12° Dia


…NO DIA ANTERIOR

Acordamos bem, tudo parecia em paz, mas as colunas de fumaça ainda subiam ao céu, e disparos de armas durante toda a noite ecoaram pelos escuros e silenciosos canais de recife.

Antes de partimos decidi que deveríamos nos armar ainda mais, e lembrei de um local  que nunca visitei mas sabia que poderia me ajudar, o Instituto Ricardo Brennand, um museu de armas.

Felizmente o local era mais próximo do que imaginava, e com nossos carros chegamos ainda pela manhã.

Felizmente o local estava abandonado, sem nenhum vigia. Invadimos o local facilmente, felizmente ninguém da cidade havia pensado em vir aqui, mas havia um motivo. Existia várias armas de fogo, mais nenhuma possuía munição, além de que todas eram bacamartes e pistolas de pederneira.

Mas não desistimos, peguei uma baioneta, e seguimos para vistoriar os demãos prédios, e encontramos uma pequena coleção de armas de fogo do inicio do século passado. Eram revolveres, fuzis, e até rifles. Mas estavam se munição, mas deveriam existir, escondidas em algum canto separada das armas por motivo de segurança.

Já estava de tarde, estávamos cansados e com fomo de tanto procurar, mas finalmente meu primo viu um porão, trancado com um grosso cadeado. Peguei um extintor de incêndio e quebrei a tranca, e lá estavam as munições. Não foi fácil identificar quais as munições de quais armas, muito menos as que funcionavam, mas pegamos uma boa quantidade e partimos de volta para nosso “QG”. Agora estávamos armados e motorizados.

CONTINUA…

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