Capitulo 3 – Um Pequeno Sol (Parte 2)


Hoje o episódio saiu atrasado, mas quem ainda estiver acordado bom proveito!

… ANTERIORMENTE

Os Filhos de Gliese – Capitulo 3: Um Pequeno Sol (Parte 2)

Mas durante um evento singular conseguimos ver as estrelas de dia, quando em um eclipse solar. Então vários astrônomos começaram uma corrida ao redor do mundo em busca de fotografar um eclipse solar, e assim observar a luz de estrelas conhecidas ao redor do Sol, e assim medir suas distancias e comparar com as distancias já conhecidas.

O teste foi feito e, como predito por Einstein, foi detectada a distorção do espaço pela matéria.

Então para curvarmos o espaço, assim diminuindo o espaço entre as estrelas, bastaríamos colocar muita matéria entre elas, como um, ou vários buracos negros. Infelizmente buracos negros são um grande inconveniente, pois destroem qualquer coisa que entre no “horizonte de evento”, onde nada pode voltar de sua atração, nem a luz.

Então como poderíamos dobrar o espaço sem matéria. A resposta se encontra em outra teoria do próprio Einstein.

A outra teoria era de que a matéria pode ser convertida em luz, e a luz convertida em matéria. Assim temos então que essas duas entidades, matéria e luz, são apenas estados de uma mesma coisa, ou seja, matéria e luz são a mesma coisa.

Então por que não usarmos luz para distorcer o espaço?

Essa seria uma solução viável.

Aprisionando a luz em um torus magnético, e adicionando cada vez mais energia a esse ciclo, teríamos o espaço no meio desse torus distorcido, reduzindo assim a distancia entre o ponto antes e depois. Se acumularmos essa energia em quantidade equivalente a energia convertida da massa de um buraco negro, teríamos o espaço distorcido a tal ponto que criaríamos um buraco de minhoca, que nada mais é em uma dobra espacial duradoura, mas não necessariamente estável.

Infelizmente Fermi não possuía informações adicionais sobre como conseguir a quantidade de energia suficiente para tal feito, ou eu não possuía acesso.

Foi utilizando um equipamento experimental, um portal estrelar, uma colossal maquina no espaço, do tamanho de uma estação espacial com formato circular, capaz de criar, em seu centro, um desses buracos de minhoca, que a nave Drake foi perdida. Inicialmente foram enviadas sondas, que conseguiram retornar um sinal positivo na chegada, mas quando a nave foi enviada o mesmo não aconteceu.

CONTINUA…

3 Respostas to “Capitulo 3 – Um Pequeno Sol (Parte 2)”

  1. Tá ficando muito legal esse negócio. Tô até tentado a publicar um texto que tenho pronto no meu blog também.
    Ps. Só uma dica: na última linha falta um “a” na palavra enviada.
    Parabéns.

    • Valeu Alê, você foi um dos primeiros a comentar aqui!!!
      Acho que isso vai me ajudar a escrever mais, vou voltar a escrever agora que acabei o mestrado antes que acabe o que já tenho pronto.

      Ah! Se um dia publicar essa bagaça (mesmo que de forma indie) vou tentar lembrar de dar um exemplar para ti, mas qualquer coisa lembre de pedir um exemplar por isso🙂

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