A um tempo não posto nada aqui, mas hoje é especial. Iron Man é uma série de filmes que abriu a maior franquia dos cinemas da atualidade (Star Wars ainda não conta, pois ainda será ressuscitada).
Primeiro falarei sobre como foi o filme para mim.
O filme é foda, e apesar de ter visto quase todos os Trailers posso afirmar que o melhor não está no trailer, muitas revelações foram deixadas do lado de fora destas pérolas de spoilers.
Drama, interpretações, tecnologia, ação, aventura e comédia (é quase a receita das meninas super-poderosas), Todos esses aspectos não são melhores que os anteriores, mas muito melhores. E todos muito bem costurados.
De Robert Downey Jr. a Guy Pearce, e Gwyneth Paltrow a Don Cheadle, foram ótimos atores no filme, não que o filme de super heróis cobrasse deles uma atuação digna do Osca, mas pelo menos os dois primeiros foram cobrados a exaustão e se saíram muito bem.
A ação está 100% melhor que nos filmes anteriores, e até certo ponto exagerada (considerando uma lógica em termos da “realidade” do quadrinho), mas para o efeito diversão está ótimo.
As piadinhas continuam, no mesmo nível que dos filmes anteriores, e que é a principal característica que tornou o filme o que ele é: o sarcasmo brilhante do Tony Stark/Robert Dawney Jr. (em comparação com as piadinhas engraçaralhas do Homem Aranha está a anos luz de distancia).
Além disso tudo temos diversas reviravoltas (algumas nem um pouco previsíveis), outras nem tanto, mas que deixam o filme super divertido e emocionante.
Daqui pra frente alguns Spoilers, então se não assistiu pare e corra para o cinema…
SELECIONE COM O MOUSE PARA LER A PARTE COM SPOILERS
Outros pontos positivos que achei foi a inventividade do Stark (ele não inventa apenas armaduras, mas outras coisas), e a resposta para grande pergunta: Por que ele não tira aqueles estilhaços do peito com cirurgia?
A tecnologia da armadura é fantástica, mas exceto pela aparição de dezenas de armaduras (como reveladas nos trailers), nenhuma nova armadura ultra-magnifica resolvedora de todos os problemas foi apresentada. Na verdade nenhuma foi muito bem aproveitada, execeto pela Mark 42.
Esta armadura e a melhor, por que pela primeira vez uma armaduras ganha um destaque tão grande que se torna quase um personagem próprio, sendo desenvolvida no início do filme e utilizada por ele até o ultimo momento do filme, culminando com sua destruição.
Agora o ponto mais controverso do filme é o fato da grande mudança no vilão mandarim, que no final se mostrou ser o Killian, misturando dois vilões em um. Isso foi muito sagaz e não se revelou ser algo estupido e leviano. Mas para os fãs dos quadrinho pode ser uma grande vaca sagrada, o maior vilão do Iron Man nos quadrinhos ser reduzido a um ator bêbado e decadente…
Aliado a isso temos que a motivação do vilão não corresponde a seus objetivos. Conquistar os Estados Unidos para se vingar do Tony? Nããooo combina. Sequestrar sua namorada pode até se justificar, mas até isso tem outra justificativa, e não apenas vingança.
Pelo que entendi, ela foi sequestrada para que ele trabalhasse em uma forma de estabilizar a formula extremis para se tornar mais segura e poderosa, não? Mas no fina não vi o vilão nem pedir isso exatamente.
Mas acredito que tudo isso tenha um porém.
TEORIA MODE ON: Acredito que o Killian tenha uma motivação maior, acredito que ele possa estar fazendo parte de alguma invasão alienígena (ou combate-la), e para isso precisaria do controle dos Estados Unidos. Isso combina com seu papo inicial para a Peppers de que o ser humano tinha um vazio no cérebro, o que permitia que a humanidade crescer e se tornar maior.
Assim tudo poderia fazer mais sentido, e juntando isso ao que sabemos de toda a franquia pode ser uma grande conspiração que culminará com os Vingadores 2 em 2015. TEORIA MODE OFF
Pois bem, assisti ontem esse grande filme de terror, ambientado em um cenário futurista (2093).
Quem viu o titulo precisa saber o que é Spoiler, eu vou contar detalhes sobre o filme, detalhes que estragarão sua experiência ao assiti-lo. Então se você ainda pretende ver o filme, vá e depois volte para aqui se quiser ver minhas opiniões (de merd..) sobre o filme.
O Prelúdio
Logo no inicio somos apresentados a um alien que fica em planeta e vê sua nave partindo, ele pega um recipiente e bebe um bagulho que o faz derreter, mas não é qualquer derretimento, suas células são destruídas e até seu DNA é destruído e dividido, caindo em uma cachoeira. Um dos detalhes quase imperceptíveis são que os DNA logo logo são transformados em células unicelulares.
Nessa cena, Ridley Scott nos mostra que os humanos foram evoluídos a partir do DNA deste alienígena, que caiu nas águas, gerou os primeiros organismos unicelulares, e estes já possuíam todas (ou quase todas) os cromossomos que nós humanos possuímos. Isso é confirmado quando os cientistas casam o DNA da cabeça com o nosso.
É provável que esta não tenha sido a única incursão dos alienígenas na Terra, e que eles possam ter guiado a evolução até gerar seres humanos ao passar dos milhares de anos (como a extinção dos dinossauros, evolução de uma espécie dominante indesejada). Outro fator que comprova isso são os pictogramas antigos do mapa estelar e dos gigantes apontando para as estrelas, confirmando que os alienígenas visitaram o início de cada civilização humana para que no dia que alcançássemos o espaço pudéssemos encontrar um de seus entrepostos de pesquisa.
O Fim dos Engenheiros
Até ai tudo bem, mas a cerca de 2000 anos atrás os alienígenas observaram uma coisa que não gostaram, e decidiram exterminar a humanidade. Esta coisa possivelmente foi o assassinato brutal de um de seus discípulos humanos (Jesus), e a dominância de um império amoral e belicoso (Roma). Sendo que alguma coisa deu errado, os alienígenas se infectaram com o vírus e acabaram todos mortos, e assim nós conseguimos sobreviver por tempo suficiente para alcançar as estrelas novamente no século XXI.
Um adendo: Gostaria de ver uma série animada sobre essa base de pesquisa dos Engenheiros, sera foda!
O Vírus “Alien”
Provavelmente nanomáquinas tecnorgânicas, este vírus pode ser programado pra diversos fins. O primeiro que vimos foi dividir o DNA de um ser vivo e a partir dele criar novos microorganismos primitivos, e possivelmente auxiliar a evolução destes organismos até a se tornarem humanos.
