OMNI

“A pequena vila colonial era totalmente independente, algumas poucas dezenas de famílias viviam em paz. Os colonos geralmente chegavam muitos jovens, fascinados pela beleza da paisagem de seus futuros lares, imagens tais transmitidas em comercias por todas as galáxias unidas, sempre interligadas com algum interesse cientifico ou para extração de recurso natural raro ou abundante no sistema estrelar da colônia.

Uma vez instalados, a população local, as fábricas e vilas coloniais, eram 100% automatizadas, e estavam em relativo isolamento e paz. Cada colono tratava de seus interesses pessoais. Arte, jogos, culinária, ciência, viagens, filosofia e prazer. Mais cedo ou mais tarde os jovens tendiam a formar uma família, não necessariamente uma família baseada na paixão ou sexo, mas podem ser baseadas na amizade, ou apenas em interesses em comum, como ciência, e mesmo quando a paixão era a regra, nem sempre os frutos dessa união são desejáveis ou possíveis.

Mas com o tempo a colônia começava a crescer, era um organismo social vivo, desenvolvendo ciência e cultura, produzindo tecnologia e matéria prima, com cada um vivendo suas vidas. Pouco mais de 100 famílias, dedicadas apenas a viver.

E sobreviver.

Apesar da necessidade do trabalho não existir plenamente, a sobrevivência exigia uma eterna prontidão. Qualquer grande problema nas instalações coloniais ou nas fábricas autônomas poderia levar ao completo isolamento, ou a completa disfunção de toda a colônia. Apesar disso, esses eram apenas os únicos problemas que eles poderiam controlar por si próprios.

A insignificância de perante o universo era sentida por cada um. Bilhões de estrelas se espalhavam nas galáxias, centenas de milhares de anos luz de área preenchida com incontáveis estrelas. Entre cada galáxia, mais milhões de anos luz, formando uma malha infinita de galáxias, não bilhões de trilhões de galáxias, mas infinitas. A mente mortal não pode compreender o tamanho do infinito sem perceber sua infinita insignificância.

Essa síndrome só conseguia ser superada por dois sentimentos no universo: A sensação de que mesmo insignificante você podia fazer a diferença em todo ele, e a própria vida, com sua vontade de viver e todos os seus sentimentos, em especial o amor.

Assim a colônia continuava a crescer e prosperar.

Inesperadamente os sensores de segurança ativaram alertando toda a colônia, em menos de 1 minuto a escuridão tomou conta de todo aquele sistema estrelar. As labaredas de fogo vieram logo em seguida. Uma mensagem, um pedido de ajuda, já havia sido transmitida automaticamente, a expectativa de sobrevivência dependia apenas da existência de uma Nave Galáctica estar em prontidão no sistema de salto espacial certo, e então elas poderiam chegar antes da destruição completa.

Cinco pirâmides negras, lembrando esguios obeliscos com reentrâncias desconexas caíram da atmosfera, incendiando o céu. A onda de destruição do impacto foi barrada pelos escudos individuais das construções, mas os aleatórios pontos de impacto na colônia foram pulverizados. Todos que se encontravam nas estruturas atingidas sumiram como pó, restando deles apenas suas criações em sua existência, em dados espalhados pelo universo, ou nos genes de possíveis descendentes.

Enormes robôs de segurança se levantaram de pontos escondidos da vila, e caminharam em direção das torres, na esperança de conseguirem barrar por tempo suficiente os invasores. Seus pesados passos estremeciam toda a região, mas ao chegarem às pirâmides um escudo de energia púrpura bloqueava qualquer impacto realizado por eles. De seus peitorais, canhões de energia foram montados automaticamente e começaram a castigar o escudo das estruturas negras.

Já se passavam alguns minutos, e a esperança dos colonos era cada vez maior.

