BLOGOSFERA RPGistica, cadê você?

Posted in artigos with tags , , , , , , , on Janeiro 6, 2016 by rsemente

Pois é nerdaida, voltamos com o blog, e uma das coisas mais legais do hobby era socializar com os outros autores. Veja bem, isso não dá lucro, você gosta de jogar RPG, produz material (tanto se for mestre, quanto jogador), e aquilo vira pilha de papel empoeirados ou dados esquecidos em seu HD já intupido de coisas. Então o que você faz? Pensa em publicar tudo isso na internet para mais alguém aproveitar e fazer amigos. É mais ou menos assim que fiz o blog.

Mas quando voltei, qual foi minha surpresa ao procurar os “grandes blogs de RPG” e ver que eles simplesmente desapareceram!

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Difícil como achar um Hobbit nessa dungeon!

Então fui para a antiga lista de e-mail dos blogs (acho que o pessoal novo não sabe nem o que é lista de e-mail mais, certo?), e também sem postagens, e uma das ultimas era sobre uma matéria de como a blogosfera estava morrendo, mas na época muitos disseram que isso não procedia e tal e o assunto morreu (assim como a lista praticamente).

Depois mandei um e-mail para dois amigos aqui da região, o Fernando Fenrir e o Franciolli, antigos autores de blogs, o e-mail segue a seguir 😛

Olá Pessoal,

 Eu estou voltando com meu blog, mas quando fui procurar outros blogs para acompanhar e tal acabei encontrando um grande vazio, exceto pelo rpgista.com.br e uns dois novos (depois da época que parei de blogar) não encontrei quase nada.

 Onde o pessoal está discutindo RPG pela internet?

Existe algum hype de RPG acontecendo no momento?

Quais as grandes editoras?

 Se puderem me ajudar a redescobrir o hobby na internet que parece ter mudado muito desde que parei de surfar o dado virtual…

Então tirando minhas próprias conclusões, e lembrando da rápida evolução que ocorre com o mundo virtual,  as pessoas simplesmente acessam outros tipos de conteúdo (vlogs no youtube, posts do facebook, grupos do whatzup), o que fez com que não houvesse renovação dos autores (é natural autores se cansarem disso e partirem para outra).

Assim a BLOGOSFERA RPGistica hoje é mais um “TAGLINE RPGistica”, onde o que antes era de nicho, hoje é ainda menor.

Outro fator que ainda estou estudando é um encolhimento do Hobby como um todo. Cadê as publicações, Hypes das novas edições de D&D, brigas entre edições e editoras concorrentes, novos cenários…se souberem me avisem que estou procurando mais conteúdo para consumir.

Continuando a dar minha opinião fecal, hoje temos outros mercados de nicho crescendo ainda mais, como o de Board Games. Inclusive a forma como as pessoas gastam suas horas vagas sozinhas mudou, é facebook, vlogs incríveis, whatzup, jogos de celular, infinitas séries…tudo isso deixa pouco espaço para aquele hobby trabalhoso onde a simples tarefa de marcar um jogo consiste em: Esperar que grande parte dos jogadores esteja disponível no dia e horário, que todos se locomovam para um mesmo espaço, façam/atualizem fichas de personagens, para então começar o jogo (cansei até de escrever), seja muito mais complexa do que as outras atividades mais rápidas e tão divertidas quanto.

Mas para fechar de forma mais otimista essa matéria terá uma segunda parte, com minha peneira dos links dos blogs da barra lateral, e ver quantos sobraram nesses tempos escuros para os jogos de interpretação de papel nacional.

OBS: Se você leu até aqui comente o que achou da matéria, e o que acha sobre o assunto, e até a próxima.

OBS2: A imagem que coloquei vi pela primeira vez lá nos Cavaleiros das Noites Insones.

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Commalinus Iron Wood

Posted in artigos, personagens with tags , , , , , , , , , , , on Dezembro 30, 2015 by rsemente

Personagem para GURPS 4E Velho Oeste

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Este é um personagem pelo qual tenho grande apreço, foi meu primeiro personagem pra uma campanha de RPG após mais de dois anos sem jogar nada. O personagem foi criado tendo apenas alguns detalhes sobre a campanha, como seria GURPS 4E, 150 pontos (40 de desvantagens e -5 peculiaridades), e ambientada em 1867, chamada depois de The Last Frontier.

A Ficha inicial pode ser encontrada logo abaixo – acho (a ficha mais antiga que encontrei tinha 163 pontos, então removi alguns para dar 153). Fiz uma boa história (que se encontra mais abaixo), por isso ganhei mais 3 pontos.