O Segundo uso é infectar os organismos e transformá-lo em uma maquina assassina com o objetivo de infectar outros indivíduos, sempre seguindo uma forma de infecção através da forma de reprodução do ultimo individuo infectado. Isso foi visto na infecção de vermes no chão da câmera com a cabeça gigante que tentaram parasitar os humanos, e ao conseguir tomaram controle do corpo do biólogo (mesmo estando praticamente morto) e tentou infectar mais indivíduos. Isto foi visto novamente na infecção do cientista Charlie Holloway, que por sua vez se reproduzir por Elizabeth Shaw (protagonista), que por sua vez infectou o engenheiro e se reproduziu dando origem a uma rainha alien (como mostra o infográfico a baixo).
Falando de rainha Alien, esta rainha alien será a responsável por colocar os ovos vistos em Alien o oitavo passageiro.
O Inconseqüente David
Primeiro gostaria de falar como esse personagem é foda, ele é praticamente o andróide de 2001 uma odisséia no espaço, mas com o nome do capitão da nave ao invés de Hall 9000, até sua voz parece monótona como a de Hall 9000, e também se mostra de alguma forma um vilão como em 2001.
O que mais me incomodou no filme foi a urgência em David encontrar uma forma de criar vida alienígena, o que me faz pensar em quem estaria dando ordens para ele de infectar Charlie. Seria o próprio Peter Wayland através dos sonhos, provavelmente dando uma ordem confusa e perigosa, que pôs em risco toda a missão e a própria vida de Wayland.
Os Engenheiros
Os engenheiros foram capazes de criar a espécie humana, mas quem os criou pode ser um mistério até para eles (vide o livro o Guia do mochileiro das galáxias e o restaurante no fim do universo). É fato que eles ficaram desgostosos com sua criação e decidiram exterminá-la, fato provado pelo massacre promovido pelo Engenheiro recém acordado e perceber que nós ainda éramos uma espécie belicosa, e sua perseverança em levantar vôo e destruir a terra, urgência pois provavelmente, mesmo com o abdomem explodido pela Alien rainha, ele foi capaz de andar novamente até a nave e sentar na cadeira de pilotagem, mas morreu antes de conseguir levantar vôo novamente.
Outra coisa interessante é que provavelmente nem eles possuem a capacidade de comunicação mais rápida que a luz, levando-os a manter uma base próxima dos planetas estudados, 34.5 Anos-luz de distancia da terra, para pesquisar o andamento de suas pesquisas. Isso não justifica por que a humanidade nunca foi destruída nesses 2000 anos, tempo suficiente para a luz percorrer cerca de 5% do raio da via láctea e talvez chegar a outro entreposto dos Engenheiros, o que leva a ser válida a pergunta da Dr. Shaw “Por que eles não terminaram o serviço”. De duas uma, ou eles estão enfrentando algum outro problema (como uma falha dos aliens em escala galáctica) ou viram que a humanidade mudou (e boa parte seguiu os ensinamentos de um de seus aprendizes).
A Tecnologia
A tecnologia desse filme é muito bacana. Hoje em dia conseguimos ler de forma rudimentar os pensamentos de alguém, saber se está sonhando e que tipo de sonho, enviar informações visuais direto para o cérebro e outras coisas. Novas teorias de inteligência artificial nos aproximam de David rapidamente (principalmente se penarmos que o primeiro robô foi criado por volta da década de 60/70). A tecnologia da mesa de cirurgia é completamente viável até hoje em dia, pois médicos já fazem cirurgia a distancia, restando apenas a inteligência artificial para realizar o procedimento autonomamente, mas essa idéias nunca foi apresentada com tanto realismo. A nano-tecnologia já está começando a controlar nano máquinas para lançar medicamentos no ponto que eles são precisos ou destruir um tecido especifico. Tudo isso ganha pelo menos mais um ponto no filme.
Partes desnecessárias
O filme é quase perfeito, mas para mim tem algumas pequenas cenas desnecessárias, vamos a elas:
A primeira que me vem a cabeça é a morte da personagem de Cherlize Teron, de forma bem exagerada e apenas para satisfazer a idéia de morte ao vilão (e no final ela não é nem exatamente uma vilã! E como não mostrou o corpo pode ainda estar viva). A segunda foi a batalha do Alien-Fifield, que ajuda a fornecer apenas mais uma nova forma para o alien.
Conclusão
O filme é quase perfeito, ficando apenas uma atitude ou outra não realista (como quando você se perde evita se locomover para não se perder mais e não ficar rodando em círculos correndo o risco de se cansar e piorar a situação), ou cena gratuita de ação para animar as coisas (como o alien mutantes no traje espacial que vai até a nave para fazer só deus sabe o que).
O enredo é muito bom, e se Ridley Scott já possuía boa parte dessas idéias quando fez Alien o Oitavo passageiro, o filme ganha outro nível, se não pode melhorar ainda mais por não fazer uma história confusa que não explicasse nada e queimasse a franquia para sempre.
Com arrecadação de 225 milhões e custo de 130, e o filme deixando um final com possibilidade de seqüência, mas que não prejudica de maneira nenhum o filme, pois pode ser encarado como um daqueles finais aberto, é provável que a mesma ocorra, mas só espero que ocorra antes de 20 anos!
Uma Princesa de Marte era o nome inicial desse filme, depois John Carter of Mars (John Carter de Marte) e por fim apenas John Carter (Com o subtitulo “entre dois mundos”). De certa forma esse desenvolvimento, e ao meu ver regressão, acontece dentro do filme.
Primeiro de tudo é bom que saibam que essa história possui cerca de 100 anos! Isso mesmo, a 100 anos atrás, Edgar R. Burroughs escreveu sua primeira história, essa história, abrindo um novo gênero literário chamado de Romance Planetário, uma subdivisão da ficção cientifica misturada com o história de Capa e Espada (Estilo do Conan e Fafhrd e Gatuno). E mais ainda, ele não escreveu apenas uma história, mas na verdade quase 11 romances. Se quiser saber mais sobre o primeiro livro pode ler nesse post.
Edgar R. Burgohns é mais conhecido pelo seu segundo romance, Tarzan dos Macacos, que alem de mais realista era muitíssimo mais fácil de adaptar em qualquer época. Os motivos de seus contos em Barsoom não ser tão famosos é por que necessita de uma coisa que só recentemente nós dominamos: Computação Gráfica.
Imagine filmar uma horda de 100.000 marcianos verdes de 3 metros e quatro braços antes da década de 90.
Mesmo assim depois que a computação gráfica surgiu com força em Parque dos Dinossauros, ainda demoramos 19 anos para fazer o filme. Primeiro o cenário é em marte, e a claridade e os tons de vermelho fazem com que a computação gráfica não fique tão real (a escuridão e sombras de parque dos dinossauros e outros filmes ajuda bastante a disfarçar as imperfeições). Segundo o cenário é de certa forma datado, a final todos sabemos o que existe em Marte, e que lá não há nada de canais e civilizações alienígenas.
