Arquivo de contos

Fim do Super Mês de Artigos II!

Posted in eventos, Notícia with tags , , , , , , , on Março 1, 2010 by rsemente

Pois é galera, finalmente terminou o super mês de artigo II, não foi tão super quanto eu esperava, mas pelo menos consegui publicar um post por dia. Foram 28 posts, e os de maior sucesso sem duvida foram os posters motivacionais, que deverão continuar aparecendo por aqui (talvez mensalmente e não semanalmente, mas tentarei fazer quinzenalmente).

No mais ressuscitamos o cenário Guerras Dracônicas e estamos avançando com o cenário OMNI, além de continuarmos com adaptações para Mutantes & Malfeitores, assim como os novos modelos.

Ai vai uma lista com os 28 artigos publicados para quem não pode acompanhar, agora pode escolher os que achar mais interessante pelo título:

OMNI: Mais estranhos que a ficção (Parte4)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 4

Posters Motivacionais: Minotauros (protesto)

ThunderCats

OMNI: Super Poderes e Naves Cósmicas

Posters Motivacionais: Halflings

RPGCon 2010!

OMNI: Mais estranhos que a ficção (Parte3)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 3

Super Filmes Nerds: 2010 até 2012

A Escala do Universo

Novos Arquétipos:A Criatura e o Mestre

Posters Motivacionais: Elfos

Flash Game Série: Grow

OMNI: O Inicio de um dia na vida (parte 2)

Guerras Dracônicas: O Início Parte 2

Resenha: Dragon Slayer 28

SWAT Kats: The Radical Squadron

Heöe, o mundo dracônico

Posters Motivacionais: Anãs Old School

Iniciativa M&M: Red Mist

OMNI: O Inicio de um dia na vida (Parte 1)

Conto: O Início Parte 1

Novos Arquétipos: Super Piloto

Posters Motivacionais: Gurps respeita os Coveiros

Iniciativa M&M: Big Daddy

Novos Blogs de RPG: Janeiro 2010 (Parte 1)

É isso ai pessoal, infelizmente não foi tão bom, mas com certeza foi bom, várias sementes foram plantadas e gerarão frutos ao longo do tempo.

Se você gostou de alguma coisa em particular e gostaria de ver mais por aqui, basta colocar seu comentário que ele servirá de combustível para mover a maquina de estimulo que me faz escrever.

Valeu e até o próximo ano!

Ops, quis dizer até o próximo ano com os super mês de blogs! Quarta-feira tem os novos blogs de fevereiro!

OMNI: O Inicio de um dia na vida (parte 2)

Posted in contos with tags , on Fevereiro 14, 2010 by rsemente

…continuando

No geral as noticias são as mesmas, nas mais diversas línguas e espécies:

Mapas galácticos apontam os locais de riscos, que apesar de nossa tecnologia avançada são muitos, como risco de uma supernova explodir na proximidade, e possibilidade de ataque da horda.

Os programas mais vistos são de grupos de cientistas pleiteiam o descobrimento de novas espécies de organismos, de novos planetas para fonte de matérias primas.

Em comerciais para contato das naves de batalha galácticas mais próximas, assim como a imagem dos principais membros da tripulação. Muitos os acham as pessoas mais importantes do universo. E de fato são.

Infelizmente a escolha de se tornar um desses não existe, apenas alguns sortudos desenvolvem os dons para ser um guerreiro cósmico. Para ser um capitão é o contrario.

Entre trilhões de seres vivos, apenas alguns são selecionados devido a experiência em batalhas para liderar uma dessas naves. Como a maioria, eu não decidi jogar com a sorte e me tornar um membro da tripulação. A mortalidade em uma nave galáctica é maior que qualquer outra atividade do universo.

Paro de devanear nos queridinhos do universo e retorno para meu trabalho.

Fim do capitulo

Em seguida: Mais estranhos que a ficção

Começo a estudar as línguas de cada espécie, decido fazer uma por dia, hoje decido estudar os Piscis. Eles são as provas vivas que o universo é mais estranho que parece…

OMNI: O Inicio de um dia na vida (Parte 1)

Posted in contos with tags , on Fevereiro 7, 2010 by rsemente

O inicio de mais um conto, dessa vez de ficção científica. Espero que gostem.

O Inicio de um dia na vida

Aqui estou eu novamente, no inicio da minha vida.

Acordo lentamente da minha cama. Uma cama grande e acolchoada, estou coberto por um lençol quase desnecessário, a não ser para estimular a pele com uma sensação de segurança, ele se adapta as reações do meu corpo, ele sente o meu conforto.

Levanto da cama, o quarto está confortável, sempre está. O chão está com um frio agradável, e o ar perfeito, ele controla a temperatura ideal. O que não se ajusta a nossos desejos hoje em dia?

Tudo está certo, o que me parece errado. O quarto praticamente se transforma em uma sala, a cama se recosta, e a mesa serve para todos os meus trabalhos e muito mais. Espaço não é problema. Espaço nunca é o problema.