O personagem foi fortemente baseado no Jonah Hex da DC, com as maiores diferenças que vestia preto (:P). Inclusive possuía a mesma aparência, mas se fosse recriar hoje, seria um pouco diferente, com a desfiguração de todo o maxilar inferior e não de metade do rosto (ilustrei isso na imagem a cima).

O mais legal desse personagem é que ao longo do jogo ele foi se moldando em algo completamente diferente do personagem do quadrinho (não tão diferente), até pela diferença da campanha que mostrarei em futuros artigos sobre a mesma. Isso fez com que eu começasse a escrever as aventuras sobre o ponto de vista dele em formato de pequenos contos (como se escritas pelo próprio personagem), o que gerou uns 10 contos, que postarei em matérias futuras.

Obs: Esse personagem tem um pequeno “easter egg”, se alguém descobrir e comentar eu revelo.

Ficha em PDF de Commalinus Iron Wood em 1987

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História

1840 – Nasce no Kansas.

1855 – Começa o Kansas sangrento. Foge da fazenda de seu pai no Kansas.

1855 – Entra para o grupo de abolicionistas de John Brow.

1856 – Batalha de Osawatomie.

1859 – Consegue fugir após a derrota de John Brown.

1860 – Se alista ao exército da união.

1861 – Começa guerra civil

1864 – Rosto desfigurado. Fica em recuperação até o fim da guerra.

1865 – Fim da guerra civil. Matou sua esposa e amante.

1867 – Dias atuais. Compra do Alaska.

Em 1840 nasce Commalinus, filho de um fazendeiro escravista. Ainda quando jovem foi pego na cama com uma escrava eu foi chicoteada pelo seu pai, e vendida logo em seguida. Quando a guerra do Kansas Sangrento começa, inicialmente com pequenas escaramuças com pequenas baixas, ele não concorda com a escravidão e liberta escravos de seu pai, fugindo com eles.

Assim, em 1855, ele entra para o grupo de antiescravistas de John Brown, chegando a participar em 1856 da batalha de Osawatomie. Em 1859 ele participa do ataque de Harpers Ferry e consegue fugir após a derrota do grupo e prisão de John Brow, levando com ele as armas que até hoje carrega.

Em 1860 ele retorna para o Kansas após a morte do pai, herda sua fazenda e no final do ano se casa com uma moça local. Commalinus não se adaptou bem a vida da fazenda, e quando as movimentações de recrutamento durante as tensões pré-guerra civil começaram, ele entra para o exercito da união deixando sua esposa a cuidar de sua fazenda.

Durante a guerra ele galgou pouco a pouco os níveis hierárquicos do exercito da união, mas como teve uma criação mais próxima ao sul, sempre manteve um código de honra na batalha, isso o levou em 1864 a um trágico desfecho de sua carreira militar.

Quase ao final da guerra, quando seu oficial mandou a ordem para que seu pelotão utilizasse uma gatling contra solados inimigos que haviam se rendido, ele tentou impedir o massacre, o que fez o oficial grudar seu rosto na gatling enquanto massacrava os derrotados como punição, queimando e desfigurando seu rosto.

Em sua longa recuperação, e com metade de um hediondo rosto, ele foi dispensado, e retornou para casa em 1865, apenas para descobrir que sua esposa estava com outro. Durante a raiva ele foi matar o traidor, sua esposa tentou protegê-lo e morreu junto, os dois com um único tiro de sua colt dragon.

Foi preso e durante o julgamento foi parcialmente inocentado, mas não em sem indenizar a família das vitimas com o dinheiro da venda de sua fazenda. Mas o pior dano foi sua alma, que agora, assim como seu rosto, havia morrido pela metade.

Resenha de Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força

Posted in artigos, Cinema, resenhas with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on Dezembro 17, 2015 by rsemente

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(Sem Spoiler)

Depois de uma jornada intensa de muito trabalho, estudo, dedicação, provas, disciplina, noites mal dormidas, ida a academia, emagrecimento, pausa na academia, voltar a engordar, trabalho novo, greve, viagens internacionais, viagens intermunicipais mais longas que viagens internacionais,  doenças misteriosas quase incuráveis, e um final de anos dos horrores, estou de volta com chave de cocô ouro.

Depois de uma semana com viagens com mais de 1400 km de viagens de carro, de ônibus, de dia e de noite, e compreendendo quatro estados do nordeste, cheguei algumas horas antes desse dia definitivos para os fãs da maior franquia dos cinemas de todos os tempos.

A expectativa estava alta, tinha parado de assistir os trailers, SpotTVs, Teasers e a porra toda que lançaram nos últimos meses pra não estragar ainda mais a experiência, pois começava a achar que já estava decifrando quase toda a trama.