Então de posse das “justificativas” para o atraso do filme, vamos ao resenha propriamente dita.
Primeiro o filme é bom, mas a trama começa a ficar enrolada demais, e em alguns pontos sem pé nem cabeça. No livro original temos apenas 3 facções: os Tharks (Marcianos Verdes), Os Zondanganianos (Marcianos Vermelhos), e os Heliunitas (Marcianos Vermelhos). No filme adicionaram mais uma, o que deixou desnecessariamente complexa a história.
Quanto as espécies os Marcianos Verdes ficaram quase perfeitos (exceto pelas grandes presas não saírem exatamente da boca e a falta de orelhas). Os Macacos Brancos ficaram muito grandes, mas principalmente os fizeram cegos. Já os Thoats tiveram poucos destaques, mas ficaram bem adequados, e não apareceram os Zitidar nitidamente. Já os Calots ganharam uma habilidade um pouco Deux Ex Machina, para poder dar uma salvada na trama em momentos dramáticos, algo que me incomodou bastante. E não apareceram nenhum Banth!!!
Mesmo assim a história segue bastante divertida até cerca da metade do filme, quando John Carter finalmente entra em contato com os Marcianos Vermelhos a coisa começa a se complicar. Primeiro temos uma Zodanga completamente diferente, com uma mudança sem muito proposito a não ser substituir as características fábricas de oxigênio do romance. Depois Kantos Kan ficou um tanto idiotizado para meu gosto, ao contrario do excepcional espadachim do romance.
Os combates ficaram ótimos, os momentos cômicos foram divertidos, mas o romance, apesar de ser bastante abordado, ficou fraco demais. Outro ponto que ficou legal foi a tecnologia, principalmente as naves, todas ficaram bem legais.
Mas, como já disse, o que deixou mais a desejar foi a inclusão de uma ultima facção, uma facção muito mal explicada, muito poderosa, e aparentemente sem motivo lógico. Essa facção realmente manchou todo o filme, deixando um filme que deveria ser divertido em um filme com uma trama desnecessariamente complexa, e muito forçada.`É tanto que do jeito que foi feito bastava uma simples morte, que nunca ocorreu, para que os vilões ganhassem, mesmo tento todas as oportunidades possíveis.
No final é um filme que vale a penas ver, mas sempre que vir alguma careca branca, desligue sua mente, mude de canal e retorne quando os marcianos verdes estiverem na tela, pois é isso que importa.
Esse episódio foi bem legal, e nele que vemos pela primeira vez a equipe clássica com seus equipamentos (exceto por duas coisinhas), e finalmente um dos personagens secundários mais legais, principalmente para as crianças: Os Berbils.
Nessa versão os Berbils são quase iguais ao original, com a diferença que agora possuem formas mais variadas (gordos, magros, achatados…) e podem fazer uma coisa bem legal.
A trama de seu surgimento é levemente diferente da original, mas os inimigos que eles enfrentam na serie original estão lá rapidamente, servindo apenas para alimentar levemente a nostalgia, um dos grandes acertos desse desenho.
…
A partir daqui para quem não quiser ter alguns leves espólios pode deixar de lado e vá assistir os gatos trovões agora!!!
SPOILERS
Os grandes pontos desse episódio (fora a primeira aparição dos Berbils), e o combate com o Thundertank e a nova habilidade de rolamento dos Berbils.
O Thundertank agora finalmente foi concertado pelos Berbils e mostra grande poder em combate contra um grande caminhão escravista. Ele também mostra uma nova habilidade, suas garras podem ser lançadas a longas distancias para ataque e agarrar (não lembro disso na série original, só que elas se estendiam um pouco).
Quanto aos berbils agora eles são mestres da mecânica intuitiva (se eles faziam parte dos escravos de Mumm-ra ou são do terceiro mundo não fica claro). Também possuem habilidade de rolar, que os tornam rápidos como um veiculo, mas como ainda continuam pacifistas convictos eles acabam sendo imprestáveis em combate (mas nada que não possa ser modificado para usar em RPG ).
Agora só mais um detalhe é o felino branco e gigante deve ser o Snowmeaow (é assim?) o tigre do Homem das Neves, espero vê-lo em um futuro próximo, ele já era legal naquela época, imagine com um visual renovado e mais radical!
O Duelista e O Andarilho é um episódio filer, termo usado lá na gringa para descrever aqueles episódios para encher lingüiça, mas que nem por isso é um episódio ruim. Antes de continuar tenho que dizer que não tem muitos spoilers nessa resenha, até mesmo por ser um filler.
na verdade é um episódio que homenageia um clássico desenho que homenageia vários grandes filmes japoneses e histórias da própria cultura japonesa. Por isso vamos começar a história com um pouco de cultura popular. E até uma leve referencia a WoW (eu acho).
A primeira grande homenagem é Usagi Yogimbu, um quadrinho japonês que nunca virou animação pra valer (até onde eu saiba), a não ser em uma grande participação no desenho das tartarugas ninjas da década passada. Praticamente é a história de um espadachim guarda costas do Japão feudal, com a única e grande diferença que todos os habitantes são seres antropomórficos, bem ao estilo Kung-fu Panda, fonte que o novo Thundercats vem bebendo com força, e principalmente este episódio.
…
O Duelista
Nesse episódio começamos a ver na prática o despertar do lado cientista de Tigra, já apontado levemente em episódios anteriores, mas que dessa vez fica bem evidente, apensar de não obter sucesso em sua ciência.
E então pulamos para Lion-O que continua sendo a estrela principal do desenho. Ele está em busca de novos mantimentos, e para isso encontra uma cidade com uma muralha feita de armas!
Lá ele encontra um andarilho, ou no inglês drifter, que lá tem um sentido de errante, ou um objeto que fica a mercê da água ou do vento, ou uma pessoa que vaga sem rumo pelo mundo.
Após ajudar o andarilho e receber um conselho em troca, ele entra na cidade e após uma pequena tarefa ele consegue o que quer, mas por arrogância ele aceita um desafio e caso perdesse daria a espada justiceira, e novamente por arrogância ele perde a espada.
Então o andarilho forja uma espada para ele (e mais um flashback), e agora com mais humildade e escutando o conselho do andarilho ele consegue derrotar seu oponente.
Praticamente nesse episódio é bem interessante para quem gosta dessas histórias de samurais, cheias de viajantes, tipos esquisitos e duelo de espada. A lição de moral é bem legal, fala sobre arrogância, super confiança e não subestimar os inimigos.
No final é um grande episódio, mas com pouca relevância para a história, talvez possamos ver em um futuro episódios alguns desses personagens interessantes que foram apresentados.