As pirâmides então começaram a emitir barulhos bizarros, tão fortes que penetravam as construções locais e podiam ser ouvida por todos, fazendo o medo percorrer os nervos daqueles mortais. Na base delas abriram-se portas e de seu interior seres artificiais vermelhos de aparecia medonha começavam a sair.

Os construtos vermelhos então começaram a atacar os robôs de segurança, rasgando o metal de sua blindagem, desmontando-os pedaço por pedaço. Os enormes robôs tentavam resistir, atacando os invasores com golpes e raios, conseguindo atingir um ou outro, que, ao serem danificados parcialmente, entravam em frenesis suicidas, causando auto-explosões, destruindo ainda mais ainda os robôs de segurança. O massacre cibernético continuava até os robôs de segurança fossem todos desativados, um a um.

Mais alguns minutos se passaram, a baixando pouco a pouco a temperatura do planeta, os invasores não agiam apenas nas colônias, uma nave de proporções colossais sugava a própria estrela como um buraco negro.

Para quem olhava para o espaço, nesse dia uma nova estrela surgiu no céu negro da colônia, antes que qualquer invasor iniciasse a coleta sistemática de cada um dos colonos. Uma Nave Galáctica se encontrava no ponto certo, e em prontidão, preparada para a defesa e ataque contra a inexorável horda do Armageddon.

As ilógicas preces dos colonos foram atendidas.

Uma estrela cadente em chamas cortou o céu, descendo direto em uma das naves invasoras, dividindo-a em três novas colunas despedaçadas. Uma nevoa de destruição e guerra foi levantada, se acumulando no interior do escudo púrpuro da pirâmide ainda ativo.

De repente a névoa começou a se dissipar por impactos que ocorriam dentro da redoma energética. Os impactos consecutivos desvaneciam cada vez mais a nevoa. Um construto vermelho foi jogado em frangalhos para longe da batalha, explodindo ainda no ar e enfraqueceu o escudo, fazendo o falhar aos poucos. A cada falha um pouco da nevoa era liberada, até ser possível observar seu interior.

No centro da cratera formada pela queda do segundo objeto, a pirâmide agora jazia dividida em três destroços distintos, um ainda elevado como uma torre inclinada, e se encontrava um veiculo esférico com uma de suas portas aberta, e no topo do destroço ainda em pé se encontrava um ser irradiando calor, como um anjo feito de estrelas.

O ser era um homem, aparentando pouco mais de 20 anos, trajando uma armadura incandescente, que aos poucos se resfriava, perdendo o brilho anterior.

No céu da colônia raios e explosões podiam ser avistados singrando o cosmo, uma guerra implacável também ocorria muito acima da fumaça e destruição causada pelos invasores.

Outra porta então se abriu do veiculo esférico, de seu interior um ser humanóide, alto e esguio, de cabelos longos e azuis, de beleza impar, se ergueu. Trajava uma armadura similar ao do guerreiro, mas de forma simplificada e aparentemente mais frágil. A criatura falou com uma voz potente e limpa:

– Quantas são Caran?

O homem então gritou:

– Faltam ainda mais quatro! – apontando para a direção das demais pirâmides.

O Alienígena parou por um instante e então levantando seus braços. Ele começou a brilhar e então uma coluna de luz surgiu, dele até os céus. Em um movimento rápido os seus braços desceram, e com eles a coluna de luz desabou como um raio divino, despedaçando a mais distante das pirâmides.

Os construtos vermelhos, percebendo a presença dos dois atacantes, começavam a correm em suas direções.

– Aaaaahhhhhh! – Gritou Caran, e com um enorme salto alcançou a nave invasora mais próxima, atingindo e escorregando o escudo de energia púrpura, e com golpe de suas mãos limpas conseguiu abrir um grande talho no escudo entrando velozmente em seu interior. Da pirâmide ainda saiam mais construtos, e ele sem hesitar atacava constantemente, lançando-os para todos os lados com apenas um golpe. A luta continuou até Caran entrar no interior da nave, causando explosões internas consecutivas até o topo da mesma, abrindo um rombo em sua ponta por onde surgiu Caran.

Enquanto isso o alienígena de cabelos longos começou a flutuar, e calmamente partiu em direção a outra pirâmide, atingindo com raios pulverizantes os construtos que tentavam alcançá-lo. Sem perder tempo, ele atingiu definitivamente com um raio a estrutura, se dividindo em duas, e explodindo logo em seguida.

Os defensores partiam para as duas ultimas pirâmides, cada um a seu modo, como deuses implacáveis e onipotentes. De uma das construções, um casal de jovens colonos saiu para observar seus salvadores em ação, confiando plenamente nos guerreiros e esquecendo o medo que os assolavam a momentos atrás.

O alienígena conjurava novamente um raio de mesmo poder do inicial, enquanto Caran lutava para romper o escudo da ultima. Repentinamente o escudo que Caran lutava se rompeu, e de uma das reentrâncias da pirâmide um raio de energia negra foi disparado, atingindo o alienígena de cabelos azuis.

– Alrius, não!!!! – Caran gritou desesperadamente ao ver seu colega de inúmeras batalhas sendo atingido inesperadamente.

– Nunca dê as costas para um inimigo – Essas palavras foram feitas por uma voz feminina, uma nova inimiga surgira traiçoeiramente, e com aquelas palavras enunciava o erro do guerreiro. Então o peito de Caran se rompeu em uma explosão vermelha, e ele caiu lentamente, escorregando pelo braço de uma bela mulher, só não tão bela, pois sua face possuía reentrâncias negras, por onde energia púrpura percorria de instantes em instantes, da mesma forma que sua armadura negra e púrpura.

– Traidora! Vocês venderam sua alma, mas perderam suas vidas, isso será o fim de vocês! – Caran caiu, mesmo em seu ultimo suspiro demonstrar que diante da morte certa a derrota não era uma opção.

O casal de colonos observava a cena aterrorizado, e em um piscar de olhos a bela guerreira surgiu na frente deles.

– Apreciando o show garotos? – Com essas palavras a guerreira perfurou com as mão a região entre os olhos da jovem colona, fazendo a parte de traz do crânio explodir.

A mancha de sangue espirrou no rosto do rapaz paralisado, imaginando que aquilo não pudesse acontecer.

– Você! Fale alguma coisa, grite! – Com a outra mão ela o agarrou pelo, levantando-o com a mesma facilidade de uma criança levantando um boneco de pano, enquanto o sangue do rosto do jovem escorria pelo braço dela.

– Chato! – Com total desprezo a mulher o remeço brutalmente contra uma parede.

A guerreira observou o céu, feixes de raios podiam ser percebidos mesmo do outro lado da fumaça preta encobrindo as estrelas, e mesmo a milhares de quilômetros, a influência eletromagnética deles ionizava a atmosfera, causando raios aparentemente sobrenaturais. A guerra ainda ocorria muito acima da atmosfera, e ela começou então a se preparar para partir, limpando o sangue de suas mãos com um pano qualquer e caminhando calmamente em direção a ultima pirâmide restante.

Antes de conseguir chegar a sua nave, uma luz começou a envolver-la e toda a vila, se tornando cada vez mais intensa, formando um campo branco, exceto pelas áreas ocupadas por ela e as pirâmides, eles pareciam sugar a estranha luz para si.

A invasora então olhou para traz, buscando a fonte de tal energia, apenas para ser cegada pela imagem de relance do jovem colono em prantos com um corpo nos braços, e sendo desintegrada instantaneamente. Ele emanava uma poderosa luz, como se ele próprio fosse uma estrela.

A luz então cessou completamente, o jovem então observou surpreso toda a destruição causada por ele. Mas o perigo ainda não tinha acabado. Da ultima pirâmide restante construtos vermelhos voltavam a sair, e vinha rapidamente em direção dele.

Antes que conseguissem atacá-lo, raios atingiram os construtos, um a um. Alrius estava levitando, e com seu poder, destruindo os inimigos restantes. Ele pousou lentamente ao lado do rapaz. Concentrou-se um pouco e disparou um raio para o céu, abrindo uma janela entre a fumaça negra, possibilitando a visualização da batalha cósmica.

Duas enormes naves como luas se digladiavam, a de Alrius, uma Nave Galáctica, capaz de singrar o espaço entre as galáxias, energizada pelo poder de uma estrela, e a nave invasora, uma devoradora de sóis, uma ferramenta de uma raça antiga e poderosa, com o único propósito de destruir todo o universo. Então Alrius disse:

– Venha! A guerra ainda não acabou – Segurou a mão do colono, e em um globo de luz cortou o céu em um raio ascendente, para auxiliar na luta a milhares de quilômetros acima da atmosfera do planeta onde a sangrenta batalha ocorreu.”

.

O UNIVERSO

Colônias

Sim, eu pulei a parte difícil e não poética do processo.

Os futuros colonos antes de se tornarem colonos embarcam nas naves galácticas, enormes naves planetárias, com capacidade de viajar entre as estrelas, e se defender contra as ameaças. Defesa essa baseada em poucos indivíduos, existentes apenas em um em 1 bilhão.

Apesar de serem 100% autônomas, as fabricas coloniais, responsáveis por extrair, processar matéria prima, precisam de supervisão humana para eventos inesperados. Novas formas de vida unicelulares até culturas inteiras podem ser dizimadas pela atividade das fabricas.

As naves galácticas eram os guias para os colonos, transportando as naves coloniais,

A partir daí uma jornada de treinamento e espera em uma viagem singrando as estrelas e galáxias.

A Aliança universal

A Horda do Armageddon

O grande inimigo da aliança universal, ameaçam cada ser vivo existente, executando um plano apocalíptico de destruir todo o universo.

Espécies

Eldans

Humanos

Ferais

Gigas

Gondreds

Piscis

Morphs

Nanos

.

NAVES GALACTICAS

São naves de tamanho descomunal que se utilizam da energia de uma estrela para energizar seus sistemas. São capazes de atravessar uma galáxia em poucos minutos, e possuem a habilidade única de cruzar as galáxias. O principal sistema é o de energizar portais estelares permitindo saltos entre galáxias.

Sistemas

Geração de energia

Propulsão

Canhão principal

Canhões secundários

Bélico Secundário – Usado pelos Artilheiros

.

OMNI MECHS

.

GUERREIROS CELESTIAIS

Guerreiros celestiais são a ponta de lança da aliança universal, são individuos conectados com os astros de maneira que a ciencia não consegue compreender totalmente. Tal conecção os tornam verdadeiros deuses.

Signos

Todo guerreiro celestial é conectado com um astro em especial, e o seu tipo determina seu signo, que dita a natureza de seus poderes principais.

Estrelares 2 – 6 – 3

São Guerreiros Celestiais mais comuns, conectados a uma estrela especial, possuem poderes básicos relacionados a gravidade e luz.  Seu poder especial é a eletricidade, relacionado com as manchas solares causadoras de tempestades eletromagnéticas.

Planetário 5 – 4 – 3

São Guerreiros celestiais raros, estima-se que surja um a cada 300 anos por planeta. A Gravidade os influencia a vida toda tornando assim um de seus poderes básicos. Seus outros poderes são relacionados a vida, ou seja Cura e Bios, seu poder especial, capaz até da ressurreição em níveis mais altos.

Cometário 9 – 1 – 2

Influenciado pelos velozes cometas, esse Guerreiros celestiais são poderosos, recebendo a luz da estrela que os iluminam, percorrendo a paisagem cósmica através das eras. Seus poderes básicos são a luz e velocidade. Seu poder especial esta ligado com a absolvição das energias que o astro capta através das eras.

