Arquivo de star trek

Resenha Episódio Piloto de Jornada nas Estrelas: A Jaula

Posted in artigos, Cinema, TV, e Vídeos, resenhas, TV with tags , , , , on Dezembro 13, 2016 by rsemente

Foi com uma grande surpresa que eu finalmente assisti o primeiro episódio da série audaciosamente responsável por levar mais pessoas à carreira de cientistas e engenheiros que nenhuma outra mídia jamais conseguiu.

A história que me levou a assistir esse episódio apenas agora é longa. Em meados da década de 2000 baixei esse episódio, mas não possui legendas, e nunca cheguei a assistir esse. A uns três anos quando testei a netflix por um mês, pensando na promessa de assistir algumas séries, mas as intempéries da vida não permitiram e a netflix não se manteve. Quando finalmente reassinei a netflix, na expectativa de assistir a série, não a encontrei mais. Cheguei até a reclamar e ligar para a netflix Brasil que me explicou ou que aconteceu (problemas de direitos de distribuição em cada pais).

Então o grande problema da terra ter apenas 24 horas se manteve e não consegui parar para procurar a série e assisti-la…o tempo passou e semana passada recebi a noticia de que a série tinha voltado a netflix!

Assisti o primeiro episódio despretensiosamente, mas fui surpreendido por um roteiro fantástico. Não foi a toa que a série foi aprovada e mantida no ar por três temporadas, apesar de ser sumariamente boicotada pela própria emissora por motivos desconhecidos.

O episódio conta a história de supostos sobreviventes de uma nave espacial cientifica desaparecida a 20 anos, ao qual seu pedido de resgate é detectado pela Enterprise (a nave principal da série). Ao chegar no planeta o Capitão da nave (que ainda não era o famoso Kirk) é atraído por uma armadilha e a verdade é revelada (não vou revelar aqui para não conter mais Spoilers).

O que se segue é uma batalha mental que pode ter inspirado dezenas de obras posteriores, apesar de acreditar que a ideia já tenha sido utilizada anteriormente (obs: não necessariamente devido a esse episódio, mas a outros episódios da série que utilizaram conceitos semelhantes) . “O Homem Que Tinha Tudo (1985)”, “Cidade das Sombras (1998)” e “Matrix (1999)” são alguns exemplos de obras que utilizam alguns conceitos utilizados nesse episódio.

Para ainda fechar com chave de ouro o episódio aborda temas sobre a natureza do espirito livre dos seres humanos, apresenta mulheres capazes de estarem de igual de igual para um homem, e apresenta uma trama cheia de reviravoltas brilhantes. É um episódio que me fez revisitar diversos questionamentos sobre a natureza humana.

Para uma história criada a mais de 50 anos, foi uma grande surpresa, e vale a pena assistir para ter um vislumbre de toda a genialidade do Gene Roddenberry, o eterno pai da série.

Como você começou a jogar RPG?

Posted in artigos, Devaneios with tags , , , , , on Março 8, 2010 by rsemente

Ultimamente ando bem sem inspiração, isso talvez por que ando bem sem tempo de dar a devida atenção no blog e o super mês de artigos deu uma boa esgotada nas idéias (e no fôlego). E pensando na velha pergunta “e agora?” lembrei que nunca tinha respondido as perguntas básicas sobre o RPG que é “O que é RPG?” e “Como você começou a jogar RPG?”. Então aproveito esse momento sem inspiração para responder essas duas perguntas, começando pela segunda:

Como você começou a jogar RPG?

Olá, para quem não me conhece me chamo Rodrigo Soares Semente, e tudo começou mais ou menos em 1993.

Nessa época tinha apenas 10 anos, e estava lendo muito quadrinhos, turma da mônica, disney e trapalhões. Também passava o desenho dos x-men de 1992 (o melhor até hoje), aquele com wolverine, jubileu, gambit, vampira, fera, ciclope, jean grey e tempestade (também tinha o morfo que era “morto” logo no inicio), e influenciado pelo desenho comecei a ler os X-Men.

Até ai o meu mundo nerd era praticamente TV e Quadrinhos, mas um grande feito estava por vir. Nessa época chegou as bancas (ainda lembro em qual loja comprei) uma revista dos trapalhões: “As Aventuras dos Trapalhões – Em busca do Ioiô Sagrado Nº2” com o Didiana Jones (paródia de Indiana Jones) que dizia na capa “Você decide o destino de Didiana Jones”. Comprei e lá explicava que a revista na verdade era um jogo chamado RPG (claro que depois descobri que não era exatamente RPG e sim aventuras solos), joguei e foi o inicio do hobby que mais pratiquei (ou mais quis praticar).

É claro que uma revistinha em quadrinho, com apenas de 52 páginas, não eram suficiente para satisfazer o meu desejo em controlar personagens. Lembrava que havia uma revista “As Aventuras dos Trapalhões – A ilha dos Dinossauros Nº1” mas nunca consegui acha-la para comprar. Nessa época Mário era praticamente a coisa mais moderna nos games, tinha alguns múltiplos caminhos, mas o finais eram praticamente os mesmos, e de fato era apenas ação, nada de decisões chaves como “lutar ou não lutar?”.

Felizmente o meu caminho iria cruzar novamente, e em propagandas nas revistas dos X-Men havia um tal RPG chamado “Hero Quest – Você é o Herói!”. Na capa do jogo havia um bárbaro com uma grande espada, e três outros heróis bem ao estilo Golden Axe, contracenando uma cena de ação memorável. Qual criança não ficaria maravilhado com tal pérola dos jogos?

Eu morava na famigerada cidade do sal e da liberdade, em Mossoró/RN, e como era interior nem sempre tudo chegava lá, mas dessa vez o destino foi gentil, e em uma loja de brinquedos, ao lado de War e banco Imobiliário, lá estava “Hero Quest”. É claro que não era fácil ganhar o jogo, ainda não era meu aniversário, mas o dia das crianças estava próximo, e quando esse dia estivesse mais perto já sabia qual era o meu presente.

Finalmente chegou o dia e consegui comprar o jogo, uma caixa grande, e dentro um grande tabuleiro, várias peças estranhas, alguns cartões, e um exército de miniaturas de papel. Junto com eles dois livros, um para os jogadores, e um para o Mestre!

Em pouco tempo li tudo e comecei a mestrar, eu era o Zargon, e meus vizinhos, primos e irmãos se incumbiam dos papeis de Bárbaro, Anão, Mago e Elfo. Fora as primeiras grandes aventuras de dungeons crawler que experimentei e ajudou a consolidar o gosto pelo hobby.

Com o passar dos tempos joguei (apesar de nunca possuir) Dungeons & Dragons, a caixa vermelha com um dragão vermelho na capa. Um amigo tinha um tal GURPS e me emprestou, aprendi a jogar lendo as simples duas paginas, parti para o final do livro jogar a aventura solo com o personagem Dai Blacktorne. Em Recife, onde passava as férias, tive contato mais detalhado com GURPS, aventuras fantásticas e Vampiro a Mascara.

Depois disso meus brinquedos de natal, aniversário e outras festas já não eram mais brinquedos, e sim Livros! Livros de RPG! Entre os quadrinhos uma nova revista era comprada todo mês, a Dragão Brasil, que comprei desdo Nº 3 (por achar que era uma nova revista e a “Dragon” Brasil era outra).

O RPG me ajudava com leituras mais elaboradas, do que aquelas com os quadrinhos, quando criava as fichas de personagens (principalmente GURPS Supers) aprendia matemática (naquela época a disciplina que me dava mais trabalho), aprendi a ter gosto por ficção científica, comecei a assistir Star Trek, me admirava com o poder mental da lógica Vulcana, a qual tentava imitar a risca.

Sete anos depois, com 17 anos, tentei quatro vestibulares de engenharia (três da computação e um de mecatrônica) e um de ciência da computação. Passei na primeira fase dentro das vagas dos quatro de engenharia, no final passei em dois de engenharia da computação.

