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Campanha Old Dragon: Sessão 05

Posted in campanha with tags , on Outubro 30, 2012 by rsemente

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A pequena multidão se formou querendo invadir o prédio a todas as custas, mas os grandes heróis dizem que eles mesmos, sozinhos, vão invadir e extirpar o mal do local.

O Halfling, O Clérigo, O Minotauro, O Elfo mago, Guerreiro e O Ladrão entram  no local facilmente, e logo percebem a emboscada, Arqueiros posicionados em duas escadas laterais atiram flechas sobre eles, outras cultistas revelam suas verdadeiras formas e se dividem em quatro criaturas pequenas e mortais, mas não suficiente mortais para o grupo que derruba todos, deixando apenas que um deles fugisse para o andar de cima, O Halfling segue o ser para que não cause problemas futuros.

Um grande portão de madeira do outro lado da pequena torre é aberto e uma ponte de madeira leva até um estaleiro localizada em uma parte mais profunda do rio. Eles começam a atravessar o local cuidadosamente, quando metade do grupo se encontra na metade da ponte, arqueiros aparecem cm arcos e flechas flamejantes no topo do estaleiro, e um no primeiro andar da torre de pedra.

O resultado não poderia ser outro, eles atiram não nos heróis, mas na ponte de madeira, que começa a pegar fogo. Todos correm para o lado do estaleiro, menos o halfling, que explorava o topo da torre de pedra e aborda um dos arqueiros com um certeira e fatal adaga nas costas.

Quando chega ao outro lado o portão do estaleiro, que estava fechado, é aberto na força bruta pelos homens de armas, e lá dentro mais três cultistas se preparam para embarcar em um pequeno barco.

– Vocês quase que estragaram nosso plano, peguem eles – falou o cultista do meio, que remove o manto e apresenta uma cara demoníaca, e entra no barco.

Os demais cultistas removem seus mantos e apresentam a sua natureza dupla, se dividindo macabramente ao meio, e atacando os personagens.

O mago elfo lança uma de suas magias mais fazendo duas criaturas dormir, outras duas atacam os demais personagens enquanto os arqueiros surgem em passagens no teto e atacam o grupo com flechas.

O Ladino Han Solo sobe do lado esquerdo e o novato Homem de armas do outro para inibir a ação dos arqueiros. No chão o mago, o clérigo e o minotauro enfrentam as outras duas criaturas restantes, mas antes que qualquer coisa a mais seja feita o minotauro avança em carga no barco e com um salto ataca o líder ferozmente.

A batalha continua, o ladrão e o home de armas conseguem vencer os arqueiros com alguma luta, e o clérigo com o mago derrubam as outras duas criaturas restantes, e com um golpe com duas espadas o minotauro subjuga o líder que pede misericórdia.

Toda a estrutura começa a sofrer mais com o fogo, inclusive a torre de pedra, e todos fogem para o pequeno barco, resgatando o pequenino que se viu cercado de aldeões prestes a saquear a torre.

Personagens:

O Halfling, Ladrão

Han Solo, Humano Ladrão

Chibatox, Minotauro Homem de Armas

Cajado verde, Mago Elfo

Barsom, Clérigo de Heöe Humano

Homem de Armas Humano

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Campanha Old Dragon: Sessão 04

Posted in campanha with tags , on Maio 23, 2012 by rsemente

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Os heróis passam alguns dias descansando sem se preocupar com muita coisa, deixando que os clérigos rezem ao deus Heöe por iluminação sobre o ovo.

Enquanto isso o clérigo Barsoom é chamado para uma cerimônia especial, e ao mesmo tempo os heróis recebem uma carta com os dizeres: “Um serviço aguarda os heróis na taverna estreita no fim do beco negro. Ass. A Guilda”.

Após uma breve discussão, o pequeno Halfling e o esperto Han Solo partem para o peco, abandonando o clérigo em sua cerimônia.

Na taverna do beco os dois heróis se encontram com um homem, chamado Jack, que lhes oferece várias moedas de ouro elo serviço de matar um mago maligno. Eles decidem aceitar, e precisam voltar depois de dois dias a noite para receber os detalhes do serviço.

