Capitulo 4 – Um Pequeno Sol (Parte 8)


Antes de qualquer coisa: Desculpem-me! dessa vez o atrazo foi bem grande, mas isso se deve a dois fatores: aqui em natal foi feriado na segunda feira e voltei a dar aulas na quarta, então fiquei sobrecarregado. Mas como sempre o velho ditado diz: antes tarde do que nuca, aqui vai mais uma parte desse conto de ficção cinetífica.

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… ANTERIORMENTE

Os corredores estavam escuros, não consegui ver nenhum sinal de vida, e sentia na pele que ali realmente não parecia haver nada vivo. Será que alguma das criações de minha mãe poderia estar viva, mesmo com o ar congelado? Meus sentidos diziam que não, mas sabia que não podia descartar nenhuma possibilidade. Conectei a energia do traje com a iluminação do corredor e acendi, o que vi era uma claustrofobico e bagunçado corredor.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 4: Uma Nave Abandonada (Parte 8

Com as luzes do meu traje prossegui, seguindo em direção a esfera habitacional, se algo estava vivo seria lá, e também lá deveria possuir uma estação de controle onde poderia retirar minhas dúvidas.

Antes de chegar no centro da nave todas as portas se encontravam fechadas, não parecia haver nenhum mantimento abordo, computadores não ligavam. Analisei alguns circuitos para tentar acessar algum dado, capacitores estavam estourados, e circuitos de acoplamento magnéticos queimados. A única pista que teria seria em algum computador completamente selado contra radiação, a caixa preta da nave.

No percurso encontrei uma sala que me chamou a atenção, era a sala de Criogenia. Será que alguém poderia ainda estar congelado aqui? Será que ainda estariam em conservação? A final a temperatura e o uso de nano tecnologia poderiam mantê-los em um estado criogênico por décadas, séculos ou até milênios.

A utilização dessas câmeras provavelmente seria uma forma de manter alguém vivo caso a viagem demorasse mais tempo do que o esperado. Talvez fosse para manter algum tipo de animal, da terra, ou capturado pela missão.

Quando entrei na sala, vi vários contêineres de criogenia, não chegam a ser centenas, mas algumas dezenas. Aproximei-me para ver o que encerra dentro de cada um, e para minha surpresa eram humanos. Provavelmente não era a tripulação original, afinal na sala tem muito menos homens que a tripulação.

Parece que o sistema os armazenou bem, não era possível identificar os sinais vitais, mas a sala permanecia em uma temperatura baixa o suficiente para mantê-los “vivos”, e pela aparência as nano-máquinas ainda faziam seu trabalho de manutenção e armazenamento de informação. Provavelmente a natureza molecular das mesmas não foi afetada pelos pulsos eletromagnéticos.

Infelizmente não possuía recursos no momento para descongelar nenhum dos homens, e possivelmente o computador de controle de descongelamento esteja queimado. Na volta poderia levar um dos corpos e descongelá-lo, pois a Fermi tinha os recursos necessários.

Continuei minha investigação, agora só faltava mais uma porta para chegar no centro da nave. O que poderia ter atrás dela?

CONTINUA…

Uma resposta to “Capitulo 4 – Um Pequeno Sol (Parte 8)”

  1. […] Pergaminhos Dourados Bem vindo às Guerras Dracônicas! « Capitulo 4 – Um Pequeno Sol (Parte 8) […]

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