Agora sim temos um episódio onde o flashbacks foram usados de forma magistral. É um episódio com bastante ação, que adiciona novos elementos a mitologia, de forma bem bacana e feita para suprir a falta que todos os grande plots da saga inicial foram resolvidos nos primeiros 6 episódios.
Antes de continuar temos que falar que essa resenha daqui pra frente é um grande SPOILER, e que só posso dizer o que já foi dito, com a adição de mais uma série de novas e grandes novidades, e vários easter eags que relembra vários desenhos dos anos 80. Ou seja, um ótimo, imperdível e importantíssimo episódio.
DAQUI PARA FRENTE COMEÇA OS SPOILERS!!!!
O inicio desse episódio apresenta os Thundercats descansando na Torre dos Presságios da batalha no episódio anterior, e Lion-O tentando desvendar o segredo do Livro dos Presságios, e ao descobrir ele começa uma viagem espiritual dentro do livro.
Isto acontece logo nos primeiros minutos, e faz com que este episódio seja praticamente um grande flashback, visto através dos olhos de Lion-O que interage com as memórias gravadas no livro dos presságios.
Ele encarna então o rei Leo, o primeiro grande Rei dos Thundercats, e deve reviver o que ele passou, e tomar as decisões certas se não o Livro dos Presságios o considerará indigno de ser o novo líder dos Thundercats e de ajudar-lo futuramete.
Logo de cara voltamos para para a cena do Flashback do episódio anterior, em uma grande nave mãe piramidal de Mumm-Ra, mas de um outro ponto de vista, confirmando que o “Leão” do episódio anterior era um ancestral de Lion-O, e na verdade o grande Rei Leo.
Inicialmente Lion-O se deixa levar pela situação, se passando por um leal servo de Mumm-Ra, vemos que um de seus generais é uma figura conhecida dos jovens nerds dos anos 80 (o que deixa a deixa para uma fusão dos Thundercats com outra grande série no futuro).
Leo então parte para organizar o exército de “Animais” de Mumm-Ra, composto por diversas raças antropomórficas, como os Lagartos, Chacais (mostrando a força e hora dos mesmos, diferente do comportamento covarde do Chacal da série antiga, um possível gancho com uma das sagas dos quadrinhos dos Thundercats da década passada), Macacos, Tyger Sharks (outra homenagem a outro desenho dos anos 80), abutres, e até elefantes.
Os animais então começam uma rebelião, e depois de aplacá-las, Lion-O prende os lideres da rebelião, um lagartão e um chacal, que logo se apresentam como amigos de Leo e revolucionários contra o despotismo de Mumm-Ra, agora ele sabe o que deve fazer.
Os revolucionários então apresentam a Leo/Lion-O a Espada Justiceira que acaba de ser forjada por thunderianos que lembram o Pantro e alguns outros Thundercats. Leo/Lion-O então recepciona a chegada da jóia de poder trazida após a conquista e após recebê-la coloca o cubo na Espada Justiceira e se torna o Olho de Thundera.
Leo/Lion-O então encontra Mumm-Ra e começa uma luta contra ele, que diz não haver chance, pois Mumm-Ra possui mais três jóias de poder!!! Mesmo assim Lion-O não arrega, e com um disparo da espada justiceira ele arranca outra jóia de poder de Mumm-Ra.
Mumm-Ra então avisa que Leo não tem chance, pois ele sabe como usar as jóias, e as usa para criar uma armadura negra gigante (que me lembrou muito uma espécie de vingador gigante). Depois de apanhar um pouco Lion-O percebe que também pode usar as outras jóias de Poder na garra, e assim o faz, criando uma armadura em formato de leão.
A luta continua no exterior da nave, e após voltar para nave Lion-O consegue remover as outras duas jóias e as encrava na garra, Mumm-Ra volta para sua forma decadente, e antes de ser preso ele amaldiçoa os Thundercats e entra em seu sarcófago (o que prova como é ridículo ele se tornar um tank, visto que ele se encontrava no interior de uma nave espacial, então deveria se transformar em uma nave).
A nave de Mumm-Ra cai no terceiro mundo, e Lion-O acorda, agora com a convicção de como derrotar Mumm-Ra: Pegar as outras jóias e unir as outras espécies.
Como viram é outro episódio sensacional. Com muita ação (as batalhas entre Leo e Mumm-Ra são fantásticas), muitas homenagens, e muita explicação, assim como a introdução de dois novos grandes plots.
Agora podemos ter um vislumbre de como Panthro escapou e conseguiu o ThunderTank (era na verdade uma tank do exército de Mumm-Ra), e remove o efeito “super-inventor” da maioria dos veículos thunderianos da série antiga.
Quanto as transformações elas são ao mesmo tempo legal e estúpidas, parece mais uma coisa pra vender bonecos, mas deixa uma sensação de nostalgia dos desenhos antigos como Tokusatsu, He-Man e outros.
Com isso o desenho agora está quase no mesmo rumo que o desenho da série antiga, e apresenta um rumo completamente novo do desenho, fazendo uma espécie de continuação da série antiga. Plots completamente inovadores, e não apenas uma recontagem dos mesmos plots da série antiga.
Agora sim estou completamente fisgado pela série, e agora apenas um episódio por semana parece pouco, e espero que seu sucesso crie novas séries spin-offs de outros desenhos antigos (como s Silver Hawks), sendo que dessa vez com uma qualidade similar a esta (principalmente nos roteiros), e não como foi as outras séries de menor qualidade da mesma produtora.
Voltamos aqui com mais uma resenha de mais um episódio do remake dos Thundercats, a “Jornada para a Torre dos Presságios”. Fazendo uma retrospectiva das qualidades e defeitos da série e dos episódios temos:
História da mitologia completamente nova, mas com velhos elementos (Espada justiceira, livro dos presságios, Mumm-Ra…).
Temas e roteiros mais adultos, com causa e conseqüência menos óbvia, e implicações mais sérias nos comportamentos dos personagens.
Design moderno mas com elementos do antigo.
Os dois primeiros episódios tivemos a história da queda de Thundera, que agora é um reino já no terceiro mundo, e não um planeta. No terceiro episódio vemos uma aventura bem leve em um mar de areia e um navio aéreo de piratas peixes caçando um monstro titânico, que pouco relaciona com história dos episódios anteriores. No quarto episódio tivemos um belo conto de um pequeno povo planta, que lembra um pouco o filme “O estranho caso de Bejamin Buton”, e no final a chegada do Thunderiano mais caceteiro de todos (Quer saber, leia a resenha passada aqui). Tivemos o quinto episódio que foi uma busca por Thundrilium, e cheio de vilões inúteis, e muito mais Flashbacks chatíssimos, e para mim o pior episódio até agora. E agora o sexto.