No templo o clérigo descobre que a cerimônia é seu ritual de passagem. Pequenas estátuas de Titãs de pedra são colocadas ao redor do grande globo de pedra que representa Heöe. Depois de algumas preces é dada a ordem para Barsoom destruir os titans, um por um, e assim ele termina de se sagrar um verdadeiro clérigo de Heöe.

Os dias se passam e eles ficam sabendo de relatos de desaparecimentos em uma vila ao sul da grande cidade. Ao mesmo tempo o Bispo do templo também lhes fala sobre a possibilidade de um culto na cidade portuária de Porto Sul, localizada ao Norte.

Os heróis decidem verificar o contrato do suposto assassinato e após duvidar do contrato decidem não realizá-lo.

 Eles decidem então rumar para porto Sul, a fim de procurar o suposto culto, e após observar uma tarde inteira encontram um grupo de homens suspeitos vestidos de mantos aparentemente de alguma religião desconhecida, e carregando um estranho saco pesado em suas costas.

Eles seguem os suspeitos até uma torre na muralha da cidade, e decidem vigiar. O halfling se disfarça de uma criança mendiga e depois de muito tempo os suspeitos decidem expulsar o mendigo, subornando um guarda para “levá-lo dali”. Os seus aliados que observam a situação em uma distancia segura decidem agir.

Enquanto o clérigo distrai o suspeito, Hansolo chega sorrateiramente pelas costas e enfia sua adaga na garganta. Nesse momento metade do corpo cai, e a metade de baixo se revela uma criatura diferente. Um ser formado com metade do corpo e as vísceras formando a parte superior, enquanto no corpo caído, a parte de cima, sua caixa torácica forma algo como as pernas de uma aranha formada pelas costelas.

 Eles matam o resto do corpo e o levam para a rua principal da cidade para incitar o povo contra o local profanado.

Uma pequena multidão se forma e marcham com forcados, tochas e os corpos mutantes como bandeiras contra o mal.

Continua…

Campanha Old Dragon: Sessão 03

Posted in campanha with tags , on Abril 23, 2012 by rsemente

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Os heróis acordaram depois de uma noite no acampamento no meio da estrada entre a pequena vila Dehn e a grande cidade de Arduin. Depois de pouco tempo de viagem em direção ao sul chegam a uma bifurcação. Duas placas apontam o sentido: A estrada da direita indica Porto Norte, e a da direita duas placas separadas que juntas dizem Ponte Ilha.

Após um pouco de discussão decidem descer pelo caminho mais curto, o do Porto Norte.

Pouco depois do meio dia encontram a pequena cidade portuária a margem de um lento rio caudaloso, chamada Porto Norte, mas a cidade era estranhamente murada.

Eles entram na cidade e logo procuram o conforto de uma taverna.

Enquanto isso a pouco tempo atrás dentro da taverna se encontram figuras bem estranhas. Um grupo com oito goblins, um elfo mago, um ladr..ops homem chato metido a boa pinta e um punhado de outros clientes comuns.

Todos escutam as histórias contadas pelos oito goblins que matraqueiam sobre gigantes matando monstros e comedores de ovos gigantes saídos de galinhas não menores em cima de castelos nas nuvens na vila próxima de Dehn.

Nesse momento entram dois dos nossos heróis, o Minotauro Chibatox e o Clérigo de Heöe Sebastian Basoon. Eles se sentam e começam a beber um pouco e descansar da viagem, e logo se surpreendem com as conversas dos goblins e de como as suas histórias se modificaram e já chegaram em sua frente.

Uma bela atendente sai dos fundos com uma badeja a servir outros clientes, dando uma caneca para o clérigo e que o que atingi o alvo errado atiçando demais o minotauro, ela sai assustada e serve outros clientes.

Os heróis começam a conversar com o chato “boa praça” chamado Hansolo, enquanto o elfo é chateado por um goblim que cisma em puxar sua orelha. Eles percebem um misterioso homem de manto e capuz negro a escutar toda a história, mas sem nunca afastar as sombras de seu rosto.

