Omni – Introdução – Parte 3


Conto I – Parte 3

“Os construtos vermelhos então começaram a atacar os robôs de segurança, rasgando o metal de sua blindagem, desmontando-os pedaço por pedaço. Os enormes robôs tentavam resistir, atacando os invasores com golpes e raios, conseguindo atingir um ou outro, que, ao serem danificados parcialmente, entravam em frenesis suicidas, causando auto-explosões, destruindo ainda mais os robôs de segurança. O massacre cibernético continuava até os robôs de segurança fossem todos desativados, um a um.

red robotsMais alguns minutos se passaram, a baixando pouco a pouco a temperatura do planeta, os invasores não agiam apenas nas colônias, uma nave de proporções colossais sugava a energia da própria estrela como um buraco negro.

Para quem olhava para o espaço, nesse dia uma nova estrela surgiu no céu negro da colônia, antes que qualquer invasor iniciasse a coleta sistemática de cada um dos colonos. Uma Nave Galáctica se encontrava no ponto certo, e em prontidão, preparada para a defesa e ataque contra a inexorável horda do Armageddon.

As ilógicas preces dos colonos foram atendidas.

Uma estrela cadente em chamas cortou o céu, descendo direto em uma das naves invasoras, dividindo-a em três novas colunas despedaçadas. Uma nevoa de destruição e guerra foi levantada, se acumulando no interior do escudo púrpuro da pirâmide ainda ativo.

De repente a névoa começou a se dissipar por impactos que ocorriam dentro da redoma energética. Os impactos consecutivos desvaneciam cada vez mais a nevoa. Um construto vermelho foi jogado em frangalhos para longe da batalha, explodindo ainda no ar e enfraqueceu o escudo, fazendo o falhar aos poucos. A cada falha um pouco da nevoa era liberada, até ser possível observar seu interior.

podNo centro da cratera formada pela queda do segundo objeto, a pirâmide agora jazia dividida em três destroços distintos, um ainda elevado como uma torre inclinada, e se encontrava uma cápsula esférica com uma de suas portas aberta, e no topo do destroço ainda em pé se encontrava um ser irradiando calor, como um anjo feito de estrelas.”

Qual a esperança de Omni?

Apesar da tecnologia avançada, o universo de Omni é limitado, e a força destruidora da Horda é quase imbatível. Apenas duas coisas são capazes de lutar de forma efetiva contra ela.

A primeira são as Naves Galácticas são alimentadas por um núcleo em fusão, quase como uma pequena estrela, a energia gerada por essa estrela é absorvida e dividida entre as várias partes da nave, como Escudos, Canhões primários, Canhões secundários e Propulsão. As figuras mais importantes das naves galácticas são o Capitão, responsável por toda a nave, e os Artilheiros, guerreiros treinados de forma exaustiva para controlar os canhões principais de uma nave.

Na próxima parte apresentaremos a segunda coisas capazes de enfrentar a Horda.

Outros posts de OMNI:

Omni – Introdução – Parte final

Omni – Introdução – Parte 5

Omni – Introdução – Parte 4

Omni – Introdução – Parte 2

Omni – Introdução – Parte 1

2 Respostas to “Omni – Introdução – Parte 3”

  1. Ansioso!

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