Antes de começar tenho que dizer que não há como continuar sem Spoilers, o episódio é totalmente significativo para história do inicio ao fim. As únicas coisas que posso dizer é que parece com uma boa sessão de RPG, com cada personagem fazendo alguma coisa para o sucesso da missão, e finalmente temos todos os personagens jutos em ação.
DAQUI PARA FRENTE COMEÇA OS SPOILERS!!!!
Esse episódio começa com uma cena bem engraçada, meio estilo Personagem de RPG com atitude meio em OFF, com Lion-O tentando usar a Visão Além do Alcance repetidas vezes sem sucesso (re-testes e mais re-testes, estou de olhos em vocês).
Depois vemos Mumm-Ra e a explicação para uma das coisas que ele falou no segundo episódio, isso com mais um Flashback (mas dessa vez muito mais legal e cheio de easter eags). Primeiro mostra que os Thunderianos eram no passado longínquo servos de Mumm-Ra, e este possuía alta tecnologia, tanto que os Thunderianos possuíam uma frota de naves espaciais e invadiram um planeta alienígena para obter uma jóia de poder, que no fim descobrimos que é o Olho de Thundera. Então pasmem o Olho de Thundera, nem de Thundera é nessa versão.
Fim do Flashback, vemos que os Thundercats chegam no locam onde provavelmente está o Livro dos Presságios, mas não alcançarão ele sem antes passar por vários desafios. Nesses desafios lembram muito uma dungeon clássica, com armadilhas seguidas de armadilhas e o chefão no final.
Depois de cada um utilizar uma habilidade para passar nos desafios eles chegam no local do livro, e ao mesmo tempo Mumm-Ra, que veio deslocando maior parte do caminho com um sarcófago tank (muito tosco ao meu ver). Começa então a batalha para chegar ao livro, sendo que de cara ele já começa a detonar dois dos Thundercats. Na escalada ele luta com mais uma (finamente vemos Tigra fazendo alguma coisa realmente útil). Finalmente eles chegam na parte do livro e começa uma emocionante batalha, e de uma forma bem heróica eles conseguem expulsar Mumm-ra do local, e eles conseguem o Livro dos Presságios.
Então vemos que este episódio foi foda, cheio de ação, com cada personagem tendo seu momento, um vilão realmente difícil de enfrentar, e um grande avanço na história.
Um episódio imperdível, que paga a divida deixada pelo péssimo episódio anterior, e o saldo que sobra marca com chave de ouro essa nova série, que está mais que honrando muito bem a série antiga.
Tenho poucas palavras para falar desse épisódio, que nem sei por onde começar. Mas vamos lá.
O episódio até que começou bem com essa imagem do thundertank, mas...
Este episódio para mim foi horrível. Primeiro devo admitir que cochilei bastante durante ele, mas não foi 100% por causa do episódio (estava cansado mesmo). Mas então depois que terminei de assistir (retornando ao estado consciente com um resto de pacote de doritos apimentado desde que assisti o Conan) achei que o episódio tinha sido ruim por causa do sono, mas quando re-assisti algumas partes o episódio continuou ruim.
Durante a primeira vez achei que tinha perdido partes, mesmo acordando do cochilo e voltando para a ultima parte que lembrava de ter assistido. Quando re-assisti vi que não tinha perdido nada, e que o episódio realmente era ruim.
Então vou tentar enumerar alguns fatores que tornaram ele ruim:
1) Flashback fraco: O episódio é cheio de flashbacks (quase metade), mas que na maioria das vezes são pouco instigantes, principalmente por que boa parte não está relacionado diretamente com o episódio.
2) Ninguém faz nada: Durante o episódio, quase ninguém faz nada. Luta pra valer nenhuma, habilidade nenhuma, nada.
3) Novo vilão potencialmente legal desperdiçado: Sim tem um vilão com habilidade e aparência bem legal, e ele não faz nada!!!
4) Segundo maior vilão até agora só foge: Estou falando de Grune, que dessa vez não faz nada, ridículo.
5) Cena de personagem caindo com morte aparente: Esse é o chavão mais clássico de todos os tempos, o cara cai em um buraco e é dado como morto. Temos isso nesse episódio. Ridículo.
O única coisa que foi relativamente boa nesse episódio é uma mínima referencia com um episódio da serie original, ver o thundertank inteiro e em perperctiva e o visual do novo e sub-aproveitado driller/escavador. Fora isso uma palavra resume bem o episódio: LIXO.
O novo Driller/escavador: visual bacana, derrota banana
Essa resenha poderia ser resumida em apenas uma frase: O desenho mais espetacular que já vi.
Sim, esse episódio foi o melhor de todos até agora, e como prova a teoria que ação não é o que torna um filme/série/desenho bom, 75% desse episódio contou uma história quase que completamente independente do fato de ser um desenho dos Thundercats (assim como o episódio anterior).
Só que ao contrario do episódio anterior ser voltado principalmente para a ação, este foi principalmente para o drama. Um drama que provavelmente levará você a lacrimejar junto com os personagens, algo bem difícil para a maioria das histórias que já vi.
Depois dessa impressão geral podemos começar a falar detalhes do episódio, então daqui pra frente podem ter SPOLERS do episódio.
A história principal foi um conto sobre os Petalars, uma espécie de pequenas criaturas plantas. Os thundercats recuam do exército de lagartos para uma floresta de espinhos, e lá encontram os Petalars. O lance aqui é que o ciclo de vida dos Petalars se passa em apeanas m dia inteiro! Nascem, crescem e morrem em um piscar de olhos das outras espécies.
Isso é utilizado para contar toda uma emocionante história de um pequeno herói Petalar, uma Jornada do Herói inteira em um pequeno episódio de 20 minutos.
A lição de moral do episódio é bem sutil, e na verdade é bem mais profunda do que uma lição de moral. Ensinará as crianças a ter coragem e enfrentar desafios que podem parecer impossível de serem vencidos, mas que se nunca tentarem nunca vencerão, e, além disso, que essa missão deve ser buscada sempre, mesmo que leve uma vida toda, assim como o que importa não é conquistar os seus objetivos, mas sim o que se aprende e conquista nesse caminho.
Também apresenta o conceito de vida e de morte, como os dois são importantes e como a morte não é necessariamente uma coisa ruim.
No final do episódio também temos uma surpresa, mas deixarei isso para o final desse post.
Antes de acabar preciso dizer que apesar desse episódio ser muito bom há defeitos. Como Lion levar um tiro de pistola e quase nada acontecer, e o combate final ser um suicídio pleno (nenhuma estratéginha?). Tudo bem que era previsto uma derrota, mas ir para o combate feito bárbaros bersekers é uma idiotice plena!
