Resenha SEM Spoilers: As Crônicas de Gelo e Fogo – A Tormenta de Espadas (Livro Três)


Se você não leu nenhum dos dois livros anteriores, ou se Não viu nenhum episódio dá série pare agora de ler esta resenha e vá devorar tudo, pois é o que é preciso para ler A Tormenta de Espadas.

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A resenha que farei não deverá depender de que você tenha lido nenhum dos dois livros e nem tenha assistido a série, pois é sobre se o livro é bom ou ruim, e o que fazem dele o que é.

Primeiro gostaria de falar que um amigo vivia falando desse livro, dizendo como era bom, melhor que todos os outros… isso me gerou uma expectativa, e todos sabemos como a expectativa é ruim, certo?

Pois é, foi o que aconteceu, achei o livro bom, mas não tão bom quanto eu imaginaria que seria. Mas ainda assim muito bom.

Ele com certeza é melhor que os outros dois livros, mas de certa forma estava esperando um pouco mais. Lembram-se né da expectativa?

O livro segue o mesmo formato que os anteriores: cada capitulo seguindo um personagem, apresentando seus pensamentos e suas visões sobre aquele momento. Há dois personagens novos: Sam da patrulha da noite e Jaime Lanister, o regicída (isso, um vilão passa a se tornar um protagonista, mas não necessariamente deixa de ser vilão). E apenas um sumiu (não vou falar quem, pois pode dar spoilers do livro anterior).

O que mais gostei desse livro é que mostra praticamente duas novas culturas em detalhes: as cidades escravistas e povos das terras para lá da muralha (isto não é spoiler). Isso restabelece o mesmo sentimento de novidade e curiosidade do primeiro livro.

O livro continua bem escrito, e possivelmente mais que os livros anteriores, com cada capitulo realmente acontecendo algo de grandioso, assim eu sempre ficava esperando algo que mudasse o rumo da trama para aquele personagem, o que de certa forma pode acabar se tornando previsível, pois você sabe que se as coisas estão indo bem, provavelmente vão ficar ruins antes do final, e vice versa.

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Agora o principal ponto desse livro é o retorno da magia. Aqui a magia retorna com tudo, mas ainda assim de forma sutil, as vezes de forma coincidente, mas muitas vezes de forma grandiosa.

No livro passado vemos um pouco dessa magia, mas nesse a magia é muito mais gritante. Não é nenhum Harry Potter é claro, mas se aproxima ainda mais do senhor dos anéis, com criaturas fantásticas, um efeito especial aqui e ali, alguns poderes até dos próprios protagonistas…

Mas o que continua de forma ainda mais descarada, e de forma ainda mais cruéis são as intrigas. Elas são a cereja do bolo. Nesse livro apesar de mostrar pelo menos duas campanhas de guerra (mais que o anterior), e muito mais lutas, o rumo da história é guiado principalmente pelas intrigas.

Muitos segredos inclusos nos primeiros livros são revelados nesse, e com tudo o que acontece esse livro é realmente um divisor de águas, mudando completamente todo o status de guerra do segundo livro que começou no final do primeiro livro.

Apesar de todos esses pontos fortes, o inicio do livro começa morno, quase chato, mas é apenas uma preparação de terreno para tudo que começa a acontecer um pouco antes do meio até o final, onde os grandes fatos começam a acontecer um atrás do outro.

No final das contas o livro é muito bom, cheio de reviravoltas e prende o leitor em 80% das horas, exceto no inicio, que começa meio morno.

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