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Campanha Zero: O que já aconteceu!

Posted in campanha with tags , , , , , , on Outubro 16, 2008 by rsemente

Na matéria passada falamos um pouco sobe os personagens dos jogadores, agora falaremos do que já aconteceu na campanha Zero, a primeira e única, até agora, campanha de guerras dracônicas.

A primeira aventura da campanha está escrita com relativa precisão em um material que publicarei futuramente, então começaremos de seu final:

“Após sobreviverem ao holocausto na cidade de Meruviam, e encontrarem-se em local seguro nossos heróis buscam uma forma e levar os sobreviventes para um local seguro. Nesse momento uma caravana chega na cidade apenas para presenciar a devastação e o fracasso da viagem”.

“É nesse momento que antes que qualquer medidas fossem tomadas, uma criatura foi avistada pelos nossos heróis. A principio acreditaram ser alguma criatura perigosa, e possuia uma garra enorme no lugar de cada mão”.

“A criatura rugia estranhamente, Astaroth já puxava seu martelo para atacá-la, mas ao se aproximarem mais perceberam que não era totalmente irracional, e quando pareceu atacar soltou suas “garras”, que se mostraram armas e puxou de sua costa um trombeta de chifre que assoprou, era na verdade um homem selvagem! Logo um grande navio surgiu subindo o rio. O grande navio trazia vários outros selvagens que não falavam a língua comum, mas dois homens eram seus interpretes, Riar e Rancor, o primeiro o aprendiz do segundo, e vestiam roupas extravagantes”.

“Os homens selvagens eram de Ardel, uma região gelada ao norte. Ao tentarem montar uma fogueira na ilha onde estavam os sobreviventes, o guardião da ilha, uma druida, expulsou-os para fora. Eles concordam em transportar os sobreviventes a um local seguro”.

“Ao conversarem mais os bárbaros revelam o objetivo deles: matar um dragão branco! mas dizem que apenas participa da missão os bravos e fortes. Logo nossos heróis perguntam como provar isso, e resolvem realizar um duelo. Então Astaroth, Nanoc, Inara, Ronar, Thanos Starbreeze, o ranger e Raid Leroy, o paladino lutam contra seis bárbaros, em um confronto relativamente fácil, apenas até o primeiro ferimento (metade dos pontos de vida)”.

“No dia seguinte apenas Astaroth,  Haraey e Thanos vão para o confronto, junto com um grupo de bárbaros, seguem rumo a um pico na cidade de Meruviam que misteriosamente está com seu topo congelado. Nesse pico um templo foi detectado como o covil da besta. Eles se aproximam da entrada do templo, e nesse momento a criatura branca como a neve e feroz como um tigre levanta vôo”.

“O dragão branco ataca o grupo de bárbaros com sua terrível baforada de gelo, e antes que o grupo de heróis aponte suas flechas para a besta, outra fera sai do templo, atacando os heróis com unhas e garras cobertas de gelo. O dragão inicia o ataque contra Astaroth, que segura firmemente os ataques”.

“Nesse momento Ronar chega atrasado e ataca fortemente o dragão. o dragão então muda de estratégia e ataca Thanos. Enquanto isso o primeiro dragão é descido do ar e preso com redes pelos bárbaros, que usam enormes marfins com ganchos como arma”.

“A investida do dragão contra Thanos é implacável, derrubando-o rapidamente, apenas para ser derrotado pelas lança, flecha e martelo de Ronar, Haraey e Astharot, respectivamente”.

“Aparentemente Thanos foi congelado até a morte pelas garras congelantes do dragão. Rancor então surge e apresenta uma forma de restaurar a vida de Thanos ao derramar o sangue do dragão nele. Então o ritual é realizado sem demora. O sangue escorre do agora definitivamente dragão morto, e descongelando o corpo do elfo”.

“Enquanto isso Haraey investiga o covil das feras encontrando facilmente o tesouro, mas acha estranho essa facilidade e descobre o verdadeiro tesouro, um ovo de dragão!”

“O ninho encontrado com apenas um ovo e se encontrava protegido por uma parede de gelo, e ao tocar no ovo, o gelo do ninho começa a descongelar rapidamente. nesse momento o fantasma do dragão sacrificado surge e amaldiçoa a ladina, que abandona o ovo com medo da maldição, claro sem antes tentar negociá-lo com Rancor. Nesse momento Ludovic, um guerreiro mago, estudioso chega a cidade devastada, apenas para encontrar o nada.”

“Finalmente nossos heróis embarcam no navio negro dos bárbaros de Ardel e rumavam para a capital junto com a dragoa branca e a misteriosa pedra celeste, fonte da destruição de Meruviam. Astaroth então começa a forja de um martelo a partir da pedra, algo penoso para a maioria dos mortais.”

“Após duas semanas viajando no navio eles chegam em Lokrois, capital da região, um reino prospero e forte. Mas logo percebem que uma guerra está para começar. Eles são abordados pelos navios de Lokrois, que os permitem desembarcar. mas logo sào convocados para ir de encontro ao rei de Lokrois no dia seguinte.”

“Na manhã do outro dia Astaroth, Nanoc, Ludovic e Haraey encontram com o rei Malager e rainha Vidred de Lokrois, e são parabenizados pelos seus feitos e convidados para comandar tropas contra os exércitos invasores das colinas”.

“Então eles aceitam o convite, após a negociação de um bom pagamento, e rumam para guerra sem demora.”

“Após vários dias de marcha ao lado do príncipe Nataniel, eles chegam no forte da colina e percebem o cerco de tropas Orcs e Gnolls. Eles então montam acampamento.”

