Archive for the cenário Category

Crônicas de Akala, parte 0

Posted in artigos, cenário, contos with tags , , , , , , on Junho 6, 2021 by rsemente

Um conto interativo no mundo de Kalymba RPG

Hoje trago a vocês o início de uma saga no cenário de Kalymba criado pelo Daniel Pirraça, onde você escolhe o que acontecerá com Akala, a meia Aziza de cabelos vermelhos e fogo nas veias.

Sem mais delongas, vamos à primeira parte.

——–


As chamas trepidavam em uma miríade de cores de uma forma que Golã nunca tinha visto na vida. 

– Por Bao! – a bouda era uma mandingueira da vila e já estava em sua meia idade. Ela vestia uma armadura de anéis de ferro entrelaçada em um tecido colorido, e segurando um cajado reforçado com cilindros de metais e figuras entalhadas em toda madeira. Seus olhos brilhavam com a luz da fogueira que revelava formas que se moviam junto com o fogo.

As figuras se moviam com a fogueira, apresentando no centro uma pessoa com asas coloridas que pareciam bater junto com o tremular das chamas. Logo abaixo duas outras imagens pareciam lutar brutalmente. Então uma quarta figura surgiu debaixo da figura alada, só que menor, e logo foi abraçada pela primeira. 

As janelas de contas da casa de Golã balançaram violentamente, deixando um forte vento entrar que percorreu toda o ambiente circular, derrubando objetos das prateleiras e que logo fez a fogueira se apagar.

Demorou só um instante para que seus olhos de predadores se adaptassem à escuridão da cabana, revelando que, onde antes havia o fogo, restava apenas um bebê.

Golã esperou apenas o tempo suficiente para sua filha se fortalecer para poder rumar para um lugar mais apropriado para criar uma bebê como aquela. 

Apesar de praticamente careca, as feições dela, assim como a penugem vermelha que começava a crescer, demonstraram sem sombra de dúvida que Akala, como havia batizado a bebê, era meio-aziza, e apesar do preconceito para com os mestiços que geralmente havia nas comunidades daquele povo, a criança deveria crescer junto aos seus, e Golã estaria lá para protegê-la.

Além disso, Golã, que não parecia muito com seu povo, ainda era uma bouda, e sabia que crescer em um ambiente competitivo ajudaria Akala a se tornar uma adulta forte e resistente, da forma que Bao gostava.

Durante sua vida de aventureira Golã visitou quase toda Aiyê, ela olhou seu velho mapa enquanto amamentava a pequena Akala, e pensou nas tribos, vilas ou cidades de azizas que havia conhecido, e que seria recebida com o mínimo de aceitação necessária, o que já era bem difícil entre aquele povo xenófobo. Para qual delas deveria seguir?

Ela pensou em três opções: seguir para as terras elevadas e quentes da Etierra; para as montanhas geladas da Cordilheira Branca; ou para a Kokori, a colossal árvore sagrada na Savana Dourada?

———-

Uma bolda, uma das raças de Kalymba.

Agora é com vocês, onde Golã criará Akala, a bebê Aziza? Qual região você quer ver mais?

Comente abaixo, ou no nosso Instagram, onde você quer que nossa aventura comece, lembrando que o mapa de Aiyê que estou utilizando é esse aqui.

1) Seguir para as terras elevadas e quentes da Etierra; 

2) Seguir para as montanhas geladas da Cordilheira Branca, ou; 

3) Seguir para a Kokori, a colossal árvore sagrada na Savana Dourada?

Cada escolha tem uma consequência na personagem Akala, seja na ficha, seja na personalidade, na aparência ou até nos equipamentos, e influenciará os próximos capítulos da história. Também ajude, comentando o que achou, e dúvidas, sugestões ou reclamações (mas de forma educada, plz).

Um Aziza, a raça alada de Kalymba.

Mapa de Kalymba versão 1.04

Posted in campanha, cenário, mapa with tags , , , , , , , on Maio 28, 2021 by rsemente

Pensou que não ia ter Kalymba essa semana? Pensou errado otário!

Pois é, para comemorar o Playtest Kalymba versão 2.0, segue o mapa com algumas atualizações. Que atualizações? São cinco, duas estética e geográfica, e duas novas regiões:

  1. Contorno do litoral ajustado: Antes o contorno das cores da região saiam para fora do contorno do litoral, agora está direitinho. Só estética mesmo.
  2. Faixa de terra mais ampla entre o Platô do Capeta e o litoral: antes o platô do capeta era praticamente a unica separação da Banda Podre com a maioria das outras partes civilizadas, agora temos uma faixa de terra de 200km de largura que dá acesso por fora do platô, tanto para quem queira ir até lá quando para quem, ou o que, queira sair de lá.
  3. Costa safira diminuiu: No livro sempre disse que a costa safira era um pequena faixa do litoral, então reduzi para cerca de 300km (o que pode ser considerado pouco diante das dimensões da minha versão de Aiyê).
  4. Adicionei a Serra do Falcão: o território descrito na aventura do fastplay. Não está do tamanho que acho ideal (ficou meio grande), mas tudo pode ser um erro do cartógrafo e a realidade só pode ser vista com exatidão visitando o território.
  5. Adicionada a região de Jukana: essa região vocês vão conhecer com mais detalhes em algum momento, pois é nela que se passou a aventura Pé na bruxa, fogo na cara, narrada pelo Daniel Pirraça na RPGCon, e que estou escrevendo um conto do que ocorreu (ou uma versão).

