Capitulo 6 – Um Novo Planeta (Parte 4)


É isso meus amigos, pela primeira vez falhei com vocês e não publiquei este conto na semana passada, por isso hoje e manhã haverão partes do conto novas. Os motivos são muitos: Concurso da Secular Games, Inicio do Ano, Fim do ano letivo na faculdade (greve é foda)… mas depois de quase um ano sem problemas acho que posso falhar uma vez, certo?

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Os Filhos de Gliese – Capitulo 6: Um Novo Planeta (Parte 4)

O relevo também ia se tornando mais acidentado, o efeito da água talhava pequenos riachos congelados, que depois iam se tornando rios, e iam escavando o gelo e o chão abaixo dela. Eram rios sinuosos, provavelmente devido a vegetação perpendicular ao movimento da água, que tendia sempre para a parte mais quente do planeta. Isso porque a parte escura parecia ser um pouco mais elevada que a luminosa, devido ao acumulo de gelo ao longo das eras.

Algumas formações mais elevadas começavam a surgir no horizonte, não chegavam a ser montanhas, mas colinas ou serras. Parece que a quantidade de elementos mais leves do planeta não contribuiu para a formação de uma grande atividade geológica na superfície.

Imagino o quanto mais raro era encontrar metal no planeta, e por isso mesmo dificultando qualquer criação de tecnologia mai avançada. Isso atiçava ainda mais minha curiosidade sobre o sinal que chegou até a terra, sobre os brilhos de luz que vi no espaço, e também sobre os feixes de raios que pareciam forma uma rede de comunicação entre os vários planetas desse sistema estelar.

Começava a escalar uma das colinas que formavam o que parecia uma serra, o que encontraria do outro lado?

A escalada até foi fácil, mas não foi fácil ver o que havia do outro lado. Uma enorme cratera era formada entre algumas colinas, e os rios desciam por elas até formar um lago. Aqui a vegetação era mais escassa, pois era mais escuro, mas podia ver alguns brilhos ao redor dos rios. Não era o que via que me preocupava, mas o que escutava.

Urros macabros ecoavam pela cratera e entre as colinas, era como se estivessem realizando uma matança naquele local. Não conseguia ver exatamente qual a fonte do barulho, nem se de fato era de um ser vivo ou o puro barulho do vento por entre as fendas formadas pelos rios. Mas tinha que descobrir.

Desci cautelosamente a parte interna da colina, tentando ouvir de que lado o som vinha. Segui do jeito que pude, algumas vezes tropeçava em pequenas vegetações, mas o maior problema eram as grandes vegetações, que aqui na cratera mal iluminada cresciam de forma desordenada, algumas quase que deitadas, tentando capturar o Maximo da pouca luz que passava pelas bordas da cratera.

O barulho aumentava a medida que eu me aproximava, dando cada vez mais a impressão de ser um banquete animalesco, e de repente parou, o que quer que seja deve ter me escutado, e agora eu era a presa.

CONTINUA…

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