Arquivo de medieval

Churrasquinhos Dourados: Carne Guisada

Posted in artigos, Humor with tags , , , , on Abril 8, 2009 by rsemente

No 1º de abril, mandei uma de “abandonei o site, pegue quem quiser”, o d.darkangellus, leitor assíduo do Pergaminhos Dourados foi o herdeiro do site, mas o transformou em um site de culinária. O Nordestinus então mandou:

“Pro Darkangellus naun perder a receita, bem que poderia sair aqui algumas receitas típicas da europa medieval…”

Então, atendendo a pedidos, uma nova coluna do blog, os Churrasquinhos Dourados!

Aqui apresentarei algumas receitas medievais. São receitas traduzidas de manuscritos medievais. Apresentarei a forma original (com até algumas letras antigas) e a forma moderna de preparar o prato. É claro que não sou o autor dos pratos, visto que não sei quase nada (para não dizer “bulhufas”) de cozinha, mas colocarei o site original para possível erro ser corrigido pelo original (normalmente em inglês).

e com vocês o primeiro prato:

Carne Guisada (Beef y-Stywyd)

Período: Inglaterra, século 15. | Fonte: Harleian MS 279 | Classificação: Autêntico

Descrição: Carne de costela Guisada

Original:

.vj. Beef y-Stywyd. Take fayre beef of þe rybbys of þe fore quarterys, an smyte in fayre pecys, an wasche þe beef in-to a fayre potte; þan take þe water þat þe beef was soþin yn, an strayne it þorw a straynowr, an sethe þe same water and beef in a potte, an let hem boyle to-gederys; þan take canel, clowes, maces, graynys of parise, quibibes, and oynons y-mynced, perceli, an sawge, an caste þer-to, an let hem boyle to-gederys; an þan take a lof of brede, an stepe it with brothe an venegre, an þan draw it þorw a straynoure, and let it be stylle; an whan it is nere y-now, caste þe lycour þer-to, but nowt to moche, an þan let boyle onys, an cast safroun þer-to a quantyte; þan take salt an venegre, and cast þer-to, an loke þat it be poynaunt y-now, & serue forth.

- Austin, Thomas. Two Fifteenth-Century Cookery-Books. Harleian MS. 279 & Harl. MS. 4016, with extracts from Ashmole MS. 1429, Laud MS. 553, & Douce MS 55. London: for The Early English Text Society by N. Trübner & Co., 1888. Continuar a ler

Mortos, mas nem tanto: Zumbis Medievais

Posted in adaptações, dicas de mestre with tags , , , , , , on Dezembro 20, 2008 by rsemente

Os zumbis no RPG de Fantasia medieval são bastante comuns, mas não no formato que os deixa mais legais: Hordas de zumbis ambulantes comedores de carne e capazes de transformar todos mortos sob seus dentes em novos zumbis!

Esse tipo de zumbi pode ser visto em Zumbi Infectado pelo G Vírus – Resident Evil Outbreak para Ação!!! matéria do mestre Valberto, que também publicou essa matéria para os zumbis se sairem melhor: Top 7 dicas para zumbis.

O que usar contra zumbis na era das trevas:

Armas copo a corpo: Muitas são eficientes, mas quando se enfrentam uma horda de comedores de carne se cercar deles significa a morte. Evitar usá-las é a única forma de manter-se vivo.

Escudo de corpo: Ideal quando usado em grupo como uma parede móvel, capaz de retardar temporariamente uma horda em um canto apertado. Mas a queda de um pode ser a queda de todos.

Flechas flamejantes: São as armas ideais, acertam fácil e destroem os desmortos causando confusão e possivelmente espalhando o fogo pela horda.

Fogo Grego: Item caro, mas poderoso contra zumbis, alem de afetar muitos ao mesmo tempo, pode causar o mesmo efeito das flechas flamejantes.

Magias: Extremamente eficientes contra os mortos, mas deve ser usado na hora certa evitando desperdício. E em um ambiente que parar para descansar pode ser a morte, economizá-las é a melhor coisa a fazer, não se sabe quando poderá restaurar as energias e preparar novos encantos.

Rede: Arma ideal para locais apertados, impedem temporariamente o avanço dos zumbis, até rasgarem as redes, ou a horda atropelar os aprisionados.

Apresentamos agora alguns mini cenários que podem trazer esse clima no RPG medieval são:

Cerco ao castelo: Após toda uma região devastada pelos desmortos, o único baluarte contra essa luta é a fortaleza do escudo. Suas altas e grossas muralhas impedem que os comedores de miolos derrubem ou escalem a muralha do escudo. Mas a escassez de mantimentos dentro do castelo e a quantidade crescente de zumbis que se aproximam de toda parte começam a preocupar os sobreviventes. Os mortos começam a se empenhar, e subirem uns nos outros como uma onda disforme de podridão ameaçando inundar a muralha. Apenas duas idéias pareceram válidas para sobreviver a horda: Tentar achar uma saída pela antiga mina sob a qual a fortaleza foi construída. Ou tentar abrir um caminho pela horda.

Colheita Maldita: Após sobreviverem a ultima horda, a fome corrói o interior dos heróis. A procura de comida leva-os até os enormes milharais do reino. Um milharal parece resistir ao tempo e traz esperança de um novo jantar. Os milhos nas bordas do milharal parecem já terem sido colhidos resta checar se ainda existe milho em seu interior. Mas mal sabem eles que com o passar do tempo todos que entraram lá foram mortos por zumbis e que uma horda deles espera silenciosamente por mais visitantes, tragando-os para dentro do labirinto de milho e atacando de onde menos se espera.

Mina Atacada: A gigantesca mina de Delados, com dezenas de quilômetros e centenas de mineiros, não mantêm contato (nem envia minerais) a mais de uma semana com o reino, e os personagens foram os escolhidos para checar o que aconteceu, eles recebem um mapa da mina não atualizado e dez soldados para ajudá-los na tarefa. Chegando no entrada da mina, a destruição externa é evidente, e tudo indica que todos fugiram para seu interior. Ao procurar no interior da mina, encontram sobreviventes que parecem comer alguma coisa no chão, eles não respondem ao chamado dos heróis, são zumbis! Os mineiros se amaldiçoaram com a infecção zumbi, talvez sendo o primeiro foco da maldição ao encontrarem algum segredo em nas profundezas da mina. Para tentar escapar, muitos mineiros se esconderam no interior da mina atraindo os amaldiçoados para seu interior, mas por pouco tempo. Logo as barreiras criadas por eles serão quebradas e os zumbis matarão todos os sobreviventes e então escaparam definitivamente para superfície em busca de mais carne!

O Calabouço: Os personagens são culpados de um crime que não cometeram, não há chance de escapatória e são rendidos desarmados e enviados para as catacumbas de Presarius, um forte prisão onde são mantidos os prisioneiros do reino. Logo após a primeira noite, gritos de horror são ouvidos em toda a prisão, e carcereiros amedrontados liberam todos de suas celas, mas quando chegam na ultima cela, dos heróis, são mortos por assassinos sedentos por vingança. Os gritos de terror continuam, e a chave da cadeia está a dos personagens. A prisão foi invadida de alguma forma por zumbis amaldiçoados, talvez conjurados por inimigos dos personagens só para matá-los, agora resta conseguirem escapar pela fortaleza prisão e seus corredores apertados para sobreviverem aos amaldiçoados.

A cidade: As movimentadas e apertadas ruas de Sinoria, são ótimas para encontrar tudo que se procura, o comercio agitado, e suas casas apertadas, com ruas fazendo um labirinto eterno são o local ideal para toda corja de pessoas se esconderem. A grande festa anual dura uma semana inteira, e é o pico da agitação da cidade, após ela, no outro dia, a ressaca toma conta de todos. Hospedados nos palácios dos lordes comerciantes, o melhor que o dinheiro e a amizade pode comprar, os heróis descansam em paz. Até que a maldição dos desmortos chega a Sinoria. A infecção se espalha silenciosa entre os entorpecidos, e quando a população se dá conta se encontra cercada pelos mortos, a noite gritos de desesperos escoam pelas apertadas ruas, e os heróis se vêem cercados por ruas infestadas de comedores de carne humana. Resta a eles fugirem pelos becos e telhados da hora faminta de zumbis.

No interior do Castelo: No castelo de Preservor, os heróis são convidados a passar a noite antes da próxima missão pelo reino. A noite pretendia ser calma, até que a maldição chega ao interior de Preservor. Soldados tentam combater ex-companheiros retornado dos mortos, e seus corredores já se encontram infestados pelos corpos famintos dos camponeses zumbis da pequena vila da proximidade de Preservor.

A Ilha: A grande ilha do Reino mantém locais de grande importância, sendo o grande “forte” natural que manteve o reino vivo tanto tempo. Aqui onde a maldição surgiu e ameaça espalhar por todo o mundo. Caso não queira contamina todo o seu mundo medieval com zumbis, todos os acontecimentos podem ocorrer na grande ilha, inserindo nela qualquer ponto que o mestre achar interessante, seja o calabouço de Presarius, a fortaleza do escudo, o castelo de Preservor, a cidade de Sinoria, a mina de Delados, os enormes milharais do reino, ou qualquer outro ponto interessante que o mestre achar. Aqui seria o cenário de zumbis auto contido para campanhas medievais. Nela os personagens poderiam estar em busca de alguém ou alguma coisa, e mesmo com a maldição teriam que ficar na ilha até achar o que procuram.

Futuramente detalharei cada um dos tópicos. Espero que tenha gostado da matança.

Nota: Dia 20/12/2008 em natal ocorreu uma Zombie Walk. Muitos amigos meus estavam lá, e meu carro foi atacado no processo. Mas estou tão fissurado em blogar, que entre um miolo e outro venho aqui blogar!

MAIS DO MESMO: Será que dá para inovar?

Posted in dicas de mestre with tags , , , , , , , , , , on Novembro 25, 2008 by rsemente

Na ótima matéria do Shido no .20, que falava sobre os temas escolhidos pelo publico do novo cenário do RPG Online e do POP Dices, fiz o seguinte comentário:

“O tema foi muito bem abordado, Shido. Mas as bases do cenário podem esconder o X da questão”.

OBS: As partes de vermelho são milhas correções, citei o Antonio quando queria ter citado o Shido, e não conectei bem minha frase, pois queria dar um outro lado.

Então o Antonio do POP Dices me perguntou em um e-mail (Alguém ainda usa isso? :) ):

“Vi sua resposta lá no .20 mas não entendi o que vc quis dizer. Poderia ser mais claro?”

Então fui respondendo o e-mail do Antonio, e vi que tinha tido umas idéias bem bacanas. Lhe enviei um e-mail com elas, e espero ter contribuído para construção do cenário.

Japones é tudo igual!

Japones é tudo igual!

Mas não achei o e adicionei mais alguns detalhes nas respostas e criei essa matéria. Então vamos ao ponto ao que interessa:

Mas sabem inovar como niguem!

Mas sabem inovar como ninguém!

MAIS DO MESMO?

Estamos em uma era onde coisas inovadoras são raras, idéias repetidas, misturas de temas para inovar, juntar o bizarro com o bizarro, como diria Mikhail Lomonosov: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

Essa frase é tão certa que na verdade foi copiada e POPularizada por Lavoisier, que a “roubou” e hoje a conhecemos como Lei de Lavoisier.

Mas é claro que muitas coisas são inovadoras, principalmente as idéias, mesmo que sejam um apanhado de coisas que vimos de forma primitiva, e a transformamos em algo rebuscado e as trazemos para um novo “meio”, onde ela nunca foi usada. Exemplos: Matrix, Senhor dos Anéis, Star Wars, Cavaleiros dos Zodíacos, O próprio RPG… Claro, nem todas essas idéias forma exatamente as “originais”, mas foram as que tornaram populares , e vamos tratá-las como originais para devanearmos menos.

Nas opções do POP Dices, tivemos algumas idéias incomuns, mas nenhuma realmente original. São idéias tradicionais, algumas pouco abordadas, outras mais do que batidas. Mas foram essas escolhidas pelo publico (mesmo que muitos digam que o publico da internet ainda não seja o mais indicado para nenhuma pesquisa séria).

Mas poderiam essas idéias gera um cenário bom e inovador, ou teremos um novo Greyhawk brasileiro?

Então peguei cada uma das idéias mais batidas do RPG mundial e sugeri as opções abaixo:

ok

Há 1.000 anos fazendo a mesma coisa!

Tecnologia Medieval: O super tema batido do RPG!

Mesmo que a tecnologia seja apenas medieval, podemos trabalhar em cima do por que ela ser medieval, e ai teríamos duas grandes vertentes:

1. Criar uma história do por que de uma idade das trevas, desde uma história bacana da queda de um grande império decadente, como o império romano no mundo real. Nesse caso o legal imaginar que tipos de impérios poderiam ter existido: um império de magos caídos (veja mais abaixo); um império dracônico, como no meu cenário – mesmo não sendo medieval; Um mundo tecnológico, como o mundo de Thundar, o Bárbaro!; e assim por diante. Diante desse império deveremos construir uma história plausível sobre sua queda, e assim darmos sabor ao prato de cada dia.

A segunda vertente é explicar o por que dele ainda ser medieval durante milênios inteiros:

2. Os sacerdotes de um deus matam quem cria algo novo: Somos compostos por átomos? O mundo é redondo? Pólvora? Motores a vapor? Eletromagnetismo? 2 + 2 = 4? Morra infiel!

3. Os próprios deuses(!) matam quem desenvolve tecnologia avançada;

4. Um vilão ou grupo adquire as novas tecnologias desenvolvidas, matando os criadores e iniciando a construção de armas de guerras poderosíssimas!

5. Os lideres e a própria população são super tradicionalistas e tratam quem cria tecnologia como hereges (opção chata ao meu ver :) )

A princípio o que poderia ser algo tão comum como pão, pode esconder um recheio digno de um brioche! Muitas idéias novas podem ser criadas tomando base esses dois ramos, mas pararemos por aqui e vamos para os próximos passos.

Magias é mais comum no mundo que escovar os dentes!

Tantos Magos, e todo ano chegam mais!

Tantos Magos, e todo ano chegam mais!

O mesmo pode ser feito com o fato de um mundo onde a magia é capaz de fazer um filme de Stra Trek Vs. Star Wars parecer ser um filme preto e branco. Basta perguntarmos e respondermos: Por que a magia é tão alta?

1. Não há deuses da magia a controlando, e um novo deus poderia acabar com a mamata de muitos conjuradores.

2. Os mortais estão roubando os poderes dos deuses pela magia. Nesse caso nem os deuses podem saber da verdade, mas uma vez sabendo poderíamos transformar o cenário em uma caça as bruxas!

3. Os mortais estão roubando a força da natureza (Dark Sun) e destruindo o mundo. Os druidas poderiam ser grandes antagonistas dos magos, levando tribos bárbaras a atacarem o reino de alta magia;

4. O uso da magia pelos mortais acaba por abrir portais a seres demoníacos, ou criar os próprios seres, que estão destruindo o mundo. Algo como a Tormenta (do cenário tormenta) ser culpa dos magos!

Nesse caso temos muitas possibilidades, e é onde muitos cenários pecam por não explicar a existência da alta magia, cenários onde elas existem apenas por existir, e permitir um sistema de regras com magias overpowers … Até agora meu cenário se encaixava nessa falta de criatividade, mas tive a idéias de que a magia existente foi roubada dos dragões, e penando em colocar os magos para ter acesso a círculos altos de magia precisam matar um dragão (assim justifica a caçada de dragões hehe!)

Os deuses são tantos que brigam constantemente por cada centímetro das nuvens!

E esses só são os lideres dos panteões!

A coisa mais bizarra que eu já vi nesse quesito foi Forgotten Realms, onde cada raça possui uma dúzia de deuses, e os humanos possuem quase uma centena deles, muitos vindos do planeta terra! São panteões ricos, multi-culturais, criam uma bela gama de possibilidades para clérigos, paladinos, druidas, rangers… mas acabaram por se tornar mais do mesmo.

Nesse caso ainda temos muitas possibilidades de inovar, e foi um dos temas perguntados pelo POP Dices que apresentava boas novas opções, mas o clássico foi novamente o escolhido. Aqui a grande jogada em como esse panteão é organizado, e “o que” de fato são os deuses. Respondendo a essas perguntas podemos trazer novas e fantásticas opções. Aqui vão algumas delas:

1. Os deuses são seres super poderosos, mas capazes de serem mortos – talvez mais facilmente que um Tarrasque – mas mais difícil que um Titã. Que brincam com a humanidade por mero prazer, colocando criaturas para desafiar os próprios seguidores. Nesse caso a luta contra eles pode ser o objetivo da missão, e criar tramas muito interessantes, como o clérigo/paladino do grupo descobrindo que seu deus que criou aquele monstro para lutar contra ele, como forma de torná-los um grande herói. Alem de explicar o por que das criaturas serem colocadas nos níveis certos de desafio para enfrentar os personagens, ou ninguém nunca percebeu a estranheza das aventuras prontas em não existir desafios impossíveis de serem vencidos?

2. Os deuses são seres super poderosos, mas com pouco tempo de vida, e que precisam ser substituídos por um de seus seguidores para passar o poder, algo como a mistura do estamos precisando de deuses da opção do POP Dices. Mas esse segredo poderia abalar a fé de muitos e gerar até o grande deus vilão do cenário, que após descobrir que seu deus da justiça e da verdade mentiu pra ele, e o “herói” acaba por se tornar o novo deus da justiça, mas agora se tornou “maligno” e luta contra os outros deuses para acabar com a “mentira”. Aqui existem muitas possibilidades de tramas, fiquem de olho.

3. Os deuses são seres criados pela força do coletivo imaginário, onde o vilão descobre isso, e inicia a construção de um novo deus do mal.

4. Os deuses são seres realmente divinos, mas protegidos por um pacto de não agressão (como em tormenta), onde os mortais entram em grandes guerras em nome dos deuses, destruindo cidades que cultuam deuses pequenos e os tornando esquecidos, mas escravos do deus que “comandou” as tropas que destruíram seus seguidores.

5. Os deuses são seres realmente divinos, e protegidos por um pacto de não agressão, como no anterior, mas misteriosamente há alguns anos, um dos deuses foi assassinado, ato que só pode ser frealizado por outro deus, só que isso voltou a acontecer, e agora todos, desde mortais até os deuses, procuram saber o que está acontecendo, quem matou o deus do mal e o deus da justiça? ou alguma combinação intrigante.

6. Os deuses são seres criados por outro(s) deus(es) imensamente mais poderosos, com o intuito de fazer as raças prosperarem e se reproduzirem, até o fatídico dia onde o(s) criador(es) volta(em) para se alimentar de sua fazenda de almas. Essa veio direto da viagem do Neil Gaiman na serie Os Eternos.

É isso ai, espero ter ajudado a iniciativa do POP Dices e do RPG Online, assim como qualquer mestre que esteja criando seu novo cenário, e ele esteja ficando com a cara de outro mundo. Trate isso como uma caixa de surpresas, utilizando essas dicas para fertilizar um campo de idéias cujos nutrientes estejam exauridos.

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