Resenha: Dragon Slayer 30



Mais uma Dragon Slayer nas prateleiras, e mais uma resenha completa aqui. Dessa vez tem um porem, eles fizeram uma adaptação similar a que eu fiz a muito tempo atrás (Kick-Ass), vamos então ver como foi:

Capa: Kick-Ass (apresentando a imagem da Hit-Girl toda ensangüentada), sim com vários meses de atraso mas uma adaptação de Kick-Ass, não sei se está melhor que aminha, quando chegar nessa parte comento. Outros destaques temos Reviews (caçador de apostolo, a cidade dos ladrões, e mago: o despertar), ricos e famosos(sobre os manda chuvas de Arton), batismo de gelo (continuação do quadrinho), Bloqueio (técnicas para escrever mesmo sem inspiração – vamos ver se realmente são boas se eu conseguir a voltar escrever três vezes por semana), Allansia (continuação do cenário de aventuras fantásticas).

Contra Capa: Homem de ferro? Ele esta na revista mas não está na capa? Tudo bem que Kick-Ass é legal, mas o Homem de Ferro merecia um destaque tão bom quanto Kick-Ass, e nem está nos destaques da capa? Sim, isso faz a alusão apenas a adaptação do personagem para M&M na coluna chefe de fase, nada demais, visto que é mais fácil achar essa adaptação na net do que meu blog 🙂

Editorial – “Por Que não?”: inicia com o enredo de Kick-Ass terminando em um ótimo texto para cada um deixar de ficar reclamando e arregaçar as mangas e lutar por seus sonho. Sou 100% da mesma opinião, por isso que faço esse blog, pois quando não gosto de alguma coisa, ou não acho, faço por minhas próprias mãos, como a matéria de kick-Ass, que fiz a adaptação para M&M a muito tempo atrás.

Notícias do Bardo: Inicia com um texto sobre uma suposta tendência do RPGs atuais que é a adaptação de cenários existentes (Battlestar Gallactica, Mouse Guard, DC Adventures, Dragon Age…). Vale a pena conferir, e quem saiba eu não teça um post sobre isso. Além do mais fala sobre o lançamento de Dragon Age RPG, Mago: O Despertar (resenhado na mesma revista), M&M: DC Adventures, RPGCon 2010 (também com uma matéria na mesma revista), Warhammer Fantasy Roleplay (que não é um RPG exatamente novo, mas uma nova edição, sem contar do Rogue Trade que é realmente novo), e Tormenta RPG (apenas uma simples chamada para que parem de ler a revista comprem o jogo e o leiam).

Encontro Aleatórios (e-mail dos leitores): Então, continuem assim, esta bem melhor sem as brigas e mimimi, pelo menos foi engraçado, as duvidas estão ok, algumas rasgações de seda, e acho que é bom frisar uma coisa: Gosto é gosto, e o que foi feito não deixa de existir (perde um pouco de suporte, mas todo o suporte anterior continua existindo, e as vezes é material suficiente para duas vidas de jogos!). Isso por que Tormenta RPG é um novo RPG, não sei se é bom ou ruim, D&D 3Edição não deixou de existir, ainda pode ser encontrada e jogada sem problema, e D&D 4Edição é um novo jogo, com vantagens e desvantagens, não é por que o pessoal da revista não gostou que ele não seja bom (eu mesmo não gosto muito). Por isso pessoal, abram suas mentes, expandam seus horizontes, e sempre tenham suas próprias opiniões, se eu por exemplo não gostar do Tormenta RPG, e as novas revistas trouxerem só matérias do mesmo e não forem muito compatível com D&D 3Edição muito provavelmente não veremos mais essas resenhas 🙂

Sim, eles estão de olhos nos blogs! Diante dos pedidos para aumentar a freqüência das matérias eles sugeriram que os leitores buscassem material na internet!!! Parabéns galera DS, vocês estão subindo no meu conceito J

Grimório de Jade: Vou ser sincero, entendi o primeiro quadrinho, entendi o segundo, mas não entendi o terceiro, isso merece uma googlada…… achei, mas ainda sim não achei tão engraçado 🙂

Falhas Críticas: Um causo mais ou menos (mas que de fato pode acontecer), uma piada fraca, e outra hilária! “Avisem ao Lorde!!” Hauahuhhauhuahua!!

Reviews: O Caçador de Apóstilos (Gustavo Brauner) é difícil resenhar uma resenha de algo que você não conhece, mas mesmo assim podemos tentar ver entre as paredes do critico. Sim, o produto é um produto da casa e dificilmente tiraria uma nota ruim. Sim, o Caldela está se saindo um ótimo escritor (conheço-o pouco, mas o que conheço é ótimo como a tollbox). Sim, o caçador de apóstolos parece muito bom, ao se utilizar da técnica de que um dos personagens é como se fosse o autor do livro parece-me inovador (principalmente por deixar claro isso, e por deixar claro que mente em várias partes, naquele velho ditado “quem conta a história são os vencedores”).

A Cidade dos ladrões, (Gustavo Brauner) outro livro jogo, a resenha parece boa, mas menos surpreendente do que o de criatura selvagem (que era uma mini aventura solo). O enredo do livro parece legal, mas um pouco comum, e, segundo eles, é mais valioso pelo cenário do que pela aventura.

Mago: O Despertar (Leonel Caldela)  a resenha começa lembrando do antigo mundo das trevas (que pelo que eu conheço do novo o antigo era muito mais “massa”), e começa a falar um pouco sobre o novo mago, que jogou de lado a briga contra a tecnologia, removeu um pouco da parada filosofal (mas não muito, apenas o lado espiritual pelo que entendi),  e não adicionou um grande inimigo (pelo menos não que o Caldela tenha achado, já que ele revela que não leu o livro em detalhes). A nota final foi 4, parece que não estimulou o Caldela.

Sir Holland: Uma história muito legal, simples ma que apresenta toda a falta de lógica de algumas arenas que existem por ai (ou até a velha história do dragão que serve de montaria, se o dragão é tão mais poderoso, por que ele se deixa montar?).

Toolbox – Recuperando a Musa (O que fazer em caso de bloqueio – Leonel Caldela): Aqui uma analise sucinta e prática sobre o bloqueio de escritor, ou bloqueio criativo. Aborda o problema indicando as causas, a melhor forma de solucionar e soluções alternativas quando o bloqueio é realmente pesado. As dicas parecem ser ótimas, vou tentar por em prática.

Mestre da Masmorra – Clímax (Gustavo Brauner): Aqui a dica do clímax foca-se no vilão, apesar disso apresentas algumas idéias para antes do encontro e outras para depois. No final preferi as dicas anteriores do que a dessa edição.

Allansia – Parte Final: A segunda parte e ultima do cenário  regras para o mundo dos livros jogos. Um sistema totalmente simples e old scholl nessa parte traz regras para personagens conjuradores, e a parte sul do continente, dominado parcialmente por homens lagartos e homens serpentes. Apesar de simples é uma opção completa e despretensiosa para jogadores mais focados em contar uma história e se divertir do que jogadores preocupados em poder de personagens e combos.

Kick-Ass – Quebrando Barreiras, Quebrando regras, Quebrando tudo (Gustavo Brauner e Guilherme Dei Svald): Essa matéria está bem completa, então vamos criticar por partes. Inicialmente fala da história dos quadrinhos, estragando uma das primeiras surpresas, mas no restante foi bem legal e completa (apesar de ter um errinho, ou misturar o quadrinhos com o filme). Segundo fala sobre o universo, e aqui ele volta a cometer o mesmo erro, mas de forma mais perigosa, dizendo que haviam outros heróis fantasiados antes de Kick-Ass, o que não concordo. Na parte de personagens dá dicas interessantes e realmente valiosas, vale a penas.

Dicas de criação de personagens, aqui entra as regras, as dicas para 3D&T não posso comentar, mas as dicas de M&M parecem legais, aqui eles assim que o NP para personagens seja 3 ou 4 (bem inferior do nível 6 que eu coloquei para o kick ass e 5 para o red myst, e 7 para hit-girl e big-daddy), que é bem condizente, mas um pouco limitante, para não ser tão limitante é adicionada a regra do suplemento agentes da liberdade que permite testes chegarem até NP + 5 com uso de itens. Possui também vários feitos que na verdade são poderes em níveis baixos, muito bom.

Por ultimo temos as fichas de Kick-Ass, Red Myst, Hit-Girl e Big Daddy, as fichas estão razoáveis, apesar de possuir coisas que não concorde estão bem feitas e plausíveis. A melhor coisa a fazer é pegar as que eu adaptei e comparar você mesmo.

Memórias da RPGCon 2010 (Leonel Caldela): Uma das melhores resenhas sobre o evento que vi! Ele mostrou de forma bem casual sua experiência no evento, falando sobre o que rolou (o mais massa foi o caso sobre a Secular, que tinha visto o reggae e a bandeira sem entender o que rolava), sobre os lançamentos e anúncios, e ainda mais a viagem de promoção do O Caçador de Apóstolos. Imperdível.

Chefe de fase – Homens de Ferro (autor não creditado): Aqui temos a ficha do Homem de Ferro, e para não ser batido demais também fizeram a ficha do Ivan Vanko (Whiplash) e Viúva Negra. As fichas ficaram bem relativamente poderosas (NP 12 Homem de Ferro e Whiplash, e NP 8 Viúva Negra), mas bem simples (nada das várias armaduras de Tony), e evidentemente tem um desequilíbrio, visto que Whiplash parece bem mais fraco que o Homem de Ferro (a ficha parece ter um erro e resistência deveria ser 15). A força da armadura (38 de força aumentada mais super-força 8) e do Ivan (20 natural!) pareceram bem exagerada (talvez no quadrinho seja isso mesmo, mas no filme tenho minhas dúvidas). A Viúva Negra está mais parecida com a do quadrinho, sem muitos problemas (uma artista marcial típica). No mais uma adaptação meia boca, já que no filme temos o maquina de guerra, robôs da concorrência, e até algumas possibilidades do primeiro filme. Creio que existam outras adaptações melhores por ai.

Gazeta do Reinado (Gustavo Brauner): A Guerra Taurica acabou, o que restou dois “impérios” divididos. Um novo deus subiu no panteão e outro desceu. Alguns eventos mundanos relacionados a esses acontecimentos, e mais dicas para aventuras de baixo e médio nível. Muito bom, apesar que o clima épico de guerra me deixou saudades.

A Elite – A alta sociedade de Valkaria (Leonel Caldela): Uma matéria bem inusitada, bem escrita, mas totalmente inútil. A não ser que toda uma campanha, ou uma boa parte da aventura (como um capitulo da campanha) se passe nessa elite ela não será muito util. Os talentos estão adequados ao proposto, mas a classe de prestigio parece bem desequilibrada e com poderes estúpidos e

Fundo do Baú – Birthright (Guilherme Svaldi): Melhor resenha de Birthright que vi até hoje, explica o que realmente tinha no jogo original, resume a história do cenário e como as diversas classes podiam ser regentes de diferentes formas. No final fala que Birthright era uma das provas que levou o declínio da TSR, de certa forma sim. E agora eu me pergunto se não é similar ao que a Wizard/Hasbro esta fazendo no D&D 4E?

Batismo de Gelo – Parte 2: Aqui a continuação do quadrinho, infelizmente como eu não li os romances não tem tanto impacto, mas a arte está ótima e a ação comendo solta. Deve valer a pena para os fãs.

Comentários Finais

Ela segue o padrão das anteriores, com o adicional que dessa vez não traz anime. Para quem quer jogar no mundo de kick-ass é uma opção nova, então se quer uma versão mais overpower (essa questão é apenas uma questão de escala, pois podemos considerar um humano normal como sendo de NP 3 até NP 6, e super humanos do nível do super homem com NP15) tem a minha, se quiser fazer um mais compatível com outros universos overpower tem o da Dragon Slayer.

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3 Respostas to “Resenha: Dragon Slayer 30”

  1. Resenha bem direta, e acho que tive as mesmas impressões, mas eu gostei da matéria do clímax!

    Só que: “A Elite” e “Allansia” na sua resenha está sem o final do texto…

  2. Boa Rodrigo, não acompanho a DS, mas lendo sua resenha fiquei curioso. Esperando pelos próximos números.

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