E finalmente as estrelas brilharam na tela, e letras amarelas e inclinadas começaram a voar pela tela de cinema.

Depois de mais de duas horas de película a sensação de alivio foi a predominante, alivio porque não estragaram a franquia, é definitivamente um bom filme, alivio porque agora espero um futuro anda mais brilhante que este filme, que pecou em diversos aspectos em relação a trilogia clássica, mas também a superou em outros aspectos, mas além de tudo superou ainda mais em relação a trilogia prequel.

Ele poderia ter arriscado mais em alguns pontos, mas não é possível dizer que ele não arriscou nada. Ele arriscou muito com algumas de suas escolhas, e nunca saberemos como poderia ter sido, pois agora o Episódio VII é o que assisti nessa madrugada do dia 17 de dezembro de 2015.

E o episódio VII é um ótimo filme, é Star Wars, do inicio ao fim,  e é apenas o início de uma nova trilogia que agora sim poderá arriscar muito mais do que arriscou.

E se for para dar uma nota seria 8 de 10.

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(A partir daqui Com Spoilers!!!)

Gostaria de que o titulo desse post fosse “Resenha de Star Wars Episódio VII: A esperança do contra ataque de um novo império”, pois é praticamente um reboot do Star Wars original com Star Wars Episódio V: O Império Contra ataca.

Tudo está lá: Um segredo escondido no Droid, que cai em um planeta deserto, e é encontrado por um zé ninguém, que se mete em uma encrenca contra o governo maligno e forma um grupo improvável, que fogem para o espaço e que tem que entrar na base inimiga destruidora de mundos e sair de lá, para finalmente poder destruí-la e salvar a galáxia, não sem antes um dos membros morrer no processo.

No meio de tudo isso  o drama familiar, entre pai e filho, contra o bem e o mal, é a cola especial que torna o filme um bom filme, digno de um dos épico da sétima arte.

Mas o diretor foi um mestre, distorcendo alguns conceitos de forma surpreendente, e criando novos ícones que durarão por mais várias décadas.

No meio a isso, um mundo surpreendente, batalhas épicas jamais vistas antes no cinema, seres fantásticos, todos apresentados em uma amalgama quase perfeita entre efeitos práticos e computacionais dão a credibilidade a um universo que adoraríamos que fosse verdade.

Infelizmente a história não é perfeita, os quinze primeiros minutos parecem que voltaríamos para a “nova trilogia”, com um grave agravante de transformar o herói negro em um simples alivio cômico (sim, ainda é um alívio cômico, mas não apenas isso), mas depois de passado o susto, vemos um grande vilão surgir, apenas para ser desconstruído até se tornar uma frágil sombra do que já foi o maior vilão de todos, diminuído pela apresentação de uma nova ameaça introduzida de forma gratuita, e representada pelo pior efeito especial de todo o filme. Snoke Sucks!

Um grande ponto que acredito diminuir o filme foi o fim da base Star Killer, que causa dois grande problemas: criar três filmes com basicamente o mesmo fim e transformar novamente os vilões em incompetentes plenos. Você pode retrucar que tudo não passa de ser o desejo da força, que após um grande mal (como a destruição de Alderan e  de uns quatro planetas da republica – entre eles Coruscant) a força age quase que instantaneamente para que ele não ocorra novamente. Mas ninguém nos filmes jamais falou algo do tipo e isso seria só especulação.

Acredito que fora essas duas grandes falhas, criação de um novo imperador super mal feito, e criação e destruição de uma nova estrela da morte, o filme segue de forma espetacular, com cenas fantásticas, tanto de lutas de sabre, tiroteios e naves, quanto nas fugas, torturas, reencontros e diálogos dramáticos. Todas superiores aos seis filmes anteriores.

O ponto mais extraordinário do filme é a força, representada em toda sua essência pela Rey, que mesmo sem treinamento algum consegue vencer um jedi corrompido pelo lado sombrio, tanto quanto mentalmente quanto em um duelo de sabres. Nesse filme vemos realmente o poder na força como em nenhum outro anteriormente, não na forma de super telecinese, mas na forma de como a calma e meditação conseguem sobrepujar ódio e medo, sendo um grande acréscimo na filosofia que fundamenta toda a série.

Não vou mais me prolongar, mas todas as pontas soltas que foram criadas e deixadas em abertas podem ser muito bem trabalhadas nos próximos filmes, e com o sucesso permitir muito mais liberdade ao J.J. Abrahms.

