Capitulo 4 – Um Pequeno Sol (Parte 5)


Sem mais delongas mais uma parte desse conto de ficção científica. Boa leitura!

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… ANTERIORMENTE

Em condições normais de funcionamento ela (Columbiad) pode até servir de veiculo de lançamento ao espaço, se utilizando de capacidade de vôo, e um sistema de pós-empuxo nuclear capaz de fugir da gravidade de um planeta com massa de até 10 vezes ao da terra. Se quisesse não ter a mesma sina que Drake e sua tripulação, essas características seriam indispensáveis.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 4: Uma Nave Abandonada (Parte 5)

 Vesti o traje robótico e me dirigi calmamente para a doca de Fermi. Aqui já não havia gravidade artificial, pois seria bastante problemática o engate e lançamento de naves em uma área em constante rotação.

Lá estava o portão 2, logo atrás estaria o corredor de acesso para a cabine de controle da pequena nave columbiad.

– Filho!

– Mãe!? – Me surpreendi com a voz, seria a primeira vez que ouvi sua voz em anos, achei que nunca mais a ouviria, que ela já tinha me ensinado tudo.

– Filho, chegastes ao meu objetivo, agora posso falar novamente com você, Isto não é uma simples simulação, mas sim uma gravação, por isso não faça mais perguntas pois Fermi não poderá simular nenhuma resposta.

– Mas mã…

– Como falei, chegar nesse sistema solar era meu objetivo, e do resto da tripulação. Seu nascimento não foi planejado, e muito menos a morte de toda a tripulação original – Sem quase dar nenhuma pausa ela me interrompeu, continuando a falar e falar sem dar chances para minha despedida, mesmo que saiba que ela não escutaria.

– Minha missão primaria era simplesmente ser médica da tripulação, tanto a nível físico e celular, quanto genético. Principalmente por isso era uma especialista em genética espacial, criando diversos organismos para viver no espaço e em outros planetas do sistema solar. Inclusive muitas de minhas criações e alunos estavam na nave Drake,  quando ela foi perdida e soube que haveria outra missão eu mesma quis ir, tive medo que algumas de minhas criações pudesse ter sido a culpada pela falha da missão, mesmo que todos os estudos indicassem que não era minha culpa.

– A verdadeira culpa era provavelmente de algum efeito relativista, provavelmente a falta de um portal estabilizador em tão longa distancia poderia de certa forma tornar o buraco de minhoca perigoso.

– Buraco de minhoca?! – fiquei impressionado com essa possibilidade, mas não tive muito tempo de ponderar naquele momento, ela continuou.

– Mesmo assim queriam se arriscar a investigar o sinal, e ainda mais se a nave Drake tinha conseguido chegar em seu destino.

CONTINUA…

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