Nesse momento uma pequena confusão começa e a atendente começa a ser assediada pelos goblins. De cara o heróis se levantam e pedem para os goblins se afastem, mas como estão corajosos pela bebida os mesmos não dão ouvidos a reclamação e escarneiam do “Homem Boi”.

Não agüentando o insulto o minotauro com um único golpe de seu chifre abre as entranhas de um goblin e faz jorrar sangue pelo o recinto. O Taverneiro se desespera e diz para não matarem ninguém na taverna.

Uma briga começa entre os agora sete goblins, os dois heróis, o ladino e o elfo. A maioria avança no minotauro que atacam impiedosamente o mesmo, mas quando o elfo e atacado por um goblin ele lança uma magia que com o toque frita o goblim com eletricidade, o que faz dois goblins votarem suas atenções para ele. Enquanto isso o clérigo consegue derrubar um dos goblins já cambaleando por um golpe do minotauro, e o mago sopra uma nuvem de pó que faz mais dois goblins adormecerem. Com outro golpe bem dado Hansolo derruba outro goblim, o que faz com que os dois restantes desistam de continuar a briga, e logo são postos para dormir pelos punhos do minotauro.

O minotauro começa a saquear os corpos do goblins achando moedas e uma poção, mas quando começa a pegar suas espadas um cavaleiro e dois guardas chegam a porta. A donzela que foi o estopim da confusão fala da culpa dos goblins, e após uma breve olhada em toda a cena ele manda prender os goblins. Eles apreendem as armas deixando apenas uma das espadas para o minotauro. Os heróis antes de sai deixam uma peça de ouro para pagar os prejuízos da taverna.

Os dois heróis, o ladino Hansolo e o elfo Ghilthi Anthalas Cajado Verde, se encontram fora da taverna e como se mostraram capazes e interessados são apresentados ao Ovo. Nesse momento alguém chama pelo clérigo nos fundos da taverna. Era a atendente que suplica para que a levem da cidade. Depois de implorar para que o clérigo a proteja contra o minotauro ela entra no grupo sob a proteção do Clérigo.

Após uma breve venda de armas, e chegarem até um pescador para realizar uma travessia mais barata, eles entram com a carroça no barco de pesca e atravessam lentamente para o outro lado, comendo peixes no caminho. Eles descem em um porto ainda maior chamado Porto Sul, mas não se interessam pela cidade.

Como já é próximo da noite eles acampam e durante a noite o clérigo de Heöe desposa a simples donzela, enquanto os outros dormem.

 Quando acorda partem para a cidade de Arduin, e pouco antes do meio dia avistam a grande torre de quase 100 metros de altura do castelo. Eles entram na cidade e encontram o templo de Heöe, uma aparente simples capela no topo de uma pequena elevação de pedra na cidade baixa. Eles entram no templo e são recebidos pelo sacerdote mais experiente que os ajudam a restaurar suas forças e começar a descobrir mais detalhes sobre o Ovo de guardião.

Continua…

Campanha Old Dragon: Sessão 02

Posted in campanha with tags , on Abril 10, 2012 by rsemente

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Sob o céu com 100 luas do mundo primordial, Adan, o mago, observa uma estrela cadente que se aproxima e incendeia em um rastro misterioso perto da pequena vila de Dehn.

No outro dia ele procura a caravana para viajar em direção da grande cidade de Enoht, a cidade de onde partirá a grande caravana. No meio da negociação uma multidão é ouvida na rua principal, e ao aproximar descobre os três heróis e um misterioso e gigante ovo.

Eles entram em negociação, onde o mago oferece ajuda e dinheiro para descobrirem mais sobre o ovo, e como lucrar com o mesmo.  Após se livrarem da multidão em uma taverna com um guarda gordo e um taverneiro mais gordo ainda, eles escondem o ovo na estalagem no porão da taverna, eles começam a conversar com bastante calma.