Também vemos um pouco mais dos sentimentos dos Thundercats, como um pouco do ciúme de Tigra quanto ao trono, e o que parece um sentimento platônico de Sheetara para com Lion-O. Devemos ver onde isso deverá levar no final da temporada ou na próxima temporada.
Há cerca de dois meses atrás foi lançado o remake de Thundercats, um dos melhores desenhos da década de 80, e hoje finalmente assisti.
Para quem não quer Spoiler eu recomendo fortemente que pare de ler esta resenha e vá assistir. Para quem não liga para uma pequena dose de Spoiler do inicio da nova saga continue a ler, principalmente se está indeciso para assistir, e aproveite e se ainda estiver em duvida apriveite e veja aqui o trailer da nova série.
Vamos começar com as diferenças mais marcantes do seriado novo com o antigo.
1º Sem e Com Thundera.
Não existe mais o planeta Thundera e sim o Reino de Thundera, que se localiza já no terceiro mundo, e diferente do que vimos com o planeta Thundera (bem estilo superman), agora podemos saber como o reino de Thundera caiu em detalhes!
2º Lion-O Adolescente
No desenho original Lion-O começava como criança, menor do que Wilykit e Wilykat, e após uma falha planejada por Jagah sua câmera de animação suspensa deixa ele crescer até a forma adulta (e bombada, a quem diga que deveria ser atrofiada, mas confiamos na tecnologia Thunderiana), o que pula a infância e adolescência do nobre senhor dos Thundercats (ou não visto que ele continua agindo como criança boa parte do tempo nos primeiros episódios). Agora ele deve possuir uns 17 anos e tem um porte físico atlético mas não bombado. Mas espero que seu físico vá se aprimorando com a história, e lá para terceira temporada eles esteja tão forte quanto o antigo.
3º Sem Tecnologia
O desenho antigo a tecnologia Thunderiana era impressionante. Raios lasers, naves mais rápidas que a luz, anti-gravidade, entre outras coisitas mais. Agora os gatos são um povo medieval, que se utiliza de magia, uma mudança que me fez torcer o nariz mas que foi utilizado com bastante sabedoria.
4º Lion-O e Tigra são irmãos
Sim é isso mesmo, Tigra é irmão mais velho de Lion-O, mas por algum motivo o reino irá para Lion-O e não para Tigra, talvez seja pura e simplesmente racismo, já que Lion-O é de uma linhagem de leões e Tigra de tigre, o que faz parecer que Tigra seja bastardo tipo o Jow Snow de Guerra dos Tronos.
5º Lion-O sábio!
Sim Lion-O não é mais uma criança no corpo de adulto, e de personalidade totalmente impulsiva, ele é um adolescente, e bastante sábio, e essa é a grande diferença que tornou o desenho muito bom. No original as crianças geralmente aprendiam com os erros de Lion-O que causavam problemas e depois eram resolvidos na porrada, no novo Lion-O é tão sábio quanto um Rei Arthur, poupando inocentes, buscando conhecer o seu inimigo, e acreditando na humildade. Isso ensina de cara sobre o certo e errado a nova geração, e mais, agora temos muito mais profundidade, e com o beneficio por fazer o certo chegando em linhas tortas mas de forma muito mais saborosa e recompensadora que vemos normalmente em desenhos (nos desenhos antigos salvar uma pessoa resultava na simples ajuda direta do individuo em um combate, agora salvar uma pessoa pode significar uma ajuda pequena mas importante para a história).
6º Porrada!
O desenho original tinha uma boa dose de censura na violência, apesar do protagonista usar uma espada, ela era utilizada mais para rebater raios do que para um golpe nas fuças do que quer que seja. Agora temos socos, ponta pés, espadadas (que não chegam a cortar o inimigo, mas o faz recuar ao ser aparada).
Vejá um video comparando a abertura do antigo Thundecat com uma versão da mesma aberura com imagens do novo Thundercats:
Antiga:
Versão da abertura dos novos thundercats com o estilo da antiga (Fã made):
Menção Honrosa 1
Não temos mais nudez! No primeiro episódio, por alguns poucos minutos os todos os Thundercats estão nus, pois era assim que eles deviam viver em Thundera, agora todos os Thunderianos usam roupas, não só aqueles que precisam usar armaduras.
Menção Honrosa 2
Logo de cara temos a busca pelo Livro dos Thundercats Presságios (Livro de Omens no inglês), item que só aparece de fato lá pela terceira temporada do desenho original. Uma pequena e saborosa mudança, provando que eles querem mostrar uma história mais continua, com menos encontros aleatórios nos episódios.
Menção Honrosa 3
Snarf foi reduzido a um animal de estimação, e não a babá ranzinza e alivio cômico do desenho que era na serie clássica (isso foi um dos pontos bem ruins que achei no novo).
…
Dita essas diferenças, agora podemos refletir sobre a qualidade do desenho em si.
Primeiro a arte está fantástica. Ainda hoje a animação dos Thundercats de 23 anos atrás é melhor do que muito desenho de hoje em dia (é claro que o visual é bastante brega para hoje em dia). A arte do novo, além de um visual mais moderno (não temos mais roupas colantes), também tem uma qualidade superior, no mesmo estilo de Avatar: Last Airbender. Espero que continue assim com o sucesso, e não diminua com o tempo, como aconteceu com Ben-10.
Segundo a história, a trama e o roteiro estão impecáveis, é como se os roteiristas tivessem assistido o original em sua infância e agora estão fazendo seu trabalho com uma dedicação que raramente se vê em um desenho animado. Temos lição de moral no meio da trama de maneira legal e não de forma forçada, o que quase me fez chorar por trazer uma das marcas registradas dos desenhos dos anos 80. Temos todos os elementos da série original (bem quase todos, exceto pelas diferenças que falei). Temos vilões mais inteligentes (bem mais). Temos justificativa para as habilidades da Cheetara…
Vemos também alguns personagens que aparecem mais tarde no desenho antigo aparecendo no primeiro episódio, como Lynxs e Grune, e uma história em mudança (no inicio são apenas três/quatro juntos gatos juntos, os outros três devem se juntar depois).
Como pode se perceber pelas mudanças que apresentei, eles terão que construir seus aparelhos tecnológicos do zero (sendo que também precisarão aprender a construir), como o Thundertank e a Toca dos Gatos, mas isso pode parecer um pouco forçado para gatos edievais, certo? Errado!
Nessa nova história Pantro é um dos generais de Claudus, o pai de Lion-O, e está junto com Grune em missão a alguns anos fora do reino de Thundera em busca do livro dos presságios, e é provável que sua genialidade com a engenharia se justifique com essa viagem, que foi preciso aprende-la para sobreviver (assim como Grune utilizou para sua traição).