Temporais (Buracos Negros) 3 – 1- 8

São os mais sombrios dos Guerreiros Celestiais, influenciados por buracos negros. A vida em sistemas solares ditados por um buraco negra é sombria, com a luz, o espaço e o próprio tempo sendo sugada inexoravelmente até o fim. Seu poder especial, o Temporal, representa essa distorção do espaço tempo. Seus poderes básicos são a velocidade e gravidade.

Novas 2 – 4 – 7

Os são influenciados pela intensa luz de estrelas em processo de extinção, que duram pouquíssimo tempo, como Novas e Supernovas, mas que se espalham por todo o universo, conectando assim a alma de todos os seres vivos. Por isso o poder especial de guerreiros desse signo é a Mente. Seus poderes básicos são luz e a cura.

Poderes

Velocidade 1 – Poder básico dos Cometários e Temporais

Esse poder permite os Guerreiros Celestiais percorrer distancias em segundos e atacar centenas a milhares de inimigos em menos tempo que um piscar de olhos. Ataques únicos com esse poder são fulminantes.

Luz 2 – Poder básico dos Cometários, Estrelares, e Novas

O poder de controlar a luz permite a geração de raios mortais. O controle e manipulação da luz dos astros próximos também são bastante poderosos, permitindo concentrar rajadas de energias capazes de virtualmente destruir até estrelas

Gravidade 3 – Poder básico dos Estrelares, Planetários e Temporais

O poder de atrair matéria, capaz de distorcer a mesma e aumentar a força de um guerreiro a níveis divinos. Assim como a gravidade diminui com o quadrado da distancia, esse poder funciona mais facilmente o mais próximo possível do seu usuário, tornando assim golpes de contato devastadores.

Cura 4 – Poder básico dos Novas e Planetários

O poder de restaurar a vida. Seus usuários conseguem regenerar facilmente de ferimentos assim como restaurar os ferimentos de outros. Também conseguem sentir a proximidade da própria vida, ou a falta dela, detectando a força vital de inimigos e aliados, sabendo quando estão próximos da morte.

Bios 5 – Poder Especial dos Planetários

A conexão vital de um Guerreiro Planetário com seu planeta e representado por esse poder. Apesar de estar intimamente com o Poder de cura, o poder de Bios consegue alterar a vida ao redor do Guerreiro Celestial, assim como a sua própria estrutura corporal. A criação de novas formas de vida, tanto para a manutenção de ecossistemas, assim como para a destruição da vida através de vírus mortais.

Eletromagnetismo 6 – poder especial dos Estrelares

Uma estrela é um gerador de energia através de fusões e fissões equivalentes a milhares de explosões atômicas sucessivas. O efeito mais natural das estrelas e a luz, mas anomalias eletromagnéticas no sol, responsáveis pelas manchas solares e por sua vez pelas erupções solares, são ainda mais poderosos que a luz.  Está intimamente ligado com a Luz (radiação eletromagnética), mas a um nível atômico e até subatômico, pode dividir moléculas instantaneamente. Atrair ou repelir metal são seus efeitos mais básicos, podendo chegar a níveis de concentrar matéria com força suficiente para fusões nucleares.

Mental 7 – poder especial dos Novas

A explosão de novas ocorre a cada 30 anos em cada galáxia, mas a luz que escapa dela atinge até outras galáxias, essa luz toca seres vivos de todo o universo próximo em diferentes tempos, mas é absorvida por todos. Isso cria uma conexão mental/espiritual com cada ser vivo da galáxia, permitindo aos Novas entrarem em sintonia com eles lendo e controlando suas mentas em diversos níveis. Acreditasse que esse poder pode chegar converter um caído da corrupção, e que na verdade os caídos sejam criados através de um poder assim.