Pois é, aos poucos temos um mapa cada vez mais complexo e com locais para se jogar. Então sem mais delongas, aqui vai os mapas.

MAPA DE AIYÊ (sem Grid)

MAPA DE AIYÊ (com Grid)

Kalymba: Mapas de Aiyê 1.2

Posted in campanha, cenário, mapa with tags , , , , , on Abril 26, 2021 by rsemente

Boa noite grandes RPGistas e Kalymbeiros de nosso Brasil!

Hoje trago para vocês uma nova versão do meu mapa de Kalymba. Por que uma nova versão, por três motivos, vamos a eles:

1 – O primeiro mapa que fiz só fazia referencia aos locais que tinha lido na primeira parte do playtest, As terras de Aiyê, e quando terminei de ler o livro encontrei mais alguns locais que apareceram principalmente na descrição dos Orixás e alguns nas raças. Alguns dos locais adicionados foi a Nyâmbia

2 – Não gostei muito depois que fiz da localização das Planícies Tugelinas, onde elas estavam dificilmente colocariam em risco outros reinos, como Tumbuktu na Costa Safira. Então aumentei para baixo as montanhas que agora está localizada Kuchakina, e como a costa safira estava enorme dividi em duas, colocando os dois locais lado a lado. Agora o reino de Shaga pode ameaçar mais regiões, e está bem mais próximo de outras, como o platô do capeta e a própria Kokori e a Savana Dourada.

3 – Amanhã começa minha campanha, Kalymba Forever, e como precisava de um local para “chamar de meu”, escolhi uma pequena faixa entre o platô do Capeta, a Savana Dourada e a Faixa do Kalabaya, e transformei na Planícies Kakhulu (que significa grande na língua xhosa). Como podem ver já adicionei alguns pontinhos lá, como uma cidade e três vilas, mas é claro que não era suficiente, e como precisava de mais detalhes ampliei o mapa e o refis com muitos mais detalhes (como podem ver no mapa mais abaixo).

Também posicionei os locais que descrevi nos dois primeiros personagens, Amra Umukura, o leão negro e Malika, a princesa jengu.

Sim, trouxe com vocês dois mapas ao invés de um. E na verdade como gosto de trabalhar com grids adicionei um grid também, com hexágonos de 100km de lateral, o que gerou duas versões de cada um.

Espero que gostem dos dois mapinhas para esse jogo que já nasceu grande, talvez o RPG nacional que nasceu maior que qualquer outro antes.

Se alguém souber de outro me avisa, mas se não, acho que podemos chamar Kalymba do Maior RPG Brasileiro de Todos os Tempos!!!

MAPA DE AIYÊ (sem Grid)

MAPA DE AIYê (com Grid)

MAPA DA PLANÍCIE KAKHULU (sem Grid)

MAPA DA PLANÍCIE KAKHULU (com Grid)

Malika, a Princesa Jengu

Posted in cenário, personagens with tags , , on Abril 6, 2021 by rsemente

2º Personagem de Kalymba

Olá moleques e griôs!

Hoje, como prometido, trago a vocês mais um personagem para o Kalymba, só que dessa vez é um mandingueiro.

O processo de criação também foi completamente diferente do Amra Umukara, pois enquanto nesse eu pensei no conceito do personagem para depois fazer a ficha, no mandingueiro eu pensei primeiro em fazer um personagem eficiente em mandingas para depois fazer a ficha.

Então vamos lá.

Vendo as regras de mandingas percebi que as principais características são: Inteligência alta (para ter mais mágicas), ter Ori alto (para ter mais axé e convocar mais mandingas) e ter PM alto (para ter acesso a magias mais altas). Como os dois atributos iniciais influenciam no PM uma coisa implica na outra, mas lendo o livro aprendi alguns truques.

A partir dai parti para a escolha da raça, visto que vão permitir ter atributos acima de 3. As escolhas mais fortes para um mandingueiro são, do pior para o melhor, Dooshura e Yumbo (+1 ginga), Bouda e Oboniano – babuínos e mandris – (-1 ginga, +1 ori), Oboniano – chipanzé (+1 int, +1ginga, -1ori), Aziza (+1 ori), Humanos (+1 em qualquer atributo) e Jengus (+1 ginga e +1 ori).

Logo foquei em escolher como raça uma Jengu, e procurando por imagens que inspirassem na criação do personagem achei fantástico as possibilidades. Lendo a raça elas são de fato feitas para conjurar mandingas, pois possuem naturalmente um bônus de +1 PM (que pelos meus cálculos poderia chegar a PM suficiente para adquirir as magias mais fortes do jogo, mas com alguns sacrifícios grandes em outras áreas).