“As tropas estavam acampadas foi quando a criatura apareceu. “Um, réptil enorme, com pesadas placas de aço protetora. Era um Lagarto Rei! a criatura avançou quase que sorrateiramente contra a tenda do príncipe durante a reunião de estratégia. Ronar então que estava indignado por não ter recebido nenhuma posição de comando foi pego de surpresa.”

“O príncipe é então abocanhado pelo Lagarto Rei, Que o larga a uma certa distancia. Os herois então partem para o ataque do monstro. Astaroth então é engolido pelo ser, mas após as Magias de Nanoc, Ataques de Ronar e Golpes de Ludoivic derrubam o lagarto.”

OBS: Esses acontecimentos equivalem a várias seções de jogos, é um resumo bem simples, mas apresenta os acontecimentos com certo grau de detalhe, alguns detalhes podem ter sido esquecidos, mas nada que comprometa o entendimento e continuidade do relato.

A Batalha dos Quinze

Posted in contos with tags , , , , , , , on Outubro 7, 2008 by rsemente

Paladino Hoffnung, e seurinoceronte de guerra

Paladino Hoffnung, e seu rinoceronte de guerra

“Naquela manhã, dezenas de goblins adentravam no território das planícies Hoffnung. Saídos da região conhecida como reinos decadentes, ou algum lugar próximo. Não importava, era uma região corrompida, banhada pelo mar sombrio, e pouca coisa boa sobrevivia em tal local sob as sombras de forças corruptoras”.

“Já havia um relato de devastação de uma fazenda, que por mero augúrio, espero, não havia nenhum cavaleiro guardando. Um pequeno grupo de cavaleiros seria suficiente, mas 15 seriam destacados para a missão, por segurança”.“Percorrendo a grande planície de hoffnung, no dia seguinte, já se encontravam os cavaleiros. Uma força imbatível, dedicada a proteção da vida contra os horrores da corrupção que os dragões geraram”.

“Montados em incríveis bestas de guerra, encontradas nas próprias planícies, os Rinocerontes Marrons são adaptados para sobreviver aos predadores corrompidos da região. Seus chifres são mortais para a maioria das criaturas vivas”.

“Armados com lanças abençoadas no templo do planalto Litigus, os cavaleiros são treinados para terem fé em seu deus da vida e da fertilidade, assim como são treinados na arte da sobrevivência: A Guerra”.

“Depois de quatro dias cavalgando, observaram por de traz de uma colina, fumaças negras manchando o céu, outra fazenda perecia diante da selvageria goblim. Armaram-se com suas lanças e escudos e partiram em velocidade para a batalha”.

“Ao subirem a colina observaram os golins saqueadores. Mas, diferente do que pensaram, deveria haver mais do que dez dezenas de goblins. Ainda no topo da colina os quinze paladinos de Hoffnung desmontaram de suas selas e rezaram por breves segundos. Os goblins já se encontravam ao sopé da colina, sedentos de sangue, e confiantes de sua superioridade numérica. Os paladinos foram então capazes de observar os goblins ainda ensangüentados, usando corpos restantes de humanos como escudo”.

“Apenas dez montaram seus rinocerontes marrons, e fincaram suas lanças para arremesso no chão, prontas para serem usadas pelos cinco restantes. Então desceram em carga alucinante contra aquele exército selvagem.”

“Os chifres bestiais, na fronte das montarias sagradas, foram os primeiros a se chocarem, destroçando a primeira coluna de goblins, apenas liberando espaço para as lanças abençoadas, forjadas especialmente para tal investida, ainda mais mortal que os brancos chifres”.

“Atordoados com o ataque fulminante, os goblins retiraram os corpos dos recém caídos e avançaram contra os dez cavaleiros, apenas para colidirem contra a parede formada pela couraça natural e armadura forjada de anéis e espinhos usadas pelos rinocerontes”.

“Os cavaleiros golpearam mais uma vez, causando baixas consideráveis, enquanto seus formidáveis companheiros arremessavam as lanças nos goblins que buscavam cercá-los pelo flanco direito”.

“Os cavaleiros, praticamente ilesos, deram meia volta, escalando mais uma vez o morro. Enquanto parte dos goblins já se amedrontava com as lanças caindo do céu”.

“Algumas dezenas de goblins continuavam a escalar, furiosos, apenas para se depararem com um novo avanço dos cavaleiros, que agora contavam com os lanceiros, prontos para uma investida”.

“Ao invés de um novo ataque direto, os cavaleiros se dividiram em dois e partiram para lados opostos. Os goblins confusos se dividiram ao encalço de cada um dos grupos, que agora já retornavam em galopar assassino, prontos para flanquearem o inepto inimigo”.

“O novo choque foi ainda mais mortal, cerca de trinta goblins gritavam em agonia pela ultima vez, enquanto os restantes, agora menos que a metade do bando inicial, buscavam fugir morro a baixo”.

“Os cavaleiros ainda em cavalgar incessante, partiram em busca dos goblins fugitivos, que pisoteavam seus aliados moribundos, apenas para serem alcançados pelos chifres e lanças que dizimaram os restantes das sanguinolentas infelizes criaturas”.

Relatos da batalha da colina dos quinze.

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Esse conto foi criado e publicado em conjunto com o netbook do sistema de batalhas em massa Campos de Batalhas, publicado pela Rede RPG a mais de um ano. De lá pra cá quas nada mudou, mas possuía alguns errinhos, e então atualizei o netbook.

Estou prestes a testar o sistema em uma grande batalha, com várias unidades desenvolvidas, que aos poucos serão apresentadas aqui, prontas para jogar.

Enquanto isso boa diversão com o conto.