Temporal 8 – poder Especial dos temporais

Os buracos negros possuem uma enorme concentração de matéria que distorce o próprio espaço tempo. Essa influência permite aos temporais alterar o fluxo e tempo ao seu redor, geralmente tornando-o mais lento. Há lendas que níveis mais altos desse pode permitir viajar literalmente no tempo, passado e futuro, mas tal uso foi banido pelo Nexo Temporal.

Visão 9 – Poder Especial dos Cometários

Os cometas foram fonte de grandes presságios da humanidade, percorrendo o espaço a enormes velocidades eles conseguem conectar com a luz do universo, percebendo a dança da estrelas, visualizando o inalcançável e até o futuro próximo. Esse é o poder mais sutil de todos, mas o que pode mudar o futuro do universo.

Armaduras Celestiais

São armaduras que permitem a sobrevivência do guerreiro nos mais adversos ambientes, assim como protegem-nos da morte certa ao confrontarem seus inimigos. Feitos com matéria de núcleo estelar, super denso, um sistema de compensação gravitacional, energizado com a própria energia do guerreiro celeste, impede que a estrutura da armadura entre em colapso.

.

Linha temporal da humanidade

-13000 – Surgimento da horda na via láctea, extinção de milhares de espécies.

-1600 – Horda chega ao sistema solar.

-1500 – Extinção da primeira cultura galáctica humana na primeira guerra contra horda.

-1300 até 2000 – História humana no planeta terra.

2109 – Desenvolvimento do motor de fusão para viagens espaciais.

2141 – Inicio da 1ª Guerra Espacial.

2142 – Inicio do desenvolvimento da tecnologia de buraco de minhoca.

2145 – Fim da 1ª Guerra Espacial. Marte é terraformatada.

2151 – Inicio do sistema de portais em pequena escala entre todo o sistema solar.

2201 – Inicio da 2ª Guerra Espacial.

2206 – Fim da 2ª Guerra Espacial. Primeiro salto para outra estrela.

2251 – Guerra genética.

2320 – Humanidade entra em contato com outras espécies.

2400 – Guerra galáctica.

2500 – Guerra temporal.

2600 – Chegada da Horda.

2606 – Fundada a Academia Galatica Celestial, para descobrir novos guerreiros celestiais, e difundir e desenvolver técnicas de combate.

2800 – Chegada dos Eldans trazendo da tecnologia para viajar entre as galáxias.

2845 – Terminada a primeira Nave Galáctica humana.

2983 – Nascimento de Ário.

3009 – A união galáctica se espalha por milhares de galáxias tentando deter a Horda.

Sistema no Google Docs:

http://docs.google.com/Doc?docid=0AZDvXQygzsl9ZGdoaGo5aGhfMWhiNjU0ampz&hl=en

Anúncios

8 Respostas to “OMNI”

  1. Bem amigo…
    Gosto de FC. Gosto muito. Há algum tempo estava me perguntando por que ela não emplaca no Brasil.
    Então não leve a mal as críticas que vou fazer, ok?
    Sei que o cenário está no início, e por isso espero estar contribuindo para melhorá-lo.

    1 – (E dois, três e quatro, de tão importante) MOTIVO
    pense comigo..
    Naves imensas. Algo em torno de um Km de comprimento imagino. Ou pelo menos 600 mestros. Imagine a quantidade de recursos necessário. de tripulação. O tempo de construção.
    Tome por base os porta aviões que tem “apenas” 300 metros e demoram 8 anos para ficar pronto a um custo de 14 BI.
    Não se faz um investimento desses sem um objetivo. O que a horda quer?
    Mesmo com automatização (e esse é o próximo ponto) é muito trabalho. Se pensar que temos a participação de seres vivos atuando nessa batalha de destruição cósmica, o que maria leva?
    É claro que pode ser um lucro intangível (como limpar o universo de raças inferiores) mas cá para nós… o nível de conhecimento técnico para construir naves galáticas é alto demais para que uma raça bélica em excesso tenha sobrevivido até o ponto de fazer uma.

