mas em breve vocês verão muito mais!!!

Há! e não se esqueção de participar da promoção:

Promoção 2 ANOS de Pergaminhos Dourados!!!

OMNI: O Retorno (Versão 0.01)

Posted in cenário, regras with tags , , , on Julho 29, 2010 by rsemente

OMNI voltou.

Há algum tempo apresentei um cenário de ficção científica e fantasia aqui no blog, mas a muito tempo nada falei como andava o projeto. Isso por que estava fazendo o sistema, e as primeiras opções para a criação dos personagens jogadores.

Agora a primeira versão Beta está pronta. Apesar de permitir apenas Guerreiros Celestiais como personagens, alguns das características para Capitães de naves já estão esboçados, e em breve colocaremos detalhes de jogo para as naves.

Por enquanto basta clicar aqui para ver a versão mais recente de

OMNI

Fim do Super Mês de Artigos II!

Posted in eventos, Notícia with tags , , , , , , , on Março 1, 2010 by rsemente

Pois é galera, finalmente terminou o super mês de artigo II, não foi tão super quanto eu esperava, mas pelo menos consegui publicar um post por dia. Foram 28 posts, e os de maior sucesso sem duvida foram os posters motivacionais, que deverão continuar aparecendo por aqui (talvez mensalmente e não semanalmente, mas tentarei fazer quinzenalmente).

No mais ressuscitamos o cenário Guerras Dracônicas e estamos avançando com o cenário OMNI, além de continuarmos com adaptações para Mutantes & Malfeitores, assim como os novos modelos.

Ai vai uma lista com os 28 artigos publicados para quem não pode acompanhar, agora pode escolher os que achar mais interessante pelo título:

OMNI: Mais estranhos que a ficção (Parte4)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 4

Posters Motivacionais: Minotauros (protesto)

ThunderCats

OMNI: Super Poderes e Naves Cósmicas

Posters Motivacionais: Halflings

RPGCon 2010!

OMNI: Mais estranhos que a ficção (Parte3)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 3

Super Filmes Nerds: 2010 até 2012

A Escala do Universo

Novos Arquétipos:A Criatura e o Mestre

Posters Motivacionais: Elfos

Flash Game Série: Grow

OMNI: O Inicio de um dia na vida (parte 2)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 2

Resenha: Dragon Slayer 28

SWAT Kats: The Radical Squadron

Heöe, o mundo dracônico

Posters Motivacionais: Anãs Old School

Iniciativa M&M: Red Mist

OMNI: O Inicio de um dia na vida (Parte 1)

Conto: O Início Parte 1

Novos Arquétipos: Super Piloto

Posters Motivacionais: Gurps respeita os Coveiros

Iniciativa M&M: Big Daddy

Novos Blogs de RPG: Janeiro 2010 (Parte 1)

É isso ai pessoal, infelizmente não foi tão bom, mas com certeza foi bom, várias sementes foram plantadas e gerarão frutos ao longo do tempo.

Se você gostou de alguma coisa em particular e gostaria de ver mais por aqui, basta colocar seu comentário que ele servirá de combustível para mover a maquina de estimulo que me faz escrever.

Valeu e até o próximo ano!

Ops, quis dizer até o próximo ano com os super mês de blogs! Quarta-feira tem os novos blogs de fevereiro!

OMNI: Mais estranhos que a ficção (Parte4)

Posted in contos with tags , , , on Fevereiro 28, 2010 by rsemente

… Continuando

Eles também não possuem sexo, se reproduzindo por um processo chamado de “necromitose”, onde após morrer o corpo do individuo se divide em alguns pedaços que se transformaram em uma espécie de larva que se tornará um individuo completo em alguns meses. A variação genérica é possível pois possuem três cadeias de DNA, uma delas nada mais é que um deposito de variados DNAs, obtidos através da alimentação. Quando se divide a larva será compostas de várias células que tentam aleatoriamente absorver esse deposito de DNA, restando apenas aquelas que não sofrerem mutação.

Eles cunharam sua civilização completamente no meio liquido. O planeta natal deles, de nome impronunciável para nós humanos, assim como todas as outras palavras de sua língua, significa uma palavra que ao mesmo tempo tem significado de água, gelo e terra, na verdade é como se a palavra deles para água, gelo e terra seja derivada dessa palavra original para o planeta.

O som original de um Pisci é algo similar ao som de baleias e golfinhos, indo ao espectro subsônico do som, e capaz de ser emitido originalmente apenas pela água. Os Piscis tiveram que se adaptar ao mundo atmosférico, e seus “embaixadores”, se utilizam de conversores de som para pronunciar palavras no meio atmosférico, além de necessitarem de um suplemento alimentar que permite a adaptação do corpo para resistir à atmosfera desidratante.

A seguir: Uma diferente evolução tecnológica

Abro o arquivo de um livro narrado que conta a história da evolução tecnológica dos Piscis, focada na exploração espacial.

Continua…