Capitulo 3 – Um Pequeno Sol (Parte 5)


Voltamos aqui com dois dias de atrasos, mas foi por uma boa causa, finalmente terminei de assistir a maravilhosa série Space Battleship Yamato (Patrulha Estelar para nós), e logo mais verão matérias sobre isso aqui. Então, mesmo com atraso, o importante é que não deixe de publicar.

… ANTERIORMENTE

Os primeiros anos luz da constelação eram extremamente vazias, quase sem nenhuma estrela, exatamente isso que permitiu a boa visualização de Gliese 581 e a descoberta de seu sistema planetário.

Os Filhos de Gliese – Capitulo 3: Um Pequeno Sol (Parte 5)

Agora na constelação a estrela mais brilhante era o sistema estrelar quaternário conhecido como Gliese 570, que apesar de mais brilhante não seria a estrela mais próxima com que estaria antes de chegar em Gliese 581. Esse título seria dado a estrela Wolf 1418, uma estrela muito semelhante a Gliese 581, e que por isso também era fraca de mais para ser observada ao olho nu da nave, assim como Proxima Centauri era fraca demais para ser observada a olho nu da terra.

Gliese 570 era bastante interessante, se possível desviaria a rota de Fermi para aquele sistema estrelar. Lá uma brilhante anã laranja seria o astro dominante no espaço, e suas duas irmãs menores, duas anãs vermelhas dançavam uma linda e eterna dança, enquanto uma pequena e fria anã marrom, a mais fria estrela já encontrada, orbitaria suas irmãs maiores. Gastei um bom tempo observando aquelas quatro estrelas, detectando quaisquer anomalias em suas posições para detectar planetas, e quem sabe conseguir até captar a sombra ou reflexo de luz de um deles e assim conseguir inferir alguma característica marcante do mesmo, como atmosfera e composição. Os dados confirmaram o que a beleza daquele sistema indicava, parecia haver muito mais do que apenas seis planetas a serem explorados. Infelizmente, mesmo com esses dados, Fermi nunca me deixaria mudar a rota da missão.

É claro que Gliese 581 não era o único alvo possível para uma missão, principalmente não estando tão perto da Terra quanto outros sistemas estrelares, a menos da metade da distancia de 20 anos luz que se encontrava meu destino.

Por exemplo, tão interessante quanto Gliese 570 era o sistema Alpha Centauri, e com uma boa possibilidade de suportar os seres vivos da terra, formado por duas anãs amarelas e uma anã vermelha mais distante, Proxima Centauri, que orbita as outras duas a cada 79.9 anos, mas era o sistema mais perto da terra. As medições realizadas por volta da metade da década de 2050 identificaram possíveis planetas com capacidade de suportar vida humana, mas, depois da colonização do sistema solar e forma de produção de energia de fusão eficiente, as mais novas missões de exploração espacial voltaram-se para este sistema, impossibilitando qualquer missão longe da vista do publico geral, fator indispensável para o teste das novas tecnologias que estavam sendo desenvolvidas. Além do mais o sinal de resposta do projeto FOE ainda continuava, e serviu como motivação principal do projeto e guia para Fermi durante toda a viagem.

CONTINUA…

Uma resposta to “Capitulo 3 – Um Pequeno Sol (Parte 5)”

  1. […] Pergaminhos Dourados Bem vindo às Guerras Dracônicas! « Capitulo 3 – Um Pequeno Sol (Parte 5) […]

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