Então escutam um urro monstruoso, e observam na rua da vila uma abominação de mias de seis metros, com forma gorda e esguia ao mesmo tempo, pernas ossudas e pescoços muito longos. Seu corpo gordo e cheio de espinhos contrasta com sua cabeça de cobra com dentes rombudos e quase sempre fechados, e uma longa calda serpenteia e ataca em todas as direções.

Eles então tentam fugir e um estrondo estremece a estalagem, e observam que a criatura destruiu o pavimento superior com um golpe.

Eles fogem para o estábulo nos fundos, levando o ovo em um suporte de corda nas costas do minotauro, pegam uma carroça e tentam fugir da criatura.

Sem muita distancia da criatura que já começa a atravessar a estalagem por cima, ela dá um golpe fulminante que trespassa as quatro rodas da carroça além de matar a velha égua com um golpe só [20 no dado é isso].

Sem outra opção a não ser lutar, o pequenino lança uma adaga com precisão no pescoço extremamente fino da criatura, que pega em cheio fazendo um corte limpo que atravessa o pescoço.

O embate continua, com cada um tentando fazer o seu melhor, e descobrem felizmente, que a criatura é bastante lenta, aumentando e muito a chance de vida dos mesmos. Dois guardas se aproximam da criatura, um deles ataca com uma espada curta enquanto a criatura cambaleia para atacar com outra caudada, pegando no pescoço da mesma. Isso atrai o próximo ataque para si, e ele é derrubado com um golpe só.

Os heróis tentam de tudo, pular para criatura e atacar seu pescoço, escalar pelo seu corpo espinhoso, mas geralmente sem resultados muito satisfatórios. O outro guarda percebe a mesma fraqueza da criatura e ataca de novo no mesmo local, abrindo um sangrento talho no pescoço e o que faz a criatura chicotear o guarda com enorme força e arremessa-o a uma longa distancia, matando-o instantaneamente [dois 20 seguidos, felizmente dessa vez não foi contra os heróis].

O minotauro finalmente consegue escalar a criatura, mas a mesma balança e ele falha em se segurar, mas não antes de, no meio da queda, atacar com sua espada em cheio no pescoço da criatura e separar a cabeça do corpo, tombando o grande monstro.

A população sai de suas casas para ver a criatura tombada, os heróis começam a retirar dentes espinhos como troféu da criatura e o gordo taverneiro pensa em fazer um grande prato com um pedaço do bicho, o nobre responsável pela criatura surge para ver mas não ajuda nem um pouco os heróis com uma nova carroça. Com bastante raiva o pequenino vai até as barracas e com uma moeda de ouro distraí os guardas e rouba uma carroça e um cavalo, se encontrando mais tarde com o resto do grupo para seguir em viagem.

Antes de partirem um estranho sábio chamado Nem Fabah, da ordem dos magos mercadores, ou magos mercenários como são chamados pejorativamente, que dá algumas informações que são escutadas com receios pelos heróis. Ele diz que o ovo é provavelmente de um guardião, e que alguém deve estar por traz do ataque do monstro assim como a tentativa de esconde-lo nas antigas tumbas. Ele sugere procurar a ordem dos astrônomos para saber mais sobre o ovo.

Eles partem pela estrada em direção a cidade e eles conseguem perceber um goblim os observando, que foge pela floresta ao perceber que foi percebido.

No segundo dia de viagem um jovem chega em uma mula resfolegante, seguindo os heróis ele oferece seus serviços como pagem do grupo, que aceitam com certa relutância, principalmente após os lamúrias do pequeno Aragon, que demonstra uma grande curiosidade e é adotado pelo mago como aprendiz.

Continua…

Campanha Old Dragon: Sessão 01

Posted in campanha, resenhas with tags , on Março 27, 2012 by rsemente

Bom dia, boa tarde, boa noite galera.

Ultimo sábado (24/03/2012)  foi meu primeiro jogo de RPG do ano, e eu fui o mestre. O sistema escolhido Old Dragon.

Três jogadores atenderam ao chamado, e rolaram os dados para os atributos pela primeira vez em anos (a unica colher de chá que dei, dando 4d6 retirando o menor). A compensar os atributos um pouco melhores reduzi o dinheiro inicial de 3d6*10 para 2d4*10.