Próximo passo seria analisar as mandingas para ter uma boa escolha, pois seriam no máximo 6 mandingas (total: int+1, com inteligência máxima 5, caso fosse um idoso, mas não queria que fosse o caso). Mas decido ficar com cerca de 4 magias, o que daria inteligência 3.

Incialmente decido escolher Forma Elemental, Sopro da Bruxa, Palma Cortante e Raio Maldito, mas seriam três magias de ataque, então decido substituir sopro da bruxa por Barreira Mística, para garantir uma boa proteção em grupo. Como o maior PM dessas magias é 11, posso decidir como devem ficar os atributos.

Primeiro decido ter Ori 4, em seguida Int 3 (para garantir as quatro mandingas), o que já me permitiu ter um PM de 8, precisando assim mais 3 de PM de outras fontes. Como decidi não usar, a principio, nenhum foco arcano (para deixar o personagem mais versátil) precisaria de outro atributo 3 ou alguma outra forma de adquirir mais PM.

Olhando para as habilidades especiais, com a obrigação de Arcanismo (2), só resta 1 ponto. Vejo que existe a Marcas do poder, que concede +1 PM, mas olhando para os Orixás vemos que Lewgã também possui um dom interessante Pinturas do poder que ainda aumenta a salvaguarda do personagem contra magias e de cara dá uma cor interessante para o personagem.

Então no final fico com PM 11: +3 inteligência, +2 Ginga, +4 Ori, +1 de Pinturas do Poder e +1 de Melodia da sereia por ser uma jengu. Sobram então 2 pontos de atributos, então escolho 1 de agilidade e 1 de vigor e força 0.

Pois é, o personagem fica fisicamente bem fraco, mas em termos de magia bem poderoso, e fico com a impressão, da forma que o jogo está, que a descrição dos atributos deveria ser 1 para atributos médios, 2 para atributos acima da média, 3 para atributos avançados, 4 para atributos extraordinários e 5 ou mais para atributos épicos, os atributos com “0” seriam atributos abaixo da média, e o “-1” para atributos muito fracos. Mas isso só para o fluffy, a mecânica poderia ser a mesma.

Definido a parte mais importantes para o conjurador, e na verdade quase tudo para o personagem, pois não resta mais nenhum ponto de habilidade especial, vamos para as perícias. Com um Ori alto, decido maximizar Vontade e Percepção. Para tentar maximizar a parte social do personagem, já que por ser Jengu ganho +1 em Persuasão e Sedução, tento maximizar essas duas pericias. Para que caso ocorra um combate (pois praticamente esse personagem é um mandingueiro de combate), coloco Tiro e Esquiva 3. Como o personagem é um mandingueiro, e possui uma ótima inteligência, coloco Misticismo 3. De inicio fecho com Salto 2 e Natação 2, para ajudar no background que estou criando, e por ser Jengu. Mas vendo com mais atenção, é extremamente interessante para qualquer grupo outros auxilios de cura mundana, então escolho dois oficio Alquimia e Medicina, pelo menos 1 em cada, e para isso reduso de Persuasão e Sedução, que ficam 2.

Para finalizar, escolho uma imagem Badass, que deixou o personagem muito invocada, e para representar esse estilo decido que terá Intimidação, então tiro novamente de Persuasão e Sedução e coloco Intimidação 2. Para finalisar, não é interessante sempre ficar para trás na Iniciativa, então tiro 1 de salto e coloco na ultima perícia.

A configuração final das perícias é: Natação 2, Tiro 3, Esquiva 3, Iniciativa 1, Salto 1, Intimidação 2, Persuasão 1, Sedução 1, Misticismo 3, Vontade 3, Percepção 3, Alquimia 1 e Medicina 1.

Agora para terminar equipamentos. De inicio, não seria necessário nenhum equipamento, mas vamos comprar pelo menos o básico para poder ficar um pouco mais aventuresca. Compro um Cajado como foco improvisado e arma (2G), Uma Roupa Comum, que seria um Bikini decorado, então compro a roupa pelo dobro (não é uma roupa de nobre, mas já combinaria com o background, 30 G), um Manto para dar aquele ar de mistério (2 G), um kit de primeiros socorros (15 G) e para finalizar uma Bolsa para levar as moedas restantes e o Kit (2 G). Sobram 49 Gana, o que pode ser considerado uma quantidade razoável para se adaptar as situações que possam aparecer.

Finalizado a ficha dei as ultimas pinceladas no background, que fui pensando enquanto criava a ficha.

Malika, a Princesa Jengu

História

A décadas atrás Malaika, a grande líder espiritual das jengus da Grande Queda da Lua, se casou com o rei Umoya dos azizas da Montanha Rachada, e juntos eles unificaram os dois povos sob uma só família governando supremas nessa região do norte do Platô do Capeta. Malaika já criava uma filha, e Umoya possuía uma filha com sua primeira esposa, que faleceu em uma guerra contra os boudas. Elas eram Malika e Mapiko, respectivamente, e foram criadas juntas, como irmãs, estabelecendo uma amizade que era conhecida e admirada em toda a região, até porque as duas pregaram peças em durante toda a infância. Até que Malaika morreu.