    5 – Automatização.
    Com o avanço da tecnologia previam a redução do trabalho. Está acontecendo exatamente o contrário. As máquinas são tão complexas que está acotnecendo uma redução do trabalho braçal, não do trabalho.
    Os funcionários de uma fabrica de processadores da Intel por exemplo não soldam circuitos manualmente, mas tampouco apenas supervisionam. máquinas precisam ser programadas, supervisionadas, calibradas, consertadas… Humanos tem que fazer testes de qualidade, etc.
    Além é claro da Pesquisa e Desenvolvimento que é tarefa eminentemente humana. Poderíamos pensar em uma fábrica onde máquinas calibrem, ajustem, verifiquem, consertem e supervisionem máquinas. Sim, mas quem garantiria a qualidade do supervisor? É um problema simlar ao da origem de deus.
    Eu diria que hoje já é perfeitamente possível por exemplo montar um automóvel sem a participação humana. Ou seja, o trabalho braçal pode ser eliminado. O outro não.

    6 – Seu pouso de naves
    Sinto muito, mas uma nave que pouse com a força descrita se esfarela. Inércia é uma força física imperdoável. se um pota aviões tem 106.600 toneladas imagine uma nave.
    Agora imagine a parte de cima querendo continuar descendo e forçando a parte de baixo. a estrutura interna da nave é estraçalhada.

    7 – Seu método de ataque
    se eles querem apenas destruir as coisas um vôo orbital com os canhões ultra mega fodásticos deve ser mais eficiente. (o que nos leva de novo à questõ do motivo) Se eles quem recolher as pessoas (como pareceu em certa parte do texto) eles teriam várias alternativas…
    Porque não bombardear as cidades com bombas de gases narcóticos antes de descer? Aliás, raios eletromagnéticos podem causar dor, nausea e inconsciência. O exercito dos EUA está desenvolvendo armas não letais baseado nisso. poderia naquele voo orbital deixar todo mundo dormindo antes mesmo de descer.
    O que eles querem no planeta? É essa informação que vai definir a estratégia.

    8 – Como eles não se auto destruiram
    Já toquei no assunto mais cedo.
    uma civilização bélica (a humana por exemplo) guerreia entre si. Uma civilização muito bélica se autodestrói. Uma civilização apocaliptica-quero-destruir-tudo-que-existe nunca conseguiria desenvolver tecnologia o bastate para vôos espaciais.
    Nós, com 5 mil anos de história já aprendemos que temos que ser pacíficaos. Nós, para entender a nossa ciência mais avançada precisamos de uns 8 anos de estudo (não estou me referindo aos 11 de ensino regular, mas aos 4 de graduação 3 de pós graduação e o 1} do doutorado, onde você estuda antes de começar a criar algo novo no segundo ano do doutorado). imagine o estudo necessário para entender uma ciência avançada como a sua? Uma raça agressiva, bélica, etc se daria ao trabalho de aprender tanto?

    9 – os cavaleiros cósmicos
    ceeerto…
    Imagine o seguinte… Um humano, 100 Kg, 60% água. A água ocupa um volume até 20 vezes maior quando evapora… Imagine… Feio não é?
    Imagine que ondas eletromagnéticas causam mutação no código genético. imagine que que os seus orgãos internos estão submetidos à inércia, e que caso voc acelere de 0 a 500 em dois segundos o seu cérebro vai fazer uma força igual e contrária contra a parte de trás da sua cabeça.
    O corpo humano é frágil. Se você aplicar ao corpo humano a carga de energia que se menciona no conto existem duas alternativas. Ele vira um pedaço de carvão ou explode em mil pedacinhos gosmentos.