A aventura foi a primeira do suplemento “OD Aventura Que as Aventuras Comecem!”: A catacumba do necromante, apenas levemente alterada para encaixar na campanha que estou planejando. Outra modificação foi a implementação de uma regra diferenciada de iniciativa, baseada em uma roda e nas velocidades das ações, permitindo personagens com armas como adaga agir com o tempo mais vezes por turno, mas se mostrou ainda muito verde para usar principalmente na primeira sessão.

Para melhorar a sobrevivência do grupo estipulei uma regra um pouco diferente de pontos de vida: Os pontos de vida tradicional seriam transformados em pontos heróicos e os uma nova categoria de pontos de vida, pontos de vitalidade, que seriam igual a constituição. Quando o personagem perde os heroicos e chega na vitalidade ele é nocauteado e desmaia, e só morre quando perde todos pontos de vitalidade.

A ultima modificação foi a inclusão de uma regra de interpretação, onde os jogadores devem descrever o que farão e só depois o mestre indica quais serão os testes e os dados são rolados. Uma regra boa, mas que foi esquecida um pouco depois, mas que premento ir exigindo cada vez mais.

O jogo

Iniciando com os jogadores com pouco conhecimento ente si viajando em uma caravana no Mundo Primordial, cuja a noite bem iluminada com dezenas de luas habitadas não apagou a visão de uma estrela cadente que incendiou os céus e caiu em uma floresta próxima.

A grande maioria do pessoal da caravana se mostrou com medo do acontecimento, e começaram a arrumar suas coisas para partit o mais rápido possível. Apenas três  viajantes se mostraram corajosos: Um Clérigo Humano de Enlil, Um Pequenino Ladino, e um Minotauro de Armas.

Os três partiram sem problemas, abandonando a caravana que iria para a vila mais próxima (cerca de 6 horas de viagem). Os três corajosos viajantes entraram na floresta e encontraram o rastro de uns dois quilômetros da estrela cadente, cujo o impacto derrubou diversas arvores e afugentou os animais.

Chegando no ponto do impacto eles incrivelmente não acham nada, apenas um rastro com cerca de 2 metros de diâmetro. Eles seguem esse rastro até um cemitério antigo, e mais especificamente até um mausoleu.

Eles logo verificam que o mausoléu se encontra com as grades arrombadas, e crânios se mostraram guardando o local. Eles entram sem medo e logo na primeira entrada percebem um pedestal com o nome da família enterrada na catacumba. Uma grade de ferro tranca o único caminho existente, e após olhar cuidadoso do pequeno o minotauro perde a paciência e arromba facilmente a grade.

Ainda com certa fúria, o minotauro resolve correr sem cuidados e cai em um buraco no meio de uma bifurcação, o pequeno ladrão decide seguir em frente como batedor, e percebe a existência de alguém ou alguma coisa no corredor em frente. Ele se esconde e espera que duas criaturas passem por ele. Ele os ataca pela costa e o combate começa. O minotauro utiliza sua incrível força e derruba o primeiro, mas não adianta de nada, pois o segundo dá um preciso golpe com uma adaga no minotauro, nesse momento chegam mais dois seres por trás, e continuam o ataque mortal, derrubando o minotauro e o pequenino, dando a chance para o clérigo orar pela vida do minotauro fazendo-o despertar de seu nocaute, mas logo depois os dois são derrubados novamente. (Eu dei logo nas quatro primeiras rodas três 20! infelizmente foi todo mundo no chão rapidamente :P)

Os heróis acordam gravemente feridos e acorrentados de frente para o que prece um enorme ovo de 2,5 metros. O minotauro novamente se liberta novamente e o clérigo ora pela vida de todos.  Eles percebem que o ovo está ainda vivo e que provavelmente foi o objeto que caiu do céu. Eles liberam as pedras que bloqueavam a unica saída e encontram uma encruzilhada e uma escada subindo.