Decido qual é a refeição entre as pré-preparadas, descongelar, fritar, cozinhar são atividades que nunca realizei, sei que ela são feitas, que os alimentos mantidos em perfeito estado de conservação, são descongelados, pré-cozidos, misturados e finalizados de cozinhar. Tudo na mesma quantidade de sempre. O que não é automático nos dias de hoje?

Abro a janela, a treliça metálica se retrai, deixando o vidro receber toda a carga de radiação que o espaço possui, se ajustando para permitir a passagem apenas da parte que podemos apreciar em segurança. Enquanto como, vejo passando rapidamente de forma anômala as incontáveis estrelas e galáxias, infinitos pontos onde cada um deveria representar pelo menos uma civilização, e hoje apenas algumas existem. Pergunto-me o porquê disso.

Devo iniciar o meu trabalho, não faço por que preciso, ou por que sou importante, mas por que é culturalmente recomendável e sugerido ter uma atividade funcional. O vidro se transforma em monitor, listo todos os principais canais de comunicação de cada espécie da União Universal. Uma miríade de sinais de todos os tipos, sons e imagens, radiações, que originalmente estão fora do espectro visível para mim, são re-mapeadas para minha visão, e até ondulações táteis podem ser provadas.

Conto: O Início Parte 1

Posted in contos with tags , , on Fevereiro 6, 2010 by rsemente

Hoje iniciaremos um conto no cenário Guerras Draconicas, essa é apenas uma pequena parte, e caso gostem continuarei a postar mais partes toda semana.

O Início

Um zumbido percorreu rapidamente sobre o campo de batalha, que poderia ser descrito como uma massa disforme de carne, sangue e aço.

Guerreiros sem razão, eles lutavam pela vontade de pessoas que não o conheciam, e muito menos eles as conheciam. Não entendiam o porquê do confronto, e por que suas vidas estavam postas como peões em um tabuleiro de xadrez. Para muitos isso não importava, estavam seguindo ordens, mas a maioria se questionava, até ser coibidos por seus generais, treinados apenas para executar ordens, nunca para pensar e questionar o sentido da guerra. Agora mais uma vez os soldados se encontravam, vestindo suas armaduras, empunhando suas espadas e lanças, tentando sobreviver na linha de combate. Desferiam golpes contra a vida de outros homens, que como eles não sabiam do por que. As pontas da lanças penetravam sua carne, perfurando não apenas seus corações, mas seus espíritos, que eram perdidos para sempre em uma batalha que não entendiam. Batalhas como essas são travadas todos os dias, nos mais remotos cantos dos vários mundos. A ignorância do povo e a corrupção do poder criaram essa carnificina, e a única forma de evitá-la é acabar com ela o mais rápido possível. Para isso heróis se sacrificavam, lutando por um lado, nem sempre o mais justo, apenas para acabar rapidamente com a perda de vidas. Eles existem para isso, mesmo que alguns ignorem essa função. Acabar com guerras, tornar breves as batalhas ceifadoras de vidas, criadas pela ganância, alimentadas pela ignorância.

O zumbido continuava a voar como um corvo da morte, anunciando a chegada da morte aqueles guerreiros inconscientes. A poderosa lança foi arremessada pelo campo de batalha e agora ameaçava a vida de mais um que se auto intitulava grande herdeiro de Tar`Angaradon.

Aquele não era o primeiro e não seria o ultimo ser a tentar recriar o império dracônico, apesar de estar muito distante dos que chegaram mais perto.

O cheiro de sangue varreu o ar, e mais um arrogante general caía em uma batalha por um poder corruptor, a poderosa lança de Sirius, O Leão Branco, agora servia como mastro apoiando o corpo do cadáver. O sangue ainda quente derramava pela lança, escorrendo pelo altar de ossos.

Web Comics: Yeoann, Crônicas de Argon

Posted in Quadrinhos, resenhas with tags , , , , on Agosto 17, 2009 by rsemente

argonYeoann, Cronicas de Argon é uma Web comic publicada no site Central City, site de uma loja de RPG que não existe mais. Aqui temo um mundo de fantasia “medieval” padrão do RPG, com hérois bem similares como guerreiro, clerigos e paladinos. O personagem principal Argon é um guerreiro amargurado, outrora um heroi, hoje um mercenário, assombrado pelo fantasma de seu pai.

Enquanto o heroi brincava de ser mercenario seus amigos viviam outras aventuras, que são contadas em outros arcos, com histórias bem legais e geralmente em preto e branco, com um tom bem realista e um pouco de erotismo.

A primeira e unica história de Argon acaba deixando mais duvidas que respostas, servindo para reavivar o heroi para uma proxima grande saga. Isso foi feito para dar lugar a história de outros personagens, seus antigos parceiros de aventiura, Ronan-Dor, Carolinne, Allana, Miquelle e Lizabeth.

A qualidade do desenho e roteiro não é perfeita, semelhante as histórias do Conan, mas um pouco pior, mas ainda melhor que muitas HQs profissionais (pelo menos melhor do que o Rob Liefeld). Outra coisa importante é que no site não existe só quadrinos, lá você pode encontrar muitos contos. Todas são gratuitas, entre no site e não perca tempo, um novo mundo o aguarda.