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Lá e de volta outra vez…

Posted in artigos, Devaneios with tags , on Dezembro 17, 2015 by rsemente

Pois é nerdaida rpgistica desse Brasil varonil, eu voltei!

Voltei de terras sombrias, onde há  escassez  de sentimentos nas almas dos homens e cada um deve trilhar um caminho de pedras cortantes sozinho, e no final da jornada apenas uma esfinge de cinco cabeças o espera para julgar a saberia dos incautos aventureiros do conhecimento nunca antes observado por olhos mortais.

Não, não estou falando de uma história de RPG e sim da jornada do Doutorado acadêmico. Que finalmente chegou ao fim, e agora posso espreitar minhas mentes novamente para este covil de conhecimentos abstratos e inúteis prazerosos.

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Só para relembrar esse período de inatividade, foram apenas quatro posts em 2013, mais quatro em 2014 e dois posts em 2015. Tudo isso após uma matéria em agosto de 2012 que prometia volta dos posts regularmente (balela).

Também parei de acompanhar a blogosfera RPGistica, o que me faz pensar se ainda existe uma, e que tenho que atualizar as dezenas de links desse blog mardito.

E para finalizar esse mega devaneio surreal em forma de post, vamos parar por aqui e lançar a primeira matéria dessa nova era do Pergaminhos Dourados.

Cinco (ou mais) Séries Imperdíveis da Marvel feitas pela Netflix!

Posted in artigos, Cinema, Cinema, TV, e Vídeos, e Vídeos, Quadrinhos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on Junho 3, 2015 by rsemente

Depois do encerramento da segunda fase da Marvel (estou ignorando um pouco do Homem-Formiga), e a nova fase começar com várias séries televisivas em andamento (Agents of Shield, Agent Carter, Demolidor) e as vindouras séries (um possível spin-off de Agents of Shield com a Monchinbird-ou Roushinol, e as séries do netflix confirmadas Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e os Defensores), o que vem depois é uma das grandes questões que todos estão se perguntando. Nisso tudo o rumor de uma série da netflix do Justiceiro me fez pensar “quais outras séries do Netflix seriam foda de se ver?”.

Nesse aspecto fiz esse exercício, considerando alguns fatores como não pensar em personagens que já apareceram nos filmes (tanto da Marvel, quanto da Fox e da Sony), e personagens que pertençam a Marvel.

Então vamos a lista de desejos:

Homem maquina: Como um grande fã de ficção cientifica e quadrinhos, um dos pesonagens que sempre me chamou atenção foi o homem-máquina, tanto quanto por sua personalidade forte, quanto por seus poderes, e nesse caso, por nunca ter participado de um super grupo por muito tempo. Sua relação com os robôs, em conjunto com a introdução de Ultron nos cinemas, permite a introdução de arcos do quadrinhos como a guerra dos robôs, que mostra ele apaixonado por Jocasta, uma robô com personalidade feminina criada por Ultron. Junto com sua personalidade humana querendo se tornar humano pode criar uma série com questionamentos dignos de Blade Runner e livros de Asimov.

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Menção Honrosa 1: o Tocha-Humana original segue quase o mesmo esquema, mas gostaria de uma série na segunda guerra mundial, com os defensores originais, mas tudo isso contradiria o universo cinemático já estabelecido.

Tocha Humana

Cavaleiro Negro: um personagem clássico dos vingadores, que inclusive já foi líder do mesmo, e com um dos passados e dilemas mais trágicos da Marvel. Um cavaleiro imortal da Tabula Redonda, amaldiçoado com uma espada sanguinária, lutando para redimir sua alma poderiam ser uma base para uma série mostrando sua origem no passado, de forma realística como Game of Thrones, seriam algo muito foda. É claro que esqueceríamos seu pégasus pelo bom senso de tudo, mas magia negra, traições, e mortes sangrentas seriam demais.

cavaleiro negro

Hércules: Um dos personagens mais divertidos e poderosos da Marvel, fanfarrão, mulherengo e briguento, mas também com um passado trágico pronto para ser contado pela primeira vez da forma mais completa de todas, uma série contando seus 12 trabalhos, de uma forma completamente brutal, sanguinolenta e com criaturas gigantes e aterrorizantes, em um estilo parecido com a série Spartacus, seria absurdamente empolgante, isso é algo que espero desde que assisti o filme do Hércules com Lou Ferrino.

hercules

Capitã Marvel (Monica Rambeau): Novamente um caso de ficção cientifica só que agora acredito que poderia ser uma espacial. Poderia ser uma investigação com uma trama de invasão alienígena, onde ela partiria para o espaço tentar resolver o problema no espaço. Tudo bem que é algo que Não me lembro dela ter feito isso sozinha nos quadrinhos, mas poderia apresentar sagas estilo o Surfista Prateado (já que ele não está disponível…). Além do mais é uma personagem negra e uma das mais poderosas de todas, esquecida provavelmente por causa de sua etnia.

monica rambeau

Mulher-Hulk: A história de uma advogada que recebe uma transfusão de sangue de seu primo super poderoso e se torna uma super mulher verde… tudo bem que poderia ser uma série mais cômica do que realista (estilo Boston Legal, que tinha o James Spader/Ultron e o Eterno Capitão Kirk), mas seria bem legal, ver ela interagindo com o demolidor, justiceiro e outros personagens menores da Marvel, a e além do mais, ela é muito mais foda que o Deadpool, além deter quebrado a terceira barreira muito antes. Obs: vou ignorar o fato um fato que descobri recentemente que os direito do Hulk estão com a Universal, pois acredito que assim como foi feito com outros filmes que o personagem aparece, caso ela estiver no pacote do Hulk, a Marvel e Netflix poderia fazer um acordo para concretizar essa série megaboga.

she-hulk

Menção Honrosa 2: Uma mini série da Gata Negra poderia ser interessante, como um prelúdio de um filme do Homem-Aranha. Agora que o cabeça de teia faz parte do universo cinematográfico da Marvel seria interessante ver algo desse tipo. Sobre a história? Sei lá, algo bem missão impossível. E se a Felicia não estiver disponível, quem sabe usar a Hellcat ou a Tigra.

black cat hellcat

Menção Honrosa 3: Uma minissérie do Ghost Rider seria uma abordagem mais do que ideal para o personagem, mas para ficar longe do clichê (que provavelmente se o Justiceiro realmente for sair ela seria a escolha perfeita de combinação dos heróis), seria ótimo ver uma série de faroeste do ghost rider “original”!

   Ghost Rider

2014 Que ano B@$%@!!!

Posted in artigos on Janeiro 19, 2015 by rsemente

Este é o relatório que o WordPress fez sobre o ano de 2014. Um ano difícil pra mim, que pesar de estar jogando RPG um vez por mês, estou bem atarefado, mas quem sabe comece a colocar o material que produzi como jogador aqui?

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2014 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 36,000 times in 2014. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 13 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Robocop: Um ponto de vista pessoal

Posted in Cinema, TV, e Vídeos, resenhas with tags , , on Fevereiro 28, 2014 by rsemente
Olá pessoal, gostaria de apresentar uma camada do filme bem sutil que não foi abordada em nenhum lugar que tenha visto. Vou falar de uma experiência pessoal que me fez ver esse filme com outro ponto de vista.
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OBS: COM SPOILERS!!!
Tenho um filho de 3 anos, e quando ele tinha 4 meses descobrimos uma doença grave no coração. Felizmente havia uma solução, uma arriscada operação no coração…os sentimentos que me assombraram naquele momento são indescritíveis. Mas, como vocês já devem ter deduzido, felizmente a cirurgia foi um sucesso.
Quando assisti o filme, com a expectativa mais merda possível, a experiência estava sendo “mediana”, mas de leve o Padilha foi construindo a relação do Murphy com a família, mas excepcionalmente com o filho, quando ele não fala com o menino mas fala com a esposa, a rejeição do filho quando vê pela primeira vez “aquela maquina” que se parece com meu filho.
Ainda depois, quando sua esposa tenta falar com ele na saída da delegacia e ele quase a atropela, mas a maquina começa a vasculhar os arquivos sobre aquela mulher e vê o próprio filho e detecta os sentimentos do filho, é o ponto de virada.
Ali meu coração apertou, só de sentir que aquele menino poderia estar sentido o que eu senti quando estive prestes a perder meu filho, essa dor que o Robocop poderia estar sentindo naquele momento, vendo o filho sofrer (de forma ampliada pelos analisador de emoções), foi o momento para ele finalmente sobrepujar a maquina e seus 2% de dopamina e ir investigar a cena da tentativa de homicido contra ele.
Novamente, quando ele analisa as gravações do próprio atentado, e vê que seu filho viu o pai ser carbonizado quase completamente, e ali ele começa sua vingança, é o ponto alto, onde temos a história de um Pai em busca de vingança pelo que fizeram com sua família. E ainda afirmo que essa camada não foi criada de acidentalmente.
E, finalmente, quando no topo do prédio e ele não consegue atirar no Steve Jobs, mas ao ameaçar a sua esposa e filho, ele finalmente consegue vencer a maquina e dar o tiro final.
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