O pequenino sobe furtivamente a escada e começa a matar os seres que parecem estar dormindo, matando dois e sendo derrubado novamente pelo terceiro. O barulho chama atenção de outros inimigos na encruzilhada que são pegos de surpresa pelo mago e o clérigo. Um deles parece um mago ou sacerdote maligno, utilizando um manto vermelho. A batalha continua, mas eles derrubam todos.

Eles continuam investigando a caverna, se livrando de algumas armadilhas, e encontram um acampamento, onde encontram amis duas criaturas mas que felizmente conseguem vencer. Depois de encontrar o pequeno tesouro dos seres eles conseguem içar o ovo e desistem de vasculhar o resto da caverna, fugindo do local o mais rápido possível.

Continua…

Conclusão

O jogo foi divertido, mas jogar com apenas três personagens se mostrou muito mortal (mesmo se tirássemos a sorte do mestre). No final do jogo todos nos divertimos muito, as regras simplificadas do OD permitiram que os jogadores criassem os personagens em cerca de 30 minutos (com apenas apenas um livro). Ou seja, o OD não se mostrou nem um pouco desnecessário.

Nesse jogo também foi a primeira vez que utilizei um tablet, mas apenas como forma de livro pessoal, onde pude sempre estar checando rapidamente a aventura, e senti que ajudou muito, e ajudará ainda mais com o tempo (e quando pegar uma boa base para mante-lo parado quase como um escudo de mestre).

Reporte de sessão: GURPS 4E sessão 0 – Conhecendo o jogo

Posted in artigos with tags , on Outubro 19, 2011 by rsemente

No início do mês, dia 3/10/2010 (que aqui foi feriado), rolou o jogo meu primeiro jogo de GURPS 4e. Após todos fazerem a ficha (sem muito problema, a não ser um pequeno susto com o custo médio um pouco mais elevado), jogamos, o que foi apelidado de “Stars Without Lasers”.

O jogo rolou sem problemas, apenas um leve “falha” de design, pois a armadura que permiti que os personagens usarem agüentava o golpe de uma arma bem pesada sem medo! Tenho que rever toda a lista de armas e armaduras para os próximos jogos e principlamente para uma campanha.

Outra mudança que atrapalhou e incomodou os jogadores foi a regra de múltiplos tiros. Agora ficou bem mais simples: Se a arma tiver um RoF maior que 1 significa que pode disparar mais de um tiro por ataque. Para ver se os tiros pegaram basta ver o recuo da arma, quanto menor melhor. Se o recuo for 2 significa que se você atirar e tiver uma margem de acerto de 2 acertou mais um tiro, e por 4 mais 2, por 6 – 3 tiros, e assim por diante.

Ou seja, a margem determina quantos tiros acertaram, dividindo pelo recuo para achar a quantidade e limitado pela cadencia da arma.

A história resumida do jogo foi:

Em 1979, os personagens eram soldados da Otan do futuro (novas nações unidas, ou NONU segundo um dos jogadores, hehehe), e tinham que invadir uma nave pirata que atacava uma mina de asteróides. Chegando na nave por uma abordagem por traz (ui), eles invadem o corredor principal de serviço e encontram um robo segurança. A luta continua sem nenhum dos lados causar muito dano até que um dos personagens começa a atirar nos sensores da maquina, que após perder seus dois “olhos” se desativa sem ter para onde atirar.
Chegando na cabine principal eles encontram o pirata espacial, que avisa que estão lutando por uma causa perdida, e que ele mesmo foi contratado pela NONU (essa pegou) para realizar os ataques. Após mostrar as provas desse acordo ele diz ter contato com alguém com interesse nos soldados, o Dr. Bjorn. A comunicação se inicia e Dr. Bjorn oferece um trabalho para os soldados (que provavelmente serão eliminados para que nenhuma informação vaze), eles negam e tentam matar o capitão da nave, que desaparece (era um holograma que falava com os personagens). A sessão acaba.

Espero continuar com a campanha no final de novembro/dezembro, e se der continuar on-line também (aguardem).

Ponto cego: O ponto de vista que não se viu

Posted in dicas de mestre with tags , , , , , , on Novembro 7, 2008 by rsemente

Cegos, mas perigosos.

