Capitulo 6 – Um Novo Planeta (Parte 2)


Hoje consegui enviar mais uma parte a tempo, mas estou com bastante dificuldade em colocar novas imagens.

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Os Filhos de Gliese – Capitulo 6: Um Novo Planeta (Parte 2)

Estava frio, agora que minha armadura era um peso morto, eu estava com uma simples roupa de tripulação da nave Fermi, isolante térmica e capaz de sustentar uma pequena atmosfera isolada, mas bastante flexível e confortável, nada de mais.

Prestei atenção pela primeira vez no ar, era pesado, tinha que fazer mais força para respirar a quantidade que estava acostumado, mas não sentia que precisava, algo me dizia que possuía mais oxigênio que o normal, e que mesmo a menor quantidade de ar faria suprir todas minhas necessidades.

A gravidade também era um pouco maior, quase nada maior, no final apenas isso não me faria cansar nem um pouco, visto que tinha treinado para suportar gravidades bem maiores, até três vezes maior que a da terra. Um humano normal aqui poderia ter mais dificuldades, não poderia carregar muito peso, seria como se levasse consigo uma carga equivalente a dez por cento de seu peso continuamente.

O céu estava coberto por nuvens, que adensavam a medida que se aproximavam de onde estava, a zona congelada do planeta. Na verdade estava na borda dessa zona, em uma parte que um humano agasalhado poderia sobreviver algumas horas antes de necessitar de abrigo e aquecimento.

O local era uma planície com uma espécie de vegetal púrpura, com nervuras negras comprovavam que era algo biológico. Toquei o solo para sentir sua composição, e após cavar uma leve camada de neve e gelo, parecia com a mesma terra utilizada no jardim da nave Fermi, sendo que um pouco mais fina e clara.

As plantas púrpuras tinham formato de folhas, com a espessura tão fina quanto um dedo mindinho, sendo que saiam diretamente do chão, não tinham caule, e eram enormes para uma folha. Aqui a maioria tinha tamanho pequeno de mais ou menos um metro, mas avistava outras maiores, sendo que em bem menor quantidade.

Apesar de sua frágil aparência alienígena, sua estrutura era ainda mais alienígena, apresentando uma superfície queratinosa com resistência quase sobrenatural para uma planta tão fina, pois era capaz de fazer uma boa força, dobrando-as em grandes arcos e só depois de começar a torcê-los pude começar a quebrar-las.

A vegetação era disposta em um estranho formato, com todas as plantas viradas com a superfície em direção a estrela, e nenhuma ficava completamente a sombra da outra, formando um espaçamento completamente alienígena, não parecia em nada a vegetação da terra que conhecia em fotos ou no jardim da nave Fermi.

CONTINUA…

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