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Há! Não se esqueçam de decidir o futuro do Blog aqui!!!

A Batalha dos Quinze

Posted in contos with tags , , , , , , , on Outubro 7, 2008 by rsemente

Paladino Hoffnung, e seurinoceronte de guerra

Paladino Hoffnung, e seu rinoceronte de guerra

“Naquela manhã, dezenas de goblins adentravam no território das planícies Hoffnung. Saídos da região conhecida como reinos decadentes, ou algum lugar próximo. Não importava, era uma região corrompida, banhada pelo mar sombrio, e pouca coisa boa sobrevivia em tal local sob as sombras de forças corruptoras”.

“Já havia um relato de devastação de uma fazenda, que por mero augúrio, espero, não havia nenhum cavaleiro guardando. Um pequeno grupo de cavaleiros seria suficiente, mas 15 seriam destacados para a missão, por segurança”.“Percorrendo a grande planície de hoffnung, no dia seguinte, já se encontravam os cavaleiros. Uma força imbatível, dedicada a proteção da vida contra os horrores da corrupção que os dragões geraram”.

“Montados em incríveis bestas de guerra, encontradas nas próprias planícies, os Rinocerontes Marrons são adaptados para sobreviver aos predadores corrompidos da região. Seus chifres são mortais para a maioria das criaturas vivas”.

“Armados com lanças abençoadas no templo do planalto Litigus, os cavaleiros são treinados para terem fé em seu deus da vida e da fertilidade, assim como são treinados na arte da sobrevivência: A Guerra”.

“Depois de quatro dias cavalgando, observaram por de traz de uma colina, fumaças negras manchando o céu, outra fazenda perecia diante da selvageria goblim. Armaram-se com suas lanças e escudos e partiram em velocidade para a batalha”.

“Ao subirem a colina observaram os golins saqueadores. Mas, diferente do que pensaram, deveria haver mais do que dez dezenas de goblins. Ainda no topo da colina os quinze paladinos de Hoffnung desmontaram de suas selas e rezaram por breves segundos. Os goblins já se encontravam ao sopé da colina, sedentos de sangue, e confiantes de sua superioridade numérica. Os paladinos foram então capazes de observar os goblins ainda ensangüentados, usando corpos restantes de humanos como escudo”.

“Apenas dez montaram seus rinocerontes marrons, e fincaram suas lanças para arremesso no chão, prontas para serem usadas pelos cinco restantes. Então desceram em carga alucinante contra aquele exército selvagem.”

“Os chifres bestiais, na fronte das montarias sagradas, foram os primeiros a se chocarem, destroçando a primeira coluna de goblins, apenas liberando espaço para as lanças abençoadas, forjadas especialmente para tal investida, ainda mais mortal que os brancos chifres”.

“Atordoados com o ataque fulminante, os goblins retiraram os corpos dos recém caídos e avançaram contra os dez cavaleiros, apenas para colidirem contra a parede formada pela couraça natural e armadura forjada de anéis e espinhos usadas pelos rinocerontes”.

“Os cavaleiros golpearam mais uma vez, causando baixas consideráveis, enquanto seus formidáveis companheiros arremessavam as lanças nos goblins que buscavam cercá-los pelo flanco direito”.

“Os cavaleiros, praticamente ilesos, deram meia volta, escalando mais uma vez o morro. Enquanto parte dos goblins já se amedrontava com as lanças caindo do céu”.

“Algumas dezenas de goblins continuavam a escalar, furiosos, apenas para se depararem com um novo avanço dos cavaleiros, que agora contavam com os lanceiros, prontos para uma investida”.

“Ao invés de um novo ataque direto, os cavaleiros se dividiram em dois e partiram para lados opostos. Os goblins confusos se dividiram ao encalço de cada um dos grupos, que agora já retornavam em galopar assassino, prontos para flanquearem o inepto inimigo”.

“O novo choque foi ainda mais mortal, cerca de trinta goblins gritavam em agonia pela ultima vez, enquanto os restantes, agora menos que a metade do bando inicial, buscavam fugir morro a baixo”.

“Os cavaleiros ainda em cavalgar incessante, partiram em busca dos goblins fugitivos, que pisoteavam seus aliados moribundos, apenas para serem alcançados pelos chifres e lanças que dizimaram os restantes das sanguinolentas infelizes criaturas”.

Relatos da batalha da colina dos quinze.

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Esse conto foi criado e publicado em conjunto com o netbook do sistema de batalhas em massa Campos de Batalhas, publicado pela Rede RPG a mais de um ano. De lá pra cá quas nada mudou, mas possuía alguns errinhos, e então atualizei o netbook.

Estou prestes a testar o sistema em uma grande batalha, com várias unidades desenvolvidas, que aos poucos serão apresentadas aqui, prontas para jogar.

Enquanto isso boa diversão com o conto.

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