Cego, mas nem tanto

Lendo os dois artigos do Pf. Valberto, “Sessão ponto de vista: ser power ou não ser power” e “Sesão ponto de vista – segunda parte – o outro lado”, ao ir comentar o artigo o post ficou tão grande que imaginei um terceiro ponto de vista: A mistura dos dois!

Não pretendo aqui ser tão brilhante como Valberto, mas apenas uma forma de comentário mais avançada. Também não pretendo fazer isso de novo, mas se surgir a idéia não vou recuar!

Para resumir os dois artigos falam daquela época onde tramas de salvar a filha do fazendeiro já eram uma grande emoção, e o outro mostra os tempos atuais onde salvar a filha de um deus (ou em alguns casos o próprio deus) é o que torna a aventura interessante, ou seja, a chance de serem Lendários com uma tacada!

Os dois artigos são muito bons, e realmente os dois pontos de vista são validos. Mas um terceiro ponto de vista pode ser criado, principalmente como fonte de apimentar um dos dois pontos de vista.

Imagine aquele grupo de jogadores que está se dispersando de sua mesa, as campanhas estão sem graça, e muitos começam a faltar. Então você pode simplesmente tornar aquele plot “chato” que estava expulsando os jogadores de sua mesa em um verdadeiro épico! Ou então os jogadores após salvar 2d4 reinos então já se perguntando: qual é o próximo reino que salvaremos? E surge aquela missão ralé que irá fazer todos se entre olharem e após a primeira hora começam a perceber que o buraco é mais em baixo. Nos dois casos você tem uma boa chance de atrair a atenção deles.

A mistura deles pode ser muito boa. Como exemplo mais concreto imagine um grupo de 10 nível que sai para salvar a princesa do reino, todos já se perguntam: Vamos ter que despachar um bando de seqüestradores bunda moles? E diante do percurso se deparam com uma trama onde, só pra apimentar, a própria princesa aderiu a um culto maligno e planeja ressuscitar um deus/deusa maligno através de seu próprio sacrifício! (Para quem não se lembra essa trama é similar ao filme “Conan, O Destruidor”).

M. Night Shyamalan, o mestre das reviravoltas nas tramas

M. Night Shyamalan, o mestre das reviravoltas nas tramas

Começar com um conceito simples, e quebrá-lo em uma trama mais aterrorizante é juntar o melhor dos dois mundos! Na verdade o “Plot twist” (reviravolta da trama) é o que faz os telespectadores gostarem ou não de um filme ou livro. Imagine Senhor dos Anéis se durante moria eles tivessem fugido ou destruído o Balrog, e durante o ataque dos urukrai, eles tivessem derrotados todos os orcs, e rumado direto para os portões de Mordor, e através de muita ação, conseguido jogar o anel no vulcão onde ele foi forjado! Uma trama cheia de ação, mas com pouca emoção.

Acho que esse é o maior problema de muitas aventuras épicas do RPG atualmente, não há reviravolta. Se acharem que apenas usar os poderes dos personagens em situações desafiadoras em combate, sem nenhuma reviravolta, é o divertido em uma aventura, posso dizer que adoraria a Libertação de Valkaria, mas passar por 20 Dungeons/desafios sem nenhuma trama real, essa aventura passou despercebida por mim, e semana passada quando tive na casa de um primo e vi a aventura em cima da cama, não me dei ao esforço de folheá-la.

Por isso, sempre que sentir que as coisas não estão dando certo na campanha, cria algo que acorde os jogadores, o surgimento de um traidor (mesmo que inicialmente ele não tenha sido elaborado para isso), a descoberta que o vilão está fazendo o que faz apenas para salvar o mundo de um mal maior, e aquele reino que eles acabaram de salvar possui uma economia baseada em minas de metais onde escravos são usados sem nenhum pudor (mas escondidos da sociedade para não transparecer os “ideais humanitários”). Essas tramas são abordadas aos montes nos filmes e outros meios, e sabendo disso você pode tentar detectá-las para usar em suas aventuras. Mas tome cuidado, daqui pra frente pode parecer que os filmes não tenham mais a mesma graça!