A aliança dos dois povos se desestabilizou quando Umoya, já em velhinho, ficou com banzo pela perda da mulher, a qual amava de todo o coração, e os vários conselheiros começaram uma disputa branda pelo poder.

Mas agora tudo pode piorar, pois Mapiko sumiu misteriosamente, e logo após Malika foi atrás de sua irmã, e as legítimas herdeiras dos dois povos não se encontram mais para ajudar a guiar seu povo.

Malika é uma bela jengu de cabelos verdes longos, com pele com tonalidade violeta puxada para o rosa, e barbatanas nos braços e pernas com pontas rosas fluorescentes e listras roxas. Seus olhos possuem uma cor rosa vermelha.

Desde criança, junto com Mapiko, foi instruída nos segredos dos orixás e das mandingas, se tornando conhecida por ter um fortíssimo axé. Malika se tornou devota de Lewgã, adorando cores e apaixonada pelo arco-íris que surgem diariamente nas águas que caem de Walunga.

Depois que sua irmã sumiu, o sorriso de seu rosto foi junto e deu lugar a um olhar frio e penetrante que tende a intimidar à primeira vista, ato que até agora não foi reprovado por Lewgã, mas isso pode mudar.

Ficha

Segue duas versões da ficha, uma preenchida a mão com a imagem de Malika (mas não editável), e outra com o auto preenchimento para quem quiser modificar e passar para os jogadores. Caso o façam boa diversão!

Obs: Senti falta da ficha de um lugar para colocar o PM do personagem, por isso preenchi a mão em um espaço acima das mandingas.

Malika: ficha editável (DOWNLOAD)

LOCAIS

Ainda não parei por ai, eu fiz uma pequena descrição do local de origem da personagem, que segundo alguns griôs contam, era assim mesmo:

“Protegidas pela altura de um dos pontos mais altos do Platô do Capeta, vivem as Jengus de Kuanguka Mwezi, a Grande Queda da Lua – ou apenas Jengus de Mwezi, para simplificar -, junto com os Azizas de Gununlunga, a Montanha Rachada, reinam soberanas na região. O Rio Walunga que surge a partir do lago Hawará, segue para o norte e corta a montanha Rachada em duas, formando uma grande ravina onde vivem os Azizas Gununlunga, com suas casas construídas ao longo do desfiladeiro de centenas de metros. Após cair formando Kuanguka Mwezi, ele parte em uma viagem de centenas de quilômetros até encontrar com O Grande Maisha, o rio da vida.

Em Kuanguka Mwezi, que possui mais de 1000m de altura e localizada no norte do Platô do Capeta, as jengus são famosas por seus saltos entre os pequenos lagos ao longo das cataratas formadas por Kuanguka e suas irmãs menores em forma de lua crescente.  Suas casas são construídas tanto dentro dos lagos, nas quais algumas torres podem ser vistas acima da superfície, ou agarrada na própria rocha, recolhendo água das cachoeiras para formar piscinas internas. Veneram principalmente Manijé e Lewgã, apesar de haverem cultos a vários outros orixás.

Elas protegem seu lar com unhas e dentes, e contam com a ajuda dos Azizas Gununlunga que vivem nas regiões próximas – um enorme chifre no topo da queda permite chamar o povo alado a vários quilômetros de distância cujo o som estrondoso ecoa através da montanha rachada.”

Minha Galeria de Kalymba

Posted in artigos, cenário, criaturas with tags , , , , on Março 31, 2021 by rsemente

Hoje temos uma contagem regressiva: 1, 2, 3, 4…

Vou trazer para vocês mais uma matéria sobre Kalymba, e se vocês (a meia dúzia de leitores que ainda leem esse blog) querem mais diversidade é só dizer nos comentários.

Nessas ultimas semanas lendo e criando coisas para esse cenário muitas vezes tive que pesquisar algumas imagens, tanto para me inspirar, quanto para colocar no Blog. Junto a isso de vez em quando sou bombardeado de imagens nos grupos de Kalymba que estou participando. E tudo isso gerou meio que um pequeno vicio em coletar imagens para esse cenário.

Então criei essa pequena galeria com 1.234!

O Super Dooshura veio para salvar o dia!

O trabalho demorou um pouco, e quem já mexeu no pinterest sabe como é um pouco viciante, quando vi já estava chegando nos 1.000, e quando pisquei já tinha passado, então decidi parar nos 1.234 imagens. Também organizei em subpastas com cada uma das raças do livro, e como os humanos e humanas são maioria dividi por:

“Guerreiras e Caçadoras”, “Guerreiros e caçadores”, “Mandingas” (que conta com mandingueiros e mandingueiras), “Criaturas”, “Kaningados” (que é como preferiria que fossem chamados os fraturianos), “Mascaras”, “Orixás” e “Companheiros animais” (que são humanos acompanhados de animais), além da categoria geral, que estão humanos sem identificação de ‘profissões’.

Então sem mais delongas, e novamente, apreciem sem moderação.

Ah! e aproveite também as outras matérias sobre Kalymba, como a Tabela de Mandingas!