    10 – Garotas Gato
    Sempre que se tenta colocar física de verdade em uma história de ficção deus mata uma garota gato. Então acabo de matar uma, e por isso vou calar a boca. Mas as ciências humanas são necessárias. O que faz com que uma raça mantenha uma fábrica ligada 10 anos criando uma nave espacial ultra mega apelã ao invés de produzindo ursinhos de pelúcia? O que faz om que ela quera colocar a sua sobrevivência pessoal em risco percorrendo o universo matando outros seres vivos?

    um link (meu… JABÀ) falando sobre a sociologia dos cenários: http://factoriarpg.blogspot.com/2009/08/teoria-verossimilhanca-de-cenario.html

    • Muito bom seu comentário Cochise. Algumas das respostas imagino que possuem algumas respostas, mas não quis deixar o texto tão hardcore, e ainda não formalizei tudo (nem em rascunho).

      Mas devo falar pelo menos do motivo: Imagine um império com único objetivo a destruição do universo – O motivo para isso falo depois. Grande parte dele já foi destruído, e “a esfera” se fecha em uma região com alguns milhares de galáxias. Nesse circulo se encontra a humanidade e outras raças. A maioria na verdade tenta não acreditar no mal que existe, e vivem da forma que desejam, executando atividades industriais, científicas culturais. Mas um parcela dessa sociedade já encarou o fim, e a vontade de viver foi mais forte, e ao invés de desistir começaram a procurar uma forma de combater o mal. De trilhões de seres vivos inteligentes na galáxias, apenas alguns milhares tentam lutar contra a destruição total.

      Quanto a automação (minha área de trabalho no mundo real), isso é apenas questão de tecnologia, uma vez que uma maquina for capaz de se auto reparar (e isso não é irreal, computadores já possuem protocolos para auto reparo, a nível de software), a automação poderá ser 100% completa.

      Boa parte dessas perguntas são auxiliadas por uma linha temporal relativamente curta que eu criei, mas já estava pensando em mudar, colocar uma faze onde as viagens estrelares eram mais lentas, criando assim um período mais longo de desenvovimento. Isso pode ser ainda mais facilitado se pensarmos em tecnologia alienígena sendo utilizada, ao invés e fazermos uma progressão linear de nossa própria tecnologia.

  2. Ainda vou ler com calma e comentar devidamente — fui conferir meus emails, vi o anúncio de um cenário de sci-fi e tive que dar uma olhada.

    Primeiramente: raças não, pelamordedeus. Isso é vício setentista de D&D; usa espécie, que é um termo bem mais preciso.

    • Valeu a dica, já atualizado

  3. Velhinho, muito interessante a sua campanha, e imagino que não seja FC Hard (o que não a desmerece), e me lembrou algumas coisas do Alastair Reynolds (e de sua série Revelation Space) e do Dreadstar, do Jim Starlin. Revelation Space tem naves de quatro quilômetros que são capazes de viajar a 99% da velocidade da luz e são absurdamente automatizadas. Uma delas ajuda a fazer o resgate de um planeta, levando centenas de milhares de pessoas a bordo.

    Vou acompanhar.

    • @Petras ? O famoso Petras de Natal?

      Seja bem vindo aos Pergaminhos… respondo depois

  4. Tio Lipe "Cavaleiros" Says:

    Olá!
    Depois de muitos séculos eu finalmente consegui um tempinho paa ler este seu texto imenso. Devo dizer que gostei da história, mesmo que não seja o estilo literário que mais me agrada (sou mais o clássico fantasia medieval). Quanto ao restante do texto, devo confessar que me senti perdido. Não compreendi de fato o que é “isso” tudo, mesmo tendo uma vaga noção. Agora me esclareça: Omni se trata de um RPG seu, uma história que você planeja publicar ou o que mais?

    Ainda tenho que ler seus outros textos a respeito.
    Até and Bye…

    • Cara, essa página é meio que o primeiro rascunho do cenário/sistema OMNI, um RPG de ficção científica/fantástica.

      Não é deve ser lido na integra, e o conto foi dividido entre os posts de apresentação do cenário.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: