Arquivo de Locais Fantásticos

Locais Fantásticos: Serra Caiada

Posted in cenário with tags , , , , , , , on Abril 29, 2009 by rsemente

serra caiada2Esse terceiro artigo da série Locais Fantástico apresenta A Serra Caiada. Seguindo Atol das Rocas e o Forte dos reis magos, esse local é historicamente e geologicamente ainda mais maravilhoso que os antecessores. Serra Caiada, localizada no Rio Grande do Norte a 75 km de natal,  já foi usado pelo saudoso projeto Rage Natal como palco da ultima grande missão: Criar um Caern na serra!

O local não é apenas uma serra, como indica seu nome, é na verdade composta por um enorme pedaço de rocha único com 2,3 bilhões de anos. Possuindo 285 metros de altura e mais 10 km de profundidade a rocha é considerada a mais antiga da America latina. Leia mais »

Locais Fantástico: Atol das Rocas

Posted in cenário with tags , , , , , , , , , , , on Fevereiro 4, 2009 by rsemente

Iniciamos aqui uma série de artigos imitando descaradamente a série de artigos: Mysterious Places da matilha. Esse tipo de artigo é uma ótima forma de mostrar as belezas naturais de nossos estados/países/mundos, e originar deles idéias para nossos jogos.

Infelizmente minha época de Mundo das Trevas acabou, e não conheço nada das regras do Novo Mundo das Trevas, então aqui não traremos adaptações para ele como na série original. Aqui traremos vários lados do mesmo local: O lado dos Fatos, baseado nos fatos reais, e Lendas, baseadas nas lendas locais, adequados para campanhas do mundo das trevas, Gurps e Call of Cthulhu; um imaginário adaptado para a fantasia fantástica; e outro Top Secret, sobre conspirações, muitas vezes inventadas por mim mesmo, ótimo para aventuras atuais ou futurísticas.

Nesse primeiro artigo apresentamos o Atol das Rocas, uma das ilhas mais peculiares do Rio Grande do norte.

Fatos (Wikipedia Mode ON): A Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas é um pequeno conjunto de duas ilhas que pertence ao Estado do Rio Grande do Norte, no Brasil. Compreende 360.000 m2 incluindo o atol e as águas que o circundam. Fica a 260 quilômetros a nordeste de Natal, capital do Estado, e 145 quilômetros a noroeste do arquipélago de Fernando de Noronha em Pernambuco.

O nome das duas ilhas se chamam Ilha do Farol e Ilha do Cemitério; a superfície total delas é de 0,36 km².

O atol foi descoberto pela expedição do navegador português Gonçalo Coelho em 1503 à costa do Brasil. É o único atol do oceano Atlântico Sul. Devido à pouca profundidade nas suas águas, a navegação nesse trecho da costa é muito perigosa.

Tem uma enorme importância ecológica fundamental por sua alta produtividade biológica e por ser uma importante zona de abrigo, alimentação e reprodução de diversas espécies animais.

Ao lado do Arquipélago de Fernando de Noronha, o Atol das Rocas é considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do País, abrigando pelo menos 150 mil aves, de quase 30 espécies diferentes. O atol é também o paraíso de muitas espécies aquáticas. Por se tratar de uma montanha isolada, em meio a mares profundos e afastados da costa, ele é ideal para peixes de todos os tamanhos, moluscos, algas, crustáceos e tartarugas.

De um branco característico, as areias do Atol das Rocas são classificados como falsas, pois derivam apenas do calcário moído de incontáveis fragmentos de conchas, ossos de aves e de peixes e de detritos vegetais (esqueletos de seres chamados vermetos), que ocuparam as rochas vulcânicas, estabilizando a faixa de recifes emersa, geralmente na forma de um círculo ou semicírculo, com uma laguna no meio. Em Rocas, as areias acumularam-se em duas faixas, em forma de anel aberto, compondo a Ilha do Farol e a Ilha do Cemitério, já citadas anteriormente.

Lendas: A história dos homens no Atol das Rocas é pontuada por lendas, naufrágios, mortes e até fantasmas. Não há registros claros de quem descobriu essas terras perdidas, talvez porque o descobridor tenha também ido ao fundo. Alguns autores atribuem a descoberta a Gonçalo Coelho, em 1503, na mesma expedição em que ele descobriu Fernando de Noronha. O que se sabe, com certeza, é que os navegadores do século XVI já temiam seus recifes rasos

Em 1883, a instalação do primeiro farol reduziu o medo dos navegantes, mas deu asas às lendas de morte, nascidas da solidão dos faroleiros. Uma das línguas de areia ganhou o nome de Ilha do Cemitério, porque ali foram enterrados os faroleiros, seus familiares e os náufragos. A ausência de fontes de água doce colocava a vida dos faroleiros na precária dependência do abastecimento do continente ou na esperança de chuvas para encher as cisternas. Na virada do século, mulher e filhos de um dos faroleiros teriam morrido de sede, porque uma das crianças deixou a torneira da cisterna aberta até secar. O faroleiro, desesperado, tocou fogo na casa, para ver se atraía algum navio, mas o socorro chegou tarde e só ele sobreviveu. Conta ainda a lenda que as almas da mulher e das crianças estariam presas à ilha de sua desgraça e, à noite, assombram os visitantes, pedindo água. fonte: http://br.groups.yahoo.com/group/globalgarbage/message/206

Dois pássaros Rocas em seu ninho, cuidado, pois são enormes!!!

Dois pássaros Rocas em seu ninho, cuidado, pois são enormes!!!

Fantasia: É nesse pitoresco local, chamado de atol das rocas, que os piratas temiam se aproximar. Apesar de uma ilha pequena e imprópria para habitação dos humanos, nela a vida prospera, e dizem as lendas é onde surgem os grandes Pássaros Rocas! Essas Gigantescas aves de rapinas voam milhas e milhas para colocar seus ovos nessa pequena ilha, enterrados sob metros de areia. Ao sair do ovos as aves filhotes  necessitam sua primeira refeição, se alimentando dos ovos de tartarugas do local (mas mantendo o suficiente para a próxima geração). Após 1 a dois dias eles já estão aptos a voar e encontrarão seus pais, que foram visados pelos estridentes pios dos filhotes. Não mais que 1d6 ovos podem ser encontrados ao mesmo tempo, e raramente dois filhotes se encontraram no ninho, onde nesse caso um deles pode matar o outro.

Top Secret: “O agente Antonio sempre foi criticado por tentar vasculhar a cena do crime de formas mais estranhas, dizem até que ele acredita em alienígenas e zumbis! Infelizmente parece que dessa vez ele foi afastado da agencia, dizem que ele pirou de vez! apresentou um relatório sob uma nave espacial escondida debaixo do Atol das Rocas, acredita?”. Nesse caso o Atol das Rocas não é uma simples formação natural, ele esconde segredos do governo, de alienígenas, ou dos dois. Uma instalação secreta de alta tecnologia foi montada em seu interior, mas muitos acreditam que é apenas uma instalação feita dentro do próprio objeto de pesquisa: Uma enorme nave Interestelar Alienígena! Você quer a verdade, então vá no hospício se encontrar com o Ex-agente Antonio, se é que ele realmente foi um agente!

Localização e Topografia

Link com mais detalhes científicos: http://www.unb.br/ig/sigep/sitio033/sitio033.htm

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