Obs1: as vezes acho uma imagem que já tinha colocado e não lembrei, ai fica duplicado, eu tentei passar um pente fino para remover a maioria, mas aqui e acolá poderão encontrar algum, então é só avisar.

Obs2: as ultimas imagens são praticamente só de Jengus (e como procurei muito achei 143!), pois essa é a raça da próxima personagem que vou colocar aqui.

Mapa de Kalymba

Posted in artigos, cenário, mapa with tags , on Fevereiro 17, 2021 by rsemente

Olá grandes Griôs e protagonistas desse novíssimo e grande cenário de RPG nacional!

Fiquei muitíssimo animado lendo as primeiras páginas da versão playteste, disponível para os apoiadores do financiamento, seja no financiamento inicial, que arrecadou com 596 apoiadores R$ 110.685, ou a pré-venda, que arrecadou com 92 apoiadores mais R$ 17.902, que ainda está disponível.

Tão animado que fiz um mapa durante o carnaval, incluindo todos as regiões e cidades descritas no livro, e tentando respeitar todos os pontos de referências, que felizmente, ou infelizmente, não são muitos (até para que cada griô possa criar sua campanha sem amarras).

Mas em fim, aqui está o mapa, que por enquanto conta só com o que tem no livro da parte que li (as primeira 40 páginas que descrevem as regiões de Aiyê, o mundo material), e deixando muitas regiões vazias, onde pode-se colocar novos perigos, regiões mais civilizadas ou o que quer que você queira.

Outro ponto importante é que também levei em consideração uma ilustração do universo cosmológico do cenário, que conta com as quatro andares. Como o mundo matéria fica em baixo, ficou ocultado pelos demais, mas tentei reproduzir com uma certa fidelidade a parte apresentada, criando a parte superior da minha cabeça.

Para finalizar, antes que vocês cheguem no mapa, levei em consideração as dimensões do próprio continente africano, com cerca de 8.000 km do ponto mais ao norte até o ponto mais ao sul, e coloquei uma régua lá em baixo do lado esquerdo. Depois quem sabe não coloco mais alguns detalhes, como uma borda, uma descrição dada por um Griô que criou o mapa, e etc…

É claro que tenho minhas próprias ideias para povoar mais ainda o cenário, e quem sabe vou colocando aqui aos poucos alguns pontos interessantes e atualizando em um mapa “expandido”.

E ai, o que acharam? comentem e mande sugestões, e para quem é apoiador indiquem contradições com o que já foi apresentado.

Kalymba RPG, um novo sopro ao RPG nacional.

Posted in artigos, cenário, resenhas with tags , , , on Fevereiro 8, 2021 by rsemente

Introdução (ou porque RPG de fantasia medieval nunca mais)

Já fazem anos que perdi interesse pelo RPG de fantasia medieval clássico. É um gênero que já foi repetido à exaustão, pelo menos 50% de tudo que é produzido sobre RPG é sobre um mundo medieval tipo europeu com uma pegada fantástica tolkieniana.

Esse blog mesmo era pra ser sobre um mundo tipo D&D, onde de início não haveria muitas novidades pra ser sincero. Cheguei a mestrar algumas aventuras no D&D 3.5 e outras aventuras no Old Dragon, essa segunda já com o viés dos Grandes Guardiões, mas que não cheguei a executar na íntegra. A proposta de Grandes Guardiões era mais inovadora, onde os personagens dos jogadores poderiam ter acesso a companheiros animais realmente poderosos para os jogadores e desafios titânicos, uma mistura de Shadow of Colossus com The Last Guardian. Mas em geral ainda era um mundo D&D like.

Dessa forma, os mundos ‘mediavalóide’ não me agradavam mais. Cavaleiros com armaduras pesadas, magos com robes e chapéus pontudos, elfos tolkienianos…Se for pra jogar em um mundo assim, por que não contar a história em um mundo  clássico, como a Terra Média (cuja campanha que joguei mais saudosista se passou na Primeira Era usando o D&D 3.0), Forgotten Realms, ou até os clássicos nacionais Tagmar e Tormenta?

Talvez por conta disso é que propostas de cenários não medievais, como horror, tenham crescido tanto nos últimos tempos.

Obs: posso estar errado, qualquer coisa coloquem o que acham nos comentários e podemos continuar o debate e até expandi-lo em outras matérias.

Mas…

Kalymba

De quando em quando surgem RPGs que trazem a vasta e rica história e cultura brasileira.  A muito tempo atrás, na verdade um dos primeiros materiais de RPG brasileiros, traziam elementos nacionais como o Desafio do Bandeirantes, e também alguns cenários de mini-gurps, como Entrada e Bandeiras e Descobrimento do Brasil. Algum tempo depois vi um cenário que recriava um Brasil fantástico, o Hi-Brasil. Mais recentemente A Bandeira do Elefante e da Arara e o Orbe de Libra (ainda em financiamento coletivo).

Mas o RPG que mais me chamou atenção foi de afrofantasia Kalymba, “um RPG de ação e aventura épica inspirado nas culturas e mitologias do continente africano”, de autoria do Daniel Pirraça.