Quantos os inimigos vemos inicialmente os lagartos, incluindo Escamoso como um dos chefes, Grune e Mumm-ra. Creio que os outros mutantes (que agora devem ser espécies naturais de Thundera), apareçam mais tarde como povos do terceiro mundo, assim como outros aliados dos Thundercats (vocês viram a pata de Bearbills?).
Já Wilykit e Wilykat são apresentados apenas em três pequenas cenas como dois thuderianos mendigos, mas com habilidades ladinas já desenvolvidas, o que ficou bem legal, e com uma boa surpresa.
Agora, para mim, uma grande novidade foi a existência de uma nova classe de guerreiros, os Clérigos de Thundera, a qual Jaga faz parte, e que possuem poderes místicos fantásticos, como soltar raios com seus cajados (vocês conseguem advinha qual dos Thundercats será um), ficou muito foda a aparição deles, vale a pena conferir.
Outra pequena mudança foi a mudança completa do mundo. No desenho original sempre pairou a duvida se o terceiro mundo seria a terra em um futuro longínquo, visto que possuía pirâmides, e retroclones de culturas antigas (como amazonas e vikings), mas que mesmo assim não podia ser a terra pois a terra era de onde Hachiman veio pelo espaço com seu cavalo (sem usar roupa espacial diga-se de passagem). Mas agora temos certeza que estamos em outro mundo, pois o terceiro mundo parece ser na verdade um planeta em orbita de outro maior! Resta sabermos se aparecerão humanos ou não durante a série (como a policial espacial Mandora), e de onde estes virão.
Outra novidade é o uso de computação grafia para gerar algumas maquinas. Eu particularmente não gosto disso, mas que como o uso foi muito pequeno não me incomodou muito.
Bem pessoal por hoje é isso, quando eu assistir o segundo episódio coloco a resenha aqui, e provavelmente vou fazer a adaptação do desenho nos mesmos moldes que fiz com os da série original.
Então os que ficaram até aqui, se não assistiram, assistam, e comentem sobre o que acharam dos novos Thundercats.
Finalmente terminei de assistir com minha esposa a série de Games of Thrones, e como já fiz a resenha do primeiro livro, faço agora a resenha desses escaços e maravilhosos 10 episódios. inicialmente falarei sobre a série em si, e depois uma comparação entre ela e o livro.
A Série
Não assisti muitas séries da HBO, mas se todas forem pelo menos metade da qualidade dessa série já estão mais bem servidas que a maioria das séries top de linha de outras produtoras, não por causa da nudez, do sexo ou da violência, mas por toda a produção.
Começamos pela escolha dos atores, que foi feita de forma magistral. Sean Bean (Lord Eddard “Ned” Star) deve ter saído bem caro, mas honrou sua habilidade cênica de forma até melhor que em senhor dos anéis. Já vi várias Lena Headey (Rainha Cersei Lannister) em outras séries e filmes, e já mostrou antes sua veia dramática (ou simplesmente cara de putinha arrogante), que se encaixou perfeita com seu papel. Apesar de não ter acompanhado seu trabalho em Stargate e outras séries gostei de Jason Mamoa (Khal Drogo), que quase não precisou atuar, e apesar de sua sombra bizarra ele conseguiu mostrar que realmente consegue ser um bárbaro nos episódios finais (O que me dá esperanças para o vindouro filme de Conan). O ultimo ator que me lembrava vagamente de outros filmes é Peter Dinklage (Tyrion Lannister) e foi o que mais me impressionou, não por ser anão, mas por interpretar magistralmente um dos melhores personagens de toda a série.
Dos atores que não conheço que tiveram uma ótima atuação foram: Michelle Fairley (Lady Catylyn Star), Maisie Williams (Arya), Alfie Allen (Theon Greyjoy), Aidan Gillen (Mindinho) e Harry Lloyd (Viserys), Emilia Clarke (Daenerys “Dany” Targaryen) e Marky Addy (Rei Robert Baratheon), todos com um importantes papéis na série e todos se saíram muito bem (principalmente Emilia Clarke, a Daenerys). Vejam que depois desses atores quase não sobrou nenhum para se falar, os demais não posso dizer se foram bem, simplesmente pela natureza de seus papéis serem mais simples e fáceis de interpretar, podendo a interpretação simplesmente ser um reflexo da natureza do ator.
O segundo ponto importante é o roteiro, que apesar do autor dos livros, George Martin, ter trabalhado para televisão, criando assim desdo início uma história próxima da sétima arte, péssimos roteiristas poderiam afundar a série, e aqui ainda houve bastante adaptações.
O terceiro ponto, e um dos mais difíceis de se fazer, foi o figurino e cenário (acho que fica dentro da produção certo?) que ficaram impecáveis, realmente somos transportados para dentro de um mundo medieval, mas ainda assim um pouco moderno para uma audiência moderna. Nada dos velhos trapos de panos por debaixo das armaduras, ao invés disso temos muito couro e amarras, que ficaram na medida certa, nem mais e nem menos. Parece ter havido também um certo trabalho na tonalidade dessas roupas, retratando bem os brasões das famílias. Todo o armorial ficou muitíssimo bem trabalhado, e temos armas e armaduras bem realistas e impressionantes.
Todos os cenários internos ficaram perfeitos, mas infelizmente alguns cenários externos foram poucos trabalhados, mas é justificável pelo orçamento sempre menor das séries, mas com o sucesso deveremos ver mais detalhes disso na segunda temporada.
Outros pontos de nota é a abertura, tanto a trilha sonora quanto a animação (uma das melhores que já vi em séries na minha vida).
Juntando tudo isso temos a direção que deve ter feito muito retirando tudo dos atores e mantendo as cenas sempre impecaveis, tanto na perspectiva quanto na montagem.
Como o artigo já está muito grande continuarei a comparação em outra matéria, até mais e cuidado, pois o inverno esta chegando.
Acabei de assistir o filme “Capitão América: O Primeiro Vingador” (Captain America: The First Avenger) e antes de começar essa resenha aviso, haverá SPOILERS, pois se você não viu, pare o que está fazendo agora e vá assistir pois o filme é muito bom, e se não quer assistir leia e tire suas próprias conclusões sobre o comentário completo do filme.
Primeiro, o filme possui uma ótima história, baseada quase que completamente nos quadrinhos colocando seu arqui-inimigo, Caveira Vermelha, desde o início. Isso é bem legal pois permite desenvolve-lo bem, assim como o Capitão América. Falando nele, o personagem foi bem aprofundado, tendo os holofotes o focaram do início ao fim (exceto em um breve momento que a pontaria da Agente Carter surpreende).
Continuando, a história é uma ótima aventura e ação, com humor e drama na dose certa, e aqui houve uma boa interação entre os personagens e o Cris Evans não cagou tudo, permanecendo sério a maior parte do filme. Nesse ponto uma única reclamação veio do publico feminino, pois não houve nenhum romance com final feliz (pois bem senhoras, essa é a maior parte da vida dos nerds!).