Hoje sou estou terminando uma Especialização e Mestrado, tento seguir a carreira acadêmica, e ainda jogo RPG (além de tentar criar os próximos).

E Você?

e Você, caro leitor, como começastes a jogar RPG? (Responda nos comentários com texto ou link para o depoimento em seu site)


Armas de Star Trek: Lirpa e Ahn-woon

Posted in adaptações, Equipamento with tags , , , , , , , , , , on Fevereiro 27, 2009 by rsemente

Apresentamos a seguir duas famosas armas da cultuada série Star Trek. São armas Vulcanas usadas nos violentos rituais de acasalamento Kal-if-fee.

 

O Kal-if-fee (que significa literalmente “desafio”) é um “luta passional” até a morte Vulcana, no qual dois machos vulcanos lutam pelo direito de acasalar com uma certa fêmea. Durante o ritual Vulcano de acasalamento conhecido como koon-ut-kal-if-fee, a fêmea pode clamar pelo kal-if-fee se ela não quiser o macho prometido para ela durante a infância. Nesse ponto, o macho pretendido para ela deve lutar com um macho selecionado pela fêmea.

Lirpa

Arma Exótica

Arma corpo a corpo de duas mãos

Nome: Lirpa

Preço: 150 po

Dano (pequeno): 1d4/1d4    Dano (médio): 1d6/1d6

Decisivo: x3

Incremento de distância:

Peso: 5,3 kg

Tipo: cortante/contusão

Especial: Arma dupla

A Lirpa é uma tradicional arma corpo-a-corpo Vulcana, com cerca de 160 cm, consiste de um bastão de metal com uma lamina em forma de leque de um lado e um porrete do outro. A metade de baixo da lamina em forma de leque possui algumas letras em Vulcan.

Em 2154, os comandos Vulcanos enviados pelo Alto Comando Vulcano para deter Jonathan Archer e T`Pol seguravam Lirpas, visto que armas de energias seriam inúteis na Forja Vulcana. Archer desarmou um deles e se mostrou muito familiarizado com o uso desta época por causa de seu elo mental com Syrran.

Elas são usadas pelos combatentes nas Kal-if-fee, o tradicional desafio de acasalamento durante o Pon Farr.

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Ahn-woon

Arma Exótica

Arma corpo a corpo de duas mãos

Nome: Ahn-woon

Preço: 20 po

Dano (pequeno): 1d4    Dano (médio): 1d6

Decisivo: x2

Alcance: 3m (2 quadrados)

Peso: 0,5 kg

Tipo: contusão

Especial: Derrubar, desarmar.

O Ahn-woon é uma tradicional arma corpo-a-corpo Vulcana consistindo em uma tira de couro com bolas de metal em suas pontas usada como chicote ou laço.

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Veja o uso dessas armas em Vídeo!

Estas armas foram apresentadas nessa famosa cena da serie original, onde Kirk luta contra Spok durante seu Pon farr.

Veja também:

Armas de Star Trek: Bat’leth

Armas de Star Trek: Bat’leth

Posted in adaptações, Equipamento with tags , , , , , , , on Fevereiro 17, 2009 by rsemente

A espada de Kahnles, a primeira Bat'leth

A bat`leth, ou “espada da honra”, é uma tradicional arma de laminas Klingon. Ela lembra uma cimitarra de duas pontas em forma de lua crescente, a bat`leth é segurada usando três cabos ao longo da parte externa da lamina. Ela é considerada amplamente a arma mais popular entre os guerreiros klingons.

De acordo com a mitologia klingon, a primeira bat`leth foi forjada por Kahless o Inesquecível no século IX. Kahless cortou um prendedor de seu cabelo e jogou dentro da lava do vulcão Kri`stak, então mergulhou o prendedor em chamas dentro do Lago de Lusor e transformou ela em uma lamina. Após forjar a arma, ele a usou para lutar contra o tirano Molor, e então lhe deu seu nome. Esta história não foi gravada em textos públicos, mas foi passada verbalmente pelos clérigos Klingons como um teste do Retorno de Kahless.