De início, o que me chamou mais atenção foi a capa, que de cara me atraiu pelos elementos da cultura africana, como tatuagens, máscaras e até um homem-hiena modafoka!

Pesquisando mais vi que realmente se tratava de uma proposta diferenciada em relação aos outros RPGs de fantasia medieval. Nenhuma das chamadas “raças clássicas” estão no cenário, chega de elfos, anões e halflings/hobbits. Em seguida todo o vocabulário teve um cuidado de apropriar de vários termos trazido pelos africanos em suas diversas culturas e mantido a custo de sangue e luta pelos seus descendentes. O sistema escolhido foi um sistema simulacionista, mas simples e ao mesmo tempo maleável, o +2D6, do Tio Nitro, um sistema que já estava pensando em usar para a nova versão do Omni (em breve).

Apesar do ‘Hack’ ser mais na estética do que nas mecânicas e tipos de histórias, ela é um novo ar para o cenário de aventuras medievais. Ainda vemos armaduras de placas e espadas longas, mas basta imagina-las com desenhos e decorações com motivos africanos. A magia também foi completamente alterada para dar um ar mais africano, com o uso de termos como mandinga, axé e no nome da maioria das magias.

Ainda não li todo o material, que pode ser encontrado parcialmente e gratuitamente no fastplay (56 páginas) na página do catarse para quem quiser conferir, e para quem ajudar no financiamento coletivo pode ter acesso a versão playteste (189 páginas) que está sensacional.

O livro básico conta com 10 raças, algumas com mais de uma variação, como os Azizas e os Obonianos (primatas humanóides), 21 orixás (deuses), 86 mandingas (magias), uma lista bem completa e interessante de equipamentos, regra de criação de personagem, descrição do cenário (mais de 60 páginas), sessão do mestre e 13 criaturas.

Somado a isso tudo é claro que o grande sucesso do financiamento coletivo permitiu trazer uma série de outros produtos, como o livro de aventuras oficiais (acredito que serão 5 aventuras), o livro de contos, o livro para campanhas vilanescas, o Malditos & Mirongas, que também permite ao mestre criar vilões para a campanha tradicional e contar com um bestiário expandido. E ainda tem a HQ, um livro jogo infanto juvenil e um hack de jogo de bolso ou solo (o Kalymbinha).

É claro que é um cenário novo, mas que já começa super parrudo, e tem tudo para ser um dos maiores RPGs nacionais ao longo do tempo, e que finalmente trás um novo sopro de vitalidade cheio da cultura nacional e africana ao nosso querido hobbies.

P.S. Estou ansioso para ver os futuros financiamentos coletivos, quem sabe uma cultura de homens felinos (thundercats?) ou uma adicionando a cultura nativo americana, em específico a tupi guarani, tão importante e ainda mais esquecida que a cultura africana.

SMRB Fase 2: CEN-109 Novo Mundo

Posted in cenário, resenhas with tags , on Maio 25, 2012 by rsemente

Bem demorou 18 dias, quase não sobrou tempo dentro dos 21 dias de votação dessa segunda fase, mas ninguém nuca disse que seria fácil. Felizmente tive algum retorno dos próprios autores agradecendo a resenha, explicando alguns pontos que ficaram estranhos, e acredito que meus comentários possam ter levado os autores a perceber algum ponto forte ou fraco dos próprios cenário.

Infelizmente não tive este mesmo retorno dos outros autores, falando um pouco sobre o meu cenário (CEN-088 Grandes Guardiões) nos comentários, mas espero passar para a próxima fase e assim mostrar mais detalhes do mesmo.

Agora sem mais delongas, vamos ao ultimo cenário.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-109 Novo Mundo

Resumo: 4 reinos destroçados pela guerra. A descoberta de um continente repleto de mistérios. Uma disputa por mares, selvas e ruínas pela vitória!

Pela resenha ele é muito parecido com outros cenários, com seu novo mundo e viagens marítimas, com a possível adição de que quatro reinos do velho mundo guerreiam entre si e deverão lutar ainda mais pelo novo mundo.

Mas o que vi não foi isso. Os reinos perderam a guerra para seus civis e próprios exércitos, e o povo agora livre para viver sem guerra podem imaginar com um novo continente recém descoberto.

Em seguida o texto apresenta oito locais e ganchos para aventuras, o segundo (e ultimo nesta fase) a fazer isso. uma idéia bem legal que tentarei aproveitar na próxima. A mais interessantes de todas é a cidade flutuante Halfling.

Logo depois vemos uma mecânica ousada, talvez a mais ousada de todos os 32 cenários, onde o jogador pode influenciar diretamente na criação de detalhes do cenário, sendo limitado por um teste de personagem. Bem legal e seria um grande ganho ver essa regra expandida para o Old Dragon.

SMRB Fase 2: CEN-093 Arkelion – O Livro do Princípio

Posted in cenário, resenhas with tags , , on Maio 25, 2012 by rsemente

Vamos ao penúltimo cenário.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-093 Arkelion – O Livro do Princípio

Resumo: A obscuridade reina nas terras de Logoria. Distantes dos deuses, os mortais lutam em busca do Arkelion, livro mítico e chave de poder.

