Capitulo 2 – O Filho das Estrelas (Parte 2)


Sem muito blá blá blá voltamos com mais uma parte do conto Os Filhos de Gliese. Não perca!!!

… ANTERIORMENTE

Os Filhos de Gliese – Capitulo 2: O Filho das Estrelas (Parte 2)

Hoje apenas eu estou vivo, na metade da jornada, com apenas 14 anos, ou assim acho, com pelo menos mais cinco anos preso em uma missão que não escolhi.

– Fermi, Conceda-me permissão para navegar em esquemas de montagens de autômatos humanóides realísticos. Traga-me peças também.

– Não Arthur. Você não possui permissão para tal atividade. Se procurar companhia posso chamar sua mãe.

– Não, Fermi! Ela não precisa saber!

– Arthur? Você está bem?

Minha mão tentava tirar a atenção de minha tentativa infundada de conseguir mais companhias nessa minha longa e solitária viagem.

– Sim estou bem. Hora do treino certo? Não perderia esse treino por nada!

– Sim, deves treinar pelo menos 4 horas por dia na câmera de gravidade ampliada – Já estava cansado da mesma resposta, treinar nessa sala que era um grande salão de treinamento que gira a uma velocidade enorme, suficiente para gerar uma gravidade artificial de mesma magnitude da maior gravidade estimada para um dos planetas possivelmente habitados de Gliese 581.

Entrei na câmara de treinamento, que na verdade não é apenas um treinamento, e sim um ajuste completo de metabolismo para sobreviver a altas gravidades. No sistema Gliese 581 possui três possíveis planetas habitáveis. O Gliese 581c possui gravidade estimada de até 2,76Gs, Gliese 581d, nossa galinha dos ovos de ouros, que pode ter gravidade de até 2G até chegar a impressionantes 3,1Gs.

É claro que os limites inferiores de gravidade para estes planetas são bem mais agradáveis, além de haver a possibilidade de luas habitáveis com gravidade bem menor. Mesmo assim a resistência e força adquirida na adaptação poderão facilitar e muito qualquer problema que encontre na exploração.

Falando de exploração, “minha” missão primária não é essa, e sim busca e resgate, descobrir o que aconteceu com a nave “Drake”, a primeira nave enviada para o sistema estrelar Gliese 581.

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