A espada de Kahless foi preservada pelos Klingons após sua morte, até que foi roubada pelo Hur`q quando ele pilhou Qo`noS cerca de 500 anos depois de sua morte.

Uma bat`leth tradicional normalmente tem aproximadamente 116 centímetros de comprimento, com laminas compostas de baakonite, pesando cerca de 5.3 quilogramas, e tem em seu exterior uma manopla de 4 centímetros de diâmetro.

Arma Exótica

Arma corpo a corpo de duas mãos

Nome: Bet’leth

Preço: 200 po

Dano (pequeno): 1d6/1d6    Dano (médio): 1d8/1d8

Decisivo: 18-20/x2

Incremento de distância:

Peso: 5,3 kg

Tipo: cortante

Especial: Arma dupla

Worf possui uma bat`leth que está em sua família por 10 gerações. Após sua companheira K`Ehleyr ser assassinada por Duras, Worf usou sua arma para matar Duras em um combate honrado.

Durante o tempo abordo da USS Enterprise-D, Worf treinou William Riker e Beverly Crusher no uso da bat`leth.

Uma bat`leth foi apresentada entre outros troféus no inicio dos anos 2280s na montanha-cabine de James T. Kirk, como re-criada pelo Nexus.

Competição de Bat`leth

A Competição de Bat`leth foi um torneio Klingon sediado em Forcas III. A competição é lutada com Bat`leths. O torneio é frequentemente violento e deixam muitos severamente feridos e mutilados.

Na data estelar 47391.2, Worf retornou de um torneio com o troféu de primeiro lugar, Campeão permanente.

Ordem da Bat`leth

O simbolo da Ordem de Bat`leth

O símbolo da Ordem de Bat`leth

A Ordem da Bat`leth é um grupo exclusivamente de Klingons, um status concedido aos guerreiros que se distinguiram no campo de batalha. Ele é considerado a maior honra que u Klingon pode receber. Cada ano, o chanceler titula novos membros para dentro da Ordem em uma cerimônia no Salão dos Guerreiros no quartel general da Força de Defesa Klingon. Celebrações embriagadas são realizadas durante um dia inteiro antes da titulação propriamente dita, que faz parte da cerimônia como um teste de resistência.

Em 2373, os titulados foram H`ta, filho de Kahmar, T`vis, filho de Barot, e Huss, filha de A`trom. Benjamin Sisko foi também adicionado na lista de titulados como Jodmos, filho de Kobor, como parte de uma operação disfarçada que expor um desafio pela liderança Klingon.

Na serie de novelas Star Trek: IKS Gorkon, Klag foi titulado na ordem em 2376. Worf também se tronou um membro da Ordem de Bat`leth, a trama foi revista nas series Star Trek: Time to . Dentro das novelas, um profundo historico é provida para a Ordem como sendo fundada por Dama Lukara para preservar a visão d Kahless do Império Klingon no futuro através  de acordos e  prevenção contra ações desonradas que manchem a raça Klingon. A Ordem abandonou esta pratica por algum tempo antes de ser reativada pelo Chanceler Martok.

Aparições

Esta é a lista contém 29 episódios em que Bat`leths aparecem.

Backgroun

A bat`leth foi desenhada originalmente pelo especialista em artes marciais Dan Curry, que também desenvolveu os intricados movimentos realizados em seu uso.

A palavra Klingon para esta arma é betleH, etimologicamente derivada de batlh’etlh (“lamina de honra”).

A bat`leth apresentada no fundo da Stargat SG-1, no episodio da sexta temporada “O Outro Cara”. John Billingsley, que interpretou Dr. Phlox na série Enterprise, também apareceu nesse episodio, como um cientista obcecado por Star Trek.

Veja também:

Nova Arma: Sarissa, a lança que fez um império