A principio temos a história da criação do mundo e das raças, sete raças vivendo em harmonia, seguindo os conhecimentos do livro de Arkelion, e logo depois os deuses puniram esses mortais devido a corrupção que ele desenvolveram, e o livro foi perdido.

Em seguida conta a história dos povos civilizados, e em como eles estão preste a entrar em guerra entre si.

Em seguida fala dos selvagens orcs e globinóides, e por fim dos islados dragontinos.

Tudo isso é apresentado através da narração de um personagem, um mago de décimo nível que é apresentada a ficha no final do texto.

SMRB Fase 2: CEN-073 A Grande Mentira

Posted in cenário, resenhas with tags , , , on Maio 24, 2012 by rsemente

Chegando perto do fim galera. E como andam as votações?

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-073 A Grande Mentira

Resumo: Em um império dominado por uma elite que conhece a verdadeira natureza dos deuses, um abismo de poder se forma entre as classes sociais.

O texto inicia com a história de como a grande mentira surgiu e qual é ela. A história em bem bolada, e crível, apesar de no final não achar muito empolgante (uma grande guerra pareceria mais empolgante).

Em seguida são apresentados cinco reinos dentro de um império, com a descrição de sua geografia básica, de seus governantes, e algum conflito/problema no reino. Aqui percebi várias influências de Guerras dos Tronos, nos nomes e locais, inclusive os nomes são no geral muito bons, bem reconhecíveis para nós brasileiros sem ficar muito brasileiro.

Em seguida vemos a adaptação do Clérigo/Mago, foi feita de forma bem simples e com a inclusão de algumas novas magias para suprir a falta da cura natural. E no final um aviso sobre como esses clérigos mantém a farsa do cenário.

Espero ver em uma próxima fase nesse cenário, onde os personagens jogadores se encaixam (em uma rebelião?), o que fazem os verdadeiros deuses a respeito dessa mentira, e como de fato essa mentira é mantida.

No final é um cenário bem padrão, com um metaplot simples e forte, o que pode ser bom por um lado, mas por outro limitar novos tipos de aventuras no cenário.

SMRB Fase 2: CEN-009 As Quatro Forças

Posted in cenário, resenhas with tags , , , on Maio 23, 2012 by rsemente

Mais uma resenha  saída do forno quentinha.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-009 As Quatro Forças

Resumo: Quatro impérios contolados por magos elementais estão em guerra. Entre eles outras nações servem de peões num jogo de alianças e traições.

Pelo resumo este cenário possui uma premissa bastante simples, podendo ser considerado um Game of  Thrones com magos. Apostando nessa simplicidade também parece o material da segunda fase, com cinco partes cada uma focada em um dos impérios elementais, e uma focada na religião.

O primeiro é o império do fogo, com sua cadeia montanhosa vulcânica, com nove cidades escravistas e grandes exércitos, cada um prestes a lutar entre si.

Depois é apresentado o prospero e bem estabelecido império da terra, com produção de minérios e agraria forte e a maior cidade do cenário.

A religião dualista é formada pela crença da luz, com clérigos e paladinos, e da sombra, com mortos vivos, necromantes, sombras. Ambos combatem entre si, mas parecem não influenciar a guerra entre dos reinos.

Em seguida vem o império da água, com suas ilhas e frota naval, que ajuda os clérigos da luz e se aproveitam da influencia da religião nos outros reinos para obter informações.

Por fim o império do ar é apresentado, com três cidades voadoras, centro de conhecimento e tecnologia e governado por um senado. Este é o menor dos impérios, e que costuma comprar ajuda de estrangeiros para sua proteção.

Concluindo é dito que existem vários outros reinos menores, incluindo elfos e anões, para em fim pedir o voto do leitor.

SMRB Fase 2: CEN-019 Estandarte de Krondoran

Posted in cenário, resenhas with tags , , on Maio 23, 2012 by rsemente

 Vamos agora ao 38° cenário, e agora só faltam mais quatro cenários!

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-019 Estandarte de Krondor

Resumo: Baixa magia! Impérios, Orcs e Bigbears esclarecidos e Elfos do Deserto colidem pela supremacia, sob o olhar de dragões titãnicos e Imortais!

O material inicial apresenta vários dos papéis, lados e facções que os personagens podem ser, mas não explica muito bem as motivações de cada grupo, ficando muito difícil sentir gosto por um deles, pois são muitos mesmo. O mais interessante é a possibilidade de imortalidade (que é apresentada com um texto redundante).

O cenário parece se basear no império romano com uma tecnologia medieval, com duas grandes cidades, cada um sede de um templo de um deus. Também são apresentadas as várias regiões dos reinos, como desertos, montanhas florestas (que não ficou muito claro se os elfos são dos desertos ou das florestas, ou tem dois povos elficos), todos com nomes complicados e que, para mim atrapalharam a compreensão do texto.

Depois são apresentados uma religião dualista com crenças fortes em Imortais, algo como os santos da igreja católica. Os únicos cinco dragões do cenário são apresentados, três deles caóticos e dois neutro, sem um objetivo bem definido.

Em seguida vemos as opções de personagens, com a perigosa mudança dos dados de vida por raça e não por classe. Duas novas raças são apresentadas, os Orcs e os Bugberars. Não existem clérigos no cenário (o que deixa a mudança dos DVs ainda mais perigosa).

Por fim é apresentada como as magias funcionam no mundo, com rituais cujo efeitos podem ser armazenados em fetiche, com o maior diferencial do custo em PO para realização do ritual. E duas novas magias são acrescentadas para repor o lugar dos clérigos no cenário.

SMRB Fase 2: CEN-097 Armória

Posted in cenário, resenhas with tags , on Maio 23, 2012 by rsemente

Depois desse só faltarão seis cenários. Boa leitura.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-097  Armória

Resumo: Dinheiro, religião e poder: aventuras e ardis em uma região marcada por disputas internas, famílias impiedosas e a busca pela liberdade.

O resumo pressupõem um cenário mais realista, pé no chão, e de fato é.

A primeira parte da versão OD é bem objetiva e complexa, com cada frase trazendo um pequeno e novo detalhe do cenário, que se resume em uma região dividida em vários estados que competem entre si. E essa competição por riquezas e poder é que move o cenário.

Logo em seguida são apresentadas as religiões, uma grande e forte religião ordeira, outra natureba neutra, e uma terceira caótica, sem contar as religiões das outras raças.

Em seguida vem uma das partes mais interessantes do material, as DISPUTAS. São nada mais exemplos de conflitos existentes no reino de Armória, sendo cada uma uma possibilidade de gancho de aventura para o mestre usar.

Por fim são apresentadas quatro novas variações das classes básicas, funcionando como a classe básica, com a adição de uma vantagem e desvantagem. Ficou bem legal.

SMRB Fase 2: CEN-081 Reflexos

Posted in cenário, resenhas with tags , on Maio 22, 2012 by rsemente

Vamos a mais um cenário antes de dormir.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-081 Reflexos

Resumo: Darchenos, terra de reinos e antigas ruínas. Perigosos assassinos transitam pelo plano inverso dos espelhos. Espionagem, intrigas e guerras!

O cenário começa descrevendo um reino desertico com vários detalhes, e depois parte para a descrição das ruínas antigas e de uma suposta maldição envolvendo demônios assassinos.

Depois começa a explicar sobre um grupo de assassinos misticos que parecem usar tatuagens para matar suas vitimas, mas com regras muitos estranhas e aparentemente incompletas (sem contar o horrivel termo “sumonar”).

E ai o texto explica que se trata de uma nova classe, um ladrão mais poderoso, com magias, bem desequilibrado.

Apresenta também suas armas, adaga de arremesso, e kukri.

logo em seguida apresenta uma lista de magias, de certa forma bem interessantes, e poderiam ser compatíveis simplesmente com uma espécie de mago.

Por fim descreve o plano dos espelhos, onde os dobradores tem acesso.

Acho que o cen;ario ficou faltando duas coisas importantes, onde se encaixam as raças e qual o papel das outras classes (principalmente clérigo e mago), sem contar a falta de organização e textos muitas vezes confusos.

SMRB Fase 2: CEN-063 Alvor

Posted in cenário, resenhas with tags , on Maio 22, 2012 by rsemente

Vamos ao cenário de Alvor (Dumbledore), o 35° cenário da primeira fase.

Veja o texto completo no site do concurso, compare com os outros cenário e vote aqui.

E veja as outras resenhas aqui.

CEN-063 Alvor

Resumo: O mundo paralisou, no oeste um deserto extremo, ao leste gelo glacial. A civilização sobrevive no centro do planeta, em uma eterna alvorada.

A primeira vista esse cenário pode ser bem interessante, pois parece trazer um conceito que gosto muito: “Tidal Lock“.

O texto segue bem fluído, que é uma descrição de um personagem sobre o mundo, seguindo de forma bem coerente, clara e agradável.

Ele fala sobre a geografia, a maior cidade do mundo com sua magocracia, o reino xenofóbico anão ao sul e elfos escravistas ao norte. O grande lance que achei, com uma parte ruim e uma boa, foi o grande e único rio do cenário, que corre do norte para o sul. Para mim isso é um pouco problemático, pois em planetas com orbita travada as águas condensam na parte temperada e descongelam com ventos quentes na parte gelada, correm para a parte quente e evaporam, voltando com fortes ventos para a parte temperada e gelada.

Mas isso logo foi esquecido em decorrência a um fator maior, ao fato dos elfos controlarem o grande rio e envenenarem a água que seria necessário aos humanos! Isso é legal pois gera uma relação intima, frágil e perigosa entre os reinos. Muito massa.

Em seguida temos a explicação dos povos lagartos dos desertos e dos gigantes do gelo, ameaças constantes e que exigem breves alianças entre elfos, humanos e anões.

Por fim é explicado de forma religiosa como o mundo parou, uma guerra entre deuses.