Sobre a trama ela é bem amarrada, fazendo um gancho com Thor e Homem de Ferro o que justifica parte do título do filme. A fonte de poder do vilão está intimamente ligada com o universo de Thor, com os artefatos asghardianos e o papinho de tecnologia que parece magia. O pai de Tony Stark tem uma grande participação no filme (ajudando na parte energética dos poderes do bandeiroso, pilotando aviões, e construindo uniforme e equipamentos), e mostra que o filho é quase uma cópia do pai, fanfarrão e genial.
Segundo ponto interessante é o visual, conseguiu apresentar quão galhofa seria o uniforme original e de forma que não atrapalhou a história, e inovou trazendo um uniforme moderno e prático para o personagem, e esse visual se espalhou para todo o filme, incluindo vilões e equipamentos.
Por ultimo uma reclamação, na verdade sai do cinema com um gostinho de que faltou algo, e depois de matutar um pouco consegui descobrir: faltou o Super.
Capitão América é um super herói, suas características heróicas ficaram muitíssimo bem representadas, mas faltou a apresentação de suas características supers. Ele é forte, mas não vemos isso a não sem em golpes contra soldados capengas sendo arremessados alguns metros, em uma cena estática onde ele segura uma moto parado (não vemos nem ele levantar a moto!!!), e até um salto onde não vimos o trajeto completo nem seu pouso. Sua velocidade é apresentada apenas uma vez (na cena de perseguição do assassino no inicio) e pode rivalizar com a de um atleta olímpico, como deveria ser, mas foi apresentada apenas uma vez. Sua agilidade ficou bem representada, mas alguns combates poderiam ser mais rápidos e precisos, como o classico arremesso de escudo que derruba vários oponentes.
Achei que como super herói ele estava bem fraco, achei que deveria ter sido como a cena em o incrível Hulk onde o abominável (antes de ficar abominável) combate alguns segundos contra o Hulk, como pode-se ver no vídeo nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=TcrBvXMDe3A&feature=player_detailpage#t=127s
Então o filme passa com facilidade qualidade, mas não é perfeito como Batman nem Homem de Ferro.
Dia 15 – Uma screenshot/foto do que estou jogando agora
Desculpem o atraso, mas estive realizando esse desafio sob condições desfavoráveis, mas agora tudo mudou. Finalmente terminei o mestrado!
Então como desculpas sinceras coloco aqui um vídeo de alguns turnos da sessão de jogo que rolou sábado dia 23. Hoje coloco o vídeo e o conto, e amanham dois posts do desafio do dia 24 e 25, e no dia 27 coloco do dia 26 e 27, e ai já estaremos no fim (espero que consiga seguir esse pequeno cronograma).
Como vocês puderam ver é uma mesa de D&D 4ª Edição no mundo de Dragonlance, onde jogo com um Ranger que combate com duas armas, chamado Meric, Tubarão Negro. Infelizmente ninguém queria parar pra jogar e a imagem ficou focada apenas no tabuleiro, mas dá pra sentir o coro que foi a batalha.
Comentando: Muito foda!!! Clima muito bom, combate com violencia na medida certa para poder passar na cartoon (Algo como Liga da Justiça), qualidade da animação muito boa, e o visual moderno bacana, similar a Avatar: The Last Airbender.
No Clip tem vários personagens, e só faltou Pantro, no mais já me fisgou, a não ser que a qualidade se perca ao longo da primeira temporada deverá ser o primeiro desenho mais promissor do ano.
Olá pessoal, com o lançamento de Kung Fu Panda 2, que ainda não assisti, me fez recordar da grande série de matérias adaptando algumas das espécies antropomórficas do filme (Panda, Tigres, Panda vermelho, Tartaruga, Garça, Macaco, Cobra e Louva-a-Deus). Agora temos novos antagonistas, e como eles são de novas espécies vamos apresentar suas adaptações.
Você também pode encontrar muitas outras adaptações mais simples e diretas no Lote do betão, clicando aqui.
Lupinos, o Povo Lobo
O povo lobo é uma raça cuja a grande força é a união, formada por guerreiros hábeis (ou nem tanto) e mas sempre lutando em grupo. Para os lobos não há nada mais importante que o bando, o que faz com que quase nunca se separem do mesmo. Mas as vezes um lupino se desgarra de seu bando virando um lobo solitário, e é ai quando costumam se juntar a grupos de aventureiros de outras espécies.
Os lupinos, como também são chamados, costumam viver em florestas dominando seu território e as outras raças que vivem nele, dando proteção mas exigindo em troca alimento, objetos e serviços.
Características raciais
+2 constituição, -2 inteligência: Os lupinos são guerreiros incansáveis, mas costumam agir por impulso.
Tamanho Médio: Os lupinos são criaturas médias, e não possuem bônus ou penalidade devido a seu tamanho.
Deslocamento Rápido: Os lupinos têm um deslocamento base de 12 metros.
Armas naturais: Mordida 1d6 de dano.
Faro: Os lupinos possuem a habilidade especial de mesmo nome, faro.
Rastrear: Os lupinos ganham o talento rastrear mesmo que não tenham seus pré-requisitos.
Idiomas: Os lupinos começam o jogo falando comum e silvestre. Felinos com valor de inteligência elevado podem escolher os idiomas: Goblin, Orc e Terran.
Classe favorita: Ranger
Ajuste de nível: +2.
Povo Pavão
O povo pavão é uma raça cujos indivíduos se dedicam a arte, se tornando perfeccionistas e mestres artesões de grande prestigio. Assim geralmente as famílias de pavões se reúnem em torno de um mesmo trabalho se tornando os melhores em uma arte ou oficio em toda a região, criando objetos úteis e ao mesmo tempo belos. Também costumam desenvolver novas tecnologias para efeitos ainda mais impressionantes, mas que as vezes costumam ser usados para fins escusos como guerra.
Características Raciais
+2 destreza, -2 constituição, +2 carisma: Graciosos e e com plumagens vistosas e impressionantes, o povo pavão a pesar de não voarem possuem ossos leves e frágeis.
Tamanho Médio: Os pavões são criaturas médias, e não possuem bônus ou penalidade devido a seu tamanho.
Deslocamento: O povo pavão têm um deslocamento base de 9 metros.
Asas: As asas dos pavões apesar de não servirem para vôos longos permitem dar grandes saltos, dando +10 na pericia saltar.
Esporões: As patas de um pavão possuem esporas e garras capazes de causar perigosos cortes e são considerados armas naturais que causam 1d6 de dano cortante.
Idiomas: Os pavões começam o jogo falando comum e Auran. Pavões com valor de inteligência elevado podem escolher os idiomas: Silvestre, Elfico, e Aquan.