11° Dia


…NO DIA ANTERIOR

Segundo o acordo o grupo que ficou fora da cidade deveria chegar logo pela manhã, o mais cedo possível. Já era 7h e nada. Resolvemos que iríamos ao encontro deles.

Primeiro conseguimos fazer o fusquinha pegar, surpreendendo o restante dos moradores do condomínio o que nos garantiu um bocado de trabalho ensinando como fazer alguns outros carros pegarem. Verificamos que o combustível realmente havia sido roubado e que precisaríamos reabastecê-lo.

Com nosso prestigio recém adquirido conseguimos combustível diretamente dos visinho, além de um galão reserva, os fuscas não eram nada econômicos. Carregamos o carro com mais mantimentos e saímos em busca do outro grupo. Não demorou a encontrá-los, mas estavam sem o carro!

Eles contaram a história de como um grupo de uns vinte homens bem organizados e aparentando tentar criar uma certa autoridade os abordou. Haviam furado um dos pneus do carro com streps na rua e apenas com ameaça pela quantidade conseguiram levá-lo.

Eram Dez homens ao todos, e sabiam para onde haviam levado o carro, resolvemos que teríamos ele de volta, pois agora mesmo em menor quantidade tínhamos uma arma.

Não demorou para encontrarmos o grupo, organizado em uma espécie de pequena comunidade em uma rua com uma borracharia, tentando tapar o furo no buraco com borracha derretida em uma pequena fogueira a céu aberto. Esperamos que consertassem o pneu para que pudéssemos continuar a viagem sem problema. Felizmente não demorou muito, havia a vista apenas 4 deles, e decidimos abordá-los assim que ligassem o carro.

Eles abriram o capo, um deles ficou na direção, dois começaram a fazer as ligações, e outro apenas observava. Quando o motor pegou era nossa vez. Corremos, apontamos as armas, afastamos eles, entramos no carro, e ouvimos um tiro.

Eles gritaram, “Parem por ordem do Professor Max! Parem Já!”, engatamos a primeira e saímos do local, ouvimos um barulho de carro, em uma casa do outro lado da rua os outros seis homens saiam da casa em um opala preto.

Tive que pensar rápido, peguei o marcador, mirei na direção do para-brisa e atirei uma rajada que acertou em cheio o alvo, ofuscando completamente a visão do motorista. Ele colocou a cara de fora com uma arma na mão apenas para receber na região dos olhos duas bolas de tinta a uma velocidade de mais de 300 pés por segundo, o equivalente a 330 km/h!

Ele derrubou a arma e gritou de dor, o carro saiu desgovernado e bateu exatamente na oficina deles, no momento em que outro pegava a arma já havíamos virado outra rua e nunca mais o veríamos.

Juntamos-nos com o outro grupo e nos retornamos para o casa deles em recife, para que no outro dia retornássemos para Natal, esperando que a adrenalina passasse durante a noite para uma boa noite